16.01.2016

Mais uma dica de filme que rolou essa semana lá no blog Sem Clichê. Dessa vez, falei sobre a comédia brasileira Até que a sorte nos separe 3.
Lembrando que volta e meia dou dicas por lá. ;-)  Para ver o post original, clique aqui

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Após perder a herança da família em Las Vegas no último filme, Tino (Leandro Hassum) procura um emprego fixo, mas para variar um pouco não tem muito sucesso. Um “belo” dia, vendendo biscoito no sinal de trânsito é atropelado pelo filho do homem mais bilionário do Brasil. Depois de sete meses em coma, se depara com a seguinte novidade: sua filha, a Tete, e o mocinho Tom (que atropelou Tino) estão in love total. A paixão é tanta que o rapaz não perde tempo e pede a mão dela em casamento. Para bancar o casório, o pai do genro, convida Tino para trabalhar na sua empresa e gerir as finanças. Resultado: sabe a crise financeira do Brasil? Tudo (ou quase tudo) culpa do protagonista da história.

Imperdível, gente. Principalmente se você ama sair da sala do cine com dor na barriga de tanto chorar de rir. Tem sensação melhor? Se você não viu os outros, não tem problema. Alguns detalhes podem passar, mas nada que vá atrapalhar. Leandro Hassum continua hilário e com tiradas mega engraçadas e inteligentes. Algumas sacadas seguem o estilo besteirol, mas faz tão bem, que nem me importo. E o que falar da nossa president(a), que não fala nada com nada? As sátiras com a política brasileira são as melhores. Ah! Um aviso importante: qualquer semelhança com a família/empresa do Eike Batista é mera coincidência. Ou não hahaha!

Enfim, mega recomendo! É a típica história para assistir com a família (amigos também) e depois sair “copiando” as sacadas dos personagens, sabem? ;-)

Um beijo, Carol. 

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carol

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