16.06.2014
Olá, Gente!

Se tem um post que eu amo fazer é aquele de entrevistas com autores brasileiros. Muito bom saber a visão de cada um, como funciona o processo e por aí vai. Cada entrevista é um empurrãozinho para eu correr atrás mesmo do meu sonho de ser escritora. Acho que eles nem imaginam como me ajudam! E dessa vez quem respondeu as perguntas do PJ, matou a curiosidade de como tudo funciona e ajudou a Pequena aqui no sonho dela foi o Renan Bernardes, autor do livro “Reino – A Construção do Universo Pessoal”. É uma leitura simples com dicas e sugestões de como conduzir a vida, não como uma verdade absoluta e sim como uma possibilidade de aumentar as chances de bem-estar. O Renan é jornalista, adora uma partida de futsal e, claro, não dispensa uma boa leitura. Aqui ele conta sua experiência como escritor, se prefere o jogo ou a escrita e suas inspirações para escrever o seu primeiro livro. Confiram! ;-)

Entrevista Autor Renan Bernardes

1. Quais foram as suas maiores inspirações para escrever o livro? 
R: Minhas principais inspirações pode-se dizer que foram os clássicos livros “O Príncipe” (de Maquiável) e “O Pequeno Príncipe” (de Saint Exupéry). O que não necessariamente implica na maneira de escrever, mas sim um pouco na mensagem em si. 
2. Para você, qual é a principal linha de pensamento e atitude que pode contribuir para uma vida saudável e feliz? 
R: Na verdade é difícil dizer a principal linha de pensamento, mas sem dúvidas uma delas, que me chama muita atenção e está, inclusive, no livro, é o Caminho Óctuplo, que hoje é a parte dos ensinamentos budistas. Vejo ali uma sugestão aparentemente óbvia mas que, se praticarmos diariamente, pode ser bem legal. 
3. Qual é a tarefa mais difícil e a mais emocionante da vida de um escritor? 
R: Eu não sou somente um escritor. Trabalho em uma empresa de assessoria de imprensa também. Portanto não me considero levando uma vida singularmente de um escritor. Ainda assim, percebo que o principal desafio é começar a obra em si. Cada início de capítulo também pode ser considerado algo desafiador. O mais emocionante é mole. Os dois momentos: aquele que você escreve o ponto final do seu livro e quando você o vê em suas mãos pronto. Uma sensação sem igual!
4. Para quem deseja ser um escritor, o que não pode faltar? E como funciona todo esse processo? 
R: Paciência. Escrever, apagar, escrever de novo. As horas sentado e estudando como melhor escrever é um desafio que se não superado, impossibilita a capacidade de escrever um livro. Afinal, como já dizia Thomas Edison, talento é 1% inspiração e 99% transpiração. Esse processo é bem gostoso e trabalhoso também. Começa com uma ideia, quase que embrionária que, no meu caso, apareceu durante uma noite preguiçosa na minha cama. Apesar de, claro, ter se desenvolvido durante minhas mais variadas leituras relacionadas a sociologia e filosofia. Assim que a ideia surgiu, eu simplesmente fui lá e comecei a escrever.  Pesquisei algumas técnicas de como melhor estruturar a minha ideia e daí pra frente o resto é história rsrsrs! Foi com esforço, mas chegou ao final. E digo, valeu muito a pena! 
5. Uma partida de futsal ou um bom livro? Escrever ou jogar? 
R: São áreas bem diferentes de entretenimento, né? Especialmente se for considerar que a partida de futsal eu estarei jogando e o livro eu estarei escrevendo. Para ser apenas um espectador, escolheria ler um bom livro, mas por ser apaixonado por praticar atividade física, especialmente o futsal, é a minha escolha dentre as duas opções de colocar a “mão na massa”. 
6. Se pudesse salvar três livros em um incêndio, quais seriam os escolhidos? 
R: Essa foi mesmo a pergunta mais difícil que você poderia fazer. Vou apostar na variação de conteúdos para servirem de inspiração para possíveis novos escritores que teriam apenas três livros para se basearem. Fico com: “O Mundo Assombrados pelos Demônios” – Carl Seagan (Ceticismo), “O Conde de Monte Cristo” – Alexandre Dumas (Romance) e “A República” – Platão (Filosofia). 

***

Bem legal, né? Muito obrigada, Renan! ;-)
Para quem gosta de embarcar nesses livros de Autoajuda, é uma ótima pedida. Eu ainda não li, mas mesmo não tendo o costume de ler esses livros, me interessei bastante. Quem quiser mais informações e comprar, é só clicar aqui.

Gostaram? Podem opinar à vontade!
Tem alguma sugestão de autor brasileiro? É só falar, que a Pequena corre atrás!

Um beijo, C. 

carol
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