08.07.2015
* Post-Ajuda: Um pouquinho da moda masculina (Por Rick)! ♥
Dessa vez o post-ajuda é especialmente para o público masculino. Mas como eu não sou uma expert no assunto, convidei um amigo mega estiloso: Ricardo Tassilo, que criou recentemente o seu site de moda. Então, se você quer dar um toque a mais no estilo do seu boy, irmão, primo, amigo ou pai, leia esse post e confira as dicas de ouro do Rick. Ah! Ele também fala um pouco sobre o que ele pensa desse universo para eles aqui no Brasil. ;-)

Post-Ajuda do Dia: 
Moda Masculina!  (Por Ricardo Tassilo)

1. O que não pode faltar de jeito nenhum em um guarda roupa masculino? 
R: Uma boa calça jeans e uma camisa branca de botão e manga longa. São peças coringas e que sabendo combinar com um sapato ou um tênis bacana deixa qualquer pessoa muito bem arrumada.

2. Quais são as peças essenciais para aproveitar as estações mais frias? 
R: Para mim, as peças essenciais para o inverno são: um bom casaco combinado com uma calça jeans bem transada. Outra bela combinação que está super em alta: uma jaqueta de couro (ou jeans) com calça de moletom. Fora isso, tudo mais é acessório.

3. E acessórios? Quais são as peças que você indica para fugir do óbvio? 
R: Pode até parecer óbvio mais um bom relógio e um bom sapato denota muito da qualidade que você oferece ao seu estilo pessoal. Um gorro é uma peça que dá um toque bem “street” ao look e está super em alto no inverno. Porém, é uma peça suicida. Tem de ter muita autoconfiança, se não fica vulgar. Sim, um look masculino também pode ser vulgar.

4. Acha que a moda masculina brasileira deixa a desejar em relação aos outros países? 
R: Acredito que a moda brasileira masculina deixa a desejar no sentido de que é falha na fomentação de cultura de moda. Faz-se cada vez mais necessário uma união de forças e segmentos públicos e privados para fomentar uma cultura de moda no sentido geral, tornar a moda cada vez mais democrática e acessível. Muitas pessoas não consomem e não dão o devido valor ao mercado de moda por pura ignorância, julgando que tudo que envolve o seguimento é futilidade. O ponto sensível da não fomentação de cultura de moda no País se reflete de forma muito pior na moda masculina.

O europeu, o norte americano não tem medo de ousar em seu guarda roupa e eles sabem dar valor a uma peça de vestuário de qualidade que vai lhe garantir conforto e durabilidade, sem sombra de dúvida eles possuem mais consciência de moda do que os homens brasileiros, sobretudo por que não possuem em sua maioria medo do julgamento alheio ou coisa parecida. É claro que obtivemos diversos avanços neste aspecto, mas o homem brasileiro quase que em sua total maioria é machista e auto afirmativo, essas características influem e muito nos avanços da indumentária masculina no Brasil.

Quando eu falo de machismo posso com total segurança aplicar essas características em algumas mulheres também. Muitas mulheres quando veem seus namorados se arrumando um pouco mais, logo fazem algum tipo de piada ridicularizando a masculinidade de seus parceiros. É um dado sociológico e cultural mesmo, muitos produtos de moda masculina não obtém êxito de vendas no País por puro preconceito dos consumidores. É óbvio que tivemos avanços e paulatinamente esse quadro vem se atualizando.

5. Se pudesse mudar algo em relação à moda brasileira, o que seria?
R: Acredito que a democratização e investimento. Penso que a moda Brasileira é ainda pouco democrática e com isso digo em relação a preços, qualidades de  produto e sobretudo acessível a todos os tipos de corpo. Em um país altamente miscigenado onde o biótipo varia muito de pessoa para pessoa e não temos um padrão definido, faz-se necessário a confecção de diversos tamanhos que atendam todos os tipos de consumidores.

Quando falo de investimento, falo de maneira geral e setorizada também. É inadmissível a quantidade de impostos e encargos que incidem sobre a produção têxtil no Brasil, fazendo com que a produção nacional perca muito de sua qualidade e deixem de empregar diversas pessoas impactando na economia dos Pais. O poder público nacional infelizmente não vê ainda o mercado de moda como uma fonte geradora de emprego e sustentabilidade. Os incentivos fiscais e a ajuda ao pequeno empresário têxtil ainda são muito aquém do que deveria ser. A moda além de levar cultura e de ser um organismo vivo de arte também contribui de forma eficaz para a economia de um País, gerando receitas e empregando famílias. Ainda é parco o apoio e incentivo aos novos estilistas e suas criações e práticas que incentivem as produções locais e regionais.

Outra ponto sensível que me incomoda e que de fato mudaria é a polarização do circuito de moda nacional, com a extinção do Fashion Rio o único calendário de moda oficial dos grandes nomes da moda nacional se tornou o São Paulo Fashion Week, obrigando alguns estilistas do Rio a migrarem para a capital paulista e abafando outros criadores cariocas que não tem possibilidade de migrar para apresentar suas criações. Sou absolutamente a favor de que eventos de moda como Minas Trend e Dragão Fashion cresçam e que se tornem oficialmente parte do calendário de moda nacional e que nasçam outros tantos eventos neste segmento em diversos estados e regiões do País.

***

Um tapa na cara da sociedade as respostas dele, né? Principalmente as duas últimas. Arrasou muito! Muito obrigada, Rick! Amei e desejo todo sucesso nessa nova fase, que só está começando. ♥ Quem quiser acompanhar o trabalho dele é só clicar aqui. ;-)

Ah! E podem opinar à vontade!!

Beijos,
Carol


5
07.07.2015
* PJ Leu: A Herdeira! ♥
E a dica da semana tem a ver com um dos meus casais preferidos desse mundinho literário.♥ Semana passada, terminei de ler A Herdeira, o quarto livro da série A Seleção, da Kiera Cass. Era um dos milhões de livros que eu estava mega ansiosa para ler esse ano. Ai ganhei de duas amigas (pois é!! hahaha), abandonei tudo e embarquei completamente. Confesso que os primeiros eu gostei mais, mas também me prendeu muito o rumo que a herdeira deu para a distopia. E agora chega de conversa e vamos lá! Ah! Se você ainda não leu os três primeiros, acho melhor voltar depois. Esse post contém um pouco de spoiler do começo dessa história. Mas se você não liga, é curiosa ou já está careca de saber o que acontece, boa leitura. ;-) 
Editora: Seguinte
Agradecimento: Clary e Camila, que me deram o livro no meu aniversário. 
Sinopse: Quando Maxon e America tornaram-se rei e rainha de Illéa, a primeira medida que tomaram foi acabar com as castas para que a sociedade pudesse se adaptar a uma nova configuração. Agora muito mais justa, sem os rótulos que limitavam as opções de educação e de trabalho de cada um. Além disso, a família real ganhou novos integrantes: os gêmeos Eadlyn e Ahren, seguidos pelos filhos Kaden e Osten. Por ser a primogênita desde pequena Eadlyn recebeu o treinamento para um dia continuar o legado do pai. 
Mais tarde, a expectativa era de que a situação política do país estivesse estabilizada e tranquila, para que em breve Eadlyn pudesse assumir o governo. Porém, nada disso aconteceu. Na prática, as pessoas ainda sofrem preconceito por causa da casta que sua família costumava pertencer. Frente a essa nova discriminação, revoltas passam a eclodir por toda a parte, resultando em mortos e desaparecidos. Enquanto não descobrem uma solução definitiva para o problema, eles decidem retomar com a Seleção para “distrair” a população. Mas dessa vez buscam um candidato para ficar do lado da primogênita. 
Não muito feliz com a decisão, Eadlyn recebe inscrições de jovens pretendentes de todo o país, inclusive de rapazes que nunca pensou na possibilidade de “conhecer melhor”. Mas ela tem um plano: eliminar os trinta e cinco o mais rápido possível para que possa seguir seu caminho sem nenhum marido desnecessário ao seu lado. Ou seja, planeja mostrar seu lado fria e calculista para assustar os Selecionados e mantê-los bem longe de sua vida pessoal. Mas como a vida é uma caixinha de surpresa, a princesa se depara com sensações que jamais imaginou conhecer de perto. ;-) 
Ótima leitura para esse frio! 
Minha opinião: Como eu disse no começo, sou muito mais os três primeiros livros. Porém, a história me prendeu do início ao fim. Afinal, a escrita da autora não deixa nada a desejar. ♥ A Eadlyn mostra desde o início que a sua personalidade é bem complicada. Acho que esse fato deu uma ajudinha extra na saudade que senti da Seleção anterior. Mas aos poucos, por incrível que pareça, deu para perceber que a princesa pode deixar de lado o seu posto “mimada” e mostrar as suas melhores qualidades. ;-) 
Além disso, adorei rever alguns personagens dos primeiros livros, principalmente o casal protagonista e a irmã da America. Nossa o tempo passou muito rápido hahaha. Difícil imaginá-los adultos sábios e tal, mas a vida real é assim, né? No livro não seria diferente hahaha! Quanto aos selecionados, suspirei por três em especial e um que parecia coadjuvante virou o meu preferido. Mas não vou escrever muito para não dar spoiler. ;-) O final é, digamos, bem misterioso. Acho que tudo indica que um quinto livro vem por aí. Assim espero! Ah! E o que falar da capa? Mais um vestido que virou desejo! ♥
Não acho que seja um livro para quem não leu os três primeiros. Para mim, acho bem importante embarcar no começo de tudo e depois ler A Herdeira. Apesar da gente ficar com saudade do começo de tudo, a leitura flui bem e fica com gostinho de quero mais. Leu, Dona Kiera?? ;-) 
Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Corre para a livraria. E quem quiser saber um pouco mais sobre os três primeiros livros é só clicar aqui
Beijo, 
Carol
P.S: Crédito das imagens – Pequena Jornalista! ♥

5
06.07.2015
* Para pensar: sobre desculpa! ♥
Crédito da Imagem: 
Instagram Coisas Boas Acontecem

Confesso: sou preguiçosa! E às vezes arrumo cada desculpa. Mas estou tentando melhorar, sério! Claro, tudo depende do caso. Por exemplo: preguiça de malhar porque está frio, não é desculpa, né? Porém… Se tiver doente, com asma, ai é melhor respeitar o nosso limite e ficar descansando! E quando melhorar: nada de “blá-blá-blá”! Quando consigo ser mais forte que a minha “explicação”, bate uma felicidade. Fica a dica. ;-) 
E para variar um pouquinho: podem opinar à vontade! ♥
Beijos e boa semana, 
Carol

2
04.07.2015
* PJ News Julho: tempo bom para histórias (e fofurices)! ♥
Todas as estações combinam com livro e filme. Mas no frio, a minha vontade de ficar debaixo da coberta acompanhada de histórias só aumenta. Porém, se a história está no cine, corro para lá! E, claro, na minha listinha de news sempre vou acrescentar coisas fofas! Então, para o PJ News de julho separei oito dicas para quem tem o mesmo gosto, conhece alguém que tem o mesmo jeitinho que a pequena ou quer experimentar coisas novas! Bom post. ♥
1. Livro 1 Milhão de Motivos para Casar / 2. Filme Cidades de Papel / 
3. Filme Meu Passado me Condena 2 / Livro A Fofa do Terceiro Andar. 
;-)
Para começar, esse mês tem dois filmes que estou ansiosa para assistir. Primeiro: Meu Passado me Condena 2 (já estreou). Adoro o Fábio e a Miá! Ri muito no primeiro e acho que vou chorar de tanto rir no segundo. ;-) Daí, vem John Green com mais uma história que saiu das páginas de um livro (que por sinal, ainda não li) direto para o cinema: Cidades de Papel (estreia dia 9 de julho). Pelo trailer, acho que no mínimo eu vou adorar. Bom, assim espero! Quanto aos livros: fiquei muito curiosa para embarcar no chic lit da irmã mais nova da Sophie Kinsella: 1 milhão de motivos para casar. Espero que a Gemma seja tão talentosa quanto a irmã. Também fiquei com vontade de embarcar na história A fofa do segundo andar. Achei a capa linda e acho que o conteúdo deve ser fofo também. Quando a minha listinha de próximos livros estiver acabando, vou levar para a casa os dois. Fato! ♥
5. Cadernos da Papel Craft / 6. Esmalte Catarina da Granado / 
7. Diário de Aventuras Literárias da Verus Editora / 8. Capa de celular Drama Queen da Go Case. 
;-)
Agora: as fofurices! Gente, eu acho que já falei aqui no blog que eu sou viciada em cadernos. Papelaria para mim é tipo um parque de diversões. Sempre quando eu entro numa, fico coçando para comprar. Na boa, ando bem controlada! Amei esses cadernos da Papel Craft, mesmo o preço não sendo o mais em conta (se eu não me engano, cada um custa R$ 59). Adoro os esmaltes da Granado e fiquei curiosa para experimentar esse da nova coleção Rainhas. Acho que a cor mega combina com o inverno. Agora uma coisa que eu sempre fiquei indignada por não existir: um caderno para anotarmos os livros que queremos ler, que já podemos riscar da nossa lista e por aí vai. Daí, a Verus Editora criou o diário de aventuras literárias. Adorei a ideia e louca para saber mais detalhes, que a editora vai divulgar logo logo! Por fim, mas não menos importante: essa capinha drama queen, da Go Case. Não sei se dá para ver direito, mas tá escrito: contém um drama. Quem acompanha o blog sabe que eu sou uma drama queen assumida! Esse item, eu não resisti e já garanti o meu. Saiu por R$ 49,90 + o frete. ♥
Bom é isso! E aí? Quais são as news que vocês amaram? Ah! Tem alguma novidade para compartilhar também? Fique à vontade para acrescentar na caixa de comentários. ;-) 
Beijocas e bom sábado, 
Carol. 
P.S: crédito da primeira montagem: Pequena Jornalista! / crédito das imagens: filmes – Site Adoro Cinema ** livros – Site Saraiva ~~~~ crédito da segunda montagem: Pequena Jornalista! / crédito das imagens:  Instagram –  @papelcraft , @granado e @gocase ** Facebook Verus editora. ;-) 

5
02.07.2015
* Um drama chamado: processo seletivo! – Projeto Drama Queen #37! ♥
Procurar trabalho já é um drama, participar de um processo seletivo então… Nem se fala! 
Quem inventou essa história de entrevista de emprego e aquelas perguntas do tipo “qual é o seu animal preferido?”, sabia bem o significado da palavra “tortura“. E o inventor nunca tinha ficado desempregado na vida. E tudo deve ter sido bem fácil pra ele. Porque a pessoa não tem coração e nem piedade. É muita maldade, gente! Dá não!

Por Carol Daixum
Não tem como não ficar nervosa, mesmo que você seja a pessoa mais calma do mundo e tome mil calmantes (brincadeirinha). Eu até tento ficar zen, mas o nervosismo toma conta assim que eu desligo o telefone com a funcionária da tal empresa que entrou em contato comigo. Funciona assim: primeiro fico mega feliz! Afinal, alguém viu meu currículo! Ai depois fico imaginando o meu dia a dia no trabalho, as roupas que eu preciso comprar e ligo para a minha mãe e irmã contando. Depois bate um nervosinho: e se eles mandarem eu escrever uma redação de 30 linhas sobre a questão política do país? Ok, eu sei falar sobre o assunto. Mas a situação muda completamente quando você está sendo observada a cada piscada. É diferente escrever quando o emprego já é seu, né? Ou seja, já penso: nem fui contratada e já vou ser demitida. Ai para finalizar, vem a sua irmã e fala: não vai perder a hora, coloca mil despertadores. Gente, nem consigo dormir, porque eu tenho pesadelo achando que vou perder a hora, que perdi a oportunidade da minha vida e nossa… É muita pressão! 
Segunda parte: a roupa e maquiagem! Como a pessoa marca com você às 8 da manhã e te espera linda e sem nenhuma olheira? Sério, dá não. Ainda mais que na parte da manhã parece que os seus produtinhos de beleza não funcionam e a roupa que ficou ótima no dia anterior, resolveu te deixar estranha e com cara de criança. Quando dá tudo certo, você conseguiu pegar o ônibus, chegar num horário bom, a recepcionista pede para você aguardar um pouquinho. Mas só te recebem duas horas depois. Claro, acontece. Ainda mais com esse trânsito caótico e a correria do dia a dia. Mas, desculpa a sinceridade, tem empresa que abusa, gente! Posso até não ser mais contratada, mas acho que o respeito tem que ser dos dois lados. Tanto do candidato quanto do recrutador. Mas a gente respira fundo e fica lendo livro na salinha de espera. Ou sendo fuzilada pelos seus concorrentes. Que te analisam mais do que a pessoa que vai te entrevistar. 
Aí finalmente te chamam e perguntam: você veio para a vaga de analista de sistema? OIII??? Não, eu sou jornalista e, apesar de respeitar muito esse profissional, não faço a mínima ideia quais são as funções dele. Daí, a pessoa te pergunta: não te informaram a vaga? Ai você responde: não, só falaram que era para parte de comunicação. Então, ela pede mil desculpas e fala que te informaram errado. Mas que se tiver vaga nessa área, seu currículo já está cadastrado na empresa. Ou seja, todo sofrimento a toa. Porém, quando você menos espera te ligam de outra empresa para uma área que você sempre sonhou: redação de uma revista feminina. ♥
O processo é o mesmo. Tudo dá certo, a entrevista ocorre bem, você se sente segura e confiante. Ai falam que vão entrar em contato, porém não te falam o dia exato. Então, a ansiedade toma conta mais ainda. Passou um mês e nada da resposta e nem de responderem seu e-mail que você pergunta sutilmente “e aí?”. Nesse meio tempo, pintou outra vaga de emprego. Você passou. Não era bem o que você queria, mas do jeito que as coisas estão difíceis. Ai na sua primeira semana de trabalho, seu celular toca: é a chefe de redação da revista perguntando se você pode começar na segunda…. Ou seja??? Senta e chora!!! ;’D
*** 
Processo seletivo? Quando eu tiver a minha empresa, vou mudar esse esquema. hahaha ;-) Lembrando que sempre tem uma dose de exagero esses textos. Ok, pessoal do RH? Não me importo com atraso, de escrever uma redação (mesmo tensa hahaha) e por aí vai rsrsrs! ♥ As histórias sempre são baseadas na minha vidinha, porém a maioria dos detalhes é “fruto da minha imaginação“. 
Vale lembrar que o Projeto Drama Queen é uma parceria entre o Pequena Jornalista e o blog Casos, Acasos e Livros. E se você quiser sugerir um tema dramático ou mandar o seu relato, fique à vontade. Só mandar um e-mail para: projetodramaqueen@gmail.com ;-)!! 
Beijo, 
Carol. 

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