Ei, Gente! :)
Esse era o tema do post de quinta, dia 2 de novembro, mas acabei não conseguindo escrever a tempo. Então, vou postar hoje, ok? Com vocês alguns lembretes sobre o luto que eu acabei aprendendo com o tempo.
Vamos lá? Boa leitura. ♥
Antes de mais nada, quero dizer que perder alguém é sempre dolorido, não importa como e quando. Parece que a saudade nunca vai diminuir e a sensação de vazio estará lá diariamente fazendo companhia, a partir do momento em que aquela pessoa ou bichinho se foi. Por mais que nada faça sentido na hora, um dia as palavras que a maioria diz irão ajudar de verdade! :’)
Meu pai faleceu há mais de 20 anos. Meu primeiro cachorrinho (o Johnny) foi para a ponte do arco-íris há quase 8 anos e o Joey, doguinho do meu marido, vai completar 1 ano (esse mês) que ele está perto do Johnninho. Essas são as perdas que mais dão um aperto no coração quando penso no assunto. Porém, vejo esse incômodo como aprendizados que mais me levam a seguir em frente, por incrível que pareça.
Longe de querer ser clichê, mas já sendo, um dos pontos principais é que cada um tem o seu tempo e deve dançar conforme a música. Para mim, não existe isso de “já faz tanto tempo em que fulano de tal faleceu e você ainda aí”. Respeitar o seu modo de enfrentar o luto é essencial para que essa fase mais assustadora passe, viu? Aliás, um dia de cada vez é o lema mais certeiro.
Vão ter momentos mais tristes, em outros a alegria vai tomar conta ao lembrar de fatos com aquela pessoa que você sente saudade. Falando nela, nem sempre a mesma irá apertar com força. Com o tempo, ela será mais leve e fácil de carregar.
No mais, tenha paciência com você. Olhe fotos, resgate memórias de cada segundo que esteve com aquela pessoa e assista filmes e escute músicas que sejam pontes para aliviar a tristeza. Ler livros funciona como uma terapia muitas vezes. Aliás, faça terapia. Converse com quem partiu, sem medo de parecer maluca e saiba que por mais que alguém importante não esteja presente fisicamente, ela está aqui sim e no lugar mais bonito que alguém pode ficar.
De novo, sendo clichê, eu sei. Mas sei também que é isso que eu sinto e acredito! Pessoas queridas estão sempre nos protegendo, nos guiando e torcendo para que a gente fique bem. Por eles e pela gente! E independente de qual religião você siga, saiba que um dia todos vão estar juntos novamente.
Por fim, quero lembrar que só morre quem é esquecido, viu? E não esqueça de comentar alguma aprendizado se já passou por isso ou leu em algum lugar. ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: Livros que falam sobre luto com leveza
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Ei, Gente! :)
Tem um tempinho que não preencho os melhores momentos mensais do ano. No planner atual, acabei preenchendo apenas de janeiro hehehe. Mas agora vou preencher o de outubro por aqui, ok?
Então, boa leitura. ♥
Momento que eu nunca mais vou esquecer: O nosso primeiro Halloween na casa nova e a gente participando da brincadeira “doces ou travessuras”, distribuindo guloseimas para cada criança que batia na nossa porta ao som da playlist temática da Disney. Foi incrível!
Maior gratidão do mês: Conversa com o meu médico sobre ansiedade. Saber que estou evoluindo é muito bom e a gente tem que comemorar cada etapa mesmo!
Música que eu mais escutei: Put Your Records On (Versão Hiko), por conta de um reels que gravei hahaha. :)
Melhores momentos: Teve muita notícia assustadora mês passado e momentos mais ansiosos, mas a gente tem que tentar se prender às boas, se não enlouquece. Então, separei 3 alegrias de outubro:
1. Volta do Clubinho do PJ.
2. Decorar a casa de Halloween com a Jeanninha de arco de bruxa (aliás, a Kiki, cachorrinha da minha sogra está passando uma semana aqui e também colocamos o mesmo arco nela hahaha).
3. Assistir Hart of Dixie novamente, desde o comecinho.
É isso, pessoal. :) Espero que esse post inspire vocês de alguma forma! No mais, podem opinar à vontade, ok? E que novembro seja leve, mesmo se tiver contratempos que a gente não consegue controlar!
Beijos, Carol. ♥
Post Antigo: Alegrias do mês abril 2023!
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Ei, Gente! :)
O que “Outubro Rosa” e o “Dia Nacional do livro” (comemorado ontem, dia 29) tem em comum? A princípio nada, mas aqui nesse post tem sim hahaha.
Isso porque trouxe 4 livros nacionais com a capa rosinha para lembrar de prestigiar autores brasileiros e ressaltar o objetivo central da campanha em questão, que mostra a importância do autoconhecimento, prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama.
Então, vamos lá? Boa leitura. ♥
1. Era uma vez no século XXI (Sara Fidélis – Editora Nacional)
Sinopse: Maria Eduarda vive uma vida metropolitana e comum no século XXI. Apaixonada por romances de época, seu único objetivo é ser uma boa amiga e uma exemplar funcionária na livraria onde trabalha. Duda nunca esperou muito da vida, no entanto, tudo isso muda quando, como por um passe de mágica, um homem que se diz um príncipe do século XIX aparece em sua frente. Alexandro alega ser o sucessor real no distante reino de Brahvendell, e Duda não tem escolha senão embarcar nessa história maluca. Indo contra todos os seus instintos, ela se vê cada vez mais mergulhada no olhar de Alex, mas percebe que, se quiser viver esse romance, precisará ir até o fundo desse mistério anacrônico.
Observação da Pequena: Escolhi esse livro por ter a capa rosa e porque fiquei mega curiosa para conhecer a escrita dessa autora brasileira mega fofa! Fora que eu amo esse nome “Maria Eduarda”.

2. Todo mundo já sentiu isso (Pedro @umcartao – Editora Rocco)
Sinopse: 48 cartões destacáveis e inéditos, que expressam muitos sentimentos cotidianos diferentes, que todo mundo já ouviu, sentiu ou viveu. Um livro de acolhimento, de afeto, de alívio, de amor e de confirmação, onde tem muita gente no mesmo barco, no mesmo caminho, no mesmo dilema. Além de estar na mesma furada, na mesma jornada, na mesma luta, na mesma onda, na mesma página e na mesma situação.
Observação da Pequena: Adoro os cartões desse artista brasileiro e, com certeza, alguma dessas frases vai ajudar quem precisa e talvez possa ser o acalento na hora certa. Seja um grande problema ou, a princípio, sem muita relevância.

3. Aquele meu ousado romance (Aione Simões – Editora Harlequin)
Sinopse: Aimée e Ricardo conhecem bem o mundo da escrita. Ela abriu a própria agência literária recentemente, ele é um autor que estourou com uma trilogia de fantasia, finalizada cinco anos atrás. E ambos também têm em comum a admiração por Iolanda, a agente de Ricardo e mentora de Aimée. Então, quando Iolanda anuncia sua aposentaria e pede que Aimée agencie Ricardo, ninguém fica preocupado, afinal, não tem como dar ruim… certo? Errado. Ricardo não conseguiu repetir o sucesso com os livros publicados depois da trilogia, e agora, precisando de dinheiro, decide publicar uma história em uma plataforma on-line bastante popular. A pegadinha, no entanto, é que o gênero mais requisitado é romance, e Ricardo nunca escreveu algo do tipo. Mas não deve ser tão difícil… certo? Errado. Aimée, fã de carteirinha do gênero, ao ver o primeiro rascunho de Ricardo, fica horrorizada. Mas está determinada a guiar o novo agenciado pelo universo que tanto ama e provar seu valor como agente.
Observação da Pequena: Também por conta da cor da capa e porque essa autora nacional é muito querida! Aliás, ansiosa para conhecer a sua escrita e espero conseguir embarcar ainda em novembro.

4. Até nunca mais (Ana Furtado – Editora Planeta)
Sinopse: Como superar o que, primeiramente, parece insuperável e nos escancara a nossa finitude? Por meio de reflexões sinceras, profundas e emocionantes, Ana Furtado mostra como o câncer, por mais impactante que seja, não precisa ser um inimigo. Em vez disso, pode ser um baita professor. Esse livro também é uma fonte de inspiração para qualquer pessoa que esteja enfrentando momentos difíceis e se sentindo perdida diante do que foge do controle.
Observação da Pequena: Não tem a capa rosa, mas dos quatro é o único que aborda sobre o câncer de mama e através das palavras da autora (e apresentadora) Ana Furtado. Dica para quem está passando por algo parecido, conhece alguém ou apenas quer refletir sobre a vida no geral. ♥

***
É isso, pessoal. :) Mil desculpas por falar nesses dois temas só agora, mas o importante é que ambos sejam abordados sempre. Valorizem autores nacionais também e cuidem da saúde de vocês, ok? Não somente esse mês, mas durante o ano inteiro!
Aliás, saiu uma matéria bem legal sobre Outubro Rosa aqui, escrita pela Pequena que vos bloga hehehe ^^. No mais, podem opinar à vontade! ♥
Beijos, Carol.
Post Antigo: Outubro Rosa Literário
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Ei, Gente! :)
Vamos falar sobre Inteligência Artificial (novidades desse mundinho)? Uma opinião sincera de alguém que trabalha com escrita e tem um pé atrás com ChatGPT e afins. ;’)
“Um dia perguntei para o meu marido: o que você quer de presente de aniversário? E ele me respondeu “uma assinatura para ter direito a mais ferramentas do ChatGPT”. Eu falei “você está pedindo isso para uma jornalista?” hahaha. Rindo de nervoso, gente!
Mas vamos lá… Confesso que às vezes rola um medo de uma máquina substituir o meu trabalho que tanto amo e prezo. Porém, eu sei que a gente tem que se atualizar, se não acaba ficando para trás. Aliás, fico com tanto receio, que a primeira vez que usei algo sozinha dessas novidades de IA (ou AI, como preferir hahaha), foi hoje na Trend “Faça um desenho estilo Pixar“.
É surreal como a tecnologia pode ser usada para algo tão divertido, né? Tudo bem que eu pedi umas 10x para o tal do robô criar uma arte “minha com a Jeannie, lendo livro em Verona, com jeans e tênis branco“. Daí, eu recebi esse resultado e achei fofo. Porém, o mais próximo que consegui chegar é MUITO diferente se fosse um artista de verdade criando. Por exemplo, a minha cachorra ficou muito mais parecida através dos olhos da Juju Bittar (na próxima imagem do post).
Então, acredito que essas ferramentas tecnológicas podem sim ser aliadas do trabalho das pessoas, principalmente na área de criação. Para se inspirar, ter ideias legais… Em contrapartida, não substituem um profissional real, sabem? Por mais incrível que o resultado seja (e acredito que cada vez mais será aprimorado), o feeling necessário de um job só um ser humano consegue ter. ;-)
Sei que a sensação de ter entregas mais rápidas é tentadora. E tudo bem usar esse caminho mais “fácil”. Mas vale ser sincero e não sair por aí falando que tal texto é seu, tal arte é sua, se não for, ok? E sempre que for viável, valorize o trabalho das pessoas, assim como você gosta que valorizem o seu. :-)

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Não é dizer não para tecnologia. Mais uma vez: usá-la como aliada é perfeito e se atualizar sempre é importante. Contudo, o real tem sido deixado de lado em muitos momentos e quanto mais pessoas seguirem essa linha, o offline some e o online engole a gente de todos os jeitos possíveis e inimagináveis!
Enfim, pode ser que eu mude de ideia. Que outras novidades apareçam e me conquistem de cara. Talvez eu só esteja com medo de perder o meu lugar no mercado de trabalho (eu tô hehehe). Talvez eu esteja cansada de tanta tecnologia. Aliás, eu adoraria que ela só fosse usada para o bem, para divertir e entreter, como esse robô que criou o tal do desenho.
Talvez, se um dia isso acontecer, eu fique com menos medo e mais animada e peça essas novidades para o meu marido também hahaha. Aliás, me recusei a dar isso de presente para ele! Brincadeirinha, quando eu tiver muito dinheirinho, vou assinar. Mas só porque ele vê como aliado e não um substituto do meu trabalho.” ;-)
***
Agora quero saber: o que vocês acham sobre esse tema? Podem opinar à vontade, não tem problema se a sua opinião for diferente, ok? Vamos conversar, debater, que é sempre válido. Com respeito, claro!
Beijos, Carol. ♥
Post Antigo: Relatos de uma Pequena Escritora
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