03.09.2015
* Crise, cadê a minha água termal? – Projeto Drama Queen #44! ♥

Por Carol Daixum ♥

– Mãe, minha água termal acabou. E agora?
– Uau, que problemão! 
– Mãe, a parada é séria e você fica ironizando?
– Desculpa, não está mais aqui quem falou. 
– E agora, mãe? Acredita que uma água termal aqui no Brasil está mais “barata” do que lá fora?
– Bem-vinda ao mundo real.
– Odeio essa crise, com todas as minhas forças! Meu momento eu com meu anterior foi por água abaixo. Que mal eu fiz, hein? Dou lucro para esse país, poxa! Agora estou aqui em pleno BRT no calor e nada de produtinho para refrescar. Muita sacanagem isso!
Filha, parou né? Estamos só esperando o seu pai. 
– Detalhes, mãe. Sério, por que vocês não me mandaram para uma faculdade lá fora, hein? Em Londres? Nessa hora você poderia estar tomando chazinho com a tia Beth. E eu lá escolhendo o nome do priminho do Baby George com Harry e trocando figurinhas com a minha melhor amiga Kate. Deu mole, mãe!
– Filha, imaginação fértil, hein? 
– Imaginação não. Sonho que você jogou fora.  Sem família real, sem água termal… Ò vida!
– Já falei que isso de água termal é frescura e Harry deve ter bafo!  
– PAI!!!! Ainda bem que você chegou! Não aguentava mais esse BRT.
– Minha dramática cheia de frescuras! 
– Pai, que absurdoooo! Essa frescura hidrata a pele da sua filhinha. Agora por causa da crise, o que vai acontecer? Adeus pele de bebê. Adeus conquistar Harry! A economia só ferra com a minha vida! Por que, hein? – faço um bico gigante e cruzo os braços. Vida cruel! 

Meu pai e minha mãe trocam olhares e sinto que lá vem sermão. Às vezes eles levam meus dramas muito a sério. Respira, gente! Ando mais rápido para alcançá-los. Chegamos em casa, vou direto para o meu quarto, meu pai vem logo atrás e surpresa: uma caixa e tcharan: uma mini água termal. Sabem como é: enxugando custos. E dentro da caixa, um bilhete: que essa água te leve até o seu Harry. Com amor, papai. ♥

– Pai, não acredito! Mas e a crise? Não quero falir você e a mamãe!
– Quando você tiver morando com a família real, paga com juros, ok?
– Combinado…. Ai pai, você vai ter coragem de cobrar a sua filha??? Sua única filha???
Meu pai me dá uma piscadela, fecha a porta. Vou para a minha cama e, finalmente,  espirro minha água termal na minha cara. Ai, a vida é boa de novo! ;-)

***

Sou apaixonada por água termal e a crise está no topo da minha lista de coisas que irritam no momento. Mas a história de hoje é totalmente fruto da minha imaginação. Com algumas semelhanças, claro. ;-) E como a situação econômica está afetando suas frescurices? Conta aí, gente! Aqui pode ser dramática sem moderação.

Lembrando que o Projeto Drama Queen é uma parceria entre o Pequena Jornalista e o blog Casos, Acasos e Livros. Toda quinta, um draminha! Quer mandar o seu relato para a gente? Anota o e-mail: projetodramaqueen@gmail.com. E não esqueçam de curtir a nossa Fan Page. ;-)

Beijos,
Carol.


3
27.08.2015
* “Cabelo, cabeleira, cabeluda, descabelada…” – O drama do cabelo comprido – Projeto Drama Queen #43! ♥ (Por Teca Machado)

Por Teca Machado ♥ 

Aaah, cabelo grande! Sempre gostei dos meus fios compridos, mas durante muito tempo tive que mantê-los mais ou menos só na altura do ombro, já que eles são secos e ficavam feios quando longos, bem ralinhos, sabe? Mas depois de alguns anos de cuidado intenso, muita hidratação e cortes a cada três meses, eles hoje estão saudáveis, bonitos e bem grandões, abaixo da linha do sutiã. Estão do jeito que eu quis por muito tempo, mas há alguns dramas envolvidos em ter cabelo comprido.

A começar, eles grudam em tudo. No zíper da blusa e na alça da bolsa são os campeões comigo. Todas as vezes que penduro uma bolsa no ombro, quase metade do cabelo fica preso debaixo da alça e como as minhas bolsas geralmente são pesadas (Eu carrego o mundo dentro delas), dói para caramba se for puxar, então preciso levar com todo amor e carinho e retirar os fios.

Mas algo que faço bastante também é prender o cabelo na porta do carro. Se vocês já viram uma louca dirigindo por aí com metade do cabelo voando do lado de fora sou eu. Acontece, né? Às vezes você vai entrar no carro e está ventando. Aí quando fecha a porta, ficam vários fios presos. Geralmente na hora eu percebo a burrice, mas de vez em quando não e saio dirigindo. Só vejo a bobeira que fiz quando tento virar a cabeça de lado.

Outro drama para quem tem cabelo comprido é a quantidade absurda de shampoo que gasta. O seu condicionador está longe da metade e o seu shampoo já está no fim. Fora que demora mil anos para esfregar, lavar e pentear tudo.

O drama do vento batendo o cabelo no seu rosto é um dos mais normais. Qualquer ventinho já é motivo para você ficar despenteada, mas quando ele está mais forte, principalmente se for dirigindo de janela aberta, já era, você vai levar mil chicotadas de fios na cara. E o pior é que incomoda para caramba e às vezes dói. Você pode até prender, fazer um rabo, uma trança, o que for, mas sempre tem aqueles mais assanhados que escapam e continuam te batendo. E os nós que ficam depois? Triste. Fora que não satisfeitos em bater no seu rosto, tem aqueles que entram na boca. Ô, delícia!

E quando você quer secar o cabelo/fazer escova/chapinha/enrolar? Se o cabelo é comprido, você leva mil anos fazendo mecha por mecha. Às vezes o seu braço nem alcança a ponta do fio e a sua escova fica meio mal feita, só pela metade.

A época da queda de cabelo é cruel para as cabeludas. Como os fios são compridos, quando caem no chão parece que tem muito mais do que realmente caiu. Você fica desesperada com a quantidade que desprendeu do seu couro cabeludo sem a sua autorização, mas depois percebe que não foram tantos assim, só parece bastante porque são longos. Só que se não varrer logo a casa, parece que o Primo It da Família Adams deu um passeio por ali. Comer de cabelo solto é outra tarefa complicada, porque sempre tem algumas mechas que insistem em cair no seu prato. O mesmo acontece quando você vai escovar dente. Acaba cuspindo pasta num pedaço do cabelo.

Cabelo grande dá um trabalho… Às vezes dá preguiça, às vezes dá calor, mas, vamos conversar, se bem cuidados eles são lindos, né? Estou aqui reclamando, mas amando essa fase capilar que estou vivendo. De vez em quando dá vontade de cortar, simplesmente pelo fato que eu amo cortar cabelo e mudar, mas vou aproveitar minhas madeixas por um longo tempo.

***

Gostou do Projeto Drama Queen? Ele é uma parceria entre os blogs Casos, Acasos e Livros e Pequena Jornalista. Publicamos textos todas às quintas-feiras. Quer mandar o seu relato dramático, com bastante exagero e bom humor? Envie para projetodramaqueen@gmail.com. Será muito bem vindo nesse mundo cheio de chororô e mimimi!

Teca Machado.


2
21.08.2015
*Desce um pesadelo, por favor! – Projeto Drama Queen #43 ♥

Por Carol Daixum ♥

Eu amo dormir. AMO com letras garrafais. Mas como na vida de uma drama queen sempre tem um “porém”: eu odeio ter sonhos. Prefiro mil vezes pesadelos. Entendem? Loucura, eu sei. Mas vamos refletir: você dorme, tem um pesadelo, acorda com falta de ar, mas respira calmamente e pensa “foi só um pesadelo”. Ufa! Diferente de: você tá lá encalhadona, louca pelo Benjamin da novela, ai vai dormir. O que acontece? Você fica no maior love com o próprio. Com o HOMEM DA SUA VIDA. O CARA QUE VAI TE ESPERAR NO ALTAR. Ai justamente na melhor parte (acho que ele ia pedir minha mão) sinto um beijo quente na minha cara. Abro os olhos meio sonolenta, pensando: Onde estou? Cadê o Ben? Cadê o parque? Cadê o ursinho que ele ganhou na máquina? Cadê o pedido? De novo a lambida… Ai meu cachorro! Auau, amo você. Mas quero beijo do Ben! 😕

Eu odeio sonhos lindos! Ainda mais com um cara que nem sabe da existência do fio branco do meu cabelo. Quer me ver de mau humor? Me dá um sonhos desses. Agora pesadelo: uma maravilha. Você acorda agradecendo pela vida incrível que você tem. 😍 Conseguem entender? Calma, ainda vou convencer vocês! Já a minha mãe: acha que sonhos bons são premonições do bem. Que não significa que você vá casar com o ator gatinho, mas com um melhor ainda. Eu até achei bonitinho o conselho dela, mas na prática eu só consigo sentir raiva da minha vida depois de um sonho lindo e um choque de realidade depois. SACANAGEM!

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Então, se você apoia os pesadelos, dá um abraço aqui. Eu amo sonhar, mas acordada. Muito mais digno, não fere meu coraçãozinho. À noite só aceito duas opções: não lembrar nadinha quando eu acordar ou pesadelo para dar aquele alívio na hora de levantar da cama. Loucura? Imagina, gente! Vão dizer que esse draminha básico do dia não faz todo sentido, hein? Reflitam! ;)

****
Só para lembrar: todos os textos do Projeto Drama Queen (uma parceria entre o PJ e o blog Casos, Acasos e Livros) têm uma dose extra de exagero. Porém… Acho a teoria válida do post. Sonho só se for real no dia seguinte, se não… Manda um Freddy Krueger, que vou acordar feliz da vida. Claro, com um certo pânico, mas nem tudo é perfeito, né? 😁

Para terminar: tem uma história mega dramática e quer desabafar? Manda o seu relato para a gente: projetodramaqueen@gmail.com. E não esqueçam de curtir a nossa Fan Page.

Beijos e bons sonhos (ou pesadelos 😂),
Carol.

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7
14.08.2015
* Sinusite, um drama crônico: Projeto Drama Queen #42 (Por Teca Machado)! ♥

Parece que tem inúmeras pessoas invisíveis dando socos no meu rosto. É, sinusite é uma droga, ainda mais se você tem crônica, o meu caso. Não posso reclamar muito, já que ela aparece só de vez em quanto, tipo uma vez por ano ou menos, mas precisava surgir justo na minha lua-de-mel?

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E a minha sinusite ataca principalmente na maçã do rosto. Dependendo do grau de intensidade, consigo sentir o catarro seco se quebrando na camada abaixo da pele quando movimento o rosto de forma intensa ou aperto com as mãos a região (Ok, isso foi muito nojento, mas é a mais pura verdade).

Quando ela resolve dar o ar da graça, sinto como se estivesse morrendo. Drama? Com certeza! Mas só quem sofre desse mal terrível sabe do que eu estou falando. Às vezes eu mal consigo abrir os olhos, quanto mais viver uma vida normal. A pressão na minha cabeça, principalmente no meu rosto, é tanta que parece que meus ossos vão se despedaçar. Pensar claramente nesses momentos definitivamente não é uma opção viável.

Nesses dias, quando a situação está feia, eu daria tudo para fazer a dor parar, até mesmo o meu rim direito. Tudo o que eu tenho vontade de fazer é deitar num sofá com um pano quente no rosto enquanto penso em como provocar a sinusite nas pessoas seria uma ótima forma de tortura. Sei que eu contaria rapidinho o que o meu interrogador quisesse saber.

Dessa última vez a Sinu, modo carinhoso como eu chamo essa ingrata, resolveu aparecer na minha lua-de-mel. No meio da viagem mais ou menos, enquanto eu estava curtindo todas em Curaçao, ela brotou após uma gripe leve que tive nos dias anteriores. Ela pensou: “Opa! A viagem da Teca está perfeita! Tanta perfeição assim não pode. Acho que eu vou dramatizar as coisas um pouquinho…”. E dramatizou total! Foi uma das crises mais fortes que eu tive.

Felizmente, no hotel que eu fiquei tinha uma mini farmácia. Depois de ter passado uma noite insone querendo chorar por causa da pressão no rosto, de manhã descobri que lá vendia Advil Sinus. Olha, vou falar uma coisa para vocês, o negócio é milagroso! 15 minutos depois de tomar eu já me sentia uma pessoa quase normal. Em meia hora eu já não tinha nada. Foi lindo! Nunca um remédio funcionou tão bem e tão rápido.

Só sei que da próxima vez que a Sinu vier, já estou preparada: Várias cartelinhas de Advil Sinus na bolsa. Queria contrabandear o negócio, porque nunca vi por aqui, mas achei melhor não, né? Ficar presa na imigração por tráfico de Advil aí sim ia ser um drama enorme!

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Sabe o Projeto Drama Queen? Tem textos todas as quintas-feiras tanto no Casos, Acasos e Livros quanto no Pequena Jornalista. São posts com muito drama, exagero e bom humor. Também tem um drama para nos contar? Mande a sua participação especial para projetodramaqueen@gmail.com. E não se esqueça de curtir nossa página no Facebook aqui. 

Beijos, Teca Machado.

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10.08.2015
* Contém (vários) dramas! – Projeto Drama Queen #41! ♥
Eu tenho inúmeras listas na minha vidinha. Sejam elas imaginárias ou reais. Lista de metas, de livros, do que eu tenho que fazer em cada dia da semana e, claro, uma de dramas peculiares. Tenho uma reputação a zelar, né? Então, resolvi revelar alguns itens dessa lista negra. E chega de mimi, que já vai ter muito mimi a seguir. Boa sorte… Quer dizer: bom post! ;)

Post Drama Queen - #41

 

(Por Carol Daixum ♥)

1. Acordar atrasada. 
Quem foi o bocó que inventou a tal da soneca, hein? Gente, meu cérebro fica todo confuso. Cinco minutinhos? Hahaha… Ele não entende o que isso significa. E quanto mais a tal da soneca aparecer, mas o meu dedinho vai mandar ela calar a boca e acabar com a raça dela. Resumo da ópera: acordo mais atrasada que o Rubinho Barrichello, desesperada, xingando o pobre do despertador e a minha vontade é de voltar a noite anterior e cumprir a meta: hoje vou dormir cedo.

2. Hoje vou dormir cedo. 
Hahaha. Mais um item para listinha de coisas que meu cérebro não entende. Culpa da droga do celular e da rotina que ele criou na minha vida: Face, Insta, Whatsapp, Twitter, Youtube, E-mail (repete a sequência um milhão de vezes). Ai quando eu vejo: só mais duas horinhas de sono e olhe lá. Mas quando finalmente consigo cumprir a minha promessa de capotar cedinho, o que acontece? Ahá! Nada adiantou. Só piorou a minha situação: meu sono, meu cansaço aumentam mais do que sei lá o quê. Fico sonolenta o dia todo e com raiva da promessa idiota que eu fiz e prometo nunca mais prometer dormir cedo. Mas é claro que funciona.

3. Palavrinha macabra: corretivo!
Acordei, sem muito atraso. Por incrível que pareça, visto a primeira roupa que escolhi e gostei. Mas olho a minha olheira e a raiva já domina meu corpo. Pego o corretivo, dou batidinhas nele e nada muda a situação. Entra produto no meu olho, começo a lacrimejar, faz uma lambança e nem Camila Coelho daria jeito. Fernando Torquato já teria desistido da vida. Vou para a academia (não me julguem, tento não malhar de cara lavada e é isso aí), encontro aquele carinha lindo. Ele me olha e fala: aconteceu alguma coisa? Tá meio abatida. #OBRIGADAOLHEIRAPORACABARCOMAMINHAVIDAAMOROSA.

4. Fantasminha Queen 
Finalmente fiz uma maquiagem linda (na minha humilde opinião). Vou para o restaurante encontrar as minhas amigas e escuto: tá tudo bem? tá pálida. OIII??? Gente, será que nem um raio de um blush eu sei passar? O que acontece? Poxa, acho que preferia escutar “levou chinelada na cara?” do que “está parecendo um fantasminha”. #toaquighostbusters “/

5. Qual é a música? 
Sabem aquele aplicativo Shazam para descobrir a música que está tocando na rádio, na novela, no filme, no seriado, no comercial e por aí vai? SERVE PRA NADA!! Quase sempre me deixa na mão. Estou lá assistindo filminho no cine. Várias músicas perfeitas. Quero preparar um post com as minhas preferidas. Ai eu fico que nem uma palhaça com telefone apontado para a tela, perdendo a cena que está rolando. Fico batendo na tela várias vezes e só vejo a mensagem que o app não está identificando a música. Ou seja? Já era post, já era filme e perdi a música da MINHA VIDA!!! #valeushazam. :(

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Claro que a lista é infinita, gente. Meus draminhas particulares dariam mil posts. Mas quem sabe não rola uma segunda edição com os da Teca e de vocês? Contem aí nos comentários uma coisa que te faz tacar longe a coroa e ninguém entende. Todo mundo tem. Todo mundo, né? Pelo amor de Deus, digam que sim. ;´D Hoje eu estou toda trabalhada no drama (mais do que o normal) hahaha!

Ah! Só para esclarecer: sei passar maquiagem sim e até a Vic, do Dia de Beauté, ia ficar com invejinha. E o shazam é o aplicativo mais amado por mim. Como você sabem, todos os textos do Projeto Drama Queen (uma parceria entre o PJ e o blog Casos, Acasos e Livros) são inspirados na vida real, mas com uma dose extra de exagero. ;-) Quer mandar o seu drama marcante para a gente? Anota aí: projetodramaqueen@gmail.com. E não esqueçam de curtir a nossa Fan Page.

Ahhh!! Eu sei, hoje não é dia de post do Projeto, mas é que eu fiquei atolada semana passada e não consegui postar. ;-)

Beijos,
Carol.


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