14.08.2020
* Beda 14 – PJ Leu: Amor(es) Verdadeiro(s)! ♥

Ei, Gente! :) E o PJ Leu da vez é Amor(es) Verdadeiro(s), da autora Taylor Jenkins Reid. Um romance que me encheu de expectativa e eu não vou falar muito agora para não dar spoiler da resenha. Então, vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro:Amor(es) Verdadeiro(s) | Editora: Paralela | Autora: Taylor Jenkins Reid
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 2 livros

Sinopse: No dia do aniversário de um ano de seu casamento, Emma recebe uma notícia de que o helicóptero em que Jesse (seu marido) estava caiu. Apesar de não encontrarem o seu corpo, ele é declarado como morto.

Anos se passam e ela resolve dar uma nova chance ao amor. Logo seu coração bate pelo amigo de adolescência, o Sam. Uma nova vida começa e uma Emma também.

Mas tudo muda novamente quando uma ligação inesperada toca: é Jesse, que foi encontrado e está de volta. Agora ela terá de descobrir o que fazer quando a vida te oferece dois amores!

Opinião da Pequena: Sabe aquele livro que você está louca para devorar? Essa era a minha expectativa! Porém, a partir do momento em que Jesse volta, a leitura desandou e, na maioria das páginas, eu só consegui sentir raiva dos personagens e a todo momento pensava em abandonar a história.

Mas calma! Não é que o livro seja ruim. Pelo contrário! A premissa é muito boa e faz o leitor pensar o que faria no lugar da Emma, do Jesse e Sam. Todos os sentimentos são compreensíveis e eu não queria estar na pele deles. A escrita da Taylor é incrível e continuo querendo ler os livros dela.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
♥ 

Só que apesar disso tudo, os personagens centrais não me cativaram. Sem querer julgar, mas já julgando, a sensação que eu tive era de que tudo virou meio que uma competição para alguns dos envolvidos. Por mais que não fosse a intenção! E algumas atitudes me decepcionaram e virou um bololô, que nem sei explicar.

A parte boa é que a leitura rende quotes incríveis e que fazem a gente refletir. Tipo as atitudes dos nossos pais e a relação com outros familiares. Aliás, a irmã da Emma, que deu o start do x da questão e o que foi maravilhoso na minha opinião. Também aprendemos que as pessoas mudam e algumas simplesmente não se encaixam mais e que tá tudo bem. Um término não significa que outra história não possa começar e não invalida todo o amor que você sentiu.

Li em uma resenha pela blogosfera que não há vilão nessa história. E não deixa de ser verdade. Só queria que o caminho tivesse sido diferente, sabem? Ainda bem que o final foi como imaginei, mas como eu estava meio cansada da leitura, nem consegui sentir tanta emoção. Apesar de ter quase caído umas lágrimas em alguns trechos dos últimos capítulos.

E falando em lado bom do livro… É incrível olhar a paixão da Emma que surge aos poucos pelo mundo literário. Isso pode ser um incentivo para quem tem preguiça de ler e cisma que não gosta dessa atividade. Aliás, a Livraria Blair está na minha listinha de livrarias fictícias que eu queria visitar. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Enfim, a leitura não funcionou muito comigo. Mas eu jamais falaria para tirá-lo da listinha. Cada livro bate de um jeito em cada leitor. Sempre é válido tirar a sua conclusão, viu? Quem sabe, apesar de eu não ter o costume de embarcar em histórias repetidas, faça mais sentido para mim no futuro.

Então, sim: eu recomendo a todos! Só não cria MUITO EXPECTATIVA. Caso você tenha. ;-) No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Em Outra vida, talvez?
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6
21.07.2020
* PJ Leu: Minha história! ♥

Ei, Gente! :) Não consegui atualizar o blog nem na sexta e segunda. Mas para compensar, vai rolar no post no próximo finde, combinado? E para o dia de hoje, separei uma resenha bem especial: Minha história, da Michelle Obama. Boa leitura! ♥

Livro: Minha história | Editora: Objetiva | Autoras: Michelle Obama
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Através desse livro de memórias, Michelle Obama nos convida para conhecer a sua vida antes e depois de ser a primeira-dama dos EUA. De forma envolvente, o leitor embarca na sua infância em Chicago, invade o jantar romântico entre ela e o Barack e sabe detalhes do endereço mais famoso do mundo: a casa branca.

Uma história sincera, reconfortante e para lá de sábia de uma das mulheres que realmente fez e faz a diferença.

Opinião da Pequena: Para começar, queria dizer que nunca imaginei que um presidente se tornaria o meu crush literário hahaha.

Agora que desabafei, posso dizer que essa biografia é inspiração pura! Escrito na primeira pessoa, Michelle Obama separa o livro em três partes: a história dela, deles e uma etapa maior ainda. A que eu mais gostei? Fiquei feliz em matar a curiosidade sobre como é encontrar a Rainha e viver na Casa Branca… Porém, conhecer um pouco da sua infância, o começo do relacionamento com o Obama foi o que mostrou que eles são gente como a gente e que nada aconteceu por acaso.

A relação dela com o pai mexeu muito comigo. Aliás, acho que foi uma das partes que mais chorei nesse livro. Sr. Fraser me senti acolhida e lembrei muito do meu pai como nunca tinha acontecido. Obrigada de coração! A história com uma amiga em especial também trouxe mensagens de que a vida passa muito rápido e tudo bem não ter respostas imediatas para tudo! E tenho que concordar que o Craig realmente é um dos melhores irmãos da vida. :)

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Barack é um galanteador. Mas não no sentido ruim e a gente compreende totalmente porque a Michelle se apaixonou por ele! Adorei a cumplicidade dos dois nos bons e não tão bons momentos. Como ele pede ela em casamento é incrível e aqueceu o meu coração. O papel de pais também não fica atrás. Não tinha ideia da importância do 4 de Julho para eles e por trás das câmeras, percebi o significado real da palavra família.

Imagino que a vida pública não seja fácil. E acho que a Michelle fez do limão uma limonada. Com erros e acertos! Mostrou o seu lado girl power, mas não escondeu as vulnerabilidades (pelo menos para o leitor). Ah! Assim como ela, também não sou fã de política. Mas entendi com mais precisão a importância de fazer a nossa parte. Também sempre temos de entender o contexto da história e não sair por aí falando o que bem entender. Aliás, hoje em dia, vou dar mais valor na hora de fazer um pão para mim.

No mais, não é uma leitura que eu devorei. A escrita dela é bem boa, mas por ser meio extenso… No final, confesso que me cansou um pouquinho e já não aguentava mais ler. Porém, na última página abracei o livro e lembrei o quanto essa história fez a diferença. Tanto na minha vida, quanto na dos outros. Principalmente, o público que é a minoria. Ter uma família afro-americana na história da presidência dos EUA traz um significado que faltam palavras para definir.

Enfim, é um livro que indico para todos e acredito que vá trazer esperança até nos dias mais difíceis. Destaque para algumas fotos que ilustram Minha história. Queria ver o álbum completo dessa família e dos bastidores.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo muito!
Ah! Quer ajudar o blog? Compra o livro por aqui. :)
E obrigada amiga Clary pelo presente! ^^

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Corajosa sim, perfeita não!
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6
22.06.2020
* PJ Leu: Vozes negras! ♥

Ei, Gente! :) Há um tempinho, vi a resenha desse livro lá no blog Leia Pop. Fiquei bem curiosa e terminei recentemente a leitura. São 4 contos que mostram a importância da representatividade. Então, vamos lá? Com vocês: o que eu achei de Vozes Negras. Boa leitura! ♥

Conto: Vozes Negras | Editora: Se liga Editorial | Autoras: Pétala Souza, Isa Souza, Flor Priscila, Maria Ferreira e Amanda Condasi
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Um livro e quatro contos de mulheres duplamente silenciadas, tanto pelo gênero quanto pela cor. Histórias que reivindicam o protagonismo e autoras que narram a trajetórias de personagens que estão em busca de seus ideais e, claro, da representatividade. Temos coincidências, carimbos e memórias, sinônimos insuficientes para o futuro e bailarinas na ponta dos sonhos.

Opinião da Pequena: Desde o dia que embarquei no livro “O ódio que você semeia”, me deparei com uma realidade oposta da minha. Aquela leitura plantou uma sementinha de que eu tinha de sair da minha bolha. E quero muito saber o que posso fazer para melhorar a vida de quem é silenciado diariamente! E acho que uma das formas é lendo! :)

Sei que o tema antirracismo está em alta e espero que ele não se perca no meio de tantas notícias. E quero cada vez mais ler sobre, entender um pouco e mudar pequenas atitudes, que possam afetar o próximo, mesmo que não seja de propósito. Daí, eu já tinha escutado falar desse livro, mas depois da resenha que li, vi que “Vozes Negras” tinha de ser a minha próxima leitura.

Cada conto é uma representatividade e a forma como as autoras narram traz leveza e seriedade. Tudo na medida certa! O racismo é visto nos mínimos detalhes. Seja em um amor não correspondido, entre carimbos e memórias, numa fantasia ou na ponta do pé. Aliás, todas as histórias mexem com o leitor. Vai ter identificação e/ou aprendizado! Todo mundo sai ganhando, principalmente, quem não se vê representado a maioria das vezes. Aliás, que esse livro também seja um estopim para que as coisas mudem!

Como sou jornalista, a Glorinha é uma das personagens que mais tive apego e o que falar da sua professora? Não tenho certeza, mas acho que a história tem a ver com a Glória Maria. Vibrei com a Amara quando ela foi para são Paulo e ela tem os melhores amigos e família! E que ela encontre alguém na vida amorosa que faça jus a sua leveza e palavras. Aliás, amei a escrita da Maria e quando a gente se toca já chegou ao fim e quer saber mais! Fiquei um pouco tensa com o conto do vírus. Não fluiu muito e não sei se captei exatamente a mensagem. Mas levei para a vida quando as autoras falaram que a maturidade acontece dentro de um desconforto. Por fim, Dandara é a minha bailarina preferida. Foi um conto que me inspirou muito a correr atrás dos meus sonhos e chorei de rir com as suas amigas, família… Ah! E tenho um novo crush: Rafael hahaha. ♥

No mais, é uma leitura que flui, na maioria das vezes, e que vale cada página. Acho que cumpriu bem o papel dele e espero que mude a vida de muitas leitoras e que nenhum voz seja calada. Ah! Destaque para as ilustrações, que dão um toque todo especial em cada capítulo e, claro, na capa. E esse livro contém um dos prefácios mais incríveis do mundo literário!

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo! ;-)

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – O ódio que você semeia!
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11
12.06.2020
* PJ Leu: Conto – Um filme de nós dois! ♥

Ei, Gente! :) Para o dia de hoje, separei uma resenha para lá de romântica e bem a cara da quarentena. O conto da vez é “Um filme de nós dois“, das autoras brasileiras Fernanda França e Leila Rego. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Conto: Um filme de nós dois | Disponível na Amazon | Autoras: Fernanda França e Leila Rego
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Sozinhos e em plena quarentena, Kátia e Jonas se conhecem no Tinder, migram para um aplicativo de xadrez e logo se conhecem pessoalmente, protegidos pelo distanciamento social e por máscaras e roupas especiais – e surpreendentes. A rotina é mudada com a inscrição em um concurso de curtas-metragens. É nesse cenário de comédia e romance que os dois amigos começam a se conhecer melhor, partilham segredos e descobrem que os sentimentos não medem distância. E quando a quarentena acabar será que haverá lugar para cada um deles na vida do outro?

Opinião da Pequena: Em primeiro lugar, gostaria de dizer que essa leitura teve um gostinho para lá de especial para a Pequena que vos bloga. Fui convidada pelas autoras para ser meio que uma leitora beta e ler algumas partes do conto! Me senti tão honrada, que nem sei. Mas juro que apesar da parceria, a minha opinião é de todo o coração!

Tenho lido bastante nessa quarentena e todos os livros acrescentam de alguma forma. Em contrapartida, nenhuma traduz o que a gente está passando no momento. Daí, vem esse conto e acolhe o leitor com tanto carinho, repleto de álcool em gel, máscaras de proteção e uma história incrível de amor com muitas risadas e lições valiosas.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

A premissa prende do início ao fim e é quase impossível não se identificar em algum momento com a Kátia. Seus dilemas durante o isolamento social (depilar ou não a perna, dar adeus aos sutiãs) e as conversas inusitadas com os motoboys arrancam choros de tanto rir e trazem um humor necessário para essa pandemia. Aliás, essa palavra – humor – tem um novo significado e faz a gente olhar para ela com outros olhos.

O Jonas é muito fofo e apaixonante. Adorei a originalidade do jogo de xadrez e apesar de ter amado as roupas diferentonas em breves encontros, não sei se isso aconteceria, de fato, na vida real. Mas entrando na onda do conto… Já sei as próximas fantasias do Carnaval e decidi que quero um pijama de unicórnio. Me julguem hahaha!

Há outras partes incríveis e a gente nota que ficar em casa pode trazer tédio, mas ideias que dão certo, como o curta-metragem. Preciso destacar a Dani e a avó dela. São pessoas como elas que trazem leveza no dia a dia, principalmente, em tempos de distanciamento social. Adorei os conselhos e tirei algumas lições, como a importância de tirar as sujeiras que escondemos embaixo do tapete. Ah! Desfechos não, necessariamente, precisam ser tristes. Aliás, sinceridade com carinho é tudo!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

No mais, as coisas acontecem aos poucos e tudo vai se encaixando no seu tempo. Nada corriqueiro, mas nada que deixe a leitura arrastada. Alguns assuntos sérios, como antirracismo, são abordados e mesmo por alto, fizeram a diferença. É um conto que traz esperanças de um futuro melhor, mostra como o presente que pode ser especial e a importância de visitar novamente algumas partes do passado.

Por fim, preciso falar que fiquei muito feliz quando um simples pitaco (meu) fez parte da rotina de ambos. Talvez tenha rolado algumas lágrimas e uma inspiração a mais para finalmente sentar o meu bumbum na cadeira e escrever livros e tal. Muito obrigada, Fer e Leila! Inclusive, pela dedicatória na parte de agradecimentos!! ^^

Se eu recomendo? Sim! Pode ler nesse Dia dos Namorados e em outras ocasiões. Falando nisso…. Aos casais apaixonados: um feliz dia! Ao meu namô: te amo! Aos que estão na fase do “só tô lendo”: esse status vale tanto a pena quanto qualquer outro! ♥

Quem quiser ler, é só clicar na imagem abaixo. Aliás, ler por aqui, ajuda muito o Pequena Jornalista, viu? ;-)

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – 9 minutos com Blanda!
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13
09.06.2020
* PJ Leu: Como quase namorei Robert Pattinson! ♥

Ei, Gente! :) Depois de uma eternidade, finalmente terminei de ler “Como quase namorei Robert Pattinson“, da autora brasileira Carol Sabar. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: Como quase namorei Robert Pattinson | Disponível na Amazon| Autora: Carol Sabar
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 3 livros

Sinopse: Aos 19 anos, Duda é literalmente viciada na saga Crepúsculo. Através de um perfil secreto na internet, ela se comunica com outras fãs de Crepúsculo que, assim como ela, estão totalmente convencidas de que não há garoto no mundo que valha um dente canino do vampiro Edward Cullen. Em Nova York, onde ela faz planos mirabolantes para conhecer pessoalmente Robert Pattinson, o ator que interpreta o vampiro nos cinemas. Mas, após um incidente com seus únicos (e insubstituíveis!) livros da saga, Duda entra em verdadeiro surto de desespero. Só que ela não espera conhecer Miguel Defilippo, seu vizinho na ilha de Manhattan, que é a cara do ator Robert Pattinson!!

Opinião da Pequena: Sabe aquela leitura que te deixa nostálgica? Então… ;-) Para quem não sabe, há um tempinho o Robert Pattinson era pauta certa aqui no blog! Eu era fã da saga e 100% #teamedward. ♥ Talvez por isso, o título desse livro tenha despertado o meu interesse, mesmo que tardio. Tudo bem que eu acho que a Pequena de 10 anos atrás iria amar mais essa história, mas a Carol de agora entendeu completamente a Duda!

O livro é bem divertido e a protagonista tem um quê de Becky Bloom, que eu adorei. Achei o enredo criativo e os outros personagens carismáticos. Só não curti o Agarradinho e o Pablo era o meu preferido. Meio que virei a casaca nessa leitura. Acho que ele tinha um lado meio Jacob, mas não vou dar spoiler hahaha. Miguel é meio estranho, mas entendo a sua admiradora secreta.

Confesso que achava que ia devorar o livro em poucos dias, mas me enganei. Não é que a história seja ruim e a escrita da Carol deixe a desejar. Pelo contrário! Gêneros assim pedem que os capítulos ganhem uma floreada, digamos assim. Mas é que foi além da conta, sabem? Pelo menos para mim! Daí, a leitura acabou ficando arrastada. Por pouco não desisti!

Ah! Como não sou mais a doida pelo dito cujo, acho que esse fato pode ter ajudado nesse detalhe não tão positivo. Contudo, foi um livro que me trouxe boas lembranças e fiquei muito feliz em algumas partes, que não posso mencionar… Se não vai rolar spoiler! Mas qualquer fã de carteirinha adoraria estar na pele da Eduarda Maria (eu amei esse nome hahaha).

No mais, não é uma história de reviravoltas, mas que surpreende em alguns pontos. Outros ficam confusos! A protagonista aprende muito, até mesmo com o seu fanatismo e, claro, no inglês. Mas a sua essência continua intacta. Adorei o cenário (NY) e queria que os pais tivessem aparecido mais. Destaque para a vizinha surda e a capa. ;-)

Enfim, deu saudade da época de Crepúsculo, mas provavelmente não voltaria a ler os livros. Porém, talvez role uma sessão nostalgia e eu coloque o meu namorado para assistir todas as adaptações cinematográficas hahaha! #brincadeirinha ;p E vale lembrar que é sempre importante ler (caso tenha rolado interesse) e tirar a sua conclusão.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! :)

Beijos, Carol.

Post Antigo: Rob Call me!
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