16.10.2026

Ei, Gente! :)

No feriado do Dia das Crianças, viajamos com a família para um hotel fazenda no Rio de Janeiro. A ideia era fazer um post de indicação de turismo e tals, mas…

Os planos mudaram depois de um detalhe bem doido! Contei um pouco nessa crônica da vez. Enfim, vamos lá? Boa viagem (acrescente uma risada assustadora hahaha)! ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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“Imagina você descobrir algumas horas depois de deixar as malas no quarto (bem mais ou menos, por sinal) que o local que vai ficar no final de semana foi um antigo sanatório para pacientes com tuberculose? Pensando bem, agora fazia todo sentido a estrada que nos levava até lá ter o nome de “sanatório da serra“.

Juro, a Carol de antigamente teria ido embora no segundo seguinte de coletar essa informação. A do final de semana? Resolveu encarar com uma certa leveza esse detalhe. Mas no fundo só fiquei porque vida que segue (e o pagamento já tinha sido feito hahaha)!

Eu não tinha ideia do que era um sanatório e a primeira coisa que relacionei foi com manicômio, hospício e algo do tipo. Porém, depois de algumas buscas no Google entendemos que era para cuidar de pessoas que estavam com doenças que precisavam de isolamento.

Não que tenha mudado muito a tensão que ficou no ar. Afinal, independente do objetivo, eu imagino o quanto de sofrimento o local ainda carrega. Querendo ou não, por mais que eles queiram trazer um novo significado para o lugar, a minha imaginação fértil foi longe e aquela fonte me remeteu a várias cenas tristes de enfermeiros tentando cuidar de quem necessitava (e talvez uma camisa de força, sei lá – brincadeirinha hehehe)…

Para piorar, no final de semana uma das festas era de Halloween (eu adoro) e quando a gente foi conhecer tinha uma capela e um cemitério. Na minha cabeça, fazia parte da decoração. O cemitério acredito (e espero do fundo do meu coraçãozinho) que sim, mas a capela? MEU DEUS DO CÉU. Depois de perguntar para o Gemini se alguém já tinha morrido lá, cheguei à conclusão de que a mini igreja (digamos assim) deveria ser para rezar para os hóspedes de antigamente.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
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Eu fiquei tão impressionada que isso foi até tema da minha terapia. Assim, eu até levei de boa e acho que essa é uma daquelas histórias que vou contar com um “quê” de orgulho (do tipo: olha o que eu passei, gente), mas se a gente pensar mais a fundo, bem sinistro, né? Acho que sempre quando eu for visitar algum hotel novo agora, vou pesquisar tim tim por tim tim antes de fechar a reserva.

Só que a gente não tem muito controle dessas coisas, né?

Quando eu morava numa vila, lembro que falavam que era um antigo cemitério para índios. Mas até hoje não sei se era lenda ou pura verdade ou meio termo! Pensem só… Um apartamento que alugamos ou compramos para morar: qual é o passado dele? Não dá para saber ao certo. Acho que se a gente levar tudo em conta, não faz nada mais nessa vida.

São histórias meio macabras. Que até uma pessoa mega corajosa fica com os olhos arregalados. Uma semana depois de viajar, ainda fico pensando como eu consegui dormir lá por três dias seguidos. Olha, já viajei muito nessa vida, mas nem nos meus pesadelos mais tensos imaginaria ficar hospedada em um antigo sanatório. A Carol da vila não acreditaria!

Pensando bem: será que já fiquei???? Ai meu santinho das medrosas! Enfim, foi uma viagem que cumpriu o objetivo de passar o tempo com a família, amigos e “relaxar”. O hotel é bem legal, várias programações, mesmo com essa característica que acabou se destacando. Foram alguns dias que renderam boas memórias e algumas pra lá de peculiares. ;-)”

***

É isso, pessoal. A dica do dia é pesquisem informações do hotel antes de se hospedar hahaha. Brincadeirinha, afinal, mesmo com esses detalhes peculiares, podem render histórias engraçadas.

Ah! Não coloquei o nome do hotel porque a ideia não é expor, nem nada. Só postar mais uma crônica dessa pequena escritora que vos tecla! ;-)

No mais, podem opinar à vontade!

Um beijo, Carol.

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carol
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