23.06.2022

Ei, Gente! :)

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Vamos conversar sobre algumas preferências literárias? Então, sabem uma coisa que me faz engatar em um livro fortemente? O tipo de narrador da história.

Não é que eu deixe de lado os que são em 3ª pessoa e tals. Mas sinto que a leitura flui melhor quando está na 1ª. Aliás, se tem a percepção de dois personagens: ai eu devoro os capítulos!

Sei lá. Me sinto mais próxima do que está sendo contado. Uma amiga íntima e, até mesmo, psicóloga da protagonista. Parece que faço parte daquilo tudo, sabe? Mesmo sendo a leitora hahaha. Tudo bem que um dos meus livros favoritos da vida não segue essa minha preferência. Quem narra “A menina que roubava livros” é a morte e não a Liesel hehehe. Porém, é o que acontece na maioria das vezes!

Quando eu finalmente sentar e escrever livros: quero seguir esse caminho da 1ª pessoa. Não sei se é mais fácil ou a dificuldade aperta. Em contrapartida, quero que os leitores tenham essas sensações boas que eu tenho.

Eu sei. Às vezes, uma história cabe mais um tipo de narrador. Outras, outro. “A menina que rouba livros“: tio Markus Zusak acertou em cheio na escolha. Mas a Jenna, na série “Amor & Livros“, não poderia ter escolhido caminho melhor! E a Giulia Paim mandou muito bem colocando a visão da Tina e do Tiago em “Serviço de atendimento aos corações partidos“.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Claro, se tiver na 3ª pessoa, eu embarco sim. Mas tenho essa ideia de que o personagem principal narrando me dá mais um gás na leitura. Com exceções, claro! E talvez um dia, isso mude. Ou não! Mas isso é assunto para um outro post.

Agora me contem: narrador de “fora” ou que participa? No mais, podem opinar à vontade!

Beijos, Carol. ♥

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carol
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