06.06.2022

Ei, Gente! :) Vamos de dica literária nacional hoje? No finde, terminei de ler “Tudo o que eu sempre quis“, da Pri Oliva. Um romance teen em forma de diário e que faz a gente voltar para o passado. Boa leitura! ♥

Livro: Tudo o que eu sempre quis | Autora: Pri Oliva | Publicação Independente
Nota: 4,8 livros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Lili é uma garota de 14 anos que narra em seu diário todas as descobertas da vida e a rotina junto a seu fiel grupo de amigos. Ela é tipo a “Sandy” da turma. Mas na real possui amores platônicos e tem uma ansiedade de viver tudo o que a adolescência proporciona.

Porém, tudo está prestes a mudar. Apesar das dores e delícias dessa fase, um segredo que a sua mãe guarda pode colocar essa vida “perfeita” em risco. Justamente, quando a nossa protagonista consegue reconhecer alguns fatos do seu dia a dia. Mas através da música, dos seus amigos, ela consegue encarar as mudanças com força e coragem. Mesmo que não seja nada fácil. ;-)

Opinião da Pequena: Eu me senti lendo um livro da Thalita Rebouças. Aliás, as duas autoras (ela e a Pri) estão de parabéns por descrever tão bem essa fase (a adolescência) para lá de intensa.

Eu até acho que a Carol de 14 anos iria gostar mais da leitura. Porém, ao ler cada página, viajei para essa época de coração aberto. Deu saudade de algumas coisas e outras eu pensei “ufa, ainda bem que passou” hahaha.

A escrita é leve e flui na medida certa. E por ser em forma de diário, acredito que o embarcar na história da Lili fica ainda melhor. E rola muita identificação. Ao menos, em alguma data desse diário, você vai entender o que a protagonista sentiu. Ou lembrar de alguém! Fora que são cidades que a gente tem mais acesso, sabem? Principalmente, os cariocas de plantão ou quem conhece o Rio de Janeiro.

Crédito da Imagem: Pri Oliva

Ah! Sem querer dar muito spoiler, mas não chega a ser um spoiler: eu mega entendi o que ela sentiu durante a 1ª menstruação. E sua mãe agiu muito igual a minha (beijo, mamy). Talvez, tenha rolado algumas lágrimas hahaha! Falando na Dona Helena, queria dizer que hoje em dia, eu imagino o quanto a minha mãe não deve ter se virado nos 30 para dar as melhores coisas da vida para as três filhas. Que mãe incrível, gente! A minha e a da Lili. ♥

Adorei o núcleo familiar, tirando algumas pessoas. Por mais que as reações com a consequência do segredo sejam compreensíveis, eu super achei as 4 bem maduras e lidando da melhor forma (possível) com as mudanças. Mesmo com problemas gigantes. Espero que os antagonistas tenham o que mereçam, mas como é o primeiro livro de uma trilogia, acredito que muita água vai rolar e eles terão o que merecem! #leitoravingativa ;p

Quanto ao ambiente escolar: sério, a Pri parecia que conhecia a Pequena Adolescente. Me identifiquei com várias coisas. Principalmente o fato de ter tanta intensidade nos sentimentos, no dia a dia. E têm coisas, por mais que a gente saiba que o excesso não é bom, todo mundo acaba vivendo. Mas com o tempo, a gente vai aprendendo. Então, com essa história eu vi o quanto aprendi com a minha intensidade de adolescente.

No mais, queria colocar o Igor em um potinho. Mas confesso que algumas vezes não entendia qual era a dele! A Lili é amiga que todo mundo deveria ter, por mais que esteja passando por poucas e boas. Acho que até mais do que as outras. Porém, a gente nunca sabe o que se passa no dia a dia dentro de casa. Às vezes, escondemos essa parte para viver só a imensidão de um colégio e tudo o que ele proporciona.

Destaque para a diretora com o seu discurso mega necessário e juro: dava para imaginar as apresentações musicais. No mais, é um livro que aborda (de um jeito bem vida real) sobre amizade, família, amor platônico (e real) e mudanças internas e externas. O primeiro amor marca para sempre e caso o mesmo não vá para frente, sempre deixa ótimas lembranças.

Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Então, se você busca uma leitura nacional teen: recomendo! Independente da sua idade. Para quem está passando, acredito que vá ajudar de alguma maneira. Nem que seja só para não se sentir “só”! Para quem já passou: é um convite a uma viagem repleta de memórias. Doces ou não, todas aquecem o coração de alguma forma.

Ah! O título fez total sentido e os elementos da capa também! Aguardando pelo livro 2. \o/

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Tudo o que eu sempre quis está disponível tanto em e-book quanto na versão física. No mais, podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

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