15.04.2022

Ei, Gente! :)

Para essa sexta-feira santa, separei a resenha de um dos livros que mais gostei de embarcar esse ano: O pequeno café de Copenhague, da Julie Caplin. Publicado pela Arqueiro (parceira do blog), a história faz parte do selo “Romances de hoje“. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: O pequeno café de Copenhague | Autora: Julie Caplin | Editora: Arqueiro
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4,8 livros

Sinopse: Em Londres, a assessora de imprensa Kate Sinclair tem tudo que sempre achou que quisesse, como sucesso e um “namorado” incrível. Até que ele a apunhala pelas costas e consegue a promoção profissional com que ela tanto sonhava.

Com o coração partido e questionando algumas coisas, nossa protagonista decide aproveitar uma oportunidade de trabalho que surgiu e quem sabe conseguir finalmente reconhecimento. Então, topa liderar um grupo de jornalistas e influenciadores pela linda Copenhague para atender ao pedido de um cliente importante.

O que ela não imaginava que teria de enfrentas alguns desafios para conciliar egos e exigências. Mas, ao mesmo tempo, ela descobre maravilhas da vida dinamarquesa, onde a capital é considerada o “país mais feliz do mundo”. Aprende o sentido de pequenas coisas e agora só depende dela retomar as rédeas de seu próprio caminho.

Opinião da Pequena: Eu já embarquei em praticamente todas as histórias desse selo da Arqueiro. Todos são romances contemporâneos e, até então, o meu favorito era “A casa dos novos começos“. Não que ele tenha sido rebaixado, de forma alguma. Mas o fato desse ter um toque a mais de chick lit, me ganhou por completo!

É um livro mega divertido e me identifiquei em alguns aspectos com a Kate. Principalmente, na época em que eu trabalhava com assessoria de imprensa. E quando ela toma uma importante decisão, aqueceu o meu coração e não me senti sozinha, sabem?

Crédito da Imagem: Arqueiro

Tem muito romance, mas “O pequeno café de Copenhague” vai além ao falar sobre a família, os amigos e o trabalho. Um estilo de vida que muitos possam ser céticos em relação à funcionalidade dele, pode sim mudar o rumo de como a gente lida com as pegadinhas do destino. Exemplo: hygge, que eu não sei como pronunciar ainda hahaha, mas já amei e quero seguir. A ideia é meio que levar o dia a dia de forma mais leve e prestar atenção aos pequenos detalhes.

Temos personagens carismáticos e o grupo de jornalistas e influenciadores, a princípio parece ser um baita de um desafio. Deu pena da Kate, mas o desfecho revela ótimas relações! Aquelas que ficam para sempre, independente do seu cargo.

Eva é sensacional e queria que o Lars tivesse aparecido mais! Deu muita vontade de conhecer a Dinamarca e queria um pequeno café igual ao da história. E como nem tudo são flores, acho que alguns detalhes foram resolvidos rápidos demais. Parece que foi esquecido e do nada ganhamos uma solução, que até que foi legal, mas de tão rápido, dá um bug na nossa cabeça. Ao menos, isso aconteceu comigo.

Mas no geral, cada capítulo mexeu comigo e não queria largar um segundo sequer. São muitos aprendizados. Uma viagem sempre reserva culturas e pensamentos novos, que fazem a gente trazer na bagagem olhares mais leves. Inclusive, um voo adiado pode ser um belo de um presente!

Falando nisso, amei a raposa raivosa e o epílogo me deu vontade de ficar abraçada ao livro! A capa é perfeita, em contrapartida, o conteúdo é ainda mais. Ansiosa para a próxima história de um selo dentro desse selo (pelo que entendi): destinos românticos, que a propósito acho que vai contar a história de Sophie, que é uma personagem que merece o melhor também!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo muito!

Beijos, Carol.

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