13.07.2016

Oi, Gente! Aqui vai mais um post da minha coluna lá no Blog Sem Clichê, onde eu dou dicas de filmes. A história de hoje? Como eu era antes de você, inspirada no livro da Jojo Moyes. Um romance daqueles que a gente precisa assistir mesmo sabendo que corre o risco de secar a fonte de lágrimas. 

Filme Como eu era antes de você - PJ - 1

Antes de dar a minha opinião, vou resumir mais ou menos a história. Will é um cara rico e bem sucedido em todas as áreas da vida. Mas tudo vira de cabeça para baixo, quando ele acaba sendo atropelado por uma moto e fica tetraplégico. O protagonista vira uma pessoa cínica, mau humorada e depressiva. Louisa Clark, é uma típica personagem de bem com a vida, mas que não tem muitos objetivos. Após ser dispensada do antigo emprego, Lou precisa arrumar outro devido aos problemas financeiros que passa. É nessa hora que o destino entra em ação: ela é contratada pela mãe do Will para cuidar e fazer o possível para melhorar o estado (de espírito) dele. O resto dá para a gente imaginar um pouco, né?

O que eu achei? É quase impossível não amar esse filme. A história envolve de um jeito, que meu Deus. Os diálogos entre os dois são hilários e de arrancar suspiros. As roupas da Lou são bem divertidas. Acho que tem tudo a ver com a personagem. O jeitinho cínico do Will é irritante, mas ao mesmo tempo irresistível. Essa ida ao cinema pede muito lencinho de papel, porém não se enganem… Dá para rir MUITO. Não é só chororô, não. Tem muita comédia romântica! Ah! Ainda não li o livro, porém pelo que eu escutei tudo que tem na telona, tem na parte escrita. Nada de invenção. Pontinho extra, né? Os atores que interpretaram o Will e a Louisa mandaram muito bem.

Filme Como eu era antes de você - PJ - 3

Adorei cada segundinho do filme. Mas anota aí: as cenas com a meia calça de abelha são as melhores. Acho que qualquer mulher, por mais básica que seja, vai querer ter uma, hahaha. Destaque também para a parte da ópera. De arrancar suspiros! E as lições do filme, nem preciso dizer. Aliás, só algumas coisinhas: a gente tem que viver intensamente mesmo. Algumas decisões não dependem da gente e o jeito é aceitá-las. Dar o nosso melhor é a melhor saída.

O final é sem palavras. Acho quase impossível não chorar. Nessa parte, matei dois lencinhos de papel em menos de um minuto! Falando nisso, apesar de ter chorado, esperava chorar muito mais. A história no cine fluiu de um jeito tão leve, que acabou ensinando dessa forma. E acho que depende muito do seu estado de espírito.

Mega recomendo! 

Para ler o post completo, é só clicar aqui. Lembrando que volta e meia dou dicas de filmes por lá, tá? ;)

Beijos, Carol.

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