15.03.2015
* Para pensar: Geração amar de menos! ♥
“Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso de ‘amar demais’ é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O que existe são mulheres e homens que têm baixa auto-estima, que têm níveis exagerados de insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E têm aqueles que são apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais. 
Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de “amor demais”, então eu vou fundar As Mulheres que Amam de Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu para viver também está doente.”
(Por Martha Medeiros) 
Eu não sou uma expert em relacionamentos amorosos. Não mesmo! Geralmente os meus sempre vão para o espaço e eu nem sei o motivo. Mas através de pequenos tapas na cara que a vida me deu, espero do fundo do meu coração que eu faça parte da geração As Mulheres que Amam de Menos e que o meu futuro príncipe da vida real faça parte do grupo Os Homens que Amam de Menos. Para mim, não existe nada mais romântico e bonito do que um casal que, acima de tudo, respeita um ao outro. E quando eu digo respeito, falo no geral. Para mim, não adianta nada o cara me amar “mais que tudo”, se não confia em mim. Se não respeita a minha privacidade e por aí vai. Claro, que nada é perfeito. Uma vez ou outra vai rolar uma desconfiança, um ciúme e uma insegurança. Mas nessas horas, espero sempre escolher conversar com ele e não ficar remoendo o que me despertou todas essas sensações ruins (espero o mesmo dele). Enfim, que assim seja! ;-)
Ah! Lembrando que essa é a minha opinião e não uma regra. Não existe o certo e o errado e, sim, o que deixa você mais leve e feliz. 
Podem opinar à vontade, ok? ♥
Um beijo, 
Carol. 

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11.12.2014
* Projeto Drama Queen: Um drama chamado “vida amorosa”! #9 ♥

Um Drama Chamado: Vida Amorosa! 
(Por Carol Daixum)

– Nada dele, mãe! Nadinha. O que eu tenho de errado, hein? 
– Filha, você não tem nada de errado. Daqui a pouco ele aparece, viu? 
– Duvido, mãe. Ele estava todo estranho. Me deixou em casa e falou “se cuida”. Qualquer um sabe o que significa isso!
– Iiiiiii, já era filha. Código deles de “se cuida meu amor, porque só assim para alguém  querer você”. 
– Oiiii??? Obrigada pelo apoio moral!! – pego o lencinho de papel e começo a chorar desesperada com a resposta da minha mãe. Será que ela está brincando? Não, ela não ia brincar com uma coisa tão séria. 
– Ei, filha louca! Estou brincando! Óbvio que ele vai ligar, viu? E se ele não ligar, outro melhor vai aparecer. 
– Blá-blá-blá! Mãe, eu acho que alguém jogou uma maldição para eu não encontrar o amor da minha vida. Será que foi aquele menino do Jardim de Infância que gostava de mim e eu taquei um tijolo na cabeça dele? Ele implicava comigo todo santo dia e eu segui o conselho do meu pai, poxa (meu pai aconselhou brincando, mas eu levei a sério). E passou de raspão. Garoto dramático e louco de implicar com a menina que ele gosta! Desde então, a minha vida amorosa é um fracasso, né? 
– Claro que não sua louquinha! O menino já te perdoou há séculos, encontrei a mãe dele na academia, lembra? Ela ri dessa história, todo mundo ri, filha tijolinho. E você já namorou o Pedro, o Lipe. E quem sabe com o Guto, hein? 
– Ele falou “se cuida”, mãe! Era a minha única chance de ser feliz, sabia? Agora, já era! Onde eu errei, hein? Eu só taquei um tijolo (e passou de raspão)!! – grito chorando e pego outro lencinho. 
– Tá bom, filha dramática! Olha, eu tenho que trabalhar. Qualquer coisa, me liga, viu? – ela me dá um beijo, vai no quarto dela e volta com um chocolate e uma figurinha do filme “A Bela e a Fera” com um bilhetinho: um dia vai dar certo! ♥
Uma semana depois e nada do Guto. Sei que parece drama queen, mas poxa, dói sabe? Mandei uma carinha sorridente com um “bom dia” no dia seguinte que a gente saiu e nada, nadinha. Tudo bem, era só o terceiro encontro. Mas poxa! Não aguento mais não ter o quarto encontro. Que droga! Talvez seja cedo para achar que ele vai cair fora, mas por mais que eu seja uma dramática de primeira, as minhas pulguinhas atrás da orelha nunca me enganaram. Mas tudo bem, vou respirar fundo, vou comprar meu kit fossa, chorar, comer, engordar mil quilos e vida que segue. Ah! Também vou procurar pelo menino no Facebook, aquele que eu taquei o tijolo. Será que ele aceita tirar a maldição?
P.S: 
– Toda drama queen tem que ter esse kit fossa. Papel e caneta na mão! ;-)

Ingredientes:
– filme de comédia romântica ou drama. 
– pipoca e refri.
– brigadeiro de panela + chocolate (quanto mais doce nessa hora, melhor)
– lencinho de papel (sugiro uns quatro pacotinhos)

Modo de Preparo: 
Levar tudo para o seu  quarto, fechar a porta, desligar o celular, avisar a família e aproveite o filme que a sessão fossa vai começar. 

Fundamental: 
É indicado curtir a fossa no máximo dois dias. Tudo bem: três ou quatro. Ok, você venceu: cinco e não se fala mais nisso. Privilégios de uma Drama Queen, hein? ;p

P.S (2): 
O menino tijolo me aceitou. Conversamos durante algumas semanas, ele me perdoou mesmo, mas mesmo assim insisti para ele tirar a maldição. Por via das dúvidas, né? Ah! E novidade: vamos ter o nosso quarto encontro hoje. ♥ É, drama queen que é drama queen chora muitooo quando uma história de amor acaba (mesmo aquela que dura três encontros). Mas sempre está disposta a tentar de novo. Uma hora vai. Ah, vai! ;-)

** 
O post de hoje tem um pouquinho da vida real e uma misturinha da imaginação da blogueira. ;-)
Projeto Drama Queen: lembrando que esse é um projeto do Pequena Jornalista e do blog Casos Acasos e Livros. As blogueiras são muito dramáticas sim, mas sempre colocam uma dose extra de exagero e humor. Para ler os outros textos, clique nos links.
Um beijo, 
Carol. 

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