16.10.2014
* Projeto Drama Queen! ♥
Oi, Gente! 
Eu e a Teca, do blog Casos Acasos & Livros, estamos com um novo projeto para vocês queridos leitores: o Projeto Drama Queen. Cada semana, uma das duas vai escrever alguma situação do dia a dia em que o nosso lado dramática aflora e acabamos com todos os lenços de papel do estoque da farmácia ao lado, porque a sessão de choro não acaba por nada nesse mundo. Claro, tudo com uma dose exagerada de drama. Para começar, eu, pequena blogueira que vos bloga, revoltada master com o Whatsapp, escrevi um texto sobre esse aplicativo odiado por mim e por vocês, em algum momento da vida. ;-) 
“Escala de ódio Whatsapp: 10 mil ícones do Whatsapp!”
(Por Carol Daixum) 
“Como uma boa drama queen, tenho uma listinha de coisas que eu não morro de amores. Por exemplo, tampa de refrigerante. Funciona assim: compre e não beba, porque você vai demorar muito para abrir e a sua mão vai ficar roxa e dolorida. Escada rolante parada e a gente é obrigada a usar? Dá uma aflição. Agora quem ocupa o topo da minha lista é o Whatsapp e seu amiguinho ‘última visualização’. Nossa, ódiozinho profundo. 
Eu adorava no começo. Os criadores (anotem os nomes para jogar vudu hahaha #brincadeirinha: Jan Koum e seu sócio Brian Acton) eram os meus heróis. Hoje eu desejo profundamente que as mensagens deles sejam visualizadas e ignoradas constantemente. Não é vingança, é lei do retorno. Se as cartas estão extintas, o e-mail está indo pelo mesmo caminho. Se você não olhar o seu grupo, considere-se excluída do programa de sábado à noite. E nada de reclamar, afinal você estava adicionada e “ciente” de todas as informações. É seu aniversário? Mensagem no Facebook já era, agora é pelo Whatsapp e olhe lá (eu até mandava parabéns por lá, mas só quando eu não conseguia falar com a pessoa, não tinha intimidade ou a pessoa estava viajando. E eu só perdoava nesses casos também). 
O meu drama aumenta quando eu mando mensagem, a pessoa fica online, do nada off, olho a última visualização mil vezes e confirmo: fui ignorada. Eu tenho uma teoria: se a pessoa teve cinco segundos para olhar, ela também pode tirar cinco segundos para responder ‘oi, estou ocupado, depois eu respondo’, acrescenta uma carinha feliz e fica tudo bem. Tão simples! Ok, eu também demoro para responder. Mas em minha defesa, o 3G não colabora quando estou na rua, às vezes eu tenho que pensar na minha resposta e algumas pessoas merecem sentir na pele. Aplico a lei do retorno mesmo e é isso. Claro, que o mundo não gira em torno do meu umbigo. Nem sempre a pessoa faz por mal. Talvez o boy não faça ideia das lágrimas que escorrem dos nossos lindos olhinhos porque ele visualizou e não respondeu. Mas poxa vida. Bom senso, sabe? 
Visualizou e não respondeu é praticamente um ato terrorista do mundo do Whatsapp. E quando a pessoa fica online mil vezes por dia e você confirma que foi ignorada? E esse papo de se distrai e tal, não funciona comigo. Choro a cada clique na porcaria do ícone verde. Nunca odiei tanto a cor verde. Dependendo da pessoa, essa história de ‘ops, esqueci de responder’ não desce. Para tentar mudar o rumo da minha vida, resolvi desativar o modo visualização. Mas não adiantou muita coisa, já que eu via a pessoa online sempre. Então, eu tomei uma decisão: deletei o aplicativo (pausa dramática). Fui terrivelmente criticada, mas sou ansiosa ao extremo e esperar não é o meu forte. Bloquear tal pessoa e blá-blá-blá não me ajuda em nada. Quem quiser falar comigo, saia da caixinha e arrume um jeitinho. 
Agora sem drama, ok, um pouco. Eu sei que o aplicativo facilita a vida. Para alguns, é o único meio de comunicação. Porém, afasta também. Em terra de Whatsapp, ligação é prova de amor. Sabia que você corre o risco de ficar sem o prêmio que você ganhou honestamente porque você não respondeu a mensagem no Whatsapp? Pelo amor. Não estou falando para todo mundo ser radical, mas eu torço por mais gestos reais e menos demonstrações virtuais. Há duas semanas eu não fico ansiosa ao extremo, não olho o celular de cinco em cinco minutos, não ignoro ninguém e ninguém me ignora, durmo melhor e sou mais feliz. Whatsapp me causou um trauma profundo. E as pessoas que usam em excesso mais ainda. As que ignoram, meu Deus, sem comentários. 
Então, seguem três recadinhos. Você visualiza, responde sem demorar e usa com moderação o odiado Whatsapp? Parabéns, você é um ser abençoado, iluminado e merece todo o meu amor. Agora, caro usuário que faz parte do time que visualiza, não responde, só fala através desse aplicativo e tal, vai catar coquinho na esquina (a sua sorte que eu sou educada =D). E leitora que faz parte do meu clube ‘sofri, chorei, não aguentei e deletei’, vem cá dá um abraço, drama queen de primeira. Você não está sozinha e está no caminho certo (pausa para as críticas da oposição).” ;-) 
Crédito da foto: Disney Irônica
Vocês também odeiam o Whatsapp e o usuário sem coração? Comentem! 
E podem opinar e sugerir à vontade. ;-)
Um beijo, 
C. 

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25.09.2014
Um showman perfeito: Michael Bublé em SP! (Por Teca Machado) ♥
Eu sei, eu não sou muito (nada) imparcial quando o assunto é Michael
Bublé. Sou fã mesmo e não é pouco, não. Mas eu juro que o show dele em São
Paulo nesse final de semana foi simplesmente, totalmente, incrivelmente
sensacional. E não fui só eu quem achou, não. Estou até agora maravilhada com
as duas horas de apresentação do cantor canadense que é o amor da minha vida
(Depois do Caio, que é o meu noivo lindão). 
Eu
e o Caio na porta do ginásio do Ibirapuera
Antes do show começar, já foi ótimo. A apresentação de abertura era do
Naturally 7, sete caras que fazem o beatbox mais perfeito que já vi, até com
solos da guitarra. E o legal é que enquanto se apresentam, fazem gestos com
instrumentos imaginários. Comprei o CD, peguei autógrafo e ainda tirei foto com eles. Aí começou o cara mais carismático, engraçado e showman que já vi: O
Michael Bublé.
Ele cantou, dançou, encantou, fez piada, riu da cara do Justin Biber, cantou Everybody dos Backstreet Boys, tirou foto com gente da plateia, andou no
meio dela, se filmou com o celular de uma moça que estava perto e achou um
mini-Michael, um garotinho vestido igualzinho ele.
Sua voz não estava 100%, ele parecia um pouco rouco, mas nos entregou
um show tão bom, que isso era um detalhe insignificante. Como ele disse, não
faz shows ou concertos: Ele faz festas. E era sábado à noite, o que ele mais
queria era festar. E foi isso que fez. O palco era incrível, com partes móveis
e um imenso telão em HD, que em certos momentos parecia até em 3D, e um monte
de telões menores no chão que se movimentavam e ele corria em cima. Uma super
produção.
Olha a qualidade desse telão!
Impossível não se contagiar com a atmosfera criada por ele e pela
gritaria e cantoria dos fãs. Quando MB (Sou íntima, tá?) cantou a sua música
mais famosa, Everything, o ginásio do Ibirapuera quase foi abaixo. Eu só sabia
pular, gritar, cantar junto e ficar com um sorriso besta na cara.
Mas o momento mais marcante, sem dúvida, foi quando já quase no fim do
show o Naturally 7 apareceu outra vez e eles e o Bublé cantaram All You Need is
Love, Beatles classic. De repente começou a maior chuva de coração de papel que
já vi na vida. Ninguém esperava. A cara das pessoas era de maravilhadas. Eu,
com certeza, fiquei com a boca aberta com cara de “uau” por vários minutos. Foi
lindo.
Chuva
de corações!
Saí de lá com a certeza de que o show valeu cada centavo que eu gastei
com o ingresso, com a passagem de avião, com hotel e todos os outros gastos do
final de semana. O Michael Bublé, se quiser, pode levar todo o meu dinheiro,
ele merece.
Em 2012 fui ao show que ele fez no Rio de Janeiro e fiquei
completamente fascinada. Não sabia que era possível, mas ele me fez admira-lo
ainda mais depois de sábado. Não vejo a hora de ele voltar logo para o Brasil e
eu ir assistir ao meu cantor preferido pela 3ª vez.
Fiquei meio perto do palco principal e pertinho desse 
outro que ele
vai no meio do povo cantar :D
Teca Machado. 
Autora do romance chick lit I Love New York, Teca Machado é uma devoradora de livros e filmes desde 1988 (Ok, mentira, desde 1994, quando aprendeu a ler). Alguém que compra livros pela capa, chora até com propaganda de margarina, é apaixonada por trailers, tem gostos mais adolescentes do que meninas de 14 anos, sonha com dinossauros e com o Bon Jovi, dá risada de si mesma, canta alto e dança no carro e pretende ser autora de Best Sellers. ;-)  * Dona do Blog Casos Acasos & Livros

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16.08.2014
* Viajar, comprar e passar a perna na Hermès – Como Entrei na Lista Negra da Hermès (Por Teca Machado)!

Por mais alma nerd que eu tenha, como
toda garota tenho um lado apaixonado pelo universo da moda. Como profissão, acabei
vertendo para o lado de livros, filmes, seriados e etc, mas isso não significa
que eu não possa juntar cultura + moda.

O livro Como Entrei na Lista Negra da
Hermès, de Michael Tonello, é bem essa mistura. Ele conta a história real do
autor, um maquiador americano que se apaixonou por Barcelona e largou os EUA
para viver na Europa. Foi tendo um emprego em vista, mas em menos de uma semana
deu tudo errado e ele ficou desempregado em um país onde ele não falava a
língua, não tinha amigos, havia assinado um contrato de aluguel de cinco anos e
sem nenhuma perspectiva de dinheiro.
Desesperado, Michael começou a vender
alguns pertences no eBay, inclusive um lenço da luxuosa e exclusiva marca
Hermès. Com isso, ele descobriu o fabuloso mundo da Hermès e das mulheres ricas
em todo lugar que pagam milhares de dólares sem dó nem piedade por qualquer
coisa que tenha o símbolo H e as embalagens laranja. Mas, melhor ainda, ele
encontrou o caminho curto, uma fórmula, como ele diz, para comprar as
famigeradas Birkins, as it bags,
queridinhas do mundo fashion, que custam, as mais baratas, em torno de nove mil
dólares e tem filas de espera de mais de dois anos para poder comprar.
A Birkin é algo como a Ferrari: não basta
você ter dinheiro para pagar, você tem que merecer, ter a classe necessária e a
loja só vende para quem ela quiser.
O autor conta como passou a viajar o
mundo todo atrás das Birkins e como enganou a grande corporação Hermès. Depois
de um tempo, ele diz que não fazia pelo dinheiro, fazia pela pirraça e
satisfação de passar a perna na companhia.
Como Entrei na Lista Negra da Hermès é
uma leitura despretensiosa, divertida e ótima para feriado prolongados e dias
preguiçosos na praia ou em uma rede. A linguagem é fácil e parece que Michael
Tonello sentou com você em um sofá e está te contando pessoalmente tudo o que
fez na louca corrida atrás das Birkins. Você fica com vontade de que ele seja o
seu melhor amigo e te leve junto para passear pelos mais variados países
comprando bolsas. Viagem e compras, quer algo mais divertido? ♥
Recomendo.
Teca Machado. 
Autora do romance chick lit I Love New York, Teca Machado é uma devoradora de livros e filmes desde 1988 (Ok, mentira, desde 1994, quando aprendeu a ler). Alguém que compra livros pela capa, chora até com propaganda de margarina, é apaixonada por trailers, tem gostos mais adolescentes do que meninas de 14 anos, sonha com dinossauros e com o Bon Jovi, dá risada de si mesma, canta alto e dança no carro e pretende ser autora de Best Sellers. ;-) 
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