17.02.2015
* PJ Leu: A Vingança Veste Prada! ♥
E a primeira indicação literária do ano é A Vingança Veste Prada, da autora Lauren Weisberger. Para quem não sabe é a continuação da história O Diabo Veste Prada, que virou filme em 2006. Comprei esse livro na Bienal do Livro em 2013, mas só consegui ler no final do ano passado. Enfim, vamos lá? ;-) 
Sinopse: A vida de Andy Sachs mudou muito desde os tempos de assistente da poderosa diretora Miranda Priestly. De seu passado na revista Runway restaram apenas pesadelos e ataques de pânico ao se lembrar da ex-chefe e, por incrível que pareça, uma amizade com Emily, antiga companheira de trabalho. Juntas, as duas resolveram fundar uma revista especializada em cobrir glamorosos casamentos. Sofisticada, estilosa e de bom gosto, The Plunge é uma Runway para noivas. Além do seu “novo” trabalho, Andy está prestes a se casar com Maxon Harrison, um dos “melhores” partidos de Nova York. 
Tudo parece estar em perfeita ordem, mas não por muito tempo. No dia do seu casamento e durante a lua de mel, surpresas acontecem nos momentos mais inoportunos. E como se não bastasse, parece que o pior dos pesadelos voltou para assombrar os dias dela e da Emily. Com o grande sucesso da The Plunge, o grupo Elias-Clark, onde Miranda reina, vê na revista um ótimo investimento. Com tudo isso, a vida de Andy vai virar de cabeça para baixo. Tudo está por um fio: sua amizade com Emily, sua nova vida e seu casamento! E tudo isso com a presença pavorosa de Miranda Priestly. 
Nome: A Vingança Veste Prada 
Autora: Lauren Weisberger
Editora: Record
Minha opinião: Antes de embarcar na leitura, li muita coisa ruim sobre a continuação. Mas eu adorei o livro! Me prendeu desde o comecinho até as últimas páginas. A amizade entre as duas me surpreendeu. Aliás, não esperem uma nova Emily, ela continua com o mesmo jeitinho, mas hoje em dia dá para ver que isso não significa que ela não tenha um bom coração. Max me conquistou, mas depois me decepcionou no mesmo grau. Emily idem, mas ela eu perdoei hahaha! A sogra da Andy é uma megera, por favor Deus, não me dê uma sogra assim, ok? Gostei muito de uma das surpresas do livro e, talvez, por isso eu queira tanto uma adaptação cinematográfica. Queria acompanhar a nova vida da Andy nas telinhas! E esse livro me mostrou que se uma história romântica não deu certo no passado, pode ser que no futuro seja a melhor história do mundo. E estou torcendo para que a autora escreva um livro contando o que rolou depois do “final”. Ah! Se no primeiro livro (e no filme) eu amava completamente o Nigel, nesse eu só vi o quanto que a gente pode se decepcionar com os personagens. Tudo bem que as pessoas erram, mas nesse caso falsidade tem nome e sobrenome, gente! Quanto a Miranda, não sei se tudo que ela fez foi de propósito, mas sinceramente? A vingança veste Prada hehehe! Mas no final, eu até acho que ela fez um bem para a Andy e todo mundo da vida dela. 
O livro me surpreendeu de uma forma bem positiva. Tudo bem que algumas coisas eu queria que tivessem sido diferentes. Por exemplo, o desfecho da história da The Plunge não foi o meu preferido, mas se a gente olhar para o mundo real, acho que coisas assim acontecem o tempo inteiro. Fica a lição, sabem? Mas tirando isso, gostei bastante da história! E como eu falei, estou mega ansiosa e torcendo para ter esse livro nas telinhas e um terceiro livro também! Só espero que não demore uns 10 anos para a Lauren escrever a continuação, né? hahaha ;p! Enfim, mega indico o livro, meninas! A leitura é leve, divertida e dependendo do ponto de vista podemos tirar lições valiosas em relação à vida profissional. Inclusive, acrescentar itens na nossa listinha de sonhos profissionais. O que eu acrescentei? Trabalhar numa revista estilo The Plunge e ser a minha própria chefe. Mas com um final diferente, por favor! ;-) 
Prontinho, gente! 
Quem leu, pode opinar à vontade! Quem não leu, fica a dica! ♥
Beijocas, 
Carol. 

18
12.12.2014
* PJ Leu: Becky Bloom – Os delírios de consumo na 5ª avenida! ♥
Oi, Gente! ;-)
E a dica literária da semana é para quem adora a personagem Becky Bloom, a consumista nº 1 do mundo dos livros. Terminei há pouco tempo, o livro Becky Bloom – Os delírios de consumo na 5ª avenida, da autora Sophie Kinsella. Para quem não sabe, esse é o segundo da série, que tem seis livros. 
Neste segundo livro, as contas da nossa protagonista foram equacionadas e ela ainda ganhou um quadro em um programa de TV e um lindo namorado. Porém, o seu lado consumista em excesso teima em atacar e incomodá-la com novos problemas. Dessa vez, do outro lado do Atlântico. Tudo está aparentemente normal, até que Luke, seu namorado, vai trabalhar em Nova York e resolve levá-la. Chegando lá, Becky dá de cara com vitrines, liquidações e pontas de estoque nova-iorquinas. E, claro, que rolam várias milhões de compras e, consequentemente, infinitas dívidas no cartão de crédito. Novas versões do mesmo problema, só que dessa vez, bem mais graves. E com consequências piores: ela perde o programa, nenhuma outra emissora aceita contratá-la depois do escândalo, fica sem namorado e  sem crédito. Mas Becky conta com o seu bom humor para superar! ♥
Autora: Sophie Kinsella
Editora: Record
;-) 
Sou suspeita, pois a Becky realmente é uma das minhas personagens preferidas do mundo literário. Eu li o primeiro livro da série há séculos. Então, não lembro de tudo nos mínimos detalhes, sabem? Mas tenho quase certeza que o roteiro do filme foi inspirado também no segundo livro (não sei se isso é óbvio, mas se for, desculpa hahaha). Adorei a história e ri muito com a protagonista. Fiquei com raivinha do Luke quando as coisas começaram a dar errado, mas depois suspirei muito por ele. Será que se eu comprar uma echarpe verde minha vida amorosa muda? Hahaha #brincadeirinha ;p! Achei a Becky mais madura, principalmente na hora do aperto, mas sem perder a essência maluquinha, sabe? Me identifiquei com ela arrumando a mala e quis um gerente de banco igual ao Derek Smeath (neste livro, ele é bem legal, principalmente, no final). Aliás, nunca vi o Derek como vilão, ele só fez o papel dele, né? O novo gerente que é um grosso. Enfim, gostei do rumo que a vida dela deu e acho que algumas fases catastróficas são fundamentais para a gente não se acomodar e para escolher o caminho que realmente vai nos proporcionar a tal da felicidade. Ah! E que o bom humor é muito importante mesmo. Tirando isso, os pais da Becky continuam fofos, a Suze também continua sendo uma boa amiga e o Michael (que trabalha com o Luke) é um conselheiro incrível. ;-) 
Ah! O livro nem precisava ser tão longo, mas valeu mesmo assim. Entrou na minha listinha de livros e filmes que me ajudam a refletir sobre a vida, principalmente a profissional. Para alguns pode até parecer uma história fútil, mas o livro vai além e a gente pode tirar lições valiosas. Depois do capítulo 13 então, nem se fala. E fora que a gente morre de rir. Os próximos da série já estão lá em casa para eu ler no próximo ano. E para quem só assistiu ao filme e/ou só leu o primeiro, seguem os nomes de todos dessa série. 
Na ordem: Os delírios de consumo de Becky Bloom, Becky Bloom – Delírios de consumo na 5ª avenida, As listas de casamento de Becky Bloom, A irmã de Becky Bloom, O chá-de-bebê de Becky Bloom e Mini Becky Bloom – Tal mãe, Tal Filha. ;-)
Quem já leu, pode opinar à vontade. Quem não leu, superindico! ♥
Um beijo,
Carol. 
P.S: crédito da 1ª imagem – Pequena Jornalista / crédito da montagem – Pequena Jornalista (fotos dos livros do site da Saraiva). ;-). 

P.S (2): Na próxima semana eu coloco mais uma edição do diário de viagem, ok? Essa semana eu não consegui. ;-)

18
11.11.2014
* PJ Leu: Trilogia A Seleção! ♥
No domingo, eu terminei de ler os três livros da série A Seleção, da autora Kiera Cass. Uma distopia pra lá de romântica, com direito a príncipe, rei e rainha. Ah! Também encontramos rebeldes e por aí vai. Enfim, a minha primeira trilogia completa. Amei, amei. ♥
Falando nisso, a distopia mostra os Estados Unidos após passarem por mais uma Guerra Mundial, pela colonização chinesa e por uma volta à monarquia, quando recebe o nome de Illéa. A população foi divida em oito castas e se prepara para a Seleção. Trinta e cinco garotas são sorteadas para participarem de um reality show que escolhe a esposa do príncipe Maxon. America Singer, da casta cinco, foi selecionada para participar contra a sua vontade, já que amava outra pessoa. Por incrível que pareça nem todas as garotas querem ser princesas. Porém, as coisas mudam de rumo e a vida dela nunca será a mesma. Aliás de nenhum personagem envolvido na história. ;-)

Para esse post, vou colocar a sinopse dos três livros e depois a minha opinião. Sem spoiler, prometo! Só o básico. Mas caso não queira saber nadica de nada, dá uma voltinha pelo blog e volte depois para ler esse post hehehe! Se quiser saber um pouquinho, continue lendo. 

A Seleção – Livro 1


Nem todas as garotas querem ser princesas. America Singer, por exemplo, tem uma vida perfeitamente razoável, e se pudesse mudar alguma coisa nela desejaria apenas ter um pouquinho mais de dinheiro e poder revelar seu namoro secreto. Um dia, America topa se inscrever na Seleção só para agradar a mãe, certa de que não será sorteada para participar da competição em que o príncipe escolherá sua futura esposa. Mas é claro que seu nome aparece na lista das Selecionadas, e depois disso sua vida nunca mais será a mesma. 
A Elite – Livro 2

A Seleção começou com 35 garotas. Agora, restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no Palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto. America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer – e ela está prestes a perder sua chance de escolher. 
A Escolha – Livro 3

Quando foi sorteada para participar da Seleção, America não imaginava que chegaria tão perto da coroa – nem do coração do príncipe Maxon. Com o fim do concurso cada vez mais próximo, e as ameaças rebeldes ao palácio ainda mais devastadoras, ela se dá conta de tudo o que está em risco e do quanto precisará lutar para alcançar o futuro que deseja. America já fez sua escolha, mas ainda há outras em jogo. Aspen, seu antigo namorado, terá de encarar o futuro longe dela. E Maxon precisa ter certeza dos sentimentos da garota antes de tomar a grande decisão, ou acabará escolhendo outra concorrente. 
Minha Opinião: A trilogia é incrível. E apesar de ser uma distopia, acho que vivemos num mundo bem parecido. Principalmente em relação às castas. Vivi uma relação de amor e ódio com alguns personagens. Mas nunca deixei de amar o príncipe. Foi amor à primeira vista hahaha. Me identifiquei com a America em alguns pontos e compreendi alguns defeitos. Outras vezes, tive vontade de jogá-la no meio dos rebeldes sulistas (pequena má hahaha). Aspen me irritou profundamente, desde o começo. Mas no final, até que gostei um pouco dele. Quis uma amiga igual a Marlee e pessoas iguais a Mary, Anne e Lucy ao meu lado. O rei é um babaca. A rainha uma fofa! Algumas concorrentes são más, outras não fazem diferença, outras são fofas desde o começo. E tem candidata que pode surpreender a gente no final. Sofri com a morte de personagens, outros compreendi a autora “matá-los”. O pai da America, meu Deus! Sem comentários. Tanto amor que não cabe. Anotei quase todos os trechos das cartas que ele escreveu. E os irmãos? Tirando o mais velho, todos são fofos. Mas a May é a minha preferida. E a mãe dela é dura na queda, mas graças a ela, a vida da America mudou para melhor. Fiquei com muito medo de ler o final e me decepcionar. Mas foi melhor do que eu imaginei. Chorei litros na última página, mas valeu cada letrinha. Por mais que seja uma distopia com foco em romance, a trilogia mostra que o final feliz vai além do “felizes para sempre”. Aliás, muito além! E um relacionamento tem tanto o lado bom e ruim, nem conto de fadas escapa dessa regrinha após o “happy end”. ♥
Quanto às capas, fiquei louca pelo vestido vermelho que aparece no livro A Elite. Quero muito, viu manhêêê? hahaha ;p 
E para terminar, queria agradecer a Camila e as outras meninas do Meg’s Army Book Club por terem me indicado a trilogia. Amei muito! Vamos rezar para ter filme, né? Falando nisso, gente, têm livros extras sobre a trilogia. 
Enfim, superindico a leitura! Quem já leu, conta o que achou. Quem não leu, fica a dica. ;-)
Um beijo, 
Carol Daixum. 
P.S: crédito das imagens – 1ª foto: Pequena Jornalista / Outras fotos: Site Saraiva

13
25.10.2014
* PJ Leu: Drinques para Três! ♥
Oi, Gente! 
E a dica literária do dia é Drinques para Três, da autora Madeleine Wickham, mas conhecida por seu pseudônimo Sophie Kinsella. O livro conta a história de três amigas: Roxanne, Maggie e Candice. No primeiro dia de todo mês, as três se encontram no Manhattan Bar para fofocar sobre a rotina do trabalho na revista Londoner e conversar sobre tudo o que acontece em suas vidas. Quer dizer, quase tudo, pois todas escondem grandes segredos. ♥

Por exemplo, Maggie é uma editora bem-sucedida, ela e o marido acabaram de se mudar para uma linda casa de campo. Tudo parece feliz e dentro dos eixos, mas por trás disso há uma mulher que esconde uma grande insegurança: a maternidade. Já Roxanne é a mais bem-resolvida do grupo. Trabalha como freelancer viajando pelo mundo para escrever matérias e mantém um relacionamento de anos com o “Sr. Casado com filhos”. 
Candice é uma jovem doce, com um grande talento para a escrita. Em uma noite no bar, ela reconhece uma das garçonetes, Heather, sua amiga na infância. E esse encontro traz à tona algo que ela julgava ter ficado no passado. Motivada a recompensar Heather por uma injustiça cometida pelo seu pai, Candice decide ajudá-la arrumar um bom emprego, chamá-la para morar em sua casa (totalmente de graça), entre outras coisas. Porém, ela não imagina que essas atitudes podem resultar em sérias consequências, como abalar para sempre a amizade do trio.
Livro: Drinques para Três
Autora: Sophie Kinsella
Editora: Record
*Crédito da Foto: Pequena Jornalista
Quando eu li a sinopse, jurava que a minha personagem preferida seria a Candice. Porém, achei ela bem burrinha e um pouco patética. Imagino a culpa que ela carregou durante anos, mas tudo tem limite. O romance que ela vive foi mega esperado por mim, mas quando finalmente aconteceu não gostei do desenrolar da história não. Sobre a Heather, a minha antipatia só não foi maior porque eu odiei a Candice. Entretanto, o final dela foi irritante. Mas comparando com o mundo real, infelizmente coisas assim acontecem o tempo todo. 
A Roxanne é a prova viva que por trás de toda segurança e tal, sempre tem algum segredinho, tipo uma defesa, sabem? Um sentimento que a pessoa foge mesmo. Achei bem interessante o desfecho que a autora deu para ela e para o “Sr, Casado com filhos”. Aliás, desconfiei de vários caras, mas passei longe. Ah! E eu senti uma invejinha da vida dela de “sou freelancer, viajo pelo mundo e ainda ganho para escrever sobre isso, chupem essa manga”. Nada mal, né? 
Me surpreendi muito com a Maggie. Adoraria ser amiga dela na vida real e tomar uns bons drinques. Acho que quando eu engravidar, vou sentir na pele essas inseguranças. Mas que mãe de primeira viagem não sente, né? Em relação ao marido dela, no começo rolou uma raivinha e desconfiei dele, mas depois me apaixonei por ele e, claro, pela baby. A sogra me irritou e achei ela muito sem noção, porém depois entendi as atitudes dela. Acho que é a sogra que eu pedi a Deus hahaha. Enfim, são os meus personagens preferidos do livro. ♥
Gente, Drinques para Três não é o meu livro preferido. Mas também não é o pior do mundo! Alguns capítulos são bem chatinhos, mas outros são bonitinhos. No final, rola uma lição bem bacana sobre amizade. Enfim, uma ótima distração para o fim de semana. 
Podem opinar à vontade! ^^
Um beijo, 
Carol. 
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3
01.10.2014
* PJ Leu: Freud Me Segura Nessa! ♥
Oi, Gente! 
A dica literária do dia é Freud Me Segura Nessa, da autora mega fofa Laura Conrado! Para quem não sabe, é a continuação do livro Freud Me Tira Dessa. Já falei sobre ele aqui. A leitura é tão leve e divertida quanto o primeiro! ♥
Depois de se apaixonar pelo terapeuta e passar por desventuras, Cat, agora encara uma série de descobertas sobre si própria e o mundo. Numa temporada fora do país (NY, baby!) e em meio a novas oportunidades, amores e amigos, nossa querida protagonista descobre que, mesmo distante, sentimentos não resolvidos de seu passado podem se fazer presentes. Ela confronta traições, inseguranças, dúvidas e os riscos das escolhas adultas diante do dinheiro, do sexo e do amor. Sendo assim, mais uma vez, Cat pede ajuda ao Freud para se segurar nos desafios da vida adulta. 
Crédito da foto: 
Pequena Jornalista! 
♥♥♥
– Livro: Freud  Me Segura Nessa 
– Editora: Editora Novo Século
– Trechos:  “Estava absolutamente entregue às nuvens de tempestades. Aprendia na prática que era impossível controlar o voo ou ter previsões acertadas sobre o céu.”  /  “Mas, ainda que minha caminhada parecesse em círculos, sabia que um dia, assim como a Dorothy, acharia meu trajeto para casa. A minha casa.” / “Modéstia demais é para disfarçar vaidade. Reconhecer no que se é bom e no que se é ruim é um ótimo sinal de maturidade.”  / “Você pode escolher se preparar para ser a pessoa que sempre sonhou ou andar por aí incomodada com os outros.”  / “Com medo de perder, você nunca irá ganhar.” /  “Ninguém tinha nada meses atrás – falei. – Talvez ainda não tenhamos muita coisa, mas descobrimos que não precisamos de Oz. As coisas acontecem durante o trajeto.” / “Catarina, a gente só suporta as coisas quando vê sentido nelas. Talvez seus planos aqui não façam mais sentido.” / “Isso mesmo. Quanto mais flexível nas ideias, maior a chance de ser feliz.” 
Adorei embarcar nas novas aventuras da Cat. E NY foi o cenário perfeito! Mais uma vez a série foi tipo uma terapia extra para mim. Não somente no quesito “vida amorosa catastrófica”, mas ajudou a pensar na minha vida profissional, relação com a família e com os amigos. A nossa protagonista amadureceu bastante, mas na minha humilde opinião, não só graças ao Freud e, sim, pelo fato dela estar mais disposta a assumir os riscos. Ah! Fiquei bem feliz com o final da história e com a surpresa boa que apareceu. Torcendo muito para Freud mantê-la nessa. 
Gente, é um livro que eu mega indico. A gente devora rapidinho, ri bastante, chora um pouquinho (mas eu sou chorona hahaha) e reflete muito também. E se você é fã do clássico “Mágico de Oz”, vai amar as referências. Ah! Quem não leu o primeiro não vai ficar perdido, mas acho que ler um seguido do outro é muito melhor! Tirei lições valiosas com essa leitura, como a vida é cheia de encontros e desencontros mesmo. Cada pessoa tem um papel fundamental ao entrar na nossa vida, nem que seja apenas para nos mostrar o que não queremos. Também confirmei que são através dos perrengues e dos riscos, que amadurecemos e descobrimos os nossos verdadeiros sonhos. 
Quem já leu, conta o que achou! Ainda não? Corre para a livraria! ♥
Um beijo, C. 

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