12.12.2014
* PJ Leu: Becky Bloom – Os delírios de consumo na 5ª avenida! ♥
Oi, Gente! ;-)
E a dica literária da semana é para quem adora a personagem Becky Bloom, a consumista nº 1 do mundo dos livros. Terminei há pouco tempo, o livro Becky Bloom – Os delírios de consumo na 5ª avenida, da autora Sophie Kinsella. Para quem não sabe, esse é o segundo da série, que tem seis livros. 
Neste segundo livro, as contas da nossa protagonista foram equacionadas e ela ainda ganhou um quadro em um programa de TV e um lindo namorado. Porém, o seu lado consumista em excesso teima em atacar e incomodá-la com novos problemas. Dessa vez, do outro lado do Atlântico. Tudo está aparentemente normal, até que Luke, seu namorado, vai trabalhar em Nova York e resolve levá-la. Chegando lá, Becky dá de cara com vitrines, liquidações e pontas de estoque nova-iorquinas. E, claro, que rolam várias milhões de compras e, consequentemente, infinitas dívidas no cartão de crédito. Novas versões do mesmo problema, só que dessa vez, bem mais graves. E com consequências piores: ela perde o programa, nenhuma outra emissora aceita contratá-la depois do escândalo, fica sem namorado e  sem crédito. Mas Becky conta com o seu bom humor para superar! ♥
Autora: Sophie Kinsella
Editora: Record
;-) 
Sou suspeita, pois a Becky realmente é uma das minhas personagens preferidas do mundo literário. Eu li o primeiro livro da série há séculos. Então, não lembro de tudo nos mínimos detalhes, sabem? Mas tenho quase certeza que o roteiro do filme foi inspirado também no segundo livro (não sei se isso é óbvio, mas se for, desculpa hahaha). Adorei a história e ri muito com a protagonista. Fiquei com raivinha do Luke quando as coisas começaram a dar errado, mas depois suspirei muito por ele. Será que se eu comprar uma echarpe verde minha vida amorosa muda? Hahaha #brincadeirinha ;p! Achei a Becky mais madura, principalmente na hora do aperto, mas sem perder a essência maluquinha, sabe? Me identifiquei com ela arrumando a mala e quis um gerente de banco igual ao Derek Smeath (neste livro, ele é bem legal, principalmente, no final). Aliás, nunca vi o Derek como vilão, ele só fez o papel dele, né? O novo gerente que é um grosso. Enfim, gostei do rumo que a vida dela deu e acho que algumas fases catastróficas são fundamentais para a gente não se acomodar e para escolher o caminho que realmente vai nos proporcionar a tal da felicidade. Ah! E que o bom humor é muito importante mesmo. Tirando isso, os pais da Becky continuam fofos, a Suze também continua sendo uma boa amiga e o Michael (que trabalha com o Luke) é um conselheiro incrível. ;-) 
Ah! O livro nem precisava ser tão longo, mas valeu mesmo assim. Entrou na minha listinha de livros e filmes que me ajudam a refletir sobre a vida, principalmente a profissional. Para alguns pode até parecer uma história fútil, mas o livro vai além e a gente pode tirar lições valiosas. Depois do capítulo 13 então, nem se fala. E fora que a gente morre de rir. Os próximos da série já estão lá em casa para eu ler no próximo ano. E para quem só assistiu ao filme e/ou só leu o primeiro, seguem os nomes de todos dessa série. 
Na ordem: Os delírios de consumo de Becky Bloom, Becky Bloom – Delírios de consumo na 5ª avenida, As listas de casamento de Becky Bloom, A irmã de Becky Bloom, O chá-de-bebê de Becky Bloom e Mini Becky Bloom – Tal mãe, Tal Filha. ;-)
Quem já leu, pode opinar à vontade. Quem não leu, superindico! ♥
Um beijo,
Carol. 
P.S: crédito da 1ª imagem – Pequena Jornalista / crédito da montagem – Pequena Jornalista (fotos dos livros do site da Saraiva). ;-). 

P.S (2): Na próxima semana eu coloco mais uma edição do diário de viagem, ok? Essa semana eu não consegui. ;-)

18
17.11.2014
* PJ Entrevista: Autora Bruna Karyne! ♥
Oi, Gente! 
Queria pedir desculpas pela falta de post nos últimos dias, mas dormi praticamente o fim de semana inteirinho. Viajar é muito bom, mas enfrentar mais de nove horas de viagem não é fácil. Falando nisso, vou passar mais uma temporada na minha amada Suíça! Uhul o/!! Ah! Quem tiver sugestões de posts, é só mandar e-mail ou colocar na caixinha de comentários. ;-) 
Enquanto isso, mais uma entrevista. Dessa vez, com a autora Bruna Karyne. Ela escreveu o livro “11 Contos e 1 Fábula”, que foi lançado em 2013. Todas as entrevistas me ensinam algo e essa me ensinou muito e deu aquele gás no meu desejo de ser escritora. Se você tem esse sonho, você vai amar esse post. Mesmo a realidade sendo dura, se você ama e tem convicção do que quer, as respostas da Bruna vão te dar um incentivo a mais. Enfim, vamos lá? ♥
Entrevista: 
Autora Bruna Karyne!
1. Qual foi a sua maior inspiração para escrever “11 Contos e 1 Fábula”? 
R: Bem, acho que a inspiração não veio de uma coisa exterior, mas de mim mesma, do universo de tudo o que eu sinto. Tudo o que foi escrito começou comigo, com alguma emoção que me afetou, positiva ou negativamente, e eu simplesmente precisei parar o que quer que eu estivesse fazendo para “dar vazão” a ela. Escrever também é uma forma de esclarecer algo: parece que no papel, nas vozes de outros personagens, as coisas finalmente tomam forma e falam por si só. Nunca houve nada específico que originasse os contos, nada além de uma sensação qualquer que se escreveu sozinha, através de mim. Todo o processo de criação consistiu nesse transe de sentir algo e se deixar levar: muito antes de racionar sobre o que eu estava fazendo, as palavras já tinham sido escritas e puxavam outras. Então, para os contos, não há uma inspiração propriamente dita, mas para o projeto do livro, sim, e aí preciso citar a minha mãe. Foi ela que colocou isso na minha cabeça, quando eu tinha lá os meus 12 ou 13 anos. Por acaso, ela falou que conhecia uma moça que tinha escrito um livro – e levado até uma gráfica – e distribuído para os amigos e me perguntou, brincando, por que eu não fazia o mesmo. Mas eu levei a brincadeira a sério hahaha. Só tinha 3 contos escritos e, a partir de então, me programei para juntar um certo número e lançar meu próprio livro. 
2. Uma curiosidade do livro que nunca contou para ninguém. 
R: Uma curiosidade é a origem do próprio nome do livro. A partir do momento em que coloquei na cabeça a ideia de lançá-lo, precisava ter uma base de quantos contos colocaria nele – e simplesmente arbitrei o número 11, porque é o meu preferido. Acabou que ele ficou só no titulo mesmo, já que depois percebi que tinha muito material sobrando e decidi incluir pelo menos parte dele nesse livro, que tem 14 textos no total. Confesso que foi muito difícil escolher entre as minhas próprias histórias, quais deveriam entrar e quais ficariam de fora, ainda mais porque sou uma indecisa nata. Outra coisa curiosa foi o número de vezes que eu mudei coisas no livro: cada vez que lia, modificava alguma coisa. Eu mandava corrigirem vírgulas. Foram provas e mais provas que a editora me enviou, em um esforço obsessivo de edição, re-edição, “re-re-edição” e talvez esse meu perfeccionismo tenha contribuído para a demora da conclusão de tudo. Mas valeu a pena: eu não me sentiria bem se achasse que não tinha dado tudo de mim pelo meu próprio projeto. 
3. Qual é a tarefa mais difícil e emocionante da vida de uma escritora? 
R: Aprender a ter paciência. Consigo, com o próprio texto e com o mundo. As histórias podem não estar fluindo, você pode estar sem vontade de escrever naquele dia – é um direito seu -, as pessoas podem não entender ou dar valor ao que você escreveu, editoras podem não responder e não há garantia de que o seu livro fará qualquer sucesso. É preciso aceitar toda essa realidade, e isso é um processo interno. Entender que, antes qualquer um, é você que deve valorizar o que escreveu e continuar valorizando mesmo que as coisas não deem certo – e eu acho isso muito difícil. Acho que o escritor é uma pessoa muito sonhadora e, justamente por isso, apresenta uma dimensão de fragilidade. É o sonho dele – o livro – que está sendo exposto, julgado, rechaçado – ou não. Esse livro também pode estar simplesmente sendo ignorado. E é muito fácil, diante disso, a pessoa se culpar, se cobrar e duvidar de si mesma, achando que não fez tudo o que podia ou que o seu livro não vale a pena. O mercado editorial é difícil e existem muitas outras variáveis em todo o processo além do escritor e do esforço/mérito dele. É preciso enxergar isso e entender que as dificuldades não diminuem o seu valor – acho que aprender isso talvez seja o mais complicado. 
A parte mais emocionante é a sensação de, mais do que um trabalho bem feito – porque escrever é um “ócio trabalhoso” -, é a verdade, quer dizer, a sensação de que aquilo que você escreveu realmente significa algo para você, assim como pode significar para muitos outros. Acho que o mais emocionante é ver que o seu texto toca outras pessoas, mas também você mesmo. E a magia está ai: em escrever sobre o que se sente e, de repente, perceber que essa angústia ou alegria não é exclusivamente sua. Diria até que é catártico. 
4. Para quem deseja ser uma escritora, o que não pode faltar? E como funciona todo o processo? 
R: Nossa, muitas coisas. Força, paciência, persistência, confiança no próprio trabalho, calma. Mas acima de tudo, amor ao que se faz – no fim das contas, é isso que segura as pontas. Todas essas as outras características você pode desenvolver pelo caminho: pode se desesperar primeiro para depois entender que é inútil, duvidar de si antes de acreditar que é capaz, sentir-se impotente sem perceber a força que tem. Pode pensar em desistir mil vezes e desistir de desistir mil e uma – o que acaba fazendo de você, por incapacidade de jogar tudo para o alto, uma pessoa persistente. E essa incapacidade se deve ao amor. Foi ele que fez você se dedicar àquilo, em primeiro lugar, e é ele que vai fazer você continuar se dedicando, apesar dos pesares. A motivação precisa ser o amor – não fama, dinheiro, sucesso. Isso tudo é desejável, claro, mas deve ser consequência, jamais a causa, precisamente porque não há garantia de nada. Você pode ganhar dinheiro – em diferentes níveis – ou não em inúmeros trabalhos, mas só alguns destes realmente te satisfariam intimamente. Se em tudo há risco, mais vale se arriscar em/por algo que se ama. Talvez isso soe como um clichê hipócrita, mas é no que realmente acredito e procuro por em prática. 
O processo é demorado e bem complicadinho. Diria que escrever é a parte mais fácil, porque só depende de você. Depois disso, os caminhos são a autopublicação ou as editoras – nos dois, o grande problema ainda será a divulgação. As editoras não têm estrutura para divulgar igual e eficazmente todos os livros que produzem – e muito menos você sozinho. Como um livro vai parar numa livraria? E, na livraria, como fazer para ele ser colocado em um lugar em que, pelo menos, seja visto – e não no canto escuro de uma prateleira escondida lá no fim da livraria? E, ainda que ele esteja em destaque na loja, como fazer o leitor em potencial se interessar? Todas essas são questões que independem do escritor. Ele fez o seu trabalho, escreveu. Depois disso, passou a depender sempre de outras pessoas: um gerente de compras de uma livraria que, por algum motivo, venha a se interessar pelo seu livro e decida colocá-lo na livraria; um leitor que decida que vale a pena gastar dinheiro e tempo com o seu livro. Mas muito antes disso: uma editora que ache que o seu livro vai vender e, por isso, aposte nele. Seu livro – se você não é famoso/razoavelmente conhecido ou escrever o que está na moda – é uma aposta “no escuro”. E, assim, como você apostou no seu sonho, outras pessoas precisam fazê-lo, coisa que nem sempre acontece. Isso tudo realmente me deixa tentada a dizer o óbvio: é arbitrário. 
5. Você sempre quis ser escritora? O que te motivou (e motiva) a escrever? 
R: Bem, eu sempre escrevi e gostei de escrever, mas até começar a desenvolver 11 contos e 1 fábula”, não tinha me tocado de que era isso que eu queria fazer. Estava naquela fase em que todas as profissões possíveis passavam pela minha cabeça hahaha. Já tinha uma inclinação a fazer Letras, mas mais para estudar Literatura do que escrever mesmo, embora uma coisa puxe a outra. Hoje faço Cinema, mas também é porque quero contar alguma coisa. As linguagens – de livro e filme – são diferentes, mas, no final, trata-se sempre de criar e dar forma – escrevendo no papel ou mostrando em uma tela – a algo, a princípio, meio intangível. Então, acredito que o propósito seja o mesmo. 
Acho que o que me motiva a escrever é justamente isso de dar forma e vazão às sensações que me acometem em determinados momentos. Elas explodem em mim do nada e, quando me dou conta, já estou escrevendo ou interpretando uma cena que surgiu na minha cabeça. Ou as duas coisas, porque quando escrevo ainda estou inundada pela imagem dos personagens que vou criando no meio do caminho. Acho que todo escritor se perde nos seus próprios devaneios mesmo, é como fazem “trabalho de campo”. No entanto, a parte mais gratificante de tudo é ver que há pessoas que se identificam com o que você escreve, que também sentiram ou já viveram aquilo. Por isso, escrever pode ser um processo individual, mas nunca individualista, muito pelo contrário: os textos – ou filmes – podem confortar e unir as pessoas, porque simplesmente as lembram de que não são só elas que se sentem daquela maneira ou vivem aquela realidade. Para mim, é como um lembrete de que você não está sozinho. 
6. Pensa em escrever mais livros? Vai seguir a mesma linha ou vai mudar de gênero? 
R: Que pergunta! Eu mesma já me perguntei isso umas mil vezes. No momento, não tenho nada em mente, mas acho que seria inevitável. Na verdade, espero que seja, porque não gostaria que esse fosse o meu único livro hahaha. Quero escrever bem mais. Sei que, se houver um próximo livro, ele será um romance, embora eu pretenda continuar escrevendo contos à parte. Tenho muitas ideias, mas elas ainda precisam ser bastante elaboradas. 
7. Se tivesse que salvar três livros, quais seriam os escolhidos? 
R: É uma pergunta difícil, porque eu ainda não tive tempo de começar a ler muitos que acho que amaria. Dos que já amo, escolheria A Sombra do Vento”, de Carlos Ruiz Zafón, um livro maravilhoso que me viciou no autor. A Redoma de Vidro”, de Sylvia Plath, que me encantou desde a primeira página.  E Clarice na cabeceira”, uma compilação de contos da Clarice Lispector, minha autora preferida. 
Para finalizar a entrevista, a Bruna mandou 
um recado fofo para a gente! 
Foi um prazer dar essa entrevista para o blog – a minha primeira – e poder falar mais sobre mim e “11 contos e 1 Fábula”. Leiam e sintam-se à vontade para comentar e conversar comigo sobre o livro. Espero que tenham gostado da entrevista e, quem quiser me conhecer ou saber mais do livro, pode ir à “Vila dos Autores”, no AMORio2, um evento só com novos autores, nos dias 6 e 7 de dezembro, de que vou participar. Espero vocês lá. Um grande beijo e muitos abraços!
Bruna. 

** 
Foi uma das entrevistas que eu mais amei as respostas. Principalmente, as respostas 3, 4 e 5. ♥
Muito obrigada, Bruna! Seu livro já está na minha listinha. ;-)
Falando nisso, quem quiser comprar, o livro está disponível no site da Saraiva, da Cultura e da própria editora, a Livre Expressão. Agora também na Estante Virtual, que distribui para o Brasil inteiro (o nome do vendedor é “Ronaldo Livreiro”). Os cariocas encontram também na Livraria Leone (shopping Millenium, na Barra da Tijuca) e na Carga Nobre (PUC). E como ela informou na entrevista, quem quiser conhecê-la de pertinho, nos dias 6 e 7 de dezembro ela vai participar de uma feira para Novos Autores. Mais informações: link do evento. Ah! Mais para frente, a Bruna vai entrar no mundo dos blogs. Desde já, seja bem-vinda! Quando tiver tudo certinho, coloco aqui no Pequena Jornalista o endereço. 
Gostaram? Podem opinar à vontade! 
Um beijo, 
Carol
P.S: Crédito da foto – Site da Saraiva. 
P.S: Agradecimentos: Erika, a minha psicóloga fofa, que me passou o contato da Bruna. Obrigadinha! ;-)

23
11.11.2014
* PJ Leu: Trilogia A Seleção! ♥
No domingo, eu terminei de ler os três livros da série A Seleção, da autora Kiera Cass. Uma distopia pra lá de romântica, com direito a príncipe, rei e rainha. Ah! Também encontramos rebeldes e por aí vai. Enfim, a minha primeira trilogia completa. Amei, amei. ♥
Falando nisso, a distopia mostra os Estados Unidos após passarem por mais uma Guerra Mundial, pela colonização chinesa e por uma volta à monarquia, quando recebe o nome de Illéa. A população foi divida em oito castas e se prepara para a Seleção. Trinta e cinco garotas são sorteadas para participarem de um reality show que escolhe a esposa do príncipe Maxon. America Singer, da casta cinco, foi selecionada para participar contra a sua vontade, já que amava outra pessoa. Por incrível que pareça nem todas as garotas querem ser princesas. Porém, as coisas mudam de rumo e a vida dela nunca será a mesma. Aliás de nenhum personagem envolvido na história. ;-)

Para esse post, vou colocar a sinopse dos três livros e depois a minha opinião. Sem spoiler, prometo! Só o básico. Mas caso não queira saber nadica de nada, dá uma voltinha pelo blog e volte depois para ler esse post hehehe! Se quiser saber um pouquinho, continue lendo. 

A Seleção – Livro 1


Nem todas as garotas querem ser princesas. America Singer, por exemplo, tem uma vida perfeitamente razoável, e se pudesse mudar alguma coisa nela desejaria apenas ter um pouquinho mais de dinheiro e poder revelar seu namoro secreto. Um dia, America topa se inscrever na Seleção só para agradar a mãe, certa de que não será sorteada para participar da competição em que o príncipe escolherá sua futura esposa. Mas é claro que seu nome aparece na lista das Selecionadas, e depois disso sua vida nunca mais será a mesma. 
A Elite – Livro 2

A Seleção começou com 35 garotas. Agora, restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no Palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto. America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer – e ela está prestes a perder sua chance de escolher. 
A Escolha – Livro 3

Quando foi sorteada para participar da Seleção, America não imaginava que chegaria tão perto da coroa – nem do coração do príncipe Maxon. Com o fim do concurso cada vez mais próximo, e as ameaças rebeldes ao palácio ainda mais devastadoras, ela se dá conta de tudo o que está em risco e do quanto precisará lutar para alcançar o futuro que deseja. America já fez sua escolha, mas ainda há outras em jogo. Aspen, seu antigo namorado, terá de encarar o futuro longe dela. E Maxon precisa ter certeza dos sentimentos da garota antes de tomar a grande decisão, ou acabará escolhendo outra concorrente. 
Minha Opinião: A trilogia é incrível. E apesar de ser uma distopia, acho que vivemos num mundo bem parecido. Principalmente em relação às castas. Vivi uma relação de amor e ódio com alguns personagens. Mas nunca deixei de amar o príncipe. Foi amor à primeira vista hahaha. Me identifiquei com a America em alguns pontos e compreendi alguns defeitos. Outras vezes, tive vontade de jogá-la no meio dos rebeldes sulistas (pequena má hahaha). Aspen me irritou profundamente, desde o começo. Mas no final, até que gostei um pouco dele. Quis uma amiga igual a Marlee e pessoas iguais a Mary, Anne e Lucy ao meu lado. O rei é um babaca. A rainha uma fofa! Algumas concorrentes são más, outras não fazem diferença, outras são fofas desde o começo. E tem candidata que pode surpreender a gente no final. Sofri com a morte de personagens, outros compreendi a autora “matá-los”. O pai da America, meu Deus! Sem comentários. Tanto amor que não cabe. Anotei quase todos os trechos das cartas que ele escreveu. E os irmãos? Tirando o mais velho, todos são fofos. Mas a May é a minha preferida. E a mãe dela é dura na queda, mas graças a ela, a vida da America mudou para melhor. Fiquei com muito medo de ler o final e me decepcionar. Mas foi melhor do que eu imaginei. Chorei litros na última página, mas valeu cada letrinha. Por mais que seja uma distopia com foco em romance, a trilogia mostra que o final feliz vai além do “felizes para sempre”. Aliás, muito além! E um relacionamento tem tanto o lado bom e ruim, nem conto de fadas escapa dessa regrinha após o “happy end”. ♥
Quanto às capas, fiquei louca pelo vestido vermelho que aparece no livro A Elite. Quero muito, viu manhêêê? hahaha ;p 
E para terminar, queria agradecer a Camila e as outras meninas do Meg’s Army Book Club por terem me indicado a trilogia. Amei muito! Vamos rezar para ter filme, né? Falando nisso, gente, têm livros extras sobre a trilogia. 
Enfim, superindico a leitura! Quem já leu, conta o que achou. Quem não leu, fica a dica. ;-)
Um beijo, 
Carol Daixum. 
P.S: crédito das imagens – 1ª foto: Pequena Jornalista / Outras fotos: Site Saraiva

13
29.10.2014
* Dia Nacional do Livro: Top 5 – Capas que eu amo! ♥
Oi, Gente!
Para quem ama uma boa história traduzida em palavras (lindas, engraçadas, aterrorizantes e por aí vai hahaha), uma informação importante: hoje é o Dia Nacional do Livro. Comemoramos esta data hoje, pois é uma homenagem a fundação da Biblioteca Nacional, em 1810. ♥
E para homenagear esta linda data, resolvi fazer um Top 5 com lindas capas de livros nacionais. A maioria dos livros é infanto juvenil, mas é esse tipo de leitura que eu embarco constantemente (e amo). E vamos combinar que as capas são as mais lindas e fofas. Não tem como não amar e julgar o livro por ela hahaha. ;-)
Crédito das fotos: Livraria Saraiva
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

1. Pó de Lua – Clarice Freire
Sinopse: Impossível não se encantar com a delicadeza dos pensamentos, do humor sutil e do traço despretensioso da autora. 
P.S: O livro me conquistou pela capa e quando eu abri: morri de amores mais ainda! ♥
2. Apaixonada por Histórias – Paula Pimenta
Sinopse: Como o título sugere, a autora desde pequena sempre teve enorme paixão por todos os tipos de narrativas. O livro traz 55 crônicas. 
P.S da Pequena: Todas as capas dos livros da Paula Pimenta são lindas e fofas. Conquista a leitora na hora, sem dúvida. Essa capa do novo livro consegue ser mais apaixonante do que “Apaixonada por Palavras”, um outro livro de crônicas também. Louca para ler esse! ♥
3. De Volta aos Sonhos – Bruna Vieira
Sinopse: O livro é o segundo volume da trilogia “Meu Primeiro Blog”. Na segunda parte, Anita viaja no tempo acidentalmente e acaba mudando seu destino mais uma vez. 
P.S da Pequena: Quatro palavrinhas resumem o meu amor por esta capa: sou apaixonada por Paris. Ah! Adorei a leitura. ♥
4. Para Todos os Amores Errados – Clarissa Corrêa 
Sinopse: A redatora e blogueira Clarissa Corrêa escreve sobre as desilusões de um romance avassalador. 
P.S da Pequena: Capa com chocolate em formato de coração e com um título tudo a ver com a minha vida? Me conquistou, levei, li e amei. ♥
5. Malas, Memórias & Marshmallows – Fernanda França
Sinopse: Já falei sobre ele aqui
P.S da Pequena: Para quem ama viajar, é uma das capas mais encantadoras. E o livro é tão lindo quanto a capa. ♥
** 
E para vocês? Quais são as capas de livros nacionais mais lindas e incríveis? Podem opinar à vontade! ;-)
Um beijo, 
Carol. 

3
25.10.2014
* PJ Leu: Drinques para Três! ♥
Oi, Gente! 
E a dica literária do dia é Drinques para Três, da autora Madeleine Wickham, mas conhecida por seu pseudônimo Sophie Kinsella. O livro conta a história de três amigas: Roxanne, Maggie e Candice. No primeiro dia de todo mês, as três se encontram no Manhattan Bar para fofocar sobre a rotina do trabalho na revista Londoner e conversar sobre tudo o que acontece em suas vidas. Quer dizer, quase tudo, pois todas escondem grandes segredos. ♥

Por exemplo, Maggie é uma editora bem-sucedida, ela e o marido acabaram de se mudar para uma linda casa de campo. Tudo parece feliz e dentro dos eixos, mas por trás disso há uma mulher que esconde uma grande insegurança: a maternidade. Já Roxanne é a mais bem-resolvida do grupo. Trabalha como freelancer viajando pelo mundo para escrever matérias e mantém um relacionamento de anos com o “Sr. Casado com filhos”. 
Candice é uma jovem doce, com um grande talento para a escrita. Em uma noite no bar, ela reconhece uma das garçonetes, Heather, sua amiga na infância. E esse encontro traz à tona algo que ela julgava ter ficado no passado. Motivada a recompensar Heather por uma injustiça cometida pelo seu pai, Candice decide ajudá-la arrumar um bom emprego, chamá-la para morar em sua casa (totalmente de graça), entre outras coisas. Porém, ela não imagina que essas atitudes podem resultar em sérias consequências, como abalar para sempre a amizade do trio.
Livro: Drinques para Três
Autora: Sophie Kinsella
Editora: Record
*Crédito da Foto: Pequena Jornalista
Quando eu li a sinopse, jurava que a minha personagem preferida seria a Candice. Porém, achei ela bem burrinha e um pouco patética. Imagino a culpa que ela carregou durante anos, mas tudo tem limite. O romance que ela vive foi mega esperado por mim, mas quando finalmente aconteceu não gostei do desenrolar da história não. Sobre a Heather, a minha antipatia só não foi maior porque eu odiei a Candice. Entretanto, o final dela foi irritante. Mas comparando com o mundo real, infelizmente coisas assim acontecem o tempo todo. 
A Roxanne é a prova viva que por trás de toda segurança e tal, sempre tem algum segredinho, tipo uma defesa, sabem? Um sentimento que a pessoa foge mesmo. Achei bem interessante o desfecho que a autora deu para ela e para o “Sr, Casado com filhos”. Aliás, desconfiei de vários caras, mas passei longe. Ah! E eu senti uma invejinha da vida dela de “sou freelancer, viajo pelo mundo e ainda ganho para escrever sobre isso, chupem essa manga”. Nada mal, né? 
Me surpreendi muito com a Maggie. Adoraria ser amiga dela na vida real e tomar uns bons drinques. Acho que quando eu engravidar, vou sentir na pele essas inseguranças. Mas que mãe de primeira viagem não sente, né? Em relação ao marido dela, no começo rolou uma raivinha e desconfiei dele, mas depois me apaixonei por ele e, claro, pela baby. A sogra me irritou e achei ela muito sem noção, porém depois entendi as atitudes dela. Acho que é a sogra que eu pedi a Deus hahaha. Enfim, são os meus personagens preferidos do livro. ♥
Gente, Drinques para Três não é o meu livro preferido. Mas também não é o pior do mundo! Alguns capítulos são bem chatinhos, mas outros são bonitinhos. No final, rola uma lição bem bacana sobre amizade. Enfim, uma ótima distração para o fim de semana. 
Podem opinar à vontade! ^^
Um beijo, 
Carol. 
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