02.07.2015
* Um drama chamado: processo seletivo! – Projeto Drama Queen #37! ♥
Procurar trabalho já é um drama, participar de um processo seletivo então… Nem se fala! 
Quem inventou essa história de entrevista de emprego e aquelas perguntas do tipo “qual é o seu animal preferido?”, sabia bem o significado da palavra “tortura“. E o inventor nunca tinha ficado desempregado na vida. E tudo deve ter sido bem fácil pra ele. Porque a pessoa não tem coração e nem piedade. É muita maldade, gente! Dá não!

Por Carol Daixum
Não tem como não ficar nervosa, mesmo que você seja a pessoa mais calma do mundo e tome mil calmantes (brincadeirinha). Eu até tento ficar zen, mas o nervosismo toma conta assim que eu desligo o telefone com a funcionária da tal empresa que entrou em contato comigo. Funciona assim: primeiro fico mega feliz! Afinal, alguém viu meu currículo! Ai depois fico imaginando o meu dia a dia no trabalho, as roupas que eu preciso comprar e ligo para a minha mãe e irmã contando. Depois bate um nervosinho: e se eles mandarem eu escrever uma redação de 30 linhas sobre a questão política do país? Ok, eu sei falar sobre o assunto. Mas a situação muda completamente quando você está sendo observada a cada piscada. É diferente escrever quando o emprego já é seu, né? Ou seja, já penso: nem fui contratada e já vou ser demitida. Ai para finalizar, vem a sua irmã e fala: não vai perder a hora, coloca mil despertadores. Gente, nem consigo dormir, porque eu tenho pesadelo achando que vou perder a hora, que perdi a oportunidade da minha vida e nossa… É muita pressão! 
Segunda parte: a roupa e maquiagem! Como a pessoa marca com você às 8 da manhã e te espera linda e sem nenhuma olheira? Sério, dá não. Ainda mais que na parte da manhã parece que os seus produtinhos de beleza não funcionam e a roupa que ficou ótima no dia anterior, resolveu te deixar estranha e com cara de criança. Quando dá tudo certo, você conseguiu pegar o ônibus, chegar num horário bom, a recepcionista pede para você aguardar um pouquinho. Mas só te recebem duas horas depois. Claro, acontece. Ainda mais com esse trânsito caótico e a correria do dia a dia. Mas, desculpa a sinceridade, tem empresa que abusa, gente! Posso até não ser mais contratada, mas acho que o respeito tem que ser dos dois lados. Tanto do candidato quanto do recrutador. Mas a gente respira fundo e fica lendo livro na salinha de espera. Ou sendo fuzilada pelos seus concorrentes. Que te analisam mais do que a pessoa que vai te entrevistar. 
Aí finalmente te chamam e perguntam: você veio para a vaga de analista de sistema? OIII??? Não, eu sou jornalista e, apesar de respeitar muito esse profissional, não faço a mínima ideia quais são as funções dele. Daí, a pessoa te pergunta: não te informaram a vaga? Ai você responde: não, só falaram que era para parte de comunicação. Então, ela pede mil desculpas e fala que te informaram errado. Mas que se tiver vaga nessa área, seu currículo já está cadastrado na empresa. Ou seja, todo sofrimento a toa. Porém, quando você menos espera te ligam de outra empresa para uma área que você sempre sonhou: redação de uma revista feminina. ♥
O processo é o mesmo. Tudo dá certo, a entrevista ocorre bem, você se sente segura e confiante. Ai falam que vão entrar em contato, porém não te falam o dia exato. Então, a ansiedade toma conta mais ainda. Passou um mês e nada da resposta e nem de responderem seu e-mail que você pergunta sutilmente “e aí?”. Nesse meio tempo, pintou outra vaga de emprego. Você passou. Não era bem o que você queria, mas do jeito que as coisas estão difíceis. Ai na sua primeira semana de trabalho, seu celular toca: é a chefe de redação da revista perguntando se você pode começar na segunda…. Ou seja??? Senta e chora!!! ;’D
*** 
Processo seletivo? Quando eu tiver a minha empresa, vou mudar esse esquema. hahaha ;-) Lembrando que sempre tem uma dose de exagero esses textos. Ok, pessoal do RH? Não me importo com atraso, de escrever uma redação (mesmo tensa hahaha) e por aí vai rsrsrs! ♥ As histórias sempre são baseadas na minha vidinha, porém a maioria dos detalhes é “fruto da minha imaginação“. 
Vale lembrar que o Projeto Drama Queen é uma parceria entre o Pequena Jornalista e o blog Casos, Acasos e Livros. E se você quiser sugerir um tema dramático ou mandar o seu relato, fique à vontade. Só mandar um e-mail para: projetodramaqueen@gmail.com ;-)!! 
Beijo, 
Carol. 

2
11.06.2015
* Dia dos Namorados: Expectativa X Realidade! – Projeto Drama Queen #34! ♥
Por Carol Daixum



– Oi, filha! 

– Oi, pai! 
– Vai sair com o namoradinho? 
– Pai, não estou namorando. 
 Mais um Dia dos Namorados sozinha? 
– Obrigada pai pela grande ajuda, tá?
– Brincadeira, minha drama queen. 
– Você adora a sua filha solteira, né?
– Ah! Um pouco… Você sabe que eu queria que você fosse para o convento, né? É brincadeira! 
– Sei, brincadeira! Affe! – suspiro com um olhar triste! 
– Meu amor, daqui a pouco aparece o seu príncipe encantado no cavalo branco, ok? 
– Pai, eu não tenho mais dez anos! Estou com quase 30, daqui a pouco 35, depois 40, 50 e já era! 
– Ah! Obrigada por me chamar de velho! 
– Não é isso pai. Todo mundo está encaminhado na vida. Eu? Não consigo sair nem do terceiro encontro. Por que Santo Antônio faz isso comigo? Poxa, eu nunca coloquei ele de cabeça para baixo, sempre tratei com carinho. Isso tinha que contar alguma coisa. E eu tenho vontade de processar a Disney e seus contos de fadas. ARGHHHHH!!! 
– Filha, calma. 
– Calma? É fácil para você…. Eu vou morrer sozinha, pai! Você vai realizar o seu sonho de ter a sua filhinha solteira para sempre. Feliz????  
– Você nem imagina o quanto. Ei, filhota! Eu sei que você não acredita, mas vai aparecer. 
– Quando? 
– Foi mal, minha bola de cristal não está funcionando hoje.   
– Palhacinho! 
– Vou no shopping comprar presente para a sua mãe. Quer ir comigo? 
– Não. Vou preparar o meu dia de fossa e bolar minha conversa com aquele Santo. 
– Manda lembranças e fala que eu agradeço a forcinha! – meu pai me dá uma piscadela e eu jogo o travesseiro nele, rindo para não chorar. 
Meu Dia dos Namorados funciona assim: como pizza, tomo sorvete, ataco o saco de fandangos e o prato de brigadeiro. Assisto pela milésima vez “Ele não está tão a fim de você”, choro quem nem uma boba, fico enrolada no cobertor dando carinho na minha companhia: meu cachorro. Deixo o telefone fora do gancho para evitar a ligação da minha tia solteirona. Todo ano, ela pede para eu anotar uma simpatia “que casou a filha da amiga de uma amiga dela” e ela sempre me garante que “essa funciona mesmo”.  Depois coloco música de corno e canto alto aproveitando que meus pais não estão em casa e, provavelmente, os vizinhos também não. JÁ QUE EU SOU A ÚNICA SOLTEIRA NO MUNDO!! A pessoa que inventou colocar o Halloween no dia 31 de outubro, nunca levou um pé na bunda. Respiro fundo e pego o culpado: Santo Antônio. Converso civilizadamente com ele, mas coloco o dito cujo de cabeça para baixo (para mostrar quem manda). Meu ritual acaba e durmo contando os minutos para o dia seguinte.

Acordo e ganho café da manhã na cama, um cupcake e faço contagem regressiva para o relógio mostrar a hora que eu nasci: 11:31. Depois escuto meus pais cantando “parabéns” seguido de um discurso bem drama queen deles falando que não acreditam como o tempo passa rápido, que a filhinha deles já tem 29 anos e os dois começam a chorar. Ai eu foco na minha idade, cai a ficha que estou ficando velha, que não tenho filhos, um casamento incrível e um marido de deixar qualquer príncipe encantado no chão. Falo para eles, enxugando meu rosto: sabem qual é a minha realidade? Nem pedreiro faz “fiu fiu” pra mim. Daí, eles falam que sou exagerada, dramática e blá-blá-blá. Desconverso, vou para o banho, respiro e lembro que essa data é a minha preferida, independente de qualquer coisa. Sabem aquela história de nada como um dia após o outro? Então! ♥

Esse Santo Antônio! =D

***
Lembrando que todos os textos do Projeto Drama Queen têm uma dose de exagero e a vida real é apenas uma inspiração para criá-los. Está solteira nesse dia terrível: organiza uma fossa do bem. Com filme, comidinhas e a sua melhor companhia: você! Tem um namorado incrível e planeja um dia lindo e romântico: aproveita! ♥ E vê se puxa o bonde, conta sua simpatia e bate um papinho com Santo Antônio, Cupido por mim? Vai que eles te escutam. Brincadeirinha hahaha! Feliz dia adiantado, pombinhos. ;-)

♥♥♥

O Projeto Drama Queen é uma parceria entre o Pequena Jornalista e o blog Casos, Acasos e Livros. Quer participar da coluna? Manda o seu texto dramático para a gente: projetodramaqueen@gmail.com. E quem quiser ler os outros dramas que já passaram por aqui, é só procurar na caixa de busca aqui do lado. 
Beijos, 
Carol. 

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21.05.2015
* Vida de Blogueira – Cinco Draminhas! – Projeto Drama Queen #31 ♥
Sabe esse verbinho “blogar”? Me deixa tãoooo feliz, gente! Colocar um pijaminha, sentar o bumbum na cadeira, ligar o laptop e me desligar do mundo. Uma sensação maravilhosa. Mas como nem tudo são flores, vida de blogueira não é fácil. Muitas vezes precisamos ajeitar a coroa de cinco em cinco minutos. Encarar caras de paisagens quando você diz “sou blogueira” para algum parente e amigo que não entendem muito bem o que é isso. Dar “F5” mil vezes para ver se chegou algum comentário e quando chega é um simples: sdv! Pensando nisso, resolvi listar cinco draminhas que nós, meras mortais da blogosfera, temos diariamente. Senta aí, que lá vem desabafo. ;-) 
(Por Carol Daixum)
1. “Adorei o post. Te seguindo, segue de volta?” 

Eu queria entrar na cabecinha da pessoa que faz isso. Sério, eu não consigo entender esse comentário. Ainda mais de pessoas que têm um blog e sabem o trabalho que dá. Uma vez, respondi uma TAG e falei justamente sobre isso e vocês acreditam que teve gente que fez exatamente o que eu estava reclamando? Se você tem carinho e dedicação com o seu blog, sabe que não é fácil criar um post. Eu leio mil vezes antes de postar para ver se tem algum errinho. Escolho imagens. Ainda tem o tal do bloqueio. Amo escrever, mas às vezes a inspiração simplesmente te deixa na mão. Ai quando tudo fica bonitinho, do seu jeitinho, vem uma pessoa dessa? Queria que nessas horas tivesse uma teclinha dando um CHOQUE quando esse ´”ser” clicasse em “publicar comentário”. Tem que ver isso aí Apple e amiguinhos! ;-)


2. “Meu Deus, você não sai desse computador e nem larga esse celular!”

Oi??? Você sabe o trabalho que eu tenho? Impossível fazer tudo em uma horinha. Eu não sou uma blogueira “SDV”. Faço tudo com muito carinho e sou muito perfeccionista. Leio mil vezes um post antes de publicar, escolho imagens. Ainda visito blogs amigos e pessoas que visitaram o meu cantinho. E leio palavra por palavra e faço um comentário decente. Tudo bem, Ninguém é obrigado a entender o que a gente faz. Eu não entendo o trabalho de muita gente, mas respeito. Minha irmã faz estatística e ama números. Eu entendo esse amor? Não, claro que não. E nem por isso vivo falando “larga esses gráficos e blá-blá-blá”. Já taquei muitas coroas lá longe, mas hoje em dia eu faço “cara de paisagem” para quem não entende. Dica de ouro, gente! ♥
3. “Cadê o meu post que estava aqui?”

Esse foi o meu draminha mais recente. :( Ainda é um assunto muito delicado pra mim. Fiz um post lindo de morrer, recebi comentários superfofos e fiquei tão feliz. Daí, no dia seguinte eu fui deletar um rascunho e acabei deletando o meu post queridinho. Deu um aperto no coração, um vazio. Fiquei com tanta raiva do blogspot não ter uma pastinha de “posts que eu deletei sem querer” e odiei quando procurei no Google “como resgatar posts excluídos” e descobri que era melhor começar do zero. Enfim, não gosto muito de falar sobre isso. Ainda dói muito! Não desejo isso para ninguém. Vamos para o próximo drama? #fuénmilvezes #ajeitaacoroa  ;-)

4. “Oi? Snapchat? Peri o quê?”
Sabe quando a Alemanha ganhou do Brasil e cada vez que a gente respirava era mais um gol? Então, é assim que eu me sinto a cada semana. É muita rede social, gente! Tudo bem, eu amo esse mundinho, mas tudo tem limite. Ainda estou estudando a possibilidade de criar um canal no Youtube e as minhas blogueiras preferidas, autoras e amigas já estão gravando coisas lá no tal do Periscope (não tinha um nome mais bonitinho não?). Deixa eu respirar, sou lerdinha. Ainda estou descobrindo coisas no Instagram. Grata pela compreensão. ♥

5. “Sonhando acordada!”

Gente, eu queria tanto ganhar dinheiro com o meu blog. Mas acontece que eu não sei cobrar. Tô por fora desse tal de “mídia kit” e morro de medo do meu cantinho virar aqueles cadernos de anúncios, sabem? Não tenho nada contra as pessoas que fazem publipost, não mesmo. Elas estão certíssimas. Sonho em trabalhar de pijama. Mas acho que algumas acabam perdendo a essência. E tem outra coisa: eu amo criar conteúdo e quando entra essa parte mais técnica: eu fico perdidinha. Qual é a melhor hora para postar e publicar na Fan Page, engajamento, aparecer primeiro no Google, domínio e por ai vai. É muita coisa para uma cabecinha só. Mas espero que um dia a minha fada madrinha apareça e resolva tudo para mim. #ajeitaacoroa ;-) 
Agora conta pra gente, qual é o seu maior drama de blogueira? 
***
Apesar de todos os draminhas diários, eu amo fazer parte dessa blogosfera e não pretendo sair nunca (caguei para o Peri sei lá o que hahaha). Conheci muita gente bacana e que faz parte do meu dia a dia. Dá trabalho, mas quando a gente recebe um comentário fofo, faz tudo valer a pena. ♥ #ownpegaolencinho #pequenadramáticavaichorar hahaha ;p
♥♥♥♥♥
Lembrando, que o Projeto Drama Queen é uma parceria entre o Pequena Jornalista e o blog Casos, Acasos e Livros. E todos os posts têm uma dose extra de exagero hahaha. E quem quiser ler os outros 30 textos, é só procurar na caixinha de busca aqui do lado. Ah! Quer participar dessa coluna? Manda um e-mail para a gente contando o seu drama: projetodramaqueen@gmail.com. ;-) Vamos dominar esse mundo, gente!!! 
Beijos, 
Carol. 
P.S: crédito das imagens: Pinterest e We ♥ It. 
crédito das montagens – Projeto Drama Queen 

32
26.03.2015
* O drama de ser dramático – Projeto Drama Queen #23 (Por Teca Machado)! ♥
O drama de ser dramático
Por Teca Machado

Vivemos falando aqui na coluna Projeto Drama Queen sobre o drama de
ser isso, o drama de ser aquilo, mas nunca falamos sobre o drama de ser
dramático! É, minha gente, não é fácil ter que *ajeitar a coroa* o tempo todo,
se melindrar com os pequenos aspectos da vida e ainda ouvir as pessoas
reclamando que você faz tempestade num copo d’água.
Me desculpa, sou assim, o meu coração é sensível e sempre será. Quase
canto a música de Gabriela toda vez que alguém me manda engolir o choro ou
parar de fazer drama. “Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou
ser sempre assim…” Deal with that, my friend! Desses olhinhos sempre cairão
lágrimas por qualquer motivo aparentemente besta. Costumo dizer que não tenho
culpa de fazer drama, meus canais lacrimais vieram com defeito. Eles só
respondem a si mesmos, não a mim.
Um ponto muito importante de ser dramático é que qualquer coisinha que
sai fora do roteiro nos descabela. Se você assiste Friends, vai entender quando
eu disser que nesse ponto me identifico com a Monica (Courtney Cox). Se acho
que a pessoa está chateada comigo, mesmo por algo bobo, fico sem paz, quero
fazer de tudo para que ela me ame loucamente de novo. E sei que a Carol Daixum
me entende, já que ela é igualzinha e nossos papos sempre tem um “Você está
chateada comigo? Desculpa”. Bom que as duas loucas se completam.
Claro que eu preferia não me deixar ser atingida por quase tudo nesse
mundo, mas o que posso fazer? Sou basicamente feita de manteiga, derreto fácil
fácinho. Então o que me resta é abraçar esse meu lado dramático e ser feliz
assim. Lady Gaga já dizia em Born This Way, “just love yourself and you’re set”
(Apenas ame você mesmo e você está pronto). Estou me amando, estou me amando!
Ser dramático não é uma escolha. Você é. A drama queen pode até tentar
mudar isso, mas é basicamente impossível. Traços de personalidades não são
mutáveis, atitudes sim. Então você pode até ter aprendido a segurar o choro,
não reclamar em voz alta ou dar chilique. Por fora pode até ser uma pessoa
ponderada, mas com certeza por dentro você estará se remoendo. Eu sei do que
estou falando, já tentei.
***
Lembrando que o Projeto Drama Queen é uma parceria entre o blog Pequena
Jornalista e o Casos Acasos e Livros. Achou que nós somos exageradas demais?
Relaxa, é de propósito, aí que está a graça! Quem quiser ler os textos
anteriores, é só procurar na caixa de busca ao lado. Quer participar dessa
coluna? Mande um e-mail para pequena.jornalista@gmail.com.
Quer ver um tema que te faz ter dramas? Dê sugestões.
Em breve teremos novidades, fique de olho!
Beijos,

Teca Machado. 
Autora do romance chick lit I Love New York, Teca Machado é uma devoradora de livros e filmes desde 1988 (Ok, mentira, desde 1994, quando aprendeu a ler). Alguém que compra livros pela capa, chora até com propaganda de margarina, é apaixonada por trailers, tem gostos mais adolescentes do que meninas de 14 anos, sonha com dinossauros e com o Bon Jovi, dá risada de si mesma, canta alto e dança no carro e pretende ser autora de Best Sellers. ;-)  * Dona do Blog Casos Acasos & Livros

23
20.03.2015
* Projeto Drama Queen: Não quero mais brincar disso não! #22 ♥
Por Carol Daixum 
Se eu pudesse dar um conselho para as crianças, seria: não cresçam! É a maior cilada, gente! Vida de adulto é um porre. Não tem nada de legal e engraçado. Totalmente diferente do que a gente imagina quando é mais nova. Nossos dramas só aumentam. Quando eu era pequena (sinto cheirinho de bullying no ar). Ok, criança! Enfim, voltando ao assunto… Quando eu era mais nova, adorava aquela brincadeira do papel que um “unidunitê” decidia o meu futuro. Tipo, com quantos anos eu iria casar, quantos filhos eu teria, o nome do cara que ia me esperar no altar, lugar que seria o meu lar doce lar, o meu trabalho e por aí vai. 
Hoje eu tenho um Ó-D-I-O dessa brincadeira!! Na boa, espero que a pessoa que inventou isso esteja pagando por cada canetinha que ela me fez gastar. Cada planinho que ficou preso na bosta daquele papel. O negócio só enrola a gente. Pelas minhas contas, já era até para eu estar me divorciando, gente! Levando a Dudinha no colégio e já de rolo com o segundo nome da lista de pretendes. Eu seria escritora e colunista da Capricho. E morando em Dallas.  
Realidade? 28 anos, só acho sapo (cadê o meu príncipe no cavalo branco, hein Walt Disney???). Ah! A única “pessoa” que recebeu o nome de Maria Eduarda, até o momento, foi uma pedra renal. Estou longe do Texas, mas tudo bem hoje em dia eu prefiro Itália mesmo. Se ferra aí, brincadeirinha do papel!! Emprego? Sonho em publicar meus livros, mas no momento? Mandando currículo que nem uma corna. Que saudade quando a minha única preocupação rezar para o “unidunitê” cair no nome do menino mais lindo do colégio. Estudos dizem que não está fácil. Ô vida! Ai, gente! Alguém me livra dessa brincadeira? Posso voltar a ser café com leite? Grata! ;´-p  
Notas Drama Queen: 

– Eu tive pedra no rim e coloquei o nome de Maria Eduarda. A pedra é minha e eu faço o que quiser! 
– Minha filha vai ser proibida de assistir Disney. A primeira viagem dela vai ser para Las Vegas para ela ter noção dos “príncipes”. 
– A nota anterior é brincadeirinha. ;-) Er… Mais ou menos! Mas ela vai se acostumar desde pequeninha que os príncipes nem sempre vem nos salvar de uma rainha má.
– Se alguém não conhece essa brincadeirinha do papel: agradeça de coração! Você não sabe a sorte que tem. Mas caso você tenha curiosidade, olhe a última imagem do post. Ah! Minha filha que não apareça com uma brincadeirinha dessas em casa.
– Vale lembrar que todos os posts do Projeto Drama Queen têm uma dose de exagero. Vocês me pegaram num dia de TPM e “não quero mais brincar de ser adulto não”. Mas crescer tem as suas vantagens. ;-) 



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Lembrando que o Projeto Drama Queen é uma parceria entre o Pequena Jornalista e o blog Casos Acasos e Livros. Ah! Quem quiser ler os textos anteriores, é só procurar na caixa de busca ao lado. Quer participar dessa coluna? É só mandar um e-mail para pequena.jornalista@gmail.com
E podem opinar à vontade! ♥
Beijos, 
Carol. 

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