04.06.2015
* Barata… Por que essa criatura existe?? Por quê??? – Projeto Drama Queen #33! (Por Sincer Ramalho) ♥
Sabe o que intriga a gente nessa vida? Barata! Alguém explica por qual motivo esse inseto asqueroso existe? Sabemos que elas não fazem “nada”, mas dá muitoooo nojinho e bate um pânico quando uma aparece! Dramática que é dramática já deu, pelo menos, um gritinho tenso ao avistar uma criatura dessas. Voadora então, nem se fala! Essa semana, recebemos o relato da Sincer, dona do blog A Casa é Minha. É muito bom morar sozinha (com as amigas também), mas se aparece esse bicho: o medo domina, o coração acelera e só acalma quando a gente tem certeza de que a dita cuja morreu. Quem nunca, né? Sincer, você não está só. Abra o seu coração! ;-) #ajeitaacoroa #porumavidasembaratas #boicotandoasbaratas  
Barata… Por que essa criatura existe? Por quê??? 
(Por Sincer Ramalho) 

Tem coisa mais gostosa que morar sozinha? Sua casa, suas coisas, suas regras. Pode ir ao banheiro de porta aberta, andar só de calcinha pela casa e não ter que se preocupar em colocar a camisola mais linda (ou comportada) que tiver no armário. Mas se tem uma coisa péssima na vida é… Morar sozinha. Oi? Como assim? Querida, ainda que você more com os pais ou seja casada, se já apareceu uma barata no exato momento em que não tinha ninguém em casa você sabe o que estou dizendo. 
A história é a seguinte: estava eu sentada à mesa, lendo um site interessantíssimo sobre decoração, quando surge ela: a temida barata. Na hora fiquei sem saber o que fazer, pois morava numa república com duas meninas que também têm pânico desse bicho. Grite uma que estava no apê tomando banho, mas, claro, foi em vão. Afinal, ela estava no chuveiro. Pensei comigo: “Se eu não matar, ninguém o fará. E ela ficará viva, andando pela casa; pode até entrar no meu quarto. Gzuis!”. Então fui na ponta do pé até onde ficava a vassoura e POOOOW! Dei o primeiro golpe. Fato que ela morreu ali. Mas pra ficar “bem morta” bati mais umas 500 vezes. Não sei como não quebrei a vassoura (ou o piso). Genteeeen, que alegria eu senti naquele momento. Me senti grande. Que me perdoem os defensores ortodoxos dos animais, porém barata pode, ainda mais quando a pessoa morre de medo desse bichinho. 
Já de volta à minha cidade, morando no meu apêzinho com um namorado, eis que surge esse bicho nojento de novo. Mas dessa vez, eu estava sozinha em casa e ela apareceu justo na janela do meu quarto. Mas peraí! Eu moro no terceiro andar. Pra essa bicha estar na janela do quarto só pode ter chegado aqui voando. E agora, senhor? Peguei minhas cachorras, tranquei a porta do quarto e saí em busca de ajuda. Bati na porta do vizinho, mas a criatura não estava em casa; só a mulher dele que não foi muito simpática comigo quando soube que eu queria a ajuda do marido ou do filho dela para matar uma barata. “Minha senhora, ela é enoooorme e voadora“. Nem me deu bola. OMG! E agora? 
Voltei pra casa desolada, morrendo de medo da barata ter resolvido sair do quarto e dar um passeio na minha varanda enquanto eu estava pedindo ajuda. 
Essa é uma desvantagem de morar sozinha (ou dividir apê com quem tem pavor do mesmo bicho). A quem recorrer quando surge uma barata? Agora imagina se o meu namorado não morasse comigo naquela época. Senhor! Eu teria sido expulsa de casa por uma barata. 
Sincer Ramalho. 
Sou uma louca, que mesmo tenso “serviço de quarto” na casa da mãe, decidiu que era hora de se aventurar longe do ninho e foi morar sozinha com mais duas cachorras em um apê carioca.  ;-)
*** 
Quem apoia a campanha “por uma vida sem baratas”? o o Entendemos muito bem o seu draminha, Sincer. Abraço coletivo hahaha! ♥
Lembrando que o Projeto Drama Queen é uma parceria entre o Pequena Jornalista e o blog Casos Acasos e Livros. Toda 5ª feira, um texto bem dramático, com uma dose extra de humor e exagero. Quem quiser ler os outros draminhas que já apareceram por aqui, é só procurar na caixa de busca aqui do lado. Quer participar da coluna? Manda o seu drama para: projetodramaqueen@gmail.com. ;-) 
Beijos, 
Carol e Teca. 
P.S: crédito das imagens – 1. Montagem Projeto Drama Queen / 2. Pinterest / 3. Sincer Ramalho 

7
29.05.2015
* Não pise num ouriço-do-mar – Projeto Drama Queen #32 (Por Teca Machado)! ♥
(Por Teca Machado)

Você está na praia, toda feliz e bronzeada, vendo tanto acima da água quanto embaixo um dos cenários mais lindos que já viu na vida. Fica tão vidrada com o recife e com a vida marinha que nem percebe que tinha um ouriço no meio do caminho, no meio do caminho tinha um ouriço. E entre o caminho e o ouriço, pior ainda, tinha o seu . Um pé com pé de pato, ou seja, só com a pontinha do calcanhar para fora. Mas como Murphy é malandrinho e adora aplicar a Lei dele em você só para saber quanto drama você faz, você pisa no ouriço, justo com a pontinha do pé que estava para fora. 
Droga, Murphy! 
Esse foi um dos meus dramas mais recentes. Estava numa viagem para Punta Cana com o meu noivo e o pessoal do seu trabalho. Tudo lindo, tudo maravilhoso, um passeio de barco em mar aberto em piscinas naturais. Era apenas o segundo dia de viagem ainda. Aí eu fui e pisei em um ouriço-do-mar
Posso dizer uma coisa para vocês: Doeu para caramba
Numa paisagem dessa eu NÃO estava preocupada com ouriço-do-mar
;-) 
O recife onde eu pisei estava logo ali à direita….
;-( 
Dei um berro, sem saber porque estava doendo (Ai, Jesus, um tubarão mordeu meu pééé???) e levantei o calcanhar para fora da água. Quando olhei, uns seis espinhões enormes metade para dentro da pele e metade para fora. Meu noivo me rebocou para o barco em que estávamos e juntou aquele tanto de gente para ver o que aconteceu com a desastrada que não consegue passar uma viagem sem machucar, cair ou sofrer um acidente. 
O motorista do barco, um dominicano, tirou as espinhas, passou um antibiótico e pediu para eu não colocar o calcanhar no chão pelo resto do dia. Não que eu tivesse a intenção de fazer isso, estava latejando. Vi que tinham quatro pontinhos pretos ainda no pé, perguntei se era espinho e o cara disse que não, que era tinta do ouriço, para nem preocupar que saia. Ok. Não deixei isso estragar o resto do passeio. Continuei nadando, me diverti e tudo o mais, mesmo que doendo. 
Enfiei meu pé em vinagre (Porque segundo os locais e o Google, ele dissolve o espinho), mas não adiantou. No outro dia estava doendo e inchado. E no seguinte também. E no outro. Até o fim da viagem, já estava colocando o pé no chão, mesmo que meio incomodo. 
Parece piscina, mas é mar. E o meu pé já estava carimbado aí. 
;’-)

Voltei para casa quase uma semana depois do ocorrido, vida normal, vida que segue. Mas o troço ainda estava incomodando. Tinha certeza que tinha espinhos lá dentro do pé. Até que não aguentei mais. Fui ao hospital, no Pronto Atendimento. “Vai ser simples. Fazer um cortezinho, tirar e voilá”. Fui sozinha, bem tranquila. Chegando lá, o médico disse que estava bem fundo e que ia precisar fazer uma mini cirurgia para tirar. Oi? “E vai doer muito, viu? Calcanhar é sensível”. Que “legal”. Quando o médico diz que não vai doer, sempre dói. Se ele diz que vai doer muito, o que será de mim? 
Fiquei tensa, mandei mensagem para o noivo: “Cadê você para segurar minha mão?” e para a amiga “Bel, estou sozinha, vou tomar anestesia e a minha bateria está acabandoooooo”. Fora que a minha mãe não podia vir me acudir e o meu pai estava fora da cidade. 
No fim das contas, DOEU PARA CARAMBA. Eu não falo palavrão, mas na hora que o médico aplicou a anestesia local quatro vezes, uma para cada espinho, xinguei mentalmente, confesso. No fim saí de lá com o pé enfaixado, mancando e latejando. E voltei dirigindo para casa ainda. 
No outro dia tive dois casamentos e um evento de trabalho. Fui com a faixa no pé, fazer o que. Passei mais quatro dias mancando, mas acho que agora, mais de uma semana depois, está 100%. Ou quase. 
Então, uma dica para a vida de vocês: Não pise num ouriço-do-mar. 

***
O Projeto Drama Queen é uma parceria dramática, exagerada e humorística entre os blogs Casos, Acasos e Livros e Pequena Jornalista, com participação especial de outras blogueiras que queriam dar o seu relato. Procure os outros textos na na barra lateral de busca. Tem um drama para nos contar? Envie para projetodramaqueen@gmail.com. 
Teca Machado. 

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14.05.2015
* “Vai ralando na boquinha da garrafa”, mas sem a parte sensual – Projeto Drama Queen #30 (Por Juju Bittar)! ♥
Nem só de problemas amorosos ou de sensibilidade extrema vive uma drama queen. É, minha gente, tem drama para todos os setores da vida. Todos mesmo. E hoje quem vem contar um drama bem “peculiar”, vamos dizer assim, é a Juju Bittar, do sensacional blog As Besteiras Que Me Contam. ♥
Juju, pode começar. Mas peraí que eu vou ao banheiro primeiro…. Hahaha. 
“Vai ralando na boquinha da garrafa”, 
mas sem a parte sensual
(Por Juju Bittar)

Eu resolvi escrever este post para o Projeto Drama Queen porque hoje eu me dei conta sobre qual o maior drama da minha vida!
O maior drama da minha vida deve ter começado quando nasci… Minha mãe deve ter sofrido com a troca de fraldas, pois eu sou uma pessoa que faz xixi pra caramba. Você não pode imaginar as enrascadas que eu já me meti por causa da minha vontade de fazer xixi. Antes que você se preocupe, eu devo avisar que minha saúde é impecável! Isso não é nenhum tipo de doença, meus rins é que são verdadeiras máquinas de filtragem! E eu sou feliz por isso… Obrigada rins! Porém o resultado do trabalho deles faz com que eu conheça o submundo dos banheiros
Quantas vezes fiz meus amigos motoristas pararem na estrada para que eu pudesse fazer meu pipi bem depois deles terem conseguido ultrapassar aquele caminhão enorme que estava na nossa frente atrapalhando a passagem?
E quantas vezes eu fiz minha mãe segurar a porta do banheiro só para provar que “Não!! Não é psicológico!! Escuta aqui o Barulhinho!!”?
Banheiro de balada? Conheço cada cabine! E antes que você pense “Nossa essa Juliana deve beber uma cerveja como ninguém!” vou te decepcionar, mas eu fico só no refri mesmo. 
Imagine cada lugar triste que eu me enfiei. Banheiros de postos de gasolina (posto de gasolina, sem restaurante, onde homens e mulheres usam o mesmo “quadradinho”, sabe qual é? Bem ruim mesmo), banheiros químicos (aquelas cabines verdes, sem papel e sem torneira, que quando estão limpas, já estão com um cheiro ruim), banheiros masculinos (Aham, porque o feminino é sempre lotado e eu tô sempre apertada.), entre outros tantos banheiros que existem por aí. 
Mas o meu grande segredo vou contar aqui para vocês, em primeira mão, já que as únicas pessoas que conhecem essa história até hoje é minha tia Célia e minha prima Cacá. Como estou abrindo meu coração, preciso dizer que foi a pior situação que passei em toda essa minha vida de Drama Queen Xixizenta. 
A história começa no fim do feriado de carnaval. Estávamos na praia (Guarujá), minha tia Célia (A Motorista), eu (A Co-pilota) e minha prima Cacá (A Passageira). E não sei o motivo, mas minha tia decidiu que voltaríamos para casa (São Paulo) na terça-feira a noite, dia em que o MUNDO sobe a serra para trabalhar na quarta-feira de cinzas a tarde. Ou seja, cerveja! Estava um trânsito do caramba. 
Como sempre, horas antes de viajar eu paro de beber água (é sério!), e segundos antes de entrar no carro, vou ao banheiro para tentar adiar ao máximo a parada na estrada. 
Enfim, a viagem do Guarujá para São Paulo é uma viagem curta, se a estrada estivesse livre, tudo teria dado certo! Mas a estrada estava parada. Depois de umas duas horas praticamente sem andar, a vontade de ir ao banheiro veio com toda a força. Mais meia hora e os carros do nosso lado começaram a desligar o motor, não tinha saída. Estávamos no meio da serra, travadas, com carros do lado, não dava nem para ir para o acostamento e fazer no matinho. Mais meia hora e comecei a suar frio, não consegui nem ficar reta no banco. Aí eu já não estava mais olhando para o relógio, cada minuto parecia uma hora. A motorista e a passageira estavam preocupadas, não tinha o que fazer. Até que minha tia deu a ideia (Brilhante) “Será que não temos nenhum potinho tipo Tupperware*, você podia fazer dentro e tampar.” Mas não tínhamos nenhum potinho. Até que minha prima linda, achou o quê embaixo do banco?! Uma garrafinha de água vazia. E adivinha? Foi exatamente essa garrafinha que me salvou. 
Lógico que eu vou poupar você dos detalhes, mas vou dizer que foi praticamente um “vai ralando na boquinha da garrafa” sem a parte sensual!!
Sei que deu certo, a garrafinha encheu até a boca (510mL). 
E é esse tipo de coisa que eu passo, para depois ter que ouvir “Essa vontade é psicológica”, “Você não faz xixi antes de sair de casa?”, ou pior “De novo? Você acabou de ir ao banheiro!”. 
Por isso que hoje, me vendo dentro de um micro banheiro do metrô, agachada na pontinha do pé, com uma mão segurando a mochila cheia na parte da frente do corpo e a outra mão segurando apoiada na porta, que eu resolvi contar meu drama. 
Aí… Com toda a minha elegância, ajeito minha coroa e saio do cubículo tentando não tocar em nada, bem diva, batendo cabelo e totalmente aliviada. 
Juju Bittar. 
28 anos, casada, um pouco temperamental, determinada e louca pra sair escrevendo tudo que der na telha. 
;-) 
***
Juju, adoramos o seu relato. Volte sempre e continue divando e ajeitando a coroa, mesmo que seja no banheiro. ;-) 
E você, quer participar também do Projeto Drama Queen? Mande um e-mail com o seu relato para projetodramaqueen@gmail.com. Esses relatos de dramas da vida cotidiana são uma parceria dos blogs Casos, Acasos e Livros e do Pequena Jornalista. 
Beijos,
Carol e Teca. 

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