18.09.2014
* Pensamentos soltos (traduzidos em palavras): Confusão! ♥
Às vezes eu me sinto perdida. Que nem uma barata tonta! Eu sei quais são os meus sonhos e metas. Mas eu não sei o caminho, esqueceram de me dar o mapa. Quero ser independente, morar sozinha, construir uma família, mas não dou conta nem do meu quarto. Quero escrever e publicar livros, mas e se nenhuma editora aprovar? Quero viajar e dominar o mundo, mas morro de saudade das viagens com a minha família (esperar a mala atrasada era menos angustiante). Na maioria das vezes, o meu foco é mais no que eu tenho medo do que no meu objetivo. Como escolher significa renunciar algo, a escolha fica mais difícil ainda. Decidir é um verbo que eu não domino bem. Quero tudo ao mesmo tempo! Quero morar fora, mas queria levar a minha família e os meus amigos num potinho. Mas seria egoísmo da minha parte. Eu sei quais são as minhas dúvidas e, na maioria das vezes, eu até sei as respostas. Aliás, sei quase tudo na teoria, mas na hora de praticar, meu Deus… É tão difícil quanto uma equação de matemática. Até pior! Mudo de ideia (e solução) como mudo de roupa. Penso, penso e não chego a nenhum lugar. E quando eu chego, no outro dia não faz mais sentido. Não sei se as minhas escolhas até hoje são as certas. E tenho medo de continuar errando, se é que eu estou errando. Quero sair da zona de conforto, mas até quando ela é ruim é “confortável”. Quero arriscar mais, ir atrás dos meus sonhos. Mas é tanto obstáculo, que às vezes prefiro ir com calma, um passo de cada vez. Aí para piorar a situação, eu lembro que eu tenho 28 anos. Que a calma pode ser crucial. Ok, eu não sou velha. Mas também não sou nenhuma garotinha de 15 anos. O tempo passa rápido, tenho medo de não conseguir nada do que eu quero. Dizem que o caminho é o melhor da viagem. Até concordo, mas eu estou passando por uma estrada bem esburacada. Perdida, sem saber qual rota seguir. Direita ou esquerda? Coração ou a razão? Alguma sugestão? Estou aceitando! ♥ 
Semana que vem tem mais pensamentos soltos traduzidos em palavras. 
Um beijo, Carol. 
P.S: O texto é meu e o crédito da ilustração é da Mônica Crema. ;-)

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