20.04.2015
* Para assistir: Cada um na sua casa! ♥
E como amanhã é feriado, resolvi “roubartilhar” o último post da minha coluna do blog Sem Clichê. Para quem não sabe, toda quarta-feira eu indico um filme por lá. ;-) 
Então quer assistir uma história leve, divertida e que agrada todo mundo? A minha dica é: a animação Cada um na sua casa. A história é a seguinte: o planeta Terra foi invadido pelos Boov, uma espécie de extraterrestre, que estão em busca de um lugar para chamar de “lar doce lar”, pois estão fugindo de seus maiores inimigos. No meio disso tudo, o atrapalhado alien Oh, que foi banido devido aos seus erros, encontra a jovem adolescente Tip, que durante a invasão acabou se separando da sua mãe e ficando apenas com seu bichinho de estimação. Sendo assim, os dois embarcam em uma divertida aventura com duas missões: achar a mãe da Tip e consertar mais uma atrapalhada do Oh. 
A princípio, os Boov lembraram muito os minions, do filme “Meu Malvado Favorito”. Com uma linguagem diferente e engraçadinha. Mas só lembrou mesmo, nada muito igual. Os personagens centrais são encantadores e muito divertidos. O Oh é apaixonante e muito desastrado. A Tip é uma fofa e bem decidida! E os diálogos dos dois são imperdíveis. Uma amizade improvável, mas que deveria servir de exemplo para muita gente. Ah! O capitão Smek, líder dos Boov, é o fugitivo mais comédia da vida. E destaque para três cenas: o primeiro contato do Oh, com uma música dançante, a Tip fazendo uma maquiagem para esconder a verdadeira identidade do alien mais fofo do planeta e a do posto de gasolina. 
Não assisti em 3D, mas acho que deve valer muito a pena. Mas me diverti na sessão “normal” também. ;-) Ah! Geralmente, eu gosto de assistir esses filmes infantis em versão dublada mesmo. Porém, como tem Jim Parsons (do seriado The Big Bang Theory), emprestando a sua voz para o Oh, acho que deve ser imperdível. Também tem Rihanna e J.Lo. Falando na J.Lo, a música “Feel The Light”, que faz parte da trilha sonora, é bem fofa.
Mega recomendo o filme. Para alguns pode até ser considerado bobinho, mas eu tirei lições valiosas. E a principal foi: mesmo que a probabilidade de conseguir tal coisa seja mínima, a gente tem que ir lá e fazer. Aquela velha história: se tiver com medo, vai com medo mesmo. Enfim, uma história que rende boas risadas e um ótimo momento com a família, amigos, namorado ou até mesmo sozinha! ♥
Já assistiu? Conta o que achou! Ainda não? Corre! 
Beijos,
Carol. 
P.S: Crédito da Imagem – Adoro Cinema! 

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07.04.2015
* PJ Leu: Não se esqueça de Paris! (+ Novidade + Dia do Jornalista)! ♥
E a dica de leitura da semana é Não se esqueça de Paris, da autora Deborah McKinlay. A princípio o que me chamou atenção foi a capa e o título, mas a história foi além e já posso dizer que foi uma das minhas leituras preferidas desse ano. Vamos lá? ;-) 
Autora: Deborah McKinlay
Editora: Globo Livros
Sinopse: Eve Petworth vive reclusa em sua casa na Inglaterra. A simples ideia de cruzar a porta da frente a deixa em pânico. Ela divide seu tempo entre os livros, a culinária – suas grandes paixões – e os preparativos para o casamento da sua única filha, Izzy, apesar de considerá-la muito nova para assumir um compromisso tão importante. Em seus sonhos românticos, Eve deseja que a filha tenha uma vida amorosa mais emocionante que a sua. 
Jackson Cooper é um bem-sucedido escritor norte-americano que passa por uma crise existencial. Vive rodeado por pessoas que o admiram (especialmente as do sexo feminino), mas sente-se solitário e preso a uma relação que não o faz feliz. Nesse estado, e sem criatividade para dar prosseguimento ao seu novo livro, Jackson, sendo amante da boa comida, se aventura a preparar as mais requintadas receitas, que degusta sozinho, já que sua namorada vegetariana não prova os pratos que ele prepara com tanto esmero. 
Em um rompante de coragem, Eve decide escrever uma carta para Jackson, um de seus autores preferidos, elogiando uma passagem de uma de suas obras. Apesar de estar acostumado com o assédio das fãs, algo na carta de Eve a conquista, e uma longa troca de correspondência se inicia entre eles, na qual dividem, além de receitas, segredos, mágoas e confissões. À medida que se conhecem, Jackson, cede à curiosidade e decide marcar um encontro com Eve. Como vivem em continentes diferentes, ele a convida para um jantar em Paris, capital mundial da gastronomia (e dos amantes). Eve e Jackson terão de vencer seus próprios medos e inseguranças para finalmente viver a história de amor com que sempre sonharam. 

Minha opinião: Gente! Tem Paris no meio, estou dentro. Capa linda então? Nem se fala! ;-) Mas o livro foi além e me conquistou a cada página. Achei que fosse um livro água com açúcar, mas me enganei. Ele até trata os assuntos sérios de uma maneira leve, mas nada muito menininha. No começo, demorei para entrar no ritmo, mas quando a leitura fluiu, me apaixonei pela história até o fim. Amei os personagens centrais! E o fato deles se corresponderem por carta foi uma das melhores partes. A filha Izzy é bem mimadinha, mas ela tem os seus motivos. O pai dela, deu raivinha no começo, mas depois perdoei. A mãe da Eve? Essa aí coloca as vilãs da Disney no chão, na minha humilde opinião. O Dex, amigo do Jackson, é bem fofo. Mesmo ele tendo apresentado a tal namorada vegetariana (achei ela meio blasé). Gwen, que trabalha na casa da Eve, é a amiga que todo mundo deveria ter. Sério! ♥ 
O final é surpreendente. Quando eu pensei “sério que a história vai terminar assim?”, a autora foi lá e me deu um tapa na cara. Final inacreditável, lindo e de arrancar suspiros (e no meu caso, algumas lágrimas hahaha). Amei e amei! E como sempre, tirei lições valiosas! A primeira é que todo mundo erra. Somos de carne e osso, não tem jeito! Mas o perdão é a melhor saída e o tempo também. Aliás, o tempo é o melhor remédio. As ideias ficam mais claras, sabem? A outra lição é que uma pessoa pode ser muito cruel com você, mas essa mesma pessoa pode ser a melhor coisa que aconteceu na vida de outra pessoa. E por fim: a gente nunca está sozinha! Sempre tem alguém que está lá para ajudar, é só olhar direitinho. Ah! Fiquei morrendo de vontade de me corresponder por carta novamente! Outra coisa: mesmo eu sendo fresquinha, fiquei com vontade de preparar as receitas que aparecem na história. 
Mega indico, gente! Ah! Pelo que eu li a história pode virar filme. Se isso for verdade, vou adorar! :}
E para terminar o post do dia, tenho uma novidade: sou a nova colunista do blog Sem Clichê. Toda semana, vou indicar um filme para vocês! Corre lá, gente! Uhul o/! Ganhei o melhor presente no Dia do Jornalista. Falando nisso: é hoje! Aceito parabéns! hahaha E parabéns para todos os jornalistas que cumprem direitinho essa apaixonante e árdua tarefa. ♥
Beijos, 
Carol. 
P.S: crédito da primeira imagem – Pequena Jornalista / crédito da segunda imagem – peguei no Facebook. ;-)

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