02.06.2015
* PJ Entrevista: Autor Guilherme Ramos! ♥
E a entrevista da semana é com o mais novo escritor brasileiro Guilherme Ramos, autor do livro Alltruísmo (isso mesmo, com dois “L’s”), lançado recentemente pela Novos Talentos da Literatura Brasileira (selo da editora Novo Século). O leitor vai encontrar páginas repletas de poesias e crônicas, com um tema superimportante: altruísmo. ;-) Bom, não preciso dizer mais nada, né? Um ótimo post para vocês (e leitura também)! ♥
Entrevista: 
Autor Guilherme Ramos!

1. Como surgiu a ideia de escrever o livro “Alltruísmo”? Qual foi a sua inspiração?
R: Na realidade, foi muita transpiração. Se a gente fizer um resumo do panorama mundial, infelizmente, é fácil de presenciar um mundo ausente de harmonia: guerras, brigas, imposição de verdades, disputa de ideologias e, até mesmo, nem um “bom dia” para a pessoa que a centímetros passa diante de nossos narizes. E, além disso, quando perguntei a uma entrevistada na minha última empresa (estava na função Gestão de Pessoas) sobre o que era “altruísmo”, para minha surpresa, ela não soube responder. Meses depois, ao me desligar da empresa, e por sempre ter trabalhado com criação e redação publicitária, resolvi tentar falar e dar um fôlego nas relações humanas dentro das empresas; isto é, apontar alguns erros existentes dentro da área de recursos humanos e, também, levar alguns pontos que acho pertinente para boa relação entre funcionários. E, com essa motivação, junto com muita transpiração, surgiu a ideia – um livro – que aborda as relações humanas em outras esferas também. 
2. Esse “L” a mais tem algum significado? Conte um pouco! 
R: Eu não quero contar o final do filme (risos). Mas, a ideia foi criar algo novo para despertar a atenção do leitor para uma palavra que está esquecida não só no nome, mas, também, na conduta e atitude que nos encontramos hoje. Se eu pudesse resumir esse “L” a mais, diria: de tudo que você tem, dê um pouco ao outro. 
3. Acha que atualmente a nossa sociedade é altruísta?
R: Acredito que estamos caminhando pra isso. As pessoas estão procurando algo a mais – seja lá o que for e como entendemos esse “algo mais”. E, por esta razão, é natural que devemos deixar nosso egoísmo de lado. Mas, ainda temos um longo caminho pela frente para que a nossa sociedade deixe o umbigo – de cada um – em paz e passe a olhar um pouco mais pro outro. Tem uma passagem no livro, do Professor Hermógenes, que é uma excelente carona pro assunto: “A verdadeira liberdade é estar na unidade. Preciso deixar de me sentir diferente dos outros. Cultivar o amor. O amor reaproxima, vence a distância e a ignorância”. 
4. Qual foi o seu maior desafio nesse processo todo de publicar um livro? 
R: Ter a coragem de vencer os medos, dúvidas, e claro, de juntar todas as ideias que foram aparecendo para dar uma sequência sobre o assunto. Um desafio muito prazeroso! 
5. Tem vontade de publicar outros livros? Se sim, vai seguir esse mesmo gênero (crônicas, poemas)? 
R: Criar e escrever são uma atividade prazerosa que me gerou, com o “Alltruísmo”, pontos de plenitudes (felicidade) que jamais havia sentido. Tenho vontade de continuar a jornada e, se assim for, acredito que não vou me arriscar numa maratona logo de cara. Acredito que contos e poemas fariam parte deste novo projeto. Mas, tudo é possível neste mundo!
6. Para quem tem o desejo de publicar livros, tem alguma dica de ouro? 
R: Ler bons livros (escritores), ter coragem, acreditar em si mesmo e disciplina diária para escrever. 
7. Se tivesse que salvar três livros de um incêndio, quais seriam os escolhidos? 
R: Primeiro que eu não gostaria de estar no tal incêndio, mas, se lá estivesse, salvaria: ‘O Senhor dos Anéis’, por ter me dado o gosto pela leitura; ‘Memória de Minhas Putas Tristes’, Gabriel Garcia Márquez; e ‘Falar Sozinhos’, Andrés Neuman. E, tantos outros, principalmente o time Russo de escritores, que ficarão queimados, mas estarão bem guardados em meu coração! 
O autor e a obra! 
Lançamento do livro em São Paulo 
;-) 

É isso, gente! Espero que tenham gostado. ♥ E agora eu quero saber: vocês acham que a nossa sociedade é altruísta? Podem opinar à vontade! Na minha opinião, acho que não muito. Mas não podemos generalizar. Acho que cada um tem que fazer a sua parte e o que a consciência (limpa) manda. ;-) Falando nisso, achei bem interessante o tema e quando eu acabar a minha pilha de livros, vou comprar, sem dúvida. Leituras assim são sempre bem-vindas na minha vidinha. E eu amei a capa!!! Enfim, quem quiser comprar o seu é só clicar aqui ou aqui. E muito obrigada pela entrevista, Guilherme. Muito sucesso nessa nova carreira e que ela seja longa. ;-)
Beijos, 
Carol. 
P.S: crédito das fotos: 1. Site Novos Talentos da Literatura Brasileira / 2. Autor Guilherme Ramos. ^^ 
P.S (2): agradecimento: Friend Teca Machado, que me apresentou o autor. Thank’s, Teca!! ^^

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20.02.2015
* PJ Entrevista: Autora Carine Raposo! ♥
“Teria sido uma noite como qualquer outra, se ele não tivesse aparecido. E se eu não completamente sozinha. Com um estranho em um Penhasco e sem lembrar de como fui parar ali. No início, pensei que tudo fosse apenas um sonho. Quando despertei, já era tarde.”  

Já deu para perceber que a entrevista de hoje é para o leitor que adora (e não dispensa) uma leitura cheia de mistério, suspense e romance. Dessa vez, quem respondeu algumas perguntinhas para o PJ foi a autora Carine Raposo, que escreveu O Penhasco, primeiro livro da trilogia. Carine é uma leitora voraz, apaixonada por romances e atraída por mistérios desde sempre. Viciada em seriados e amante de cinema, ela veio da geração Potterhead (aquelas pessoas apaixonadas por Harry Potter). Ela leu tanto, que passou a sentir as histórias vivas dentro dela. Sendo assim, resolveu deixá-las sair. O resto? Ela conta um pouquinho para a gente agora! ;-) 

Entrevista: 
Autora Carine Raposo!

1. Pela sinopse já da para perceber que o leitor irá encontrar muito mistério no livro “O Penhasco”. Além de mistério, o que vamos encontrar nas páginas? Conte um pouquinho. 
R: O Penhasco é um romance com suspense e fantasia. Em algumas cenas do livro o leitor também irá se deparar com momentos engraçados, principalmente quando o Ben e a Amanda aparecem. Os dois são uma comédia! rs 
2. Aliás, como surgiu a ideia de escrever essa história? 
R: Essa pergunta é interessante. A ideia veio de forma inesperada. Eu já havia tentando escrever um livro quando tinha 16 anos, mas acabei não gostando da história e passei os anos seguintes como devoradora de livros. Até que um dia, eu estava deitada sem sono no meu quarto e decidi tentar outra vez. E a ideia veio. O Penhasco era um lugar que eu gostava de imaginar antes de dormir. Eu passei algumas semanas “viciada” no Penhasco, até um personagem invadir meus pensamentos. Bem parecido com a forma que ele aparece para Liza no livro. Daí em diante, só parei de escrever ao concluir a história. 
3. Tem alguma curiosidade do livro que contou para poucas pessoas? Pode revelar para a gente?
R: Claro! Eu voltei várias vezes na história antes de considerá-la completa e mudei muitas coisas. Por exemplo, quando comecei a escrever, a Liza (personagem principal) era narrada em terceiro pessoa. Hoje no livro está em primeira pessoa. 
4. Você sempre quis ser escritora? Se tivesse que dar três dicas de ouro para quem quer publicar livros, quais seriam? 
R: Eu sempre fui apaixonada por livros, mas não esperava me tornar escritora. Hoje em dia não consigo me imaginar fazendo outra coisa. Dicas de ouro que repito para mim a cada vez que encontro uma dificuldade: planejamento, paciência e perseverança. Aprendi isso com o coaching literário que comecei a fazer após concluir O Penhasco
5. Tem vontade de escrever outros livros? Se sim, já tem em mente uma nova história? Vai mudar de gênero ou seus leitores podem esperar muito mistério no próximo livro? 
R: Na verdade, tenho ideia para vários outros. No momento estou concluindo o segundo livro da trilogia, que será recheado de mistério, e uma nova obra um pouco diferente do Penhasco, sem suspense, mas com um vilão bem assustador. Tenho muita vontade de escrever uma comédia também. E tenho outro livro sendo publicado gratuitamente no Wattpad, que se chama Olhar de Fogo. Esse foi inspirado no Halloween. 
6. Aliás, por que essa paixão por livros de mistério? 
R: Não sei explicar rsrs! Histórias misteriosas sempre me atraíram de uma forma quase sobrenatural. Como li muitos livros assim (gosto daqueles que não deixam a gente dormir), o meu primeiro não podia ter saído diferente. 
7. Se tivesse que salvar três livros de um incêndio, quais seriam os escolhidos? 
R: Com certeza eu salvaria: Olhai os Lírios do Campo, do Érico Veríssimo. Sou apaixonada por essa obra. Salvaria também: A Sombra do Vento e acho que qualquer um de autoria do Stephen King. Sou grande fã desse autor. Preciso resgatar mais do que três livros rs! A saga Fallen e Hush Hush não podem ficar de fora. 
** 
Todo mundo sabe que o meu tipo de livro preferido é literatura chic e tal. Mas eu fiquei ansiosa para ler esse suspense. Além da capa ser linda, a história realmente parece ser daquelas que prendem. Assim que eu terminar de ler os que eu tenho aqui em casa, vou comprar, fato. Depois conto para vocês, ok? ;-) 
Agora contem: gostaram da entrevista? Eu adorei. Muito obrigada, Carine! Muito sucesso para O Penhasco, Olhar de Fogo e todos os próximos livros. ♥ Quem quiser saber mais um pouquinho e comprar um exemplar é só clicar aqui. Ah! E quem já leu, conta aí nos comentários também. 
Um beijo, 
Carol. 
P.S: Agradecimento especial: Teca Machado! Obrigada pela indicação, amiga! ^^

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30.01.2015
* PJ Entrevista: Autora Clarice Pessato! ♥
Oi, Gente! Para dar início às entrevistas com autores brasileiros desse ano, escolhi a escritora Clarice Pessato. Aos 18 anos, ela sofreu um acidente de carro e ficou tetraplégica. Para muitos isso seria o fim, mas com uma fé extraordinária e um Deus maravilhoso, ela seguiu em frente e transformou os episódios nada fáceis em um livro chamado O Penúltimo Capítulo. O post está um pouquinho grande, mas vale ler cada letrinha dessa entrevista. Independente da sua religião, o amor dela por Deus contagia e ela nos mostra que realmente a fé move montanhas. Vamos lá? ;-)

Entrevista: 
Autora Clarice Pessato! 

1. Conte um pouquinho como foi o processo de traduzir em palavras e transformar em livro todos esses acontecimentos nada fáceis da sua vida. Ao escrever o livro, viveu algum sentimento novo ou reviveu antigos? Conte um pouquinho também. 
R: Ficar tetraplégica aos 18 anos, vivendo em uma sociedade com padrões e valores que consideram mais a aparência do que a essência foi muito difícil. Minha frágil fé foi testada com as muitas decepções. Mas, antes que eu pudesse desanimar, Deus mostrou que este não era o fim, era apenas o início de uma caminhada de fé. Embora não pudesse reconstruir meu corpo, comecei a entender que seria possível reconstruir minha vida sem depender das circunstâncias. Mesmo gostando de ler e escrever não pensava em escrever um livro, especialmente minha biografia. Porém, quando eu percebi que a minha experiência de vida poderia ser importante para ajudar outras pessoas, decidi compartilhar minha história. Expor nossa vida não é nada simples, principalmente quando os fatos estão distantes. Retomar a eles é revivê-los e nem sempre é fácil. Por isso foi como se eu estivesse fazendo uma viagem onde revivi bons momentos, mas também momentos tristes e difíceis que marcaram profundamente minha vida. Em muitos momentos foi difícil escrever e algumas lembranças me fizeram chorar. Muitas palavras escritas no livro foram regadas com lágrimas, mas com o objetivo de abençoar e frutificar. 
2. De todas as lições que você aprendeu com o acidente e suas consequências, qual foi a principal e que acha importante ressaltar para seus leitores (e futuros também)? 

R: Existem dois pontos que ressalto ao descrever os acontecimentos de minha vida. Além de chamar atenção para o inesperado na vida, destaco a discriminação existente ao redor de nós e em nós. No entanto, a principal lição que aprendi foi que somente a fé pode sustentar e transformar as situações. Fé remete à crianças, por isso destaco a beleza e a simplicidade das crianças com o objetivo de auxiliar aos leitores a serem humildes como as crianças. Necessitamos ser simples como as crianças que conseguem ver as pessoas além das aparências e sem acepção amam sem distinção. Se nós agirmos como as crianças, olharemos para todos com bons olhos e vamos entender que ao nos preocuparmos com o coração, com o sentimento humano, o preconceito será eliminado e o amor ao próximo será real. Ao compartilhar minha fé nas páginas de meu livro, pretendo espalhar a semente que um dia foi plantado no meu coração, transmitir o que aprendi sobre Deus e permitir que através da minha experiência outras vidas sejam edificadas e abençoadas.

3. Tem alguma curiosidade do livro que contou para poucas pessoas? Se sim, pode revelar para a gente? 


R: Eu acredito que num livro de 200 páginas eu não poderia escrever toda minha experiência de vida e existem muitas curiosidades que não foram reveladas. Geralmente as pessoas fazem perguntas como é minha vida diária, dependendo de outras pessoas. Acho importante deixar as pessoas meditarem a esse respeito, por exemplo sobre como uma pessoa sem movimentos faz para as simples necessidades diárias. Mas eu posso revelar que, com o adaptador que uso no meu braço esquerdo, escrevi o livro sem ajuda, sozinha, cada letra em cada capítulo.

4. Qual é a mensagem que você quer passar com a capa e o título do livro? 


R: A alegoria da vida é demonstrada no livro desenhado na capa. A borboleta sem cor e o título do livro nos remetem a algo inacabado, representando a nossa vida sempre em processo de transformação. Nossas escolhas escreverão cada capítulo. Especialmente as escolhas feitas no penúltimo capítulo, pois elas decidirão o capítulo eterno com Deus. A nossa história não acaba no ponto final de um livro, porque o verdadeiro e eterno capítulo de nossa vida é escrito por Deus.

5. Seu livro fala muito sobre fé, então como você definiria essa palavra tão curtinha, mas que pode fazer milagre na vida de uma pessoa? 


R: Meu livro fala muito sobre fé, porque, embora eu não possa defini-la, foi a fé que me possibilitou prosseguir efetuando o milagre da superação. Na caminhada de reabilitação fui testada com as muitas decepções. Mas aprendi que este não era o fim, era apenas o início de uma trajetória de fé que poderia dar muitos frutos. A fé me ajudou e foi essencial para prosseguir. Mesmo com tantas perdas e impossibilidades, eu fui aprendendo a ter uma atitude de apreciação às pequenas coisas, com uma profunda gratidão, com perseverança e alegria não dependentes das circunstâncias. Hoje, tantos anos depois que tudo aconteceu, eu desfruto do poder e da força derramados diariamente por meu Deus. A fé transformou minha cruz em símbolo de esperança e liberdade e iluminou minha escuridão.

6. Para você, como seria um último capítulo feliz? 


R: No início de minha reabilitação eu achava que seria eu que escreveria o último capítulo de minha vida e um último capítulo com final feliz seria voltar a caminhar. Existia a discriminação e o preconceito dentro de mim. Eu considerava a aparência mais importante do que a essência. O meu coração precisava ser mudado, precisava ser curado. Quando isso aconteceu eu entendi que as coisas desta vida são sem valor, pois somente poderemos levar conosco para o céu o que desenvolvermos de bom em nossa vida seguindo o exemplo de Cristo. Eu recebi a felicidade quando entendi que sou uma obra de Deus, criada de acordo com o plano que Ele designou para mim. Nossa vida não acaba aqui nessa terra, mas continua com Deus na eternidade. O último capítulo é escrito por Deus, e, ao decidir segui-lo e servi-lo, podemos ter certeza que será feliz. “Mas, como está escrito: “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que amam”. (1 Coríntios 2:9)


7. Para terminar, se tivesse que salvar três livros, quais seriam os escolhidos? 


R: Eu salvaria a Bíblia; Os Caçadores de Deus (Tommy Tenney) e Maravilhosa Graça (Philip Yancey)

“Uma lesão permanente ou doença, qualquer situação nociva ou de profunda decepção é assustadora para qualquer pessoa. Mesmo percebendo a gravidade da minha situação existia uma rejeição a tetraplegia e, por não aceitar a minha nova condição, durante muitos anos eu vivi na ilusão de que a qualquer momento tudo poderia ser resolvido e que eu iria voltar a caminhar. Mas era necessário mais que cura física. Tive que passar por um longo e doloroso processo, as mudanças tinham que acontecer na minha mente e as transformações só foram possíveis quando abri meu coração e deixei Deus conduzir-me. Quando eu mudei, tudo a minha volta mudou: a família, os amigos… Todos foram influenciados. Descobri que a minha vida tem valor e importância e que, mesmo na condição tetraplégica, eu posso sentar à mesa com o meu Jesus e cear com Ele em alegria, pois Ele não faz acepção de pessoas e acolhe a todos indiscriminadamente em amor. Por isso, posso dizer para quem passa pela mesma situação que passei que Deus pode transformar de forma positiva  qualquer situação, sem que necessariamente as circunstâncias sejam mudadas de acordo com os nossos padrões de certo ou errado, de bom ou ruim. E, por mais desesperada que a vida de alguém que vive uma lesão possa parecer, existe esperança. Deus diz: Vinde a mim e eu vos aliviarei. Muitas pessoas estão cansadas, sobrecarregadas, oprimidas, outras têm um coração doente, talvez não seja o preconceito, mas uma mágoa, um ressentimento ou uma tristeza e Deus quer sarar e dar um novo coração. Sejam quais forem as circunstâncias, enquanto estivermos respirando, temos uma contribuição a dar. Por ser obra de Deus, somos preciosos. O mesmo Jesus que fez na minha vida pode fazer na vida de todos. Nós só temos que estar dispostos a segui-lo, abrir nosso coração e permitir a ação Dele em nossas vidas. Por isso, escolha seguir a Deus, porque nossas escolhas no penúltimo capítulo de nossa vida decidirão o capítulo eterno.” (Clarice Pessato)

** 

Pequenos detalhes mudam o nosso dia, né? Minha fé anda meio abaladinha, por problemas bobos, mas ler as respostas da Clarice me deu uma injeção de ânimo. Se com a entrevista já fiquei mais animada, imagino com o livro. Falando nisso, eu ainda não li esse livro, porque descobri aqui na viagem, mas assim que eu chegar vou ler e conto depois o que eu achei aqui no blog. Quem quiser comprar o livro é só entrar em contato com ela por e-mail claricepessato@hotmail.com.br. ;-) Ah! Obrigada, Clarice! Pelas lindas e inspiradoras respostas. Ansiosa para ler a sua história. Falando nisso, todo sucesso do mundo para o seu livro. ♥
Gostaram? Podem opinar à vontade! ;-) 
Um beijo, 
Carol. 
P.S: Crédito das Imagens: Clarice Pessato! ;-) 
P.S (2): Descobri o livro através do blog Livros e Sonhos. ;-) 

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