13.02.2020
* PJ Entrevista: Autora Gleice Couto! ♥

Ei, Gente! :) E a primeira entrevista do ano não poderia ser diferente: Gleice Couto, autora nacional e a primeira escritora parceira oficial do blog desse ano! \o/

Eu a conheci por acaso na Amazon, por conta de um post para o PJ. Ela é uma fofa, deu uma das respostas mais originais para a pergunta clássica (que sempre faço no PJ Entrevista), tem livro de Natal, criou um grupo de leitura coletiva e a sua mais nova história Off-Line, trata de um dos assuntos mais atuais (e necessários): ansiedade. Aliás, comecei a embarcar e não consigo largar! Então, vamos lá? Com vocês… Gleice Couto! ♥

Crédito da Imagem: Gleice Couto

1. Hora de vender o seu peixe: por que as pessoas devem embarcar na história “Off-Line”?
R: É uma história sobre amizade e autoconhecimento. Dois melhores amigos, Téo e Val, estão lidando com suas próprias questões (Téo, com a rejeição e drama familiar, e Val, com ansiedade e agorafobia) em meio a uma aventura de férias com Elizabeth, a avó de Teodoro, que adora cerveja, charuto e apostar nas cartas. Acredito que Off-line tenha bastante diversão, mas também assuntos importantes comuns a todos jovens (e adultos também!).

2. Suas histórias são baseadas em histórias que vivenciou ou apenas fruto da sua imaginação? Conta um pouco para a gente! ;-)
R: Minhas histórias e meus personagens são expressões que vêm de mim, então, há muito de mim em ambos. Em Off-line, por exemplo, eu me vejo na dramaticidade de Téo, na ansiedade de Valentina, na entrega de Natália e na distância protetora de Elizabeth. Em relação às cenas em si, em Off-line, também inseri algumas experiências próprias, como quando o Téo se vê diante de um labirinto de espelhos; e também quando os dois amigos entram em uma gruta. Além disso, as questões levantadas referentes ao período de ditadura militar no Brasil têm relação com histórias reais de pessoas próximas a mim.

Crédito da Imagem: Amazon

3. Tem alguma mania peculiar na hora de escrever um livro? Se sim, qual seria?
R:
Algumas. Uma delas é que apenas começo a escrever a história quando sei seu início, meio e fim, todas as cenas que terão nela. Preciso disso para fugir do “branco”. Então, essa fase de pesquisa e organização do material costuma demorar bem mais tempo que a de escrita do primeiro rascunho em si. Além disso, gosto de escrever o primeiro rascunho escutando música, mas nas edições do texto, não faço tanta questão assim disso. E há pouco tempo, descobri que funciono melhor escrevendo o primeiro rascunho à mão mesmo, com caneta e papel. Depois de terminado, eu digito tudo e edito. Dá mais trabalho, mas é o que tem funcionado melhor.

4. Como acha que a gente pode apoiar a leitura nacional, já que o Brasil não é um país de tantos leitores assíduos?
R: Em uma perspectiva micro, divulgando. Não nos calando sobre os livros que lemos, levanto debates sobre os assuntos que encontramos neles, não nos permitindo que nos digam o que devemos ou não ler, indicando leituras a conhecidos. Em uma perspectiva macro, investindo em educação, formação de professores, bibliotecas públicas e incentivos a escritores.

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

5. Se tivesse um incêndio na sua biblioteca particular, quais são os três livros que iriam na certa com você na hora do corre corre?
R: Provavelmente nenhum. Não me arriscaria. As histórias marcantes estão na minha cabeça e coração. As que ainda não li, no tempo certo vão parar na minha mão de novo.

***

Prontinho, gente! :) Gostaram? Podem opinar à vontade! E muito obrigada, Gleice. Amei as suas respostas, principalmente sobre o apoio à leitura nacional e pelos livros que você salvaria! Achei bem original. E obrigada também pela confiança no PJ!

Quem quiser embarcar no livro atual dela, é só clicar aqui. Para ficar pertinho da autora, o Insta dela é esse! ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Gabi Freitas
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1
11.02.2020
* PJ Leu: História de um grande amor! ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é: História de um grande amor, da Julia Quinn, diva dos romances de época. A capa é linda e o conteúdo é engraçado, cativante e de arrancar suspiros. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: História de um grande amor | Editora: Arqueiro | Autora: Julia Quinn
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Aos 10 anos, Miranda Cheever já dava claro sinais de que a beleza não fazia parte de suas características no futuro. Desde então, sempre imaginava o seu destino como a solteirona da sociedade! Porém, o atraente visconde de Turner (e irmão de sua melhor amiga Olivia), deu o recado e disse que quando a mesma crescesse, seria tão bonita quanto já era inteligente. Essas simples palavras a fizeram cair de amores por ele!

Os anos passaram e ele acertou em cheio: ela se tornou uma linda mulher, porém, por conta de acontecimentos implacáveis, Turner (ou Nigel, que era como sua mãe chamava), virou um cavalheiro solitário e amargo. Mas nem mesmo essas características marcantes fizeram com que a nossa protagonista mudasse o sentimento que nutria por ele, desde o dia em que o mesmo a viu e previu o seu futuro!

E, sim, Miranda irá fazer qualquer coisa para salvar a vida de Turner e que esse amor, impossível ou não, não escape dela! :)

Opinião da Pequena: Julia Quinn nunca nos decepciona, né? E esse primeiro livro da trilogia Bevelstoke, é aquele que arranca suspiros! A história nos envolve de um jeito, que é quase impossível não sentir o amor, a raiva e todos os sentimentos que os personagens sentem na pele durante cada página.

A escrita é divertida e sagaz! Os diálogos entre Miranda e Turner são maravilhosos e adoro a resposta de cada um. Destaque também para a Olivia, que é uma das melhores personagens da vida! É aquela amiga, que todo mundo deveria ter. Ah! Fiquei apaixonada pelos avós da Miranda e os queria para mim!

O livro segue aquele caminho bem clichê, mas com toques que só a Julia Quinn sabe dar. Tudo acontece na hora certa e não é um livro que a gente fica “putz, ainda nisso”. Segue um ritmo perfeito para quem ama romance de época e quem ainda não caiu de amores, vai se apaixonar por História de um grande amor!

Mas sem querer dar spoiler e não vou entrar em muitos detalhes, foi o casamento mais sem graça da vida, mesmo sabendo que a história pedia. Porém, nunca um nascimento foi tão angustiante e lindo! Os dois últimos capítulos me deixaram bem emotiva! Acho que algumas coisas passaram sem muita explicação e alguns capítulos são bem picantes, mas com aquele ar de inocência e malicioso ao mesmo tempo! Para quem curte hot leve, acho que vai aprovar!

Eu amei que a Miranda é uma leitora voraz e odiei o vendedor de livro! Muito triste como era o tratamento à mulher, mesmo naquela época, em alguns aspectos! E acho que é impossível não terminar o livro querendo escrever diários. Aliás, esse conselho do Turner, fez com que ele se tornasse meu crush literário atual, mesmo com algumas atitudes nada a ver no decorrer da história!

Por fim, mas não menos importante, a capa é uma das mais lindas!! Que a Arqueiro sempre valorize capas com ilustrações assim. Acho que super combinou!

***

Ah!! Esse livro eu li em parceria com a Editora Arqueiro, mas também li porque é a primeira história de um projeto lindo que estou participando: Livros Viajantes! Eu e algumas meninas do mundo literário escolhemos um livro para viajar pelo país! O próximo destino fica aqui no Rio de Janeiro, mas ele vai conhecer MG, RS, BA, SP e por aí vai! :) Assim que terminar essa grande viagem, conto com mais detalhes. E não sei vocês, mas estou me sentindo naquele filme/livro Jeans Viajante, sabem?

É isso, gente! Quem já leu, conta o que achou. Ainda não? Recomendo! E já participou de algum projeto parecido? Pode opinar à vontade!! ^^

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – O Duque e Eu
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10.02.2020
* Oscar 2020: Os dois looks + lindos e outras coisitas mais! ♥

Ei, Gente! :) Ontem foi dia da 92ª edição do Oscar. Confesso que não foi a minha favorita, porém, algumas coisas ganharam o meu coração. ♥

Para começar os dois looks mais lindos que passaram no Red Carpet. Primeiro, a Gal (ou Mulher Maravilha, como preferir) arrasou muito no tapete vermelho com esse Givenchi. Acho que a dupla “rosa & preto” vai ser a minha favorita, ou ao menos, vou testar mais vezes. Fora que a maquiagem tava linda. Também amei o colar usado dessa forma e é isso. Acho que foi o meu favorito da noite. ♥

Crédito da Imagem: Just Jared
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

E o 2º look favorito: o Chanel, da Penelope (sou muito íntima hahaha). Antigamente, eu acharia essa flor meio exagero, mas achei tão na medida certa e super combinou com ela, na minha humilde opinião. Tudo ornou bem e essa “correntinha” achei bem característico da marca. Acho bem legal quando a gente bate o olho em uma peça e diz “é dessa loja, né?”. Enfim, eu queria, ao menos, um vestido semelhante assim no meu guarda-roupa. E vocês? ;-)

Crédito da Imagem: Just Jared
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

Quanto às premiações, confesso que eu queria que Jojo Rabbit levasse tudo que foi indicado. mas fiquei muito feliz deles terem levado a estatueta por Roteiro Adaptado. E fiquei mais feliz ainda quando encontrei a foto com esses dois, que arrasaram muito no filme. Tinha de ter uma categoria para ator mirim, né? Mas fica aqui o meu recado: meu Oscar vai para vocês e todos do elenco dessa história cinematográfica PERFEITA!

Crédito da Imagem: Just Jared
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

E uma das partes que mais me marcou nesse Oscar, foi a apresentação de uma das músicas do Frozen. Na versão português, eu não curti muito, mas achei bem legal eles colocarem no palco “Elsas” de vários lugares do mundo. Para quem quiser assistir, só clicar aqui.

Acho que é isso. Um resuminho bem por cima, mas acho que dá para ter uma ideia, né? E quanto aos filmes que foram indicados, receberam prêmios, segue a lista de quais você encontra aqui no PJ:

Jojo Rabbit
Toy Story 4
Como treinar o seu dragão 3
Malévola: Dona do mal
O Rei Leão

Ah! Assisti alguns, como “Era uma vez… em Hollywood“, “Star Wars“, “Rocketman” e “O Escândalo” . Mas como eu não curti, acabei nem colocando resenha aqui. Porém, me avisem se quiserem alguma, sem falta. :) E nos próximos dias, quero muito assistir “Adoráveis Mulheres“, “1917“, “História de um Casamento“, “Judy“, “Hair Love” e talvez “Parasita“. Eu li em algum lugar que é meio terror, mas como venceu o Oscar e está todo mundo falando, acho que vou embarcar. ;-)

É isso, pessoal. E quem quiser saber a lista direitinho de todos os ganhadores, só clicar nesse link.

Crédito da Imagem: Blog Preta, Preto e Pretinhos
Esse curta tem cara de ser muito amor, né?

É isso, gente! Podem opinar à vontade. ;-)

Beijos, Carol.

Post Antigo: Oscar 2019
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07.02.2020
* Para assistir: Jojo Rabbit! ♥

No próximo domingo, dia 9 de fevereiro, vai acontecer a noite do Oscar. Eu não conseguir assistir a todas as histórias cinematográficas. Algumas, porque não deu mesmo e outras porque eu prefiro não embarcar, como Coringa.

Mas fiquei feliz que vi um dos melhores filmes, que a propósito, está concorrendo a algumas categorias, como: Jojo Rabbit. ♥ E, sinceramente: é um dos meus favoritos. Então, vamos lá? Pega a pipoca, o refri, que a sessão vai começar! ;-)

Para começar, aquele resuminho de sempre: Durante a 2ª Guerra Mundial, na Alemanha vive um jovem nazista de apenas 10 anos: Jojo Rabbit. Ele trata Hitler como um amigo imaginário e bem próximo. Aliás, um dos seus sonhos é participar do grupo Hitlerista, que acredita nos ideais de Adolf Hitler. Até que um dia, Jojo descobre que a sua mãe esconde uma judia no sótão de casa e depois de algumas tentativas de detestá-la e expulsá-la, nosso protagonista começa a gostar da nova hóspede.

E o que eu achei? É um filme que me fez rir muito, de coisas que nunca imaginei. É pesado, mas com aquela leveza que faz com que a gente não tire os olhos da tela em nenhum momento (aliás, só tirei na cena que mostra o porquê do apelido “Rabbit”). É uma comédia, mas não aquela clássica hollywoodiana. É bem emocionante, faz a gente querer guardar alguns personagens no potinho, cair na gargalhada e aqui vai uma dica para os mais sensíveis: melhor levar lencinho, que rolam algumas lágrimas!

Eu amei a escolha dos atores. Scarlett não é uma das minhas atrizes preferidas da vida, mas eu amei ela como “Rosie”, a mãe do Jojo. Imagino o peso nas costas que ela carrega, mas tudo é com muito leveza, mesmo naquela época. Ah! E a personagem, junto com o filho, é dona de uma das cenas mais linda do filme: a que ela faz o papel, literalmente, de mãe e pai. Merece muito o Oscar como atriz coadjuvante.

Quanto ao Jojo, ele é bem carismático e é impossível sentir raiva dele, mesmo com ideais nazistas. Aliás, apesar de tudo, ele apenas um garoto lindo, que deseja fazer parte de um grupo e a maldade, por mais que ele tente de uma forma desengonçada, não existe de forma alguma. O ator é fofo, engraçado e, com certeza, a gente vai vê-lo em muitos filmes. Porque talento é apelido, na minha humilde opinião.

Hitler, é hilário e eu simples amei o ator que interpreta. Não sei a história de cor e salteado, mas acredito que ele capitou totalmente a essência, de forma cômica. Porém, quem ganhou totalmente o meu coração foi o Yorki. A amizade dele com o Jojo é uma das mais lindas e dá vontade de levar os dois para casa. Se um dia eu tiver filho homem, quero igual ao Yorki ou Jojo.

E o que falar da Elsa? A melhor Judia da vida. Amei como a amizade dos dois (com o Jojo) cresce aos pouquinhos. Aliás, essa relação dos dois me lembrou muito a da Liesel e Rudy, da Menina que roubava livros! E isso me fez amar ainda mais o filme. Enfim, os diálogos entre os dois são maravilhosos, as cartas e os desenhos. Os dois deram show de interpretação.

Também amei os outros personagens, como o Capitão Klenzendorf e como o mesmo age em uma das cenas mais angustiantes. Mostra que, naquela época, mesmo quem trabalhava em prol ao nazismo, tinha um bom coração. :)

Amei o final e algumas cenas deram um aperto bem grande. Outras me fizeram querer dançar e levar a vida com simplicidade e felicidade, mesmo com uma gerra acontecendo lá fora! Destaque para algumas músicas da trilha sonora.

Crédito das Imagens: Adoro Cinema

Enfim, deu para notar qual é o meu filme favorito para levar a estatueta esse ano, né? RECOMENDO e MUITO! ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: Para assistir: A menina que roubava livros
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06.02.2020
* PJ Leu: Mulheres não são chatas, Mulheres estão exaustas! ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é “Mulheres não são chatas, mulheres estão exaustas“, da Ruth Manus. Um livro que aborda sobre direitos, trabalho, família e outras questões turbulentas da mulher em pleno século XXI. Boa resenha para vocês! ♥

Livro: Mulheres não são chatas, Mulheres estão exaustas | Editora: Sextante | Autora: Ruth Manus
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Diariamente a gente se depara com comentários que somos chatas. Mas na realidade, estamos exaustas. Afinal, carregamos pesos que não deveríamos carregar. E é nesse livro que a Ruth Manus aborda sobre inúmeros tormentos que carregamos em pleno século XXI.

A pressão vem de diversos lados: família, carreira, amor, lutar pelos direitos e muitos outros. Mas de forma simples e, ao mesmo tempo, profunda, a autora consegue fazer com que todos reflitam e questionem preconceitos e incertezas. :)

Opinião da Pequena: No comecinho do ano, terminei de ler o livro “Corajosa sim, Perfeita não” e, como disse na resenha, ele plantou uma sementinha de que eu não preciso de perfeição. E aí veio “Mulheres não são chatas, mulheres estão exaustas” e ajudou a regar essa plantinha que vem crescendo aos pouquinhos. Então, desde já, obrigada Ruth.

Agora vamos lá: é um livro que a gente devora. Com uma escrita leve, a autora consegue trazer assuntos profundos, que são mais do que necessários no nosso dia a dia. Ela pondera cada capítulo e jamais julga. Porém, sabe exatamente onde “meter a colher”.

Traz o feminismo e mais uma vez mostra que jamais essa palavra tem de ser o oposto do machismo. É a busca pela igualdade, que a propósito traz benefícios a todos. ;) Aponta questões que trazem exaustão, como trabalho, família, beleza, autoestima, entre outros.

Aliás, não somos chatas, temos total direito de expor a nossa opinião e é importante lutarmos nos simples detalhes para esse cansaço ir embora aos poucos! Por exemplo, parar de pedir de desculpa por tudo e saber que tá tudo bem ser a gente. Falando nisso, nem sempre precisamos ser a nossa melhor versão. Nem sempre é possível e ok! :)

Claro que as coisas não mudam da noite para o dia. Assim como no outro livro da Ruth, acho que é aquela leitura que volta e meia a gente tem que pegar na estante e reler inúmeras vezes.

Enfim, curti muito e indico a todos, inclusive ao público masculino! E quanto à capa: perfeita! ;-)

No mais, podem opinar à vontade. ^^

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu: Um dia ainda vamos rir de tudo isso
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