15.07.2020
* Para assistir: Festival Eurovision da Canção – A saga de Sigrit e Lars! ♥

Ei, Gente! :) Uma das minhas atrizes favoritas para comédia romântica e tal é a Rachel McAdams. Daí, quando vi que ela que interpretava a Sigrit, de Eurovision, tive que assistir, né? Então, para o post do dia trouxe a resenha dessa história que está disponível na Netflix. Boa sessão! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Lars e Sigrit são aspirantes a músicos, que se conhecem desde criancinhas. Finalmente, eles têm a oportunidade de representar a Irlanda na maior competição de músicas do mundo! Bom, não pelo motivo que imaginaram, mas no meio de uma comédia repleta de elfos, canções e etc, conseguem alcançar objetivos que vão além. ;-)

O que eu achei? Não é o meu filme favorito da vida, mas rendeu boas risadas! Aliás, quando eu vi o cartaz achei que era uma comédia romântica, porém, é mais pastelão mesmo. E apesar de muitas vezes revirar os olhos para esse gênero, até que eu curti. Os dois atores, principalmente, a Rachel, couberam direitinho no papel. Ela com leveza, ele com um tom mais apelativo, mas acho que deu um bom match.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

A história não é cansativa e tem um ritmo bem legal, mesmo sendo um filme, relativamente, longo. Os personagens secundários fazem a diferença! Até o carinha do bar que pede sempre a mesma música inúmeras vezes. Me identifiquei hahaha. Algumas cenas são bem aleatórias e o humor meio ácido, mas como o gênero pede, não me incomodou tanto. Adorei a parte da apresentação final e a da casa do popstar russo (o Alexander), que a propósito me lembrou musicais clássicos.

Falando nisso, vi que não é a Rachel que canta de verdade no filme. Só no começo de algumas músicas, mas depois é uma cantora sueca que entra em ação. A propósito, fica bem na cara que ela está dublando, ai achei meio superficial. Mas é um mero detalhe, continuo achando ela incrível! No mais, passei a acreditar em elfos e a gente tem que tomar cuidado com os pedidos, que digamos que eles levam bem a sério. Demi Lovato que o diga (sim, ela participa).

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Gostei do desfecho, mesmo não entendendo alguns pontos. E a música “Ja Ja Ding Dong” vai entrar na minha playlist do Spotify hahaha. Acho que a parte do Lars com o pai no barco é bem fofinha e a cena final é divertida, mesmo com algumas piadas além da conta com os turistas americanos. Também fiquei apaixonada pelos cenários e coloquei na minha listinha para conhecer a Irlanda e Escócia.

No mais, vi que a gente deve ignorar as risadas maldosas e ir atrás dos sonhos e se adaptar a eles. Enfim, não é um filme para a família inteira, mas é uma história que pode render boas risadas no finalzinho do dia na sua própria companhia ou com o namorado (via Facetime). Recomendo. ;-)

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol. ♥

Post Antigo: Quatro filmes para assistir com a Rachel McAdams
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12
14.07.2020
* Decor PJ: cama com livros! ♥

Ei, Gente! :) Amo embarcar em histórias na varanda, mas também ler na cama é uma das cenas que mais se repetem na minha vidinha (ainda bem). Logo acho que esse móvel com livros super dá match!

Pensando nisso, trouxe algumas inspirações de decoração com esses dois elementos. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Se tem um cômodo que mega dá para fazer essa junção: quarto de criança! Aliás, é uma forma de incentivar o pequeno a ler e deixar o cantinho aconchegante e lúdico. Com certeza, quando eu tiver filho, vou me inspirar nesse ambiente.

Crédito da Imagem: Pinterest
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

Acredito que também um cantinho assim otimiza espaço, sabem? Então, se você tem um quarto menor, fica legal unir os dois. Não precisa, necessariamente, ser mega elaborado. Acho que essa inspiração (abaixo) dá para ter uma ideia do que eu tô falando! ;-)

Crédito da Imagem: Pinterest
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

Por fim, cabeceiras em forma de estantes também ficam incríveis. Aliás, é o meu sonho de consumo. Quando eu tiver a minha casinha, quero um quarto desse jeito. Deu um toque romântico e total confortável, não acham? Fora que a gente exibe histórias e dorme em boa companhia! ♥

Crédito da Imagem: Pinterest
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

E qual é a minha realidade? Bom, eu gosto desse espaço e acho que colocar prateleiras perto da cama é uma boa saída. Só não ficou totalmente do lado por conta das bolas na parede. Futuramente, quero alterar e me inspirar nas imagens anteriores (principalmente na 2ª e 3ª). Mas enquanto isso, fica a dica de como adaptar, digamos assim! ;-)

Crédito das imagens e montagem: Pequena Jornalista

É isso, pessoal. ;-) Espero que tenha inspirado vocês de alguma forma! O que vale é usar a criatividade, né? No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Antigo: Prateleiras e Livros
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13.07.2020
* Metas e aprendizados! ♥
Em: Metas

Ei, Gente! :) Há um tempinho, vejo pessoas compartilhando listinha de metas para cada dia da semana. Já salvei algumas e jurei que ia seguir tim tim por tim tim. Porém, semana passada, decidi criar 7 objetivos para sair da minha zona de conforto! Compartilhei no meu Insta e decidi mostrar aqui no blog como foi a experiência. Vamos lá? ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

1. Meta: Curso Redator!
Considerações: Para quem não sabe, eu trabalho como redatora web freela. É uma área que gosto muito, mas que tem muita coisa que ainda estou aprendendo, mesmo sendo jornalista. E cursos sempre são bem-vindos! Mas tenho um pequeno problema: compro um curso e acabo sempre deixando para depois hahaha. Só que semana passada, decidi que tinha de riscar essa tarefa! Ainda não terminei, mas estou satisfeita e mega animada para colocar na prática. Ah! Esse é o da Udemy, curso Redator Hacker. Tá sendo bem útil. Até mesmo para o blog!

2. Meta: Escrever o início de uma história
Considerações: Essa eu cumpri com um pouquinho de delay. Às vezes, a preguiça bate forte e quando a gente se toca, o dia acabou. Mas em minha defesa, não cumpri na 3ª feira, mas escrevi na 4ª feira e fiquei bem satisfeita com o resultado. Então, me perdoei hahaha! Ah! Pode ser que mais para frente, eu compartilhe a história aqui ou dentro de um livro. ♥

3. Meta: Gravar stories (e postar se quiser)
Considerações: Eu sou muito tímida. Às vezes, penso em gravar alguns stories, mas quando ligo a câmera, travo totalmente. Antes da pandemia, eu estava conseguindo gravar até vídeo (teste) para o IGTV. Mas sozinha em casa! Agora que sempre tem alguém, a vergonha redobra. Por mais que eu saiba que a minha irmã seja uma das pessoas que mais me incentiva na vida. Porém, mesmo com essas limitações, fui para um cantinho na varanda e consegui gravar e fiquei tão feliz! Essa era uma das metas principais. Só não rolou de postar ainda… Quem sabe mais para frente, né?

4. Meta: Fazer abdominal
Considerações: Quando eu fazia funcional, sempre rolava uma abdominal. Eu até estou conseguindo andar na esteira (aqui em casa) com mais frequência. Porém, esse exercício, eu não praticava há séculos. Consegui lembrar de algumas séries que o professor passava e cumpri essa meta! Deu uma leve dor, mas a sensação de missão cumprida, fez tudo valer a pena!

5. Meta: Máscara Skin Care
Considerações: Como nem tudo são flores, essa eu não consegui cumprir. Eu até queria, mas a preguiça acabou falando mais alto. Cheguei a escolher a máscara, porém, não rolou mesmo na sexta. Pensei em colocar no sábado, entretanto, mais uma vez não rolou. E tá tudo bem, né? Se cobrar menos está na minha listinha de metas eternas. Então, relaxei e não briguei comigo!

6. Meta: Começar uma nova série
Considerações: Semana passada, comecei a assistir Dark, então, achei que no sábado não ia rolar uma série nova. Ledo engano! Depois do almoço, vi o primeiro episódio de Doces Magnólias e estou completamente apaixonada! A última série levinha que vi foi Virgin River e, desde então, estava meio órfã e matei a saudade com essa outra. Fiquei bem feliz que é com uma atriz de Drop Dead Diva! Depois que eu terminar, vou falar sobre ela aqui no PJ.

7. Meta: Ficar off-line
Considerações: Essa não é uma meta para lá de difícil, mas há um tempinho não ficava sem pegar o celular. E foi bem bom! Consegui terminar Dark, aproveitei cada minutinho com o namorado. Teve almoço/janta na varanda com direito a um pôr do sol magnífico! Hoje fiquei online e vi que ninguém morreu e tá tudo certo hahaha! Eu amo internet, mas às vezes, ficar sem acesso faz a gente aproveitar mais, sabem? Recomendo. ♥

***

Essas foram as minhas metas e considerações. Em relação, aos aprendizados: acho que essas pequenas tarefas ajudam a gente criar hábitos. Tipo? Fazer abdominal, gravar stories e escrever mais histórias. Também aprendi que não importa muito o dia, o importante é cumprir. Divulgar no Insta pode ajudar a manter o compromisso, sabem?

E o mais importante: traçar objetivos que te façam sair da zona de conforto, mas que sejam viáveis. Faça o que estiver ao seu alcance e caso não consiga cumprir, reveja a meta! Se cobre, mas que essa cobrança não vire um sofrimento! No final, vale até recompensa.

É isso, pessoal. Espero que gostem e ajude de alguma forma. No mais, podem opinar à vontade. ;-)

Beijos, Carol.

Post Antigo: Riscando as metas de 2017!
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10.07.2020
* Favoritos literários do 1º semestre! ♥

Ei, Gente! :) Essa semana me dei conta que já entramos na 2ª temporada do ano hahaha. Surreal, né? Tudo tá bem louco, mas no quesito literário, tô bem feliz! Já li muita história e resolvi trazer as 5 favoritas do 1º semestre de 2020. Vamos lá? ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista!

Para começar o ano, escolhi “Corajosa sim, Perfeita não“, da Reshma Saujani. É um livro que mostra a importância da coragem e tira essa imagem de que a perfeição é necessária. Não muda a vida da noite para o dia, mas planta uma sementinha que faz toda a diferença na trajetória profissional e pessoal. Principalmente, para o público feminino. Quem quiser saber mais, só acessar a resenha aqui no PJ.

Depois embarquei em um chick-lit com uma das minhas personagens favoritas: Becky Bloom. Era um livro para eu ler na época do Natal, mas como ganhei no dia natalino, ai não teve jeito. Mas a leitura foi tão incrível quanto e imaginei cada cenas dos “Delírios de Natal da Becky Bloom“. Valeu muito a pena e como não sei se o novo livro da Sophie Kinsella será lançado aqui no Brasil ainda esse ano, já dei check em uma leitura dela. Ah! Tem resenha aqui. ;-)

Ai passou um tempinho e surgiu outra comédia romântica na minha quarentena: O diabo ataca em Wimbledom, da mesma autora do livro “O Diabo veste Prada”. Achei essa literatura chick diferenciada e me prendeu durante um fim de semana inteirinho! E vi que jogar é mais válido do que um match point. Falei mais sobre essa história aqui.

E não é que esse ano cai de amores por contos? Tudo bem que esse é especial. Afinal, tem um pouco de pitaco da Pequena que vos bloga na história da Fer e da Leila. Meu nome até apareceu na página de agradecimentos e fico emocionada toda vez que lembro disso. Fora que “Um filme de nós dois” é um conto que acolhe a gente em plena pandemia, já que o cenário é o mesmo que a gente está vivendo. Mais informações? Corre aqui.

Por fim, mas não menos importante, eu amei muito “Vozes Negras“! Um livro repleto de representatividade, leveza e que rende boas horas de leitura. E o melhor que são autoras nacionais, que mostram a importância da voz de quem é calada constantemente. Tem uma resenha mega especial aqui.

***

As leituras não estão em ordem de preferência, ok? :) E outros livros foram bem importantes também, mas esses, por enquanto, são os meus favoritos dos favoritos. E acho que vem muita coisa boa no 2º semestre! Assim espero.

Aliás, me contem: qual é o top 5 literário (de janeiro até junho) de vocês? No mais, podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: Retrô Literária 2019
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19
09.07.2020
* Para assistir: O amor não tira férias! – #TBT ♥

Ei, Gente! :) Como quinta-feira é o dia oficial de relembrar momentos e tal (o famoso #TBT), decidi que vou postar filmes antiguinhos aqui no blog. Pelo menos, duas vezes por mês! Para estrear: O amor não tira férias. Vamos lá? Pega a pipoca e o refri, que a sessão nostalgia vai começar! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Para começar, aquele clássico resumo: a jornalista Iris está apaixonada por Jasper, mas logo descobre que ele está prestes a se casar com outra. Amanda, dona de uma renomada agência de publicidade especializada em trailers de filmes, tem a prova de que o namorado Ethan não é fiel. Iris é de Londres e Amanda de Los Angeles. Através de um site de intercâmbio (tipo um Airbnb da época), as duas trocam de casas para tirar uma mini férias de suas vidas e, claro, do amor. Essa mudança temporária traz novidades que refletem na vidinha amorosa de ambas e acabam cruzando o caminho de Miles e Graham, entre outros personagens importantíssimos! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Esse filme é de 2006, mas vi pela primeira vez lá em 2014. Me apaixonei completamente. Por mais que a história seja clichê, a forma como tudo acontece é apaixonante e realmente traz esperança no amor e a gente tem a clara noção de que ele não tira férias! Inclusive, o amor próprio. E que aquele romance pode estar onde você menos espera e em uma hora bem improvável. Os atores são sensacionais e acho que ambos casais tiveram aquela química que arrancaram suspiros!

Fiquei torcendo para todos e adorei as peculiaridades, como a Amanda nunca chorar, o Graham ser o pai mais hilário do mundo (amei as filhas dele) e o jeito como a Iris aproveita a sua estadia em Los Angeles é inspirador. Arthur é o meu personagem favorito e suas palavras, como “seja a protagonista da sua história e não apenas a amiga dela fizeram a diferença nessa época. Ser a melhor amiga tem o lado divertido, mas a gente não pode deixar a nossa voz de lado e o protagonismo também.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Amo que esse filme traz memórias de como era legal escolher uma história em plena Blockbuster e que a gente entende a importância de guardar o nosso choro para acolher o amigo do lado. E que a propósito, o amor pode estar embaixo do seu nariz e é só mudar a direção do seu olhar! E sempre quando assisto “O amor não tiro férias” fico com vontade de ter uma casa igual a da Iris, em Londres. No meio de neve e até dirigindo na mão contrária hahaha.

Enfim, é uma sessão pipoca para aquecer o coração, independente do seu estado civil. A gente ri, chora e vive cada cena! O final é bem clichê e dá uma sensação tão boa. Confesso que assistir novamente me bateu uma saudade de filmes assim românticos, mas nada apelativos! Enfim, recomendo e muito! ♥

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Já viu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! Se eu não me engano, está disponível na Netflix, entre outros canais, como Telecine. ;-) No mais, podem opinar à vontade. E me indiquem filmes antiguinhos desse gênero. Vou adorar!!

Beijos, Carol.

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