17.09.2020
* Decor PJ: Hall de sapatos! ♥

Ei, Gente! :) Primeiro, desculpa pelo sumiço ontem. Acordei meio mole (de resfriado) e não consegui fazer quase nada. Mas para compensar, vai rolar post no finde, ok? E, aos poucos, estou conseguindo responder os comentários e retribuir as visitas. Não desistam de mim, por favor! ♥

Mas vamos ao tema de hoje? Bom, com a pandemia, muitos costumes mudaram, né? E olhando o lado bom, a gente percebe que alguns valem a pena adotar para sempre. Por exemplo? Sapato da rua dentro de casa significa germes e afins, que podem fazer mal e sujar. Antes eu achava meio neurose (mas nunca reclamei, a casa da pessoa é a regra dela, né? ^^), porém, pensado bem faz todo sentido.

Crédito da Imagem: Pinterest

É uma prática mais oriental, mas totalmente adaptável nas casas brasileiras. Pode ser que a visita não goste muito, em contrapartida, com tudo que estamos passando, acho que não vai ter mais revirada de olhos. Fora que é mais um jeitinho de se divertir com a decoração da entrada do seu lar doce lar. ;-)

Sei que muita gente deixa colocar no corredor do andar do prédio. Mas no meu, é meio que proibido. Então, dei uma olhadinha no Pinterest e achei várias ideias legais, sejam para casas grandes ou menores! Vejam só. :)

Crédito das Imagens: Pinterest
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

Acho que essa ideia de cestos com recadinhos fofos, quebra a pessoa. Meio que é uma forma simpática de falar para tirar o sapato. Também gostei desse “porta” tênis, sapatilha e etc. Os dois são perfeitos para espaços menores. E a última opção é para aquela futura reunião com vários amigos e família. Gostei bastante da criatividade! Inclusive para colocar os nossos do dia a dia.

Crédito das Imagens: Pinterest
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

Também gosto muito de móveis, como bancos acolchoados ou não. Ai é meio que mais confortável para a pessoa tirar a sandália. E, de quebra, ganchos para colocar bolsas, casacos e tal. Aliás, uma coisa que você pode deixar separado para o pessoal é pares de meias. Porque aí não suja o pé, essas coisas! E se tiver tempo, paciência e dinheiro, alguns chinelos. Vai de cada um!

Caixotes (como o da primeira foto desse post) ficam bem criativos e bancadas mais cleans idem. Enfim, é só usar a imaginação. E pode colocar um tapete nesses locais para ficar tudo arrumadinho e nada espalhado e nem bagunçado. E o melhor: tudo higienizado. Enfim, vou soltar a ideia aqui em casa hahaha. Por enquanto, estamos tirando na porta de casa, colocando álcool na sola e deixando na área de serviço.

Crédito da Imagem: Pinterest

É isso, pessoal. Quem tem esse hábito e já tem um espaço com essa função? No mais, podem opinar à vontade. :)

Beijos, Carol.

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15.09.2020
* PJ Leu: A adorável loja de chocolates de Paris! ♥

Ei, Gente! :) Estou conseguindo aos poucos colocar a minha vidinha literária em ordem e hoje vai rolar mais uma dica de livro \o/. Dessa vez: A adorável loja de chocolates de Paris, da Jenny Colgan, que faz parte dos Romances de hoje, da Editora Arqueiro. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: A adorável loja de chocolates de Paris | Autora: Jenny Colgan | Editora: Arqueiro
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Anna Trent é supervisora de uma fábrica de chocolates no Reino Unido, mas após um acidente, tudo muda na sua vida! Inclusive, por conta de uma antiga professora de francês, que reencontra no hospital, ela tem a chance de recomeçar em uma renomada loja de Paris. Mas com uma diferença: terá de colocar a mão na massa e fazer o doce em questão.

Além disso, vai aprender a lidar com as atuais limitações, no seu tempo. Conhecer pessoas novas, como seu colega de apartamento, pessoal do trabalho e cumprir uma missão amorosa bem complicadinha. Uma história de superação, amor e, claro, chocolate!

Opinião da Pequena: Não tem como um livro com “Paris” e “chocolate” dar errado, né? O título me ganhou, a capa também e a história não deixa a desejar.

Confesso que a sinopse que eu li criou uma expectativa diferente. Achei que teria um toque mais cômico e tal. Porém, assim como os outros da Jenny, foi uma leitura leve, doce e cheia de lições valiosas. O livro alterna com a visão da Anna e acontecimentos do passado da Claire, que a propósito me lembrou a Claire do filme “Cartas para Julieta“.

Anna é bem fofa e mais corajosa do que imagina. Eu fiquei meio confusa em algumas partes, mas o que posso dizer é que é um livro de superação, mas sem forçar a barra. Tudo bem aos poucos! Amei conhecer Paris através dos olhos dela (e matar um pouquinho a saudade de viajar) e ver a vida com a sua leveza, mesmo com as dificuldades.

Thierry é incrível, mas com algumas ressalvas. Laurent? Me conquistou, mas não 100%, digamos assim! Sami e Cath? Amigos que eu gostaria para a minha vida. Aliás, o colega de apartamento não parece lá grandes coisas, porém, em uma cena específica me ganhou por completo! O pai da protagonista? Amoroso, do jeito dele, e eu queria que tivesse aparecido mais hahaha.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

A grande missão me deixou um pouco perdida também. Nos últimos capítulos, quase tudo aconteceu muito rápido. Mas tudo se encaixou no final e tentei me focar no que era importante, de fato. E tivemos algumas surpresas, que jamais passariam na minha cabeça no começo do livro.

Por fim, quero dizer que é um livro bem amorzinho e que me ajudou, sem querer, a descobrir que a minha ansiedade estava acima do normal. Eu estava interessada na história, mas a falta de concentração não me deixava passar para a próxima página. Então, por isso a demora da resenha. ;-)

Quanto aos aprendizados: todos temos limitações, que assustam, mas a gente se adapta. Uma viagem muda o rumo de muita coisa! E há males que vem para o bem. E para ajudar na ansiedade: têm coisas que é melhor deixar para pensar quando (e se) acontecer. A partir do momento que li esse tipo de pensamento recorrente da Anna, virou mais um mantra da minha vida.

Ah! Dá vontade de comer chocolate e não sei se é psicológico, mas juro que a capa tem cheiro dessa 8ª maravilha do mundo hahaha. Têm receitas que parecem bem deliciosas nas últimas páginas e o agradecimento da Jenny é muito fofo e as observações, antes de dar início à história, também! ♥

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo e você pode comprar o livro aqui (ajuda muito o PJ)! Ah! Parabéns atrasado para a autora, que completou mais uma primavera ontem (dia 14). Muitas histórias incríveis!! ^^

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – A padaria dos finais felizes!
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14.09.2020
* PJ Leu: Conto – Cale-se para sempre! ♥

Ei, Gente! :) A minha concentração literária está voltando aos poucos e no finde consegui até ler um conto novo: Cale-se para sempre, da Renata Lustosa (autora nacional), uma parceira querida do PJ. Então, trouxe a resenha para vocês. Vamos lá? Boa leitura!

Conto: Cale-se para sempre | Autora: Renata Lustosa
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Olívia Florence é dona de uma pequena empresa de organização de eventos chamada “Dois pombinhos”. Parece que as coisas vão melhorar com o novo casal cliente, porém, tudo muda quando o noivo dá em cima dela na maior.

Agora o que fazer? Contar para a Bianca, a noiva, e perder seus potenciais clientes ou deixar isso para lá e não falar nadinha? Sua honestidade pode prejudicar a sua empresa, que já está meio mal das pernas ou pelo contrário?

Entre essas questões, Olivia aprende boas lições. Inclusive, faz as pazes com o senhor cupido!

Opinião da Pequena: Sempre quando eu leio algo da Rê, eu lembro o motivo de eu amar tanto chick-lit. Esse conto é mais uma prova de que esse gênero traz valores que inspiram a gente no nosso dia a dia e não tem nada de “raso”.

A premissa chama a atenção. Imagina: o único cliente, que pode manter a sua empresa, dá em cima de você na maior cara de pau? É impossível não se colocar no lugar da Olívia e ter vontade de dar um murro nele (sou contra violência, mas esse vilão merece hahaha).

Adorei como a história foi conduzida e o único defeito é que acaba muito rápido! Quando a gente se toca, chega o epílogo, mas fica feliz que tudo se encaixa direitinho.

De quebra, a gente aprende lições, como a importância de ter aulas de krav magá. Que a propósito, essa parte rende boas risadas. Outra: a honestidade e a empatia valem ouro. E que o Cupido sabe das coisas e um bom partido aparece e ele tem de ter várias coisinhas, que vão além de bens materiais. Clichê, mas sempre bom lembrar.

Crédito da Imagem: Amazon / Renata Lustosa

Tomás é meu novo crush literário, mesmo com algumas ressalvas. A Olívia? Amei esse nome! Ah! E eu quero contratar a “Dois Pombinhos” quando eu me casar hahaha. ;-) Aliás, noiva Bianca, você me surpreendeu. Quer ser minha amiga? Eu,você e a Olie podemos criar um grupo no Whats hahaha.

Enfim, recomendo muito para quem anda travado nas leituras. Quer algo divertido, leve e para devorar em questões de horinhas? Cale-se para sempre é perfeito para isso.

E não sei vocês: mas contos eu acho que sempre devem virar livros, porque quero mais detalhes e tal hahaha. Tipo uma personagem, que acho que acrescentaria muito, ficou meio apagada. Mas entendo que esse tipo de leitura é desse jeito, mais direto ao ponto, digamos assim.

Quanto à capa… Tem tudo a ver com a história, inclusive, com uma cena incrível. Pelo menos, eu acho! E o título também! E adorei a diagramação e as ilustrações em algumas páginas, que fazem a diferença. ^^

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

É isso, pessoal. Quem quiser embarcar, está disponível nesse link da Amazon. No mais, podem opinar à vontade! ;-)

Beijos e boa semana,
Carol.

Post Antigo: Conto – Maldito Beijo!
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11.09.2020
* PJ Entrevista: Gabriela Rodrigues! ♥

Ei, Gente! :) Há séculos não rola uma entrevista aqui, né? Para matar a saudade, entrevistei a autora Gabi (que conheci na blogosfera), que lançou recentemente um livro em homenagem ao nosso bem mais precioso: a família. ♥

O pai dela foi diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) e para ajudar outras pessoas também, a protagonista do post resolveu colocar tudo no papel e transformou tudo em uma história real: Ele tem ELA, elas têm ele.

Vamos lá? Boa leitura! Conta aí, Gabi.

Crédito da Imagem: Gabriela Rodrigues

1. De toda história com o seu pai até o momento, qual é a lição mais valiosa que aprendeu?
R: Aproveitar os momentos mais simples da vida. Depois que descobrimos a doença passamos a dar muito mais valor aos dias que estamos juntos, às tardes de sábado que assistimos um filme ou tomamos solzinho na varanda e quando vemos o Miguel (meu sobrinho e neto do meus pais) brincar e dançar no tapete da sala! E ainda estou aprendendo a não ser ansiosa com o futuro pois isso nos limita a aproveitar o presente!

2. Aliás, conta um pouco sobre a iniciativa de escrever o livro e a trajetória da escrita?
R:
Certo dia me veio essa vontade de contar sobre o processo da descoberta da doença do meu pai, pois a ELAEsclerose Lateral Amiotrófica – é uma doença muito difícil de ser diagnosticada e isso poderia ajudar outras famílias e pacientes. Mas a história da união e do amor da minha família acabou sendo retratada de uma maneira tão intensa que eu arranco lágrimas e muita emoção dos leitores (acho que é um bom sinal! Rs..).
Iniciei o processo da escrita após o curso de “Escrita Afetuosa” com a Ana Holanda, o curso me deu a coragem e a energia necessárias para seguir esse caminho mais sentimental. Em 6 meses finalizei o livro e fui atrás da publicação independente.

3. E o que a sua família achou da ideia de escrever o livro? Conta um pouco a reação deles e tal. :)
R:
Antes de começar a escrever eu contei sobre a ideia do livro primeiro para o meu marido e depois para uma amiga que ama escrever e ambos acharam uma homenagem linda e me incentivaram muito. Amadureci a ideia e contei para todos os que seriam protagonistas da história (meu pai, minha mãe, minha irmã e meu cunhado) e, claro, choramos muito!!! Durante o processo da escrita eles me ajudavam a lembrar de alguns detalhes e foi uma delícia porque revivemos muitas histórias que estavam guardadas em nossas memórias e é sempre bom revisitar algumas, né? =) E agora elas estão disponíveis para que todos possam viver um pouquinho delas com a gente!

Crédito da Imagem: Gabriela Rodrigues

4. A parte mais doce e amarga desse mundo da escrita? 
R:
Sou nova nesse mundo e vi que é muito difícil ser autora independente por aqui! Mas eu escrevi esse livro para homenagear os meus pais e agradecer por tudo o que eles são pra mim, além de, é claro, poder ajudar outras famílias que convivem com a ELA. Já recebi mensagens de familiares de pacientes que estão passando pela mesma angústia que passei e sei como é importante ter algumas dessas informações quando descobrimos uma doença rara e degenerativa na nossa família, então acredito que fiz certo e isso é o que importa!!!

5. Pergunta clássica do PJ: se pudesse salvar três livros da sua biblioteca, quais salvaria? 
R:
É difícil porque eu amo ler! Então separei os 3 que eu sinto que estão ligados ao meu livro: Fernão Capelo Gaivota (Richard Bach) – O primeiro livro que meu pai nos deu, junto com O Pequeno Príncipe, então foi o primeiro que li e tive na vida (e que eu lembro! rsrs). A Morte é um Dia que vale a pena viver (Ana Claudia Quintana Arantes) – Fala sobre cuidados paliativos e a importância de viver todos o momentos da vida. Como se encontrar na escrita (Ana Holanda) – Fiz a leitura do livro após o curso e foi ótimo para o processo de escrita fluir

***

Sabe aquela entrevista que dá um quentinho no coração? Então, foi essa! Já coloquei na minha listinha para embarcar nessa história e deu ainda mais vontade de escrever. Aliás, obrigada por ter topado, Gabi. Parabéns pela linda iniciativa e que esse livro mude a vida de muita gente! ♥

Ah! Ficou interessado em devorar essa leitura? Corre aqui para saber mais informações para comprar. Quer conversar com a autora de “Ele tem ELA, elas têm ele” (amei muito esse título)? Ela é mega acessível no Insta: @gabrielaer.

No mais, podem opinar à vontade. :)

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Autora Clarice Pessato
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10.09.2020
* Tag: Uma comédia romântica, por favor! ♥

Ei, Gente! :) Como vocês sabem, eu não dispenso um chick-lit e a Kaka, do Rainhas da Pechincha, também não. Então, decidimos criar em conjunto uma TAG para mostrar todo o nosso amor por esse gênero literário e afins. O nome é: Uma comédia romântica, por favor. Vamos lá? ♥

1. Melhor par romântico: 
Carol: Charlie e Dan (O Diabo ataca em Wimbledon).
Kaka: Becky e Luke (Livros da Becky Bloom).

2. Personagem mais embuste: 
Carol:
Ryan (Te devo uma).
Kaka: Dillon O’Hara (Uma noite com Audrey Hepburn).

3. Melhor local fictício:
Carol:
A redação da revista The Plunge é o primeiro local que surgiu na minha cabeça (A vingança veste Prada).
Kaka: A casa de Lina, na Itália (Amor & Gelato).

4. Chick Lit que precisa de lencinho: 
Carol:
Menina de 20.
Kaka: Teto para Dois.

5. Melhor personagem amigo da protagonista:
Carol
: Eu ia colocar Susie, mas vou colocar um que eu gostei recentemente, que foi a Piper (O Diabo ataca em Wimbledon).
Kaka: Susie, amiga da Becky Bloom.

Crédito da Imagem: Kaka

6. Protagonista que mais se identifica:
Carol:
Mel (Confissões de uma Terapeuta).
Kaka: Becky Bloom (Vocês sabem os nomes dos livros, né? hahaha).

7. Um chick lit com a primeira letra do seu nome (ou blog):
Carol:
Corra, Abby, Corra!
Kaka: Não conheço nenhum!

8. Personagem que queria trazer para a vida real:
Carol:
A Becky (Os delírios) e a Mel (Malas, Memórias e Marshmallows) .
Kaka: Sadie, a tia avó da Lara (Menina de Vinte).

9. Uma autora que estoura o limite do seu cartão:
Carol:
Sophie Kinsella.
Kaka: Sophie Kinsella.

10. Comédia romântica que todo mundo ama e você não (ou vice-versa): 
Carol:
Não gostei de “As joias de Manhattan”.
Kaka: Não gostei de “Um presente da Tiffany” e “O Navio das Noivas”. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

***

É isso, pessoal. Gostaram? A gente espera que sim. :) Aliás, quem quiser responder, fica à vontade, ok? Vamos amar ler as respostas de vocês. Ah! A maioria tem resenha aqui no blog ou lá no Rainhas. Só buscar na caixinha de pesquisa. E quem tiver indicação de chick-lit de autoras nacionais, seremos eternamente gratas. ^^

Beijos, Carol e Kaka.

Post Antigo: TAG Dramática
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