01.10.2020
* Tag Literária: Deve ser horrível dormir sem mim! ♥

Ei, Gente! :) Para começar o mês, vamos de TAG Literária? Vi essa “Deve ser horrível dormir sem mim“, no canal da Ju Cirqueira, que foi criada pela Paola, do Livros e Fuxicos.

Confesso que nunca escutei essa música da Manu Gavassi, mas achei as perguntas criativas hahaha. Então, boa leitura! ♥

1. Larguei até o livro que eu estava começando a ler só pra te ver sofrer por mim: Um livro que foi abandonado sem dor no coração.
R: Eu não curto muito abandonar livros, mas um que não rolou foi “Tipos Incomuns“, do Tom Hanks. E jurava que eu ia amar!

2. Se eu fosse mais nova Eu cederia sim: Um livro favoritado na adolescência e que agora não seria.
R: Eu ainda tenho um gosto meio teen hahaha. Mas acho que seria “O diário de Débora“, da Liliane Prata, que a propósito eu nem sei se li na adolescência, mas deu para entender hahaha.

3. Vejo sua leve Não tão leve Obsessão em mim: Um autor (a) que virou sua obsessão.
R: Sophie Kinsella? =D

4. Meu estilo é clássico Amor pra poucos: Um livro clássico que todo mundo ama, menos você.
R: A hora da estrela, da Clarice Lispector. Talvez hoje em dia, eu até mude a minha opinião, mas na época li por pura obrigação mesmo.

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

5: Meu humor é ácido: Um livro que deveria ser divertido, mas não foi.
R: Quase um romance, da Megan Maxwell. Achei que ia ser um chick-lit leve e que arrancaria risadas e tal. Não foi 100% ruim, mas também foi bem diferente do que eu imaginei.

6: Quando acha que entendeu Eu nem tô mais aqui: Um livro com o final surpreendente e confuso.
R: Daqui a cinco anos, da Rebecca Serle. Não foi totalmente confuso, mas bem surpreendente.

7: Claro posicionamento político Laço no cabelo E bom senso crítico: Uma personagem literária inspiradora.
R: Olívia Florence, conto “Cale-se para sempre“, da Renata Lustosa. Uma das personagens mais honestas e mostra o poder da empatia.

8: Deve ser horrível dormir sem mim Sem mim: Uma história que te roubou o sono.
R: Na minha onda, da Laura Conrado. Passei a noite em claro! Era impossível abandonar a história hahaha.

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

É isso, pessoal. :) A maioria das resenhas vocês encontram aqui no blog, ok? E me contem: já leram alguma dessas histórias? No mais, podem opinar à vontade! ♥

E que outubro seja repleto de leituras incríveis e um mês mais leve e tranquilo. ^^

Beijos, Carol.

Post Antigo: Tag – Uma comédia romântica, por favor!
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29.09.2020
* PJ Leu: Daqui a cinco anos! ♥

Ei, Gente! :) A dica literária da semana é Daqui a cinco anos, da autora Rebecca Serle. Um livro que responde, nas entrelinhas, aquela clássica pergunta: como você se imagina daqui a cinco anos? Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: Daqui a cinco anos | Autora: Rebecca Serle | Editora: Paralela
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Dannie Kohan é aquela personagem que sabe responder exatamente como se vê daqui a cinco anos. O emprego no escritório de advocacia dos sonhos, o noivado com o namorado, entre outros planos.

Totalmente pé no chão, a protagonista tem esse jeito de ser até no dia em que acorda e percebe que está em uma realidade diferente, que acontece cinco anos depois de dormir. Ela encontra um outro apartamento, uma aliança que não é sua e um homem que não conhece. Mas quando desperta novamente, tudo volta ao normal e acredita (mais ou menos) que só foi um sonho de uma noite doida!

E como o destino adora pregar algumas peças: quatro anos e meio depois, ela vê o cara misterioso daquela página da sua vida e tem uma surpresa nada agradável. Um romance que fala sobre o amor, a amizade e, principalmente, a lealdade.

Opinião da Pequena: Eu nunca tinha lido nada da autora e, de antemão, posso falar que é uma escrita que prende do primeiro ao último capitulo. É impossível largar a história, que tem uma premissa bem instigante! Mas quando a gente vai embarcar é ainda mais surpreendente.

Confesso que não me simpatizei muito com a protagonista. Não que ela seja uma personagem ruim e é levar ver algumas mudanças e insights. Mas achei bem séria e muito pragmática, digamos assim. Não rolou aquela identificação, sabem? Em contrapartida, a Bella, sua melhor amiga, é aquela “pessoa” que a gente adoraria trazer para a realidade! Doidinha e com um coração de ouro.

Eu quis ter raiva do David a cada parágrafo em que ele aparecia! Mas não consegui e ainda bem! Às vezes, ou quase sempre, os planos não saem como imaginamos. Ai lembrei daquele livro “Malas, Memórias e Marshmallows“, que diz que “enquanto o homem planeja, Deus ri”. Se encaixa bem nesse livro também. Aaron (ou Greg) foi uma mistura de sentimentos! E os pais da Bella? O mesmo caso. Mas o Dr. Shaw é o meu favorito de todos!

Crédito da Imagem: Amazon
Pequena Jornalista

O mais legal de “Daqui a cinco anos” é que eu achava uma coisa, mas não era nada daquilo. Ou não no contexto que eu imaginava! Alguns desfechos deram um aperto no coração. Outros, eu esperava um pouquinho. E o final é bem bolado e me pegou totalmente desprevenida hahaha!

E como todas as histórias, essa rendeu algumas lições: pensar no futuro é bom, mas ter foco no presente é melhor! A principal contagem regressiva deve ser para a nossa felicidade e que não é necessário saber o que vem a seguir. Isso pode acabar com toda a magia e o crescimento diário que precisamos. Recomendo!

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! Lembrando que você pode comprar o livro através desse link (isso ajuda muito o Pequena Jornalista).

Beijos, Carol.

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28.09.2020
* Para assistir: Enola Holmes! ♥

Ei, Gente! :) Sabem aqueles posts de filmes que invadem o seu feed, mas acabam não despertando a sua curiosidade? Com Enola Holmes, disponível na Netflix, foi assim. Vi um monte de postagem sobre, mas como nunca fui de assistir Sherlock Holmes e tal, não me interessei.

Até que no sábado, estava procurando um filme com o meu namô e ele sugeriu esse! Disse que tinha visto o trailer e que com certeza eu iria gostar. E ele acertou na mosca! Então, peguem a pipoca e o refri que a sessão vai começar. ♥

Crédito da Imagem: Rolling Stone

Para começar aquele clássico resuminho: Enola Holmes é a irmã mais nova de ninguém menos que o detetive Sherlock Holmes. Quando sua mãe desaparece, a protagonista inicia uma investigação para descobrir o paradeiro dela. Porém, Mycroft, o irmão do meio, decide que quer mandá-la para um internato só de meninas! No meio de tantas aventuras, ela conhece infinitas coisas sobre o mundo lá fora e, claro, a si mesma. ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

O que eu achei? Simplesmente maravilhoso. Desde o roteiro, até a fotografia, os figurinos e os atores que deram vida aos personagens. Enola é uma protagonista que conversa com a gente, literalmente, e nos faz rir e pensar fora da zona de conforto. Amei o Girl Power presente em cada cena, de forma natural e leve!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Nada passa batido e é muito bem feito, na minha humilde opinião. Confesso que em algumas partes eu fiquei meio boiando, mas nada que tenha atrapalhado muito o entendimento da mensagem final que a história quer passar.

Falando nisso, adorei o jogo de palavras e a perspicácia dela! Sherlock Holmes me conquistou também e amei o voto de confiança que ele deu para a irmã. Mycroft é meio sei lá e um tal de Lorde é um verdadeiro cavalheiro! A mãe? Me surpreendeu. Umas horas eu gostava e outras deu uma raivinha!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Enfim, é um filme para a família toda, que mostra a importância da gente seguir a nossa vida, com as nossas próprias escolhas. Ajudar o outro e aprender acima de tudo a lutar pelo que acreditamos e pelo próximo também! E sempre o melhor encontro é com a gente mesmo.

Quero muito ler o livro (da Nancy Springer) que inspirou o filme, que a propósito virou um dos meus favoritos desse ano doido! Obrigada, namô por isso. ♥ Ah! E são vários, então, espero que vire uma franquia. No mais, você vai rir bastante, se emocionar e refletir sobre temas que são fundamentais, independente de qualquer coisa!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo e MUITO!

Beijos, Carol.

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23.09.2020
* PJ Entrevista: Fernanda Rodrigues! ♥

Ei, Gente! :) E no meio dessa pandemia, eu acabei conhecendo blogs incríveis e um deles é da Fernanda, do Algumas Observações. Logo descobri que ela também é escritora e que, recentemente, lançou o livro “Sobre o que estava tentando dizer”, junto com a Elizza Barreto.

Ela têm outros títulos literários e que deixam a nossa vida mais poética. Enfim, não vou falar muito. Mas a protagonista do post do dia sim! Chamei a autora para conversar um pouco com a gente. Vamos lá? Espero que gostem da entrevista! ♥

Crédito da Imagem (Foto): Fernanda Rodrigues
Crédito Montagem: Pequena Jornalista

1. Se pudesse salvar três livros de poesias (sem ser os seus), quais salvaria?
R: Oi, Carol! Obrigada pelo convite e pela oportunidade de conversar com você e com os seus leitores. Eu acho muito difícil escolher apenas três! Um que vive na minha cabeceira e que sempre está comigo é o Toda Poesia, do Leminski (Companhia das Letras), que apresenta um compilado de toda a produção poética do autor curitibano. Esse livro é muito inspirador, já que nele há textos produzidos em diversos anos da vida do Paulo Leminksi. É legal demais ver como ele trabalhou a criatividade nos textos. O seguindo livro foi escrito por uma amiga e me comove profundamente. Chama-se Seu Retrato sem Você, da Tatiana Eskenazi (Editora Quelônio). Esse livro é um dos poucos que me deixa com um nó na garganta e com uma vontade profunda de investigar esse processo de presença na ausência e ausência na presença a que a Tati nos provoca em seus poemas. O terceiro, sem dúvida, seria qualquer um do meu muso, do meu divo, Carlos Drummond de Andrade.

2. Aliás, como foi o seu primeiro contato com esse mundo? Conta um pouco da sua trajetória de poetisa?
R: Eu poderia escolher vários marcos para estabelecer o início da minha vida como poeta, desde assistir ao Gato Pintado no Castelo Rá-Tim-Bum durante a infância, passando pelo meu ensino médio (em que tive professoras maravilhosas!), chegando à abertura do meu blog, o Algumas Observações, em 2006 — espaço em que eu passe a produzir meus próprios versos. Penso que todo mundo vive cercado de poesia o tempo todo, a questão é que nem sempre as pessoas se dão conta disso. Se a gente parar para pensar, viver é uma profunda e intensa poesia. Sobre a minha trajetória, acho que ela vem muito atrelada a ler muita poesia — de todos os tipos — e a escrever até encontrar uma satisfação no meu texto (não importando muito a finalidade: se será publicado no blog, em livro, em cartão ou se ficará guardado).

3. Para quem ainda não embarcou nesse universo, o que você diria e qual conselho daria?
R: Quebre o ciclo do senso comum de que “ler poesia é difícil”. Penso que uma das melhores coisas hoje é que há poesia de todos os tipos, para todos os gostos. Então, experimente! Vá dos autores clássicos, de formas mais rígidas, até os poetas de internet. Aliás, também é muito interessante pensar em formas de consumir poesia hoje, porque há muitas: livro, e-book, Story do Instagram, vídeo de Youtube, Podcast, batalha de slam… Enfim, tenho certeza de que há um(a) poeta para todo mundo poder se encantar. Tudo começa aceitando que ler poesia NÃO é difícil!

Crédito da Imagem (Foto): Fernanda Rodrigues
Crédito Montagem: Pequena Jornalista

4. Tem alguma mania peculiar na hora de escrever e ler?
R: Mania, não. No momento da escrita, preciso ser rápida, porque as ideias sempre surgem acompanhadas. Se não anoto na hora em que as tenho, ou me esqueço ou o texto não sai com o mesmo frescor, com a mesma espontaneidade. O trabalho fica muito mais árduo. No momento de leitura, não tenho nenhum ritual. Entretanto, gosto de manter um diário de leitura para anotar percepções e insights que tenham surgido em decorrência da leitura — tem eles relações com o texto lido ou não.

5. Para quem deseja viver de escrita: qual é a parte mais doce e amarga desse mundo?
R: A parte mais doce divide-se em duas: a primeira é a “garantia” (muitas aspas nessa “garantia”) de sobrevivência mental e afetiva. No meu caso, escrevo por profissão, mas também por muitas necessidades internas (de me organizar, de me entender, de tentar compreender o mundo ao meu redor). A segunda diz respeito às conexões (essas, bem reais). A escrita — tanto do blog, quanto do livro — me trouxe amigos de várias partes do mundo e me possibilitou ir além da minha própria realidade por meio do compartilhamento das experiências.
A parte amarga é que ninguém vive só de vender livros. Mesmos grandes autores hoje se dividem entre escrever e alguma outra profissão (lecionando escrita criativa ou traduzindo e editando outros livros, por exemplo). É muito duro viver em um país que tem tantos problemas relacionados à Educação, porque isso — além de todos os outros problemas — acarreta uma profunda desvalorização da Cultura e de tudo o que a envolve, incluindo os livros. É muito triste saber que o objeto livro não circula em todos os lugares, que ainda há pessoas que vejam como certo que ler seja uma atividade apenas da elite.

***

Crédito da Imagem: Blog Algumas Observações

Amei a entrevista e fiquei com vontade de me jogar nesse universo. Muito obrigada, Fê! Todo sucesso do mundo para você, viu? Para quem quiser conhecer mais sobre os livros dela e tal, só clicar aqui. Em breve, espero conseguir ler e podem deixar que publico uma resenha no PJ.

E vocês? Gostam de poesias? Me indiquem! Já conheciam a autora? No mais, podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol. ♥

Post Antigo: PJ Entrevista – Bia Pof!
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21.09.2020
* PJ Leu: Quase rivais! ♥

Ei, Gente! :) Sei que ando meio sumidinha, mas depois explico melhor o que aconteceu. O importante é que hoje tem mais uma dica literária \o/! Dessa vez: Quase rivais, de J. Sterling. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: Quase Rivais | Autora: J. Sterling | Editora: Faro Editorial
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4,5 livros

Sinopse: James é louco pela Julia. Julia é louca pelo James! Mas eles são uma espécie de Romeu e Julieta, dos tempos atuais. Por quê? A família de cada se odeia há gerações! E agora? Será que o destino é o mesmo do casal de William Shakespeare ou uma nova história será contada?

Opinião da Pequena: Eu vi uma resenha desse livro lá no blog Estante da Alê e, se eu não me engano, no Prefácio também. Daí, me apaixonei pela história e quando tive a oportunidade, comprei para ler.

Começando pela capa: como não se apaixonar por ela? Tem cara de romance no ar e, normalmente, não curto pessoas reais nas capas. Mas adorei os dois protagonistas e já me apaixonei por eles antes mesmo de “conhecê-los” hahaha. E acho que o título tem tudo a ver com os capítulos no geral. E achei bem interessante que cada parte tem um trecho de Romeu e Julieta e mostra tanto a visão do James quanto a da Julia.

A premissa é bem clássica e a escrita da autora é leve e divertida. Algumas partes são para lá de picantes (aí eu fico meio tímida hahaha), porém, há muitos momentos mais inocentes que nos arrancam suspiros! O casal principal é bem carismático e, sem dúvidas, essa história é mais fofa do que a do Shakespeare.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Também tiramos lições, como: tudo tem os dois lados da moeda e, muitas vezes, só sabemos uma parte. Estar disposto a escutar o outro, pode render bons momentos. Falando nisso, o pai da Julia me irritou um pouco e amei os dois amigos dos principais. E têm apostas que rendem ótimas histórias e risos nos personagens e, claro, no leitor.

No mais, foi uma leitura que fluiu muito, com alguns errinhos de digitação, mas nada muito gritante e que tenha deixado o livro ruim. Se você ama vinho, vale ler com uma taça na mão. Enfim, amei embarcar em Quase Rivais. Deixou a vida mais colorida e só o finalzinho, que bateu uma dúvida, mas a minha imaginação foi longe hahaha.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Só clicar aqui para comprar. Isso ajuda muito o PJ! ;-) Ah! E sabe a capa que está embaixo do livro na foto? É uma edição linda de Romeu e Julieta, que a minha vizinha fofa me deu! ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: Mini roteiro de Verona
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