30.11.2017
* O drama de ter – e manter – um cachorro branco – Projeto Drama Queen #109 (Por Teca Machado)! ♥

Quando eu escolhi o Calvin para chamar de meu, meu West Terrier fofinho, nem pensei num pequeno detalhe: Ele é branco e a terra em Brasília é vermelha.

Drama Queen - PJ - 1

Antes de ele poder começar a passear, tudo era limpo, o Calvin era brilhante de tão branco. Mas assim que o primeiro passeio na rua aconteceu eu percebi: nunca mais ele seria branquinho, muito pelo contrário.

E além disso, ele é agitado, gosta de correr, brincar e, pasmem, pular no lago do parque onde vamos todos os dias. Ou seja, ele vive mais sujo e empoeirado do que o normal.

Há algumas semanas mesmo, estávamos brincando quando ele achou uma maravilhosa poça de lama e resolveu nadar. O resultado foi esse:

PDQ - 2

E eu quase chorei na hora de dar banho.

O drama atual se chama “período de chuva”. Ultimamente tem chovido quase todo dia e sempre na hora do passeio de fim de tarde. Tem dia que eu vou com ele e quando já estamos lá o céu se abre e a chuva despenca. Então ele e eu nos molhamos e nos sujamos, que foi o caso de ontem, de anteontem e ainda do dia anterior.

E o problema é que a raça dele tem uma pele meio sensível, não podemos dar banho com frequência – diz que o certo seria uma vez a cada 15 dias, mas com o Calvin isso não pode acontecer nunca, senão ele mudaria de cor de vez e traria muita sujeira para a minha casa – então chego em casa e só posso dar um banho a seco e usar secador de cabelo no rapaz. Não resolve o problema, mas melhora muito.

Tem dias, como hoje, que eu acho que a solução seria comprar uma tinta de cabelo castanho e transformar de vez a cor do bichinho, hahaha (ou deixar ele como aquele poodle roxo que está rolando na internet, hahahahahaha).

Pelo menos já cheguei a uma conclusão: Cachorro sujo é cachorro feliz, é só olhar a cara do Calvin nas fotos imundo!

PDQ - 3

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O Projeto Drama Queen é uma parceria entre os blogs Casos, Acasos e Livros e Pequena Jornalista, com textos quinzenais cheios de dramas da vida e muito bom humor. Quer participar? Manda seu texto para a gente. ;-)

Teca Machado.

Para ler: Projeto Drama Queen #108

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29.11.2017
* Para assistir: Depois daquela montanha! ♥

Ei, Gente! :) Um dos filmes mais esperados por mim nesse mês era Depois Daquela Montanha, inspirado em um livro que leva o mesmo nome, do autor Charles Martin (publicado pela Arqueiro, parceira do PJ). Depois de algum tempo enrolando para assistir, por conta da rotina corrida, consegui finalmente assistir.  Então, hoje a dica é cinematográfica. Vamos lá?

Para assistir - Depois daquela montanha - PJ - 1

Para começar, segue um pouco da sinopse. Alex é uma jornalista, que está querendo voltar para casa com o seguinte objetivo: comparecer ao seu casamento. Já Ben, um doutor, está voltando de uma conferência médica e tem uma cirurgia marcada. Porém, ambos tem o mesmo voo cancelado. Mas como são compromissos inadiáveis, decidem fretar um jatinho. Entretanto, os planos não dão certo e no meio do voo, o piloto sofre um ataque cardíaco e o avião cai em uma região montanhosa coberta por neve. E com um detalhe: como o voo foi de última hora, ninguém sabe que os dois fretaram esse jatinho, então, a chance de ter um socorro é quase nula. Daí, os dois, até então desconhecidos, tentam sobreviver, independente dos ferimentos e do fato de que estão perdidos.

Para assistir - Depois daquela montanha - PJ - 2

O que eu achei? Bom, o livro me surpreendeu muito mais. Mas o filme não deixa a desejar não, gente!  A história na telona me trouxe sensações e reações parecida: fiquei angustiada na maioria das cenas, me apaixonei perdidamente pelo cãozinho (que a propósito era do piloto) e aprendi mais uma vez que as situações podem ser devastadoras, mas se você lida de uma forma leve, na medida do possível, elas deixam de ser tão pesadas. E esse humor de ambos foi bem retratado no filme! Pontinho extra, claro.

Mas como nem tudo são flores, senti falta de alguns pontos importantes também. Alguns detalhes, que eu considero importante, eles não deram a mínima no filme. Por exemplo, a vida do piloto. No livro foi retratado e no filme nada aconteceu.  Aliás, o final do cachorrinho também foi diferente, mas até que me surpreendeu de forma positiva. Outros fatos também não foram nada semelhantes… Em contrapartida, como é adaptação, quase nunca é igual a história literária mesmo e tudo bem.

Para assistir - Depois daquela montanha - PJ - 3Crédito das imagens: Adoro Cinema 

Quanto à escolha dos atores: amei. Os dois, Kate Winslet e Idris Elba, arrasaram muito. No começo, achei que o decorrer da história poderia ser meio parada ao extremo, principalmente, para quem não leu o livro. Mas só foi no comecinho, que deu essa impressão. Depois fluiu bem, pelo menos na minha opinião. Porém, se você é do tipo que gosta de um filme mais movimentado e tal, esse talvez não seja para você, já que em algumas partes o ritmo é meio paradinho.

Enfim, independente dos pontos negativos, acho que vale assistir. É uma história que traz várias lições nas entrelinhas. E como um bom filme (na minha humilde opinião), tem romance, mesmo na tragédia. Mas não é de uma forma apelativa. E se quiser conhecer além, leia o livro. Tem resenha literária aqui

No mais, podem opinar à vontade!

Beijos, Carol.

Para assistir: Homem-aranha, de volta ao lar

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27.11.2017
* PJ Leu: Uma história de verão! ♥

Ei, Gente! :) Para começar bem a semana, separei uma dica literária: Uma história de verão, da autora (brasileira) Pam Gonçalves. O livro, publicado pela Galera Record, é um romance teen cheio de lições valiosas e ideal para quem quer ler algo leve e que flui. Vamos lá? Boa resenha! 

PJ Leu - Uma história de verãoLivro: Uma história de verão | Editora: Galera Record | Autora: Pam Gonçalves
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: O último verão antes da faculdade não será fácil para Analu. É um momento crítico para ela e para qualquer pessoa: o vestibular. Na verdade, o resultado não é o maior problema, mas a escolha que ela fizera. Ela finalmente havia ultrapassado todos os limites! Os pais até poderiam lidar com suas roupas estranhas, o corte de cabelo diferente ou as atitudes rebeldes. Mas nada poderia ser pior que acabar com a carreira que já estava nos planos da família, e trocar o curso de Direito para Cinema.

As persistentes comparações da menina com seu irmão gêmeo, André Luis, também não deixam nada mais fácil. O grande exemplo de filho faz tudo para agradar e, assim como o pai, corre atrás de seus objetivos mesmo que para isso tenha que ser egoísta e ganancioso. Analu está cansada de tanta hipocrisia e da cobrança de todos. Afinal, a família pode até parecer perfeita, mas, na verdade, tem o pior dos relacionamentos. Sua mãe fecha os olhos para as traições do marido, seu irmã não se importa com ninguém desde que ganhe a parte dele, e seu pai… ela não gosta nem de pensar no quanto ele é desprezível.

Tudo que Analu quer agora é paz, aproveitando as férias na praia com seus melhores amigos, antes de enfrentar o furacão que já chegou em sua vida. Só que, para coroar esse verão da discórdia, alguém em quem ela definitivamente não pensava e nem queria mais ver na vida… Está de volta! Depois de dois anos. Analu jamais conseguiu esquecer Murilo, sua primeira grande decepção amorosa. Pelo menos, depois de destruir seu coração, ele tinha sumido, se mudara para outra cidade. Mas agora ali estava ele, com aquele sorriso cafajeste que sempre veio com um alerta de perigo, mas que ela nunca foi bem-sucedida em respeitar.

Com tantos exemplos de relacionamentos mal-sucedidos, a garota aprendeu que o amor romântico não existe, É como uma bomba prestes a explodir, e azar de quem estiver comprometido demais para não conseguir fugir antes da catástrofe. Nada de envolvimento, nada de se apaixonar, nada de apego. Era assim que ela havia sobrevivido até hoje. Seria uma pena se a volta do Murilo não a fizesse duvidar de tudo isto, não é mesmo?

Minha opinião: Esbarrei nesse livro na Bienal e sério, foi amor à primeira vista.  Além de a capa ser mega fofa, a história é bem o meu tipo preferido. Cheio de clichês, mas com elementos surpresas que fazem toda a diferença. A escrita da Pam é leve e flui de um jeito divertido e que faz a gente refletir sobre as escolhas da protagonista e de outros personagens tão importantes quanto. Adorei como ela construiu cada capítulo! A gente lê e nem percebe que já está chegando ao fim. É o tipo de leitura que vale a pena passar o tempo em um fim de semana. E, de quebra, tirar lições valiosas. No meu caso, lembrei de algumas decepções amorosas, mas agora com uma percepção diferente, através dos “olhos” da Analu.

É um livro que fala sobre família, amizade e amor. E mais do que tudo: escolhas! Aliás, cada um segue um caminho. Talvez não bata com os nossos valores, princípios e percepções. Mas quem é a gente para julgar. O negócio é seguir em frente, fazer a nossa parte e torcer para que as coisas se encaixem. Nem que seja aos poucos. Alguns erros não são nada justificáveis, outros nem sempre acontecem por mal. Os personagens dessa história me mostraram mais do que nunca isso. E falando neles, é quase impossível não se identificar, pelo menos com algum. Enfim, a gente torce, discorda, concorda, torce de novo, não acredita que tal coisa aconteceu, fala que já viu aquele “filme” antes e por aí vai. Interage e sente meio que na pele cada momentinho que a Analu vive. E também imagina o que os outros personagens passam também, com raríssimas exceções.

Enfim, MEGA RECOMENDO esse livro. Tem uma linguagem mais teen e vivências dessa idade? Sim. Mas acho que vale incluir essa experiência literária na sua listinha de próximos livros. O final é inspirador e, até, imagino que possa ter uma segunda parte. Mas caso não tenha, gostei de como terminou. Talvez no meu mundo ideal tivesse outro fim, mas combinou muito com o mundo real.  ;-)

É isso. Podem opinar à vontade!

Beijos, Carol.  

Para ler: Fazendo as pazes com o corpo 

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22.11.2017
* PJ Leu: Fazendo as pazes com o corpo! ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária do dia é Fazendo as pazes com o corpo, da Daiana Garbin. O livro, publicado pela editora Sextante (parceira do blog), conta a jornada da autora para vencer a relação doentia com a comida e a obsessão pela forma perfeita. Desde já, recomendo a leitura para todos, independente se você tem algum tipo de transtorno alimentar ou não. Enfim, vamos lá? Boa resenha! 

PJ Leu - Fazendo as pazes com o corpoLivro: Fazendo as pazes com o corpo | Editora: Sextante | Autora: Daiana Garbin

Sinopse: Daiana Garbin passou 22 anos odiando o próprio corpo. Sentia-se eternamente inadequada, deseja ser reta, seca. Só pele e osso. Tinha vergonha de si mesma e de seu descontrole diante da comida. Encarou dietas hiper-restritivas, passou por três cirurgias plásticas, fez procedimentos estéticos agressivos e ficou viciada em remédios para emagrecer. Sempre acreditando que um corpo magro lhe traria paz e felicidade. Foi só depois de muito sofrimento que ela descobriu que a insatisfação profunda que sentia em relação ao corpo não era vaidade nem frescura: era doença.

Diagnosticada com transtorno alimentar, a autora decidiu compartilhar sua história para ajudar as pessoas que sofrem em silêncio por querer se enquadrar em padrões inatingíveis e acabam deixando de aproveitar a própria vida. Ela revela o longo caminho que percorreu para aprender a ficar em paz com o corpo e com a comida. Os altos e baixos, o que deu certo, o que deu errado. As vezes que quis jogar tudo para o alto e o momento em que percebeu que existia uma saída.

Um livro que traz entrevistas com especialistas na área, desde nutricionistas até psiquiatras. Faz com que o leitor pense sobre os perigos alimentares, o lado nocivo das redes sociais e o padrão de beleza irreal que a mídia impõe. Além disso, mostra como a autocompaixão pode ajudar no processo da cura. Que aliás, é um exercício diário!

Minha opinião: Desde o dia que teve o encontro de livreiros da Arqueiro e Sextante, pensei: preciso ler o livro dessa autora! Conheço pessoas que sofrem de transtorno alimentar e eu queria entender mais e ter uma noção de como ajudar. Além do mais, no mundo de hoje, onde na maioria das vezes o padrão da beleza fala mais alto,  imaginei que o livro poderia abrir meus olhos também. E não me enganei. A Daiana fala a verdade nua e crua, mas sem ser cruel e  colocando panos quentes. Ela mostra a realidade, mas dando o carinho e apoio que são tão importantes para quem passa por isso. Ela não te dá a fórmula mágica para a “cura”, porém, conta que você não está sozinho e que seu problema tem uma solução. Só que é um um exercício diário! Não é da noite para o dia que as coisas mudam. Mas só de enxergar que algo está fora do eixo, já é um grande caminho.

Com a leitura, aprendi que não há mal algum em querer se sentir bem, mudar coisas que incomodam. Entretanto, o exagero, a busca pela perfeição, não é nada saudável. Aliás, essa palavra “perfeito” não existe! Ela é linda na teoria, mas na prática pode tornar sua vida um transtorno, no sentido literal mesmo. E por experiência própria: a gente tem que parar de achar que uma pessoa magra é mais feliz. Quando ganhei uns quilinhos a mais, passei a me sentir mais segura. Não foi de propósito, mas aconteceu. Óbvio que têm aqueles dias que uma coisinha me incomoda aqui e ali, mas acontece. E com esse livro me toquei mais ainda que tudo bem ter esses dias.

PJ Leu - Fazendo as pazes com o corpo - 2Aprendizados! 

Fazendo as pazes com o corpo me mostrou ainda mais que o equilíbrio é a palavra-chave. Restrição que não tenha a ver com saúde, só faz mal. Ir numa festa e negar um bolo de chocolate com um refri, sem precisar de fato, só para seguir um padrão, não faz sentido. Mas claro que comer isso todo santo dia, toda hora, não vai ser saudável. É o equilíbrio que faz toda a diferença. E a gente tem que tentar praticar diariamente essa palavra! E saber que não é fácil, mas não é impossível. Também reforcei um aprendizado:  quando temos um problema, não é vergonhoso procurar por ajuda. Pode acreditar, essa atitude só vai fazer bem, por incrível que pareça. E, por fim, siga e esteja ao lado de quem te inspira. Não quem te faz se sentir uma pessoa inferior.

Para mim, a leitura fluiu. Porém, pode ser que para alguns leitores, ela seja mais difícil. Afinal, ler o que acontece exatamente com você, não deve ser nada fácil. Mas não desista. Vale cada palavrinha! Destaque para o capítulo 4, que mais me marcou. E o prefácio: um dos melhores que já li. Enfim, do começo ao fim, é aquela leitura que vale a pena. Tendo ou não transtorno. Conhecendo ou não alguém que passe por isso. Essa história mostra que precisamos urgentemente rever nossos conceitos. Em todos os sentidos, principalmente no de padrão de beleza! Obrigada, Daiana. Que a sua história inspire todo mundo. Ela me inspirou e me marcou! 

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Já leu? Conta o que achou. Ainda não? MEGA RECOMENDO!

Ah!! Essa semana vou postar uma entrevista mega bacana com ela. ;-)

Beijos, Carol.


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16.11.2017
* PJ Leu: Antes de partir! ♥
Em: PJ LEU

Ei, pessoal. :) E o PJ Leu do dia é Antes de Partir, da autora Colleen Oakley. O livro, publicado pela editora Bertrand Brasil, conta a história da Daisy, que tem, aproximadamente, seis meses de vida. Já diz tudo, né? Então, boa resenha! 

PJ Leu - Antes de PartirLivro: Antes de Partir | Editora: Bertrand Brasil | Autora: Colleen Oakley

Sinopse: Na véspera do que esperava ser uma triunfante comemoração de três anos livre da doença, Daisy sofre um golpe devastador: seu médico lhe diz que o câncer está de volta, desta vez ainda mais agressivo. Ela tem apenas de quatro a seis meses de vida. A morte é uma perspectiva assustadora, mas não porque teme por si mesma. Ela está apavorada com o que será de seu marido, Jack. O que acontecerá quando ela não estiver mais lá para cuidar dele? Esse medo tira seu sono, até que uma solução lhe vem à mente: ela precisa encontrar outra mulher para ele.

Com uma determinação singular, Daisy visita parques, cafeterias e sites de relacionamento à procura do par perfeito para Jack. Mas, à medida que ela avança em sua busca, cresce o questionamento acerca da sanidade de seu plano. Conforme a ideia de seu marido com outra mulher vai se tornando algo mais próximo do real, ela se vê forçada a decidir o que é mais importante no curto tempo que lhe resta. A felicidade de Jack ou a sua própria?

Minha opinião: Quando encontrei esse livro na livraria, pensei: preciso ler urgentemente! Histórias assim, sempre acrescentam muito. Me deixam triste, mas a listinha de lições valiosas que fica, faz valer a pena cada página. Porém, me enganei completamente com esse livro. :( Foi uma leitura pesada, que por pouco não larguei para lá. Mas eu tinha esperança de que uma hora, a construção da história ia mexer comigo de uma forma positiva. No finalzinho, até rolou um pouco, mas já era tarde… Claro, que entendo que esses livros tendem a ter uma história pesada, que incomoda o leitor, dependendo da sua sensibilidade. Em contrapartida, todos os livros que li sobre até aqui, me surpreenderam positivamente. Por mais que seja um tema delicado (câncer de mama), os autores conseguiram contar de uma forma leve. Então, por isso me decepcionei.

Tiveram algumas partes engraçadas e o final me prendeu um pouco. Mas a leitura não fluiu do jeito que eu gosto! A Daisy me fez ficar com raiva dela, o Jack também. Em compensação sua amiga, seus bichinhos de estimação, sua mãe e a vizinha: adorei cada personagem! Acho que a ideia central, que ela faz de tudo para arrumar alguém para o marido, que a autora pecou. Até poderia ter, mas de um outro jeito. Sei lá!

Enfim, apesar dos pesares, até que eu consegui tirar lições: aproveitar cada segundinho, principalmente se você leva esse baque. E em hipótese alguma tentar arrumar outra para o seu boy. Ah! E também: o  jeito como a gente lida com as coisas ruins, faz toda a diferença. E pontinho para a capa: a parte mais leve de toda a história!

Resumindo: eu não curti muito. Porém, acho que vale cada um ler e tirar sua própria conclusão! E para variar: podem opinar à vontade! ;-)

Beijos, Carol. 

Sorteio Instagram (até dia 17 de novembro): Livro Fazendo as pazes com o corpo

Para ler: Blogueiras.com

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