14.07.2015
* Para escutar (e matar a saudade): Trilha Sonora Sete Vidas! ♥
Hoje bateu uma saudade da “antiga” novela das seis: Sete Vidas (que acabou na última sexta #fuén!). Confesso que eu não assistia todos os dias certinho, mas sempre que rolava… Ah! Não trocava de canal por nada nesse mundo. Não só pela história ser linda e real, por ter o Felipe e o Pedro (se eu fosse a Julia, teria escolhido os dois hahaha #brincadeirinha ;p), mas porque tinha uma das melhores trilhas sonoras. Então, para matar um pouquinho a saudade, selecionei as minhas cinco preferidas. Aperta o play aí, gente! ♥
Top 5: Trilha Sonora Sete Vidas!

1. What A Wonderful World – Tiago Iorc * o vídeo tá no final post. ;-)
A minha preferida! 

Amo essas músicas que nos fazem refletir, mas não de uma maneira deprê. Essas me dão uma sensação boa. ♥ Gostaram da mini playlist? Quem assistiu, tem alguma que acrescentaria? Conta aí nos comentários. ;-) 
Ah! Não assisti o primeiro capítulo da nova novela. Meio de birra hahaha! Mas se tiver trilha sonora boa, já me ganha (um pouco). E Canal Viva: por favor já coloca na listinha do Vale a Pena ver de Novo, ok? hahaha
Beijocas, 
Carol
P.S: crédito da imagem: gshow ;-)

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12.07.2015
* Para pensar: caminhos diferentes! ♥

Crédito da Imagem: Insta Monica Crema! 

O medo nos salva de muitas enrascadas. Não podemos ser corajosas 24 horas por dia! Sem ele, por exemplo, atravessaríamos a rua, sem o menor cuidado. Em contrapartida, essa palavrinha nos paralisa em muitas situações. Tipo: não ir numa entrevista de emprego por pura cisma de não conseguir. Ele não deixa a gente correr riscos saudáveis. Nessas horas, a melhor coisa: seguir caminhos diferentes. O medo pra lá e a gente pra cá. ;-) 
Beijos e boa semana, 
Carol. ♥

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09.07.2015
* Frases Dramáticas – Projeto Drama Queen #38 – Parte 1 (Por Teca Machado)! ♥
Drama Queens que são Drama Queens de verdade têm algumas frases padrão para os horrores da vida. Você sabe quais são elas? Aviso: Se você fala pelo menos 3 de 5 você pode se considerar uma Drama Queen de primeira categoria.
Por Teca Machado

1- “Eu não tenho roupa!”
Ah, minha querida! Que mulher nunca soltou uma dessas quando estava para sair, mesmo com o armário abarrotado e cuspindo roupas para fora. Você sempre tem a sensação de que nenhuma é adequada para a ocasião, seja ela um casamento, seja ela uma ida para a padaria.
2- “Por que ele não me ama?”
Sim, essa é uma frase padrão Drama Queen e nem precisa ter um alto grau dramático para soltar ela de vez em quando. Já perdi as contas de quantas vezes falei isso durante a minha vida, principalmente na adolescência.
3- “Eu, definitivamente, vou morrer sozinha.”
Que Drama Queen nunca se sentiu abandonada pelo namorado, pela família, pelos amigos, pelo cachorro, pela sociedade em geral? Achar que irá morrer sozinha, sendo a tia velha dona de 28 gatos e que vai ter o seu corpo descoberto apenas três semanas depois da morte porque ninguém se deu ao trabalho de conferir se você estava bem é um pensamento quase normal entre nós.
4- “Nunca chorei tanto na minha vida.”
A cada decepção, coração partido ou mesmo propaganda de margarina você se debulha em lágrimas, mas sempre acha que dessa vez foi pior do que a anterior. Não, não foi. O problema é que o seu canal lacrimal veio com defeito e ele tem vida própria, então não dá para controlar a enxurrada. Mas, não se preocupe, você já chorou mais antes.
5- “Eu estou horrível! Olha o tamanho dessa espinha/barriga/olheira/qualquer outro aspecto físico que você não gosta.”
As Drama Queens sempre acham que qualquer defeitinho, qualquer aspecto negativo do corpo tem um sinal luminoso apontando para ele escrito “Olhe para mim!”. Mas saiba que não tem, então provavelmente ninguém reparou que você tem 3 ml de gordura na barriga ou uma espinha no cantinho do nariz.
*** 
Confessa, vai! Você já falou algumas dessas frases, não falou? Então, junte-se a nós, você é uma Drama Queen! Quais outras você acrescentaria na lista de frases dramáticas?
O Projeto Drama Queen é uma parceria entre os blogs Casos, Acasos e Livros e Pequena Jornalista. Todas as quintas-feiras têm um texto bem dramático cheio de exagero e bom humor sobre os dramas da vida. Mande o seu relato para o Projeto no e-mail projetodramaqueen@gmail.com e não se esqueça de curtir aqui a nossa página no Facebook. ♥
Beijos,
Teca Machado. 

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09.07.2015
* Discípulas de Carrie: Pequena na Big Apple! ♥
No mês passado, a Bru, do Blog Chez B., me convidou para participar de um grupo lindão lá no Facebook: Discípulas de Carrie. ♥ Entre conversas e tal, todo mês cada integrante tem a opção de postar um tema no seu blog. E o primeiro não poderia ser diferente: década de 90. Escolhemos esse assunto para dar início aos posts pois Sex and the City (seriado que tem como protagonista ninguém menos do que o símbolo do nosso grupo) começou exatamente nessa época (em 1998). 
Tínhamos três opções dentro desse tema e a minha escolha foi: Big Apple. Postar uma foto minha nessa época na cidade que nunca dorme. Vamos olhar a pequena blogueira que vos bloga pagar mico em plena blogosfera? Partiu hahaha! ;-) 
♥♥♥
Essa foto tem muitoooo tempo! Minha irmã mais nova, se eu não me engano, tinha uns dois anos (no máximo). Tão bonitinha e de “pi” (era assim que ela chamava a chupeta hahaha) e toda embrulhadinha (friooooo). Depois vem a minha mãe, toda elegante e curtindo o frio que ela tanto ama. E a pequena está ali de cabelo curtinho, com cara de “odeio esse corte que a minha mãe me obrigou a fazer”. Culpa de quem? Dos piolhos! Sério, muito injusto cortar a minha juba só porque milhões de bichinhos invadiram o meu couro cabeludo e gostavam do meu sangue. Eu tenho culpa??? Enfim, mudando de assunto… Nessa época eu usava chapéu, que escondia o meu rosto todinho. Acho que é por esse motivo que não uso mais :(. E esse sobretudo? Superestilo #sqn! E eu acho que não estava muito contente nessa foto não. Bobinha, não dei valor… Mas eu queria saber só da Disney e do tal do príncipe encantado. Poxa! hahaha
O local eu não consegui identificar e minha mãe também não. Minha irmã, menos ainda. Mas é em alguma dessas ruas de New York e em dezembro (perto do Natal ou Ano Novo)! Em frente ao hotel (que eu não sei o nome) que ficamos (eu acho). Na verdade, nem sei se era hotel mesmo (minha memória já foi melhor hahaha). Quem tirou a foto: meu pai ou a minha irmã mais velha. Bateu uma saudade. Uma nostalgia! Essas viagens com a minha família eram as mais legais, apesar das briguinhas. Sinto até falta disso! ♥ Conselho de mãe: aproveitem esses momentos, independente das partes ruins. Faz uma falta depois! As coisas mudam, mas o amor e as lembranças nunca! ;’-)
É isso, gente! Até que o “mico” rendeu boas lembranças. Ah! Quem quiser participar, é só clicar na imagem anterior. As meninas são umas fofas e o grupo é bem legal. Estou muito feliz de participar. Outra coisa: confesso, que só vi alguns episódios dessa série, mas vi os dois filmes e adorei. Acho que a maioria da mulherada, né? Mas uma série que eu amei mesmo e fiquei arrasada quando soube que foi cancelada: Diários de Carrie (li os livros também). Amava muito e preciso terminar de assistir os últimos episódios. E está na minha lista assistir todos as temporadas de Sex and the City. Ajuda aí, Netflix. ;p
Podem opinar à vontade, ok? 
Beijos, 
Carol. 

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08.07.2015
* Post-Ajuda: Um pouquinho da moda masculina (Por Rick)! ♥
Dessa vez o post-ajuda é especialmente para o público masculino. Mas como eu não sou uma expert no assunto, convidei um amigo mega estiloso: Ricardo Tassilo, que criou recentemente o seu site de moda. Então, se você quer dar um toque a mais no estilo do seu boy, irmão, primo, amigo ou pai, leia esse post e confira as dicas de ouro do Rick. Ah! Ele também fala um pouco sobre o que ele pensa desse universo para eles aqui no Brasil. ;-)

Post-Ajuda do Dia: 
Moda Masculina!  (Por Ricardo Tassilo)

1. O que não pode faltar de jeito nenhum em um guarda roupa masculino? 
R: Uma boa calça jeans e uma camisa branca de botão e manga longa. São peças coringas e que sabendo combinar com um sapato ou um tênis bacana deixa qualquer pessoa muito bem arrumada.

2. Quais são as peças essenciais para aproveitar as estações mais frias? 
R: Para mim, as peças essenciais para o inverno são: um bom casaco combinado com uma calça jeans bem transada. Outra bela combinação que está super em alta: uma jaqueta de couro (ou jeans) com calça de moletom. Fora isso, tudo mais é acessório.

3. E acessórios? Quais são as peças que você indica para fugir do óbvio? 
R: Pode até parecer óbvio mais um bom relógio e um bom sapato denota muito da qualidade que você oferece ao seu estilo pessoal. Um gorro é uma peça que dá um toque bem “street” ao look e está super em alto no inverno. Porém, é uma peça suicida. Tem de ter muita autoconfiança, se não fica vulgar. Sim, um look masculino também pode ser vulgar.

4. Acha que a moda masculina brasileira deixa a desejar em relação aos outros países? 
R: Acredito que a moda brasileira masculina deixa a desejar no sentido de que é falha na fomentação de cultura de moda. Faz-se cada vez mais necessário uma união de forças e segmentos públicos e privados para fomentar uma cultura de moda no sentido geral, tornar a moda cada vez mais democrática e acessível. Muitas pessoas não consomem e não dão o devido valor ao mercado de moda por pura ignorância, julgando que tudo que envolve o seguimento é futilidade. O ponto sensível da não fomentação de cultura de moda no País se reflete de forma muito pior na moda masculina.

O europeu, o norte americano não tem medo de ousar em seu guarda roupa e eles sabem dar valor a uma peça de vestuário de qualidade que vai lhe garantir conforto e durabilidade, sem sombra de dúvida eles possuem mais consciência de moda do que os homens brasileiros, sobretudo por que não possuem em sua maioria medo do julgamento alheio ou coisa parecida. É claro que obtivemos diversos avanços neste aspecto, mas o homem brasileiro quase que em sua total maioria é machista e auto afirmativo, essas características influem e muito nos avanços da indumentária masculina no Brasil.

Quando eu falo de machismo posso com total segurança aplicar essas características em algumas mulheres também. Muitas mulheres quando veem seus namorados se arrumando um pouco mais, logo fazem algum tipo de piada ridicularizando a masculinidade de seus parceiros. É um dado sociológico e cultural mesmo, muitos produtos de moda masculina não obtém êxito de vendas no País por puro preconceito dos consumidores. É óbvio que tivemos avanços e paulatinamente esse quadro vem se atualizando.

5. Se pudesse mudar algo em relação à moda brasileira, o que seria?
R: Acredito que a democratização e investimento. Penso que a moda Brasileira é ainda pouco democrática e com isso digo em relação a preços, qualidades de  produto e sobretudo acessível a todos os tipos de corpo. Em um país altamente miscigenado onde o biótipo varia muito de pessoa para pessoa e não temos um padrão definido, faz-se necessário a confecção de diversos tamanhos que atendam todos os tipos de consumidores.

Quando falo de investimento, falo de maneira geral e setorizada também. É inadmissível a quantidade de impostos e encargos que incidem sobre a produção têxtil no Brasil, fazendo com que a produção nacional perca muito de sua qualidade e deixem de empregar diversas pessoas impactando na economia dos Pais. O poder público nacional infelizmente não vê ainda o mercado de moda como uma fonte geradora de emprego e sustentabilidade. Os incentivos fiscais e a ajuda ao pequeno empresário têxtil ainda são muito aquém do que deveria ser. A moda além de levar cultura e de ser um organismo vivo de arte também contribui de forma eficaz para a economia de um País, gerando receitas e empregando famílias. Ainda é parco o apoio e incentivo aos novos estilistas e suas criações e práticas que incentivem as produções locais e regionais.

Outra ponto sensível que me incomoda e que de fato mudaria é a polarização do circuito de moda nacional, com a extinção do Fashion Rio o único calendário de moda oficial dos grandes nomes da moda nacional se tornou o São Paulo Fashion Week, obrigando alguns estilistas do Rio a migrarem para a capital paulista e abafando outros criadores cariocas que não tem possibilidade de migrar para apresentar suas criações. Sou absolutamente a favor de que eventos de moda como Minas Trend e Dragão Fashion cresçam e que se tornem oficialmente parte do calendário de moda nacional e que nasçam outros tantos eventos neste segmento em diversos estados e regiões do País.

***

Um tapa na cara da sociedade as respostas dele, né? Principalmente as duas últimas. Arrasou muito! Muito obrigada, Rick! Amei e desejo todo sucesso nessa nova fase, que só está começando. ♥ Quem quiser acompanhar o trabalho dele é só clicar aqui. ;-)

Ah! E podem opinar à vontade!!

Beijos,
Carol


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