26.10.2017
* PJ Leu: Como se casar com um marquês! ♥

Prontos para mais uma resenha literária? ;-) Dessa vez, a dica é o segundo livro da série “Agentes da Coroa”: Como se casar com um marquês, da maravilhosa Julia Quinn, publicado pela editora Arqueiro (parceira do blog)! Vamos lá? Bom post! 

PJ Leu - Como se casar com um marquêsLivro: Como se casar com um marquês | Editora: Arqueiro| Autora: Julia Quinn
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Elizabeth Hotchkiss precisa se casar com um homem rico, e bem rápido. Com três irmãos mais novos para sustentar, ela sabe que não lhe resta outra alternativa. Então, quando encontra o livro “Como se casar com um marquês”, na biblioteca de lady Danbury, para quem trabalha como dama de companhia, ela não pensa duas vezes: coloca o exemplar na bolsa e leva para casa.

Incentivada por uma das irmãs, Elizabeth decide encontrar um homem qualquer para praticar as técnicas ensinadas no pequeno manual. É quando surge James Siddons, marquês de Riverdale e sobrinho de lady Danbury, que o convocou para salvá-la de um chantagista. Para realizar a investigação, ele finge ser outra pessoa. E o primeiro nome na sua lista de suspeitos é justamento… Elizabeth Hotchkiss.

Intrigado pela atraente jovem com o curioso livrinho de regras, James de forma galanteadora se oferece para ajudá-la a conseguir um marido, deixando-a praticar as técnicas com ele. Afinal, quanto mais tempo passar na companhia de Elizabeth, mais perto estará de descobrir se ela é culpada. Mas quando o treinamento se torna perfeito demais, ele decide que só há uma regra que vale a pena seguir: que ela se case com seu marquês.

Minha opinião: Fiquei tão feliz quando encontrei o James nesse livro (quem leu a resenha do primeiro livro, vai entender). Ele é o tipo de personagem sonho de consumo. Não pelo título, mas pelo jeitinho galanteador.  Acho que de todos os mocinhos que a Julia Quinn me “apresentou”, até o momento, ele é o meu crush preferido! Mas apesar disso, confesso que preferi o primeiro livro da série. Me fez rir mais! Esse tem as partes hilárias, em contrapartida, tem uma pegada mais dramática, que faz a gente suspirar e chorar um pouco. Dá até para entender, já que a vida da Elizabeth não é um mar de rosas. Porém, já que o outro foi mega engraçado, fui com essa expectativa.

A história também é bem amarradinha. Tudo é explicado no decorrer dos capítulos. Adorei a lady Danbury e seu gato doido! Desconfiei de algumas coisas e acertei em cheio (adoro quando isso acontece hahaha). Ela é uma daquelas senhoras difíceis, mas o coração fala muito mais alto. E, no desfecho, descobrimos muita coisa bacana! Chorei com a história do pai da Elizabeth, mas achei inspiradora a forma como ela lida com a situação. James é sem comentários, gente! Queria encontrar um livrinho de regras por aí pelas bibliotecas da vida e um ajudante como ele hahaha #pirigueteliterária. Aliás, essa parte que deu um ar mais cômico à história, que por sinal é bem clichê, mas não deixa de ser surpreendente. E mais uma coisinha sobre ele: James tem o jeitinho conquistador, mas tem muito valor e dá a cara tapa. Só me mostrou mais ainda, que quando é para ser é e ponto final.

Enfim, é um livro, que mesmo não sendo tão bom quanto o primeiro, vale embarcar. ;-) Destaques para as páginas finais. Bem criativo e a minha paixão pelo James só aumentou. Ah! E adorei que a autora incluiu personagens conhecidos. Amo também quando isso acontece! E não foi só com uma frase não, eles tiveram participação ativa. \o/

É isso, gente! Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! 

Beijos, Carol.

Para ler: Como agarrar uma herdeira (primeiro da série)

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23.10.2017
* PJ Leu: O ódio que você semeia! ♥

Ei, Gente! Para começar a semana, uma dica literária bem diferente de tudo que já li: O ódio que você semeia, da autora Angie Thomas. O livro, que foi publicado pela Galera Record, é, sem dúvida, um dos melhores de 2017. Vamos lá? Boa resenha! ;-)

PJ Leu - O ódio que você semeia

Livro: O ódio que você semeia| Editora: Galera Record| Autora: Angie Thomas
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Starr vive entre dois mundos: o bairro pobre onde mora e o colégio particular em que estuda. Ainda assim, ela é como tantas outras meninas de 16 anos. Tem amigos, problemas com os irmãos, vai a festas e também ajuda o pai no trabalho. Até que esse equilíbrio é quebrado: Starr presencia a morte de seu melhor amigo de infância, Khalil, por um policial. Khalil estava desarmado. Starr é a única testemunha.

Não demora e a morte do amigo é manchete em todos os jornais. Alguns o chamam de bandido, outros de traficante, e que fazia parte de uma gangue. O julgamento ainda não ocorreu, mas não há quem não julgue. Seja no bairro, na escola, na TV. Até que protestos começam a tomar as ruas! Traficante? Negro. Bandido? Desarmado.

Tanto Starr quanto sua família são ameaçadas. Pela polícia e pelos chefões do tráfico local. Todos querem saber: o que realmente aconteceu naquela noite? Starr é a única pessoa que tem a resposta. Mas o que ela disser ou não, pode transformar a vida de todos que ama, do bairro, da cidade, do país. Talvez, até do mundo. Será? Aliás, ela pode colocar a si mesma em perigo.

Dizem que a justiça é cega, e é isso que Starr está prestes a descobrir!

Minha opinião: Sabe aquele livro que marca? Esse é um deles! Em poucos capítulos, a autora conseguiu me mostrar uma realidade que, até então, tinha uma vaga visão. Mas através dos olhos de Starr, consegui enxergar o que estava bem debaixo do meu nariz. Sim, porque essa realidade faz parte da rotina diária de tantas pessoas. Do mundo afora! Talvez em alguns lugares, a justiça seja completamente cega. Talvez em outros, a mudança esteja por um triz. Talvez, essa rotina jamais se transforme. Mas pessoas como a nossa protagonista, podem e fazem toda a diferença.

A gente tem mania de julgar o outro por estereótipos, que não fazem o menor sentido. Temos que tentar ao máximo parar de generalizar (e eu me incluo nessa!). Não é que a mudança tenha que acontecer da noite para o dia, mas ela precisa acontecer. Nem que seja aos poucos. E esse livro me mostrou isso. Não sou a favor do crime e de quem segue esse caminho. Acredito que tenham outras saídas, talvez mais difíceis, mas que resultem em uma consciência tranquila e um mundo melhor. Entretanto, com esse livro vi que o desespero fala muito mais alto! Não justifica, mas me fez olhar para esse assunto com outros olhos. Com essa história, vi que a impunidade é uma das coisas mais erradas nesse mundo e que a gente tem que parar com esses achismos. Dos dois lados! Não cabe a gente julgar o que não sabe de fato! Nessa guerra, realmente ninguém sai ganhando.

Essas foram as minhas conclusões, mas vale embarcar na leitura para tirar a sua. ;-) Fora isso, amei a escrita da autora e acho que é o tipo de história que é tapa na cara da sociedade. Cada capítulo me prendeu e não queria abandonar o livro por nada nesse mundo. Está na minha lista de favorito e olhem que nem é o meu gênero preferido. Em relação aos personagens, destaque para a Starr (óbvio), Tio Carlos e Chris. Todos me ensinaram muito! Sobre a capa e o título: tudo a ver e quando você termina a leitura, acaba fazendo ainda mais o link.

Ah! Fiquei bem feliz que vai ter adaptação para os cinemas. Claro, que o livro quase sempre é melhor. Mas é o tipo de obra que todo mundo precisa conhecer! E, adivinhem: quando estava lendo, pensei na atriz que fez Tudo e Todas as Coisas para a personagem principal e tcharan: acertei em cheio!

É isso, gente. Recomendo. MUITO!  No mais, podem opinar à vontade!

Beijos, Carol.

Para ler: Meus dias com você!

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