20.04.2020
* PJ Leu: As joias de Manhattan! ♥

Ei, Gente! :) Para começar a semana, separei uma dica literária que mistura comédia romântica e crime: As joias de Manhattan, da autora Carmen Reid. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: As joias de Manhattan | Editora: Editora Bertrand Brasil | Autora: Carmen Reid
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 3 livros

Sinopse: As três irmãs Jewel saíram do Texas para NY em busca de uma vida perfeita. Porém, o sucesso na cidade que nunca dorme não acontece da noite para o dia. Até que depois de alguns coquetéis, Em, a irmã mais nova, tem um plano genial: roubar joias de um leilão, vendê-las e viver feliz para sempre!

A ideia parece incrível, pelo menos para Em… Mas Sapphire e Amber sabem que nem tudo sai conforme o script ideal. Principalmente, quando não se tem experiência no mundo do crime e a vida amorosa incluem riscos e um detetive, no qual a irmã mais velha namora.

Opinião da Pequena: Eu amei a capa e a premissa desperta uma curiosidade gigante. Em contrapartida, confesso que não foi um dos melhores livros que já li na vida. Talvez, o momento atual não tenha ajudado muito, porém, não sei ao certo o que houve.

Não é que a história tenha sido ruim. Ontem fiquei, praticamente, o dia todo lendo e bastante curiosa para saber o que ia acontecer com o crime do ano, digamos assim. Mas na maior parte, a leitura ficou arrastada e por pouco, não desisti. Entretanto, já tinha lido coisas positivas e eu não quis deixar para lá.

Resultado? Rende algumas risadas e alguns personagens cativam. Jack é um bom partido e tive algumas suspeitas em relação a ele. Em relação a outros caras: acertei na mosca! Quanto às irmãs: a Amber é a mais legal. Já a Sapphire achei meio apagada e a Em que dá uma leve emoção na leitura. Meio doida de pedra, mas quem não tem uma irmã/amiga assim, né? Ah! Queria que a mãe tivesse aparecido mais!

Outro destaque vai para o começo de cada capítulo, onde aparecem mini diálogos e tal. A princípio, não dá para entender. Mas se eu entendi direito, no final tudo se encaixa e é bem legal a ideia da escritora. :) Também quero destacar a relação da Amber com o pai. Ela contando para o Jack é bem emocionante, mesmo com os contratempos que a gente fica ciente depois. E amei os cenários escolhidos para contar cada parte do livro! Principalmente, Genebra e NY.

No mais, muitas coisas ficaram confusas, mas não sei mesmo se eu que não estava concentrada de fato. Enfim, tive a sensação também que o desfecho foi meio corrido. Contudo, o final é fofinho e se encaixa bem no gênero comédia romântica.

***

É isso, pessoal. Vale lembrar que essa é a minha opinião, viu? Sempre é válido embarcar (se a história te chamou atenção) e tirar a sua própria conclusão. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Menina de 20
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6
02.04.2020
* PJ Leu: O lado bom do lado ruim! ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é “O Lado bom do lado ruim“, do autor Daniel Martins de Barros. Publicado pela Sextante (eterna parceira do blog ^^), o livro fala sobre como sensações negativas podem ser usadas a nosso favor. Acho bem propício para o atual momento, né? Então, vamos lá! Boa leitura. ♥

Livro: O lado bom do lado ruim | Editora: Editora Sextante | Autora: Daniel Martins de Barros
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Desde sempre, temos a ideia de que estar feliz o tempo todo é a forma correta de levar a vida. Emoções negativas? Nem pensar! Mas até elas, por incrível que pareça, devem ser levadas em conta. Não dá para negá-las, afinal, por trás de uma tristeza, por exemplo, há sinais de alertas que não devem ser silenciados.

O livro é repleto de estudos e casos que mostram o lado bom do lado ruim, fazendo com que o leitor compreenda cada significado de cada emoção não tão boa. Sendo assim, é possível encontrar o equilíbrio entre as sensações, sejam boas ou não. ;-)

Opinião da Pequena: Quando esse livro chegou, eu estava lendo outro. Mas com o isolamento social e tal, achei que esse era mais propício e, de certa forma, iria me ajudar. Não aconteceu exatamente o que eu imaginava, mas abriu os meus olhos para muita coisa!

Aliás, a lição mais importante que tirei: a gente tem que prestar atenção na dose. Nada intenso é positivo, até mesmo, a alegria. E eu gostei muito do “exercício de velório” e virou até tema em uma das sessões da minha terapia. Obrigada por isso, Daniel. :)

E como nem tudo são flores, confesso que me perdi em algumas partes e tive de reler alguns parágrafos mais de duas vezes. Gostei dos estudos apresentados, porém, a minha expectativa era que fluísse melhor. Não é que a linguagem seja difícil, mas em certos momentos, a sensação era de estar lendo um livro mais teórico.

Porém, essa é a minha visão. Eu mega acho válida a leitura, porque como disse no começo, o livro abriu os meus olhos para muita coisa. Então, apesar desse lado não tão positivo, vale embarcar nessas emoções que ele cita em cada capítulo.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

No mais, a história me lembrou muito o filme “Divertida Mente”, mas um pouco mais embasada, por motivos óbvios hehehe. Ah! Eu amei que no final de cada capítulo tem um resuminho, que ajuda muito a entender melhor a intenção do autor nas páginas escritas. Eu amei a capa e acho que ela traduz muito bem a mensagem geral do livro.

Enfim, não foi o meu preferido da vida, em contrapartida, acho que nunca mais vou olhar do mesmo jeito para todas as emoções existentes. Sempre soube que para tudo, existe uma parte boa e ruim. E agora, mais do que nunca, isso faz total sentido. ;-)

***

É isso, pessoal. Gostaram? Podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Garota, pare de mentir pra você mesma
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5
20.03.2020
* PJ Leu: Tudo que a gente sempre quis! ♥

Ei, Gente! :) Hoje é Dia do Blogueiro (Yay!) e niver da autora Emily Giffin (Parabéns!). Então, para unir os dois, o PJ Leu da semana vai ser: Tudo que a gente sempre quis, última história literária que embarquei. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: Tudo que a gente sempre quis | Editora: Editora Arqueiro | Autora: Emily Giffin
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Casada com um membro da elite de Nashville, Nina Browning leva a vida com que sempre sonhou. Recentemente, o marido ganhou uma fortuna vendendo seu negócio de tecnologia e o filho foi aceito em Princeton. No entanto, às vezes Nina se pergunta se ela se afastou dos valores e princípios com que foi criada em sua pequena cidade natal.

Enquanto isso, Tom Volpe é um pai separado que se divide entre vários empregos para a criar a filha, Lyla. Ele finalmente começa a relaxar quando ela consegue uma bolsa de estudos na escola de maior prestígio de Nashville.

A propósito, a menina, que é filha de uma brasileira, nem sempre se encaixa em meio a tanta riqueza e privilégios, mas, tenta, ao máximo, não deixar isso abalar e segue a vida de uma adolescente típica e feliz. Porém, tudo muda quando uma foto é tirada em uma festa em uma momento de bebedeira. A imagem (com uma legenda preconceituosa) logo se espalha!

Então, em um centro de mentiras e escândalos, Tom, Nina e Lyla são forçados a questionar muitas coisas, inclusive, tudo o que eles sempre quiseram!

Opinião da Pequena: Eu nunca tinha lido nada da Emily e o meu primeiro contato foi de total admiração. É uma história muito bem escrita, de coração, gente! Não é exatamente o livro mais leve do mundo, talvez por isso eu tenha demorado um pouco mais para terminar. São assuntos pesados e que fazem a gente rever os nossos conceitos, por mais que a a gente viva uma outra realidade diante das premissas que a história traz (pelo menos a minha).

Aliás, tudo é bem encaixado e cada capítulo e a visão dos três personagens centrais vão moldando uma história cheia de lições, emoções e apertos no coração. Falando nisso, acho que a gente tem de desejar, lutar pelas coisas e querer. Mas, às vezes, é melhor deixar acontecer. E a grande sacada também é tentar não se perder no meio do caminho. Mas não existe uma vida perfeita e erros acontecem! O jeito é tentar fazer a nossa parte, aprendendo sempre. E a justiça nem sempre é justa, mas o carma é certeiro! Isso eu acredito. :)

No mais, é um livro que aborda sobre princípios, valores, família e as diferenças sociais mostram um lado do mundo bem cruel. E eu morro de vontade de ser mãe, mas deu um medo. Porque muitas vezes a gente faz a coisa certa, porém, por querer proteger demais, as coisas não saem do jeito que imaginamos. Educar não é uma tarefa fácil não, enfim…

Quanto aos personagens, não vou dar muito detalhe para não dar spoiler. Mas posso dizer que a Nina e a Bonnie são as minhas personagens favoritas. A Nina se perdeu um pouco, mas pelo passado, a gente tem a real prova de que ele influencia no nosso presente. Mas cabe a gente transformar o limão em uma limonada. E ela fez isso muito bem! Quanto a Bonnie… Ela é a melhor terapeuta e por mais clientes antigas assim.

Sobre os outros: Tom não me conquistou de primeira, mas entendi o seu lado e acho que faria igual. Finch não é o pior vilão da história, mas bem influenciável e sei lá. Kirk é péssimo e não gostei dele não. E Lyla é incrível. Uma adolescente típica, que teve de aprender de uma forma bem triste, mas no fim, soube fazer uma trajetória brilhante. Destaque também para o diretor e os pais da Nina.

O final deixa algumas perguntas no ar. Mas é sempre bom fazer com que o leitor reflita e imagine o que aconteceu, de fato. Porém, queria que alguns personagens tivessem aparecido nas páginas finais! Não imaginava um final assim, porém, ok. Me ensinou do mesmo jeito. E sobre a capa: deu leveza à história, mas se a gente analisar bem depois de terminar, é bem poética.

É isso, gente! Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo! :)
Ah! Feliz dia do blogueiro para todos os bloggers! E feliz niver, Emily (a íntima hahaha).

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – A luz que perdemos!
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11
09.03.2020
* PJ Leu: Solidão acompanhada! ♥

Ei, Gente! :) E o PJ Leu da semana é “Solidão acompanhada“, um livro que me conquistou pela capa, mas tenho algumas ressalvas. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: Solidão Acompanhada | Editora: Globo Livros | Autora: Ana Beatriz Barbosa Silva e Lauren Palma
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 2 livros

Sinopse: Eleonora é uma jovem mulher que está em busca do amor e da felicidade em um mundo que, apesar de todas as conexões, nunca houve tanta solidão. Há questões existenciais, loucuras e as mais variadas confusões! Tudo repleto de reflexões sobre a necessidade de encontrar o nosso lugar.

Opinião da Pequena: Quando me deparei com esse livro, achei a capa linda e tinha certeza de que ele me ajudaria nesse momento atual da minha vidinha! Mas confesso que a expectativa gerou uma frustração literária!

Não acho que seja culpa do livro. Acho que ele tem um monte de coisas nas entrelinhas, mas que, infelizmente, não captei. Não sou muito de reler livros, mas esse eu tenho vontade porque eu realmente acho que li errado, sabe? Ou em um momento não muito propício, talvez!

Enfim, a história é sobre Eleonora, uma personagem divertida, cheia de si, solitária, mas não de uma forma ruim. 99% do livro é tipo um monólogo da protagonista, refletindo sobre diversas questões, que vão desde família, “amigos”, vizinhança, vida profissional, amorosa e por aí vai. É uma leitura rápida, com uma escrita bem leve, mas que eu acredito que a gente tenha de prestar atenção nos mínimos detalhes.

Alguns capítulos me fizeram bem e ri bastante. Outros, até anotei, porém, a maioria achei meio sem pé nem cabeça! É aquilo: realmente não ficou claro para mim. Se alguém já leu e mega entendeu, me chama! :)

No mais, não é um livro que me conquistou, porém, sou a favor de cada leitor tirar a sua própria conclusão. Ah! E por mais que eu tenha colocado essas ressalvas, queria mostrar um trecho que mais me chamou atenção e que me ensinou bastante: “Às vezes a nossa primeira impressão sobre algo não corresponde exatamente à realidade”. ♥

É isso! Podem opinar à vontade. :)

Beijos, Carol.

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2
02.03.2020
* PJ Leu: Off-Line! ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é Off-Line, da autora Gleice Couto, brasileira e parceira do blog. Um livro que aborda sobre assuntos como ansiedade e mostra que um tempo fora das redes sociais pode ser mais saudável do que a gente imagina! Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: Off-Line | Autora: Gleice Couto
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Téo tinha tudo que muitos não tinham aos 16 anos… Namorava a menina mais popular do colégio, tirava boas notas e a relação com a sua mãe não poderia ser melhor. Porém, tudo mudou ao encontrar a namorada com outro. Então, desabafou na frente da câmera e divulgou no seu pequeno canal de Youtube. Porém, o vídeo viralizou e ele virou top trend. Mas a fama fez o efeito oposto, ele não curtiu e virou motivo de chacota!

Ainda bem que as férias chegaram e ele e sua melhor amiga, a Valentina, embarcaram em um plano: ficar off-line durante esse tempo! A ideia era curtir riscando metas de uma lista bem incomum. De quebra, ajudar na ansiedade da amiga, lidar com as suas questões e conhecer novos membros familiares na sua vida! ;-)

Opinião da Pequena: Quando entrei na leitura coletiva desse livro, não tinha ideia do quanto me identificaria com a história. Aprendi muito e vários assuntos, como a ansiedade, acabaram virando pauta na minha terapia! Então, só por isso, o livro já ganhou o meu coração. ♥

A premissa é bem boa e o que poderia ser só mais uma história teen, a autora conseguiu prender a minha atenção do início ao fim, de uma forma que eu carregasse aprendizados para sempre. Fez isso através de personagens cativantes e bem gente como a gente! Capítulos que falam sobre família, amigos, ansiedade, dramas e outros temas relevantes para todas as idades.

Amei a ideia da lista e mega quero fazer uma para mim. Me deu vontade de comprar um livro para colorir e, claro, ficar um pouco off-line! Aliás, às vezes, é preciso se desconectar para reconectar com o que realmente importa. Aliás, essa lição vai ficar para sempre e pretendo praticá-la. ;-) No mais, tudo se encaixa direitinho, alguns capítulos dão um aperto no coração, outros leves e a gente fica desejando um livro 2! #ficaadicaautora =D

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Quanto aos personagens: Téo foi o que eu mais me identifiquei e passei a ver os meus dramas com outros olhares. Por aqui, sempre falo que sou drama queen com uma pegada engraçada e tal. É divertido olhar por esse ângulo, mas alguns dramas podem levar a gente ao fundo do poço. Ah! Em alguns momentos o nosso protagonista irrita, mas a gente se solidariza com ele e fica feliz de ver o seu crescimento, mesmo que seja no tempo dele. Também adorei a parte que ele diz que, às vezes, a gente se recusa a enxergar uma outra realidade que a gente não tenha na nossa cabeça. Me fez refletir tanto, que nem sei!

Quanto a Valentina: é aquela personagem Girl Power que entra na nossa listinha de favoritas! Dá um banho em muita gente grande por aí. Se eu pudesse conversar com alguém de um livro atualmente, seria ela. E olha que problemas, situações não faltam, mas ela tá sempre lá, tentando superar um por um. E faz um papel de melhor amiga como ninguém. Sobre a avó do Téo, ela conquista aos poucos e faz a gente chorar e rir! Mas não vou falar muito, porque se não pode rolar um spoiler. E eu amei a mãe do Téo e o legado dos anos 80, mas queria que ela tivesse aparecido mais!

Enfim, gente. Eu recomendo MUITO a leitura. Vale cada palavrinha! A gente sai com a sensação de que se desconectar e ler um livro assim faz enxergar a vida de forma mais clara e leve! ;-)

***

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! Aliás, você podem embarcar na história através desse link. Ah! A leitura foi uma parceria com a autora, porém, isso não mudou nada na minha opinião, ok? :)

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Gleice Couto
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