22.06.2020
* PJ Leu: Vozes negras! ♥

Ei, Gente! :) Há um tempinho, vi a resenha desse livro lá no blog Leia Pop. Fiquei bem curiosa e terminei recentemente a leitura. São 4 contos que mostram a importância da representatividade. Então, vamos lá? Com vocês: o que eu achei de Vozes Negras. Boa leitura! ♥

Conto: Vozes Negras | Editora: Se liga Editorial | Autoras: Pétala Souza, Isa Souza, Flor Priscila, Maria Ferreira e Amanda Condasi
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Um livro e quatro contos de mulheres duplamente silenciadas, tanto pelo gênero quanto pela cor. Histórias que reivindicam o protagonismo e autoras que narram a trajetórias de personagens que estão em busca de seus ideais e, claro, da representatividade. Temos coincidências, carimbos e memórias, sinônimos insuficientes para o futuro e bailarinas na ponta dos sonhos.

Opinião da Pequena: Desde o dia que embarquei no livro “O ódio que você semeia”, me deparei com uma realidade oposta da minha. Aquela leitura plantou uma sementinha de que eu tinha de sair da minha bolha. E quero muito saber o que posso fazer para melhorar a vida de quem é silenciado diariamente! E acho que uma das formas é lendo! :)

Sei que o tema antirracismo está em alta e espero que ele não se perca no meio de tantas notícias. E quero cada vez mais ler sobre, entender um pouco e mudar pequenas atitudes, que possam afetar o próximo, mesmo que não seja de propósito. Daí, eu já tinha escutado falar desse livro, mas depois da resenha que li, vi que “Vozes Negras” tinha de ser a minha próxima leitura.

Cada conto é uma representatividade e a forma como as autoras narram traz leveza e seriedade. Tudo na medida certa! O racismo é visto nos mínimos detalhes. Seja em um amor não correspondido, entre carimbos e memórias, numa fantasia ou na ponta do pé. Aliás, todas as histórias mexem com o leitor. Vai ter identificação e/ou aprendizado! Todo mundo sai ganhando, principalmente, quem não se vê representado a maioria das vezes. Aliás, que esse livro também seja um estopim para que as coisas mudem!

Como sou jornalista, a Glorinha é uma das personagens que mais tive apego e o que falar da sua professora? Não tenho certeza, mas acho que a história tem a ver com a Glória Maria. Vibrei com a Amara quando ela foi para são Paulo e ela tem os melhores amigos e família! E que ela encontre alguém na vida amorosa que faça jus a sua leveza e palavras. Aliás, amei a escrita da Maria e quando a gente se toca já chegou ao fim e quer saber mais! Fiquei um pouco tensa com o conto do vírus. Não fluiu muito e não sei se captei exatamente a mensagem. Mas levei para a vida quando as autoras falaram que a maturidade acontece dentro de um desconforto. Por fim, Dandara é a minha bailarina preferida. Foi um conto que me inspirou muito a correr atrás dos meus sonhos e chorei de rir com as suas amigas, família… Ah! E tenho um novo crush: Rafael hahaha. ♥

No mais, é uma leitura que flui, na maioria das vezes, e que vale cada página. Acho que cumpriu bem o papel dele e espero que mude a vida de muitas leitoras e que nenhum voz seja calada. Ah! Destaque para as ilustrações, que dão um toque todo especial em cada capítulo e, claro, na capa. E esse livro contém um dos prefácios mais incríveis do mundo literário!

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo! ;-)

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – O ódio que você semeia!
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9
12.06.2020
* PJ Leu: Conto – Um filme de nós dois! ♥

Ei, Gente! :) Para o dia de hoje, separei uma resenha para lá de romântica e bem a cara da quarentena. O conto da vez é “Um filme de nós dois“, das autoras brasileiras Fernanda França e Leila Rego. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Conto: Um filme de nós dois | Disponível na Amazon | Autoras: Fernanda França e Leila Rego
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Sozinhos e em plena quarentena, Kátia e Jonas se conhecem no Tinder, migram para um aplicativo de xadrez e logo se conhecem pessoalmente, protegidos pelo distanciamento social e por máscaras e roupas especiais – e surpreendentes. A rotina é mudada com a inscrição em um concurso de curtas-metragens. É nesse cenário de comédia e romance que os dois amigos começam a se conhecer melhor, partilham segredos e descobrem que os sentimentos não medem distância. E quando a quarentena acabar será que haverá lugar para cada um deles na vida do outro?

Opinião da Pequena: Em primeiro lugar, gostaria de dizer que essa leitura teve um gostinho para lá de especial para a Pequena que vos bloga. Fui convidada pelas autoras para ser meio que uma leitora beta e ler algumas partes do conto! Me senti tão honrada, que nem sei. Mas juro que apesar da parceria, a minha opinião é de todo o coração!

Tenho lido bastante nessa quarentena e todos os livros acrescentam de alguma forma. Em contrapartida, nenhuma traduz o que a gente está passando no momento. Daí, vem esse conto e acolhe o leitor com tanto carinho, repleto de álcool em gel, máscaras de proteção e uma história incrível de amor com muitas risadas e lições valiosas.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

A premissa prende do início ao fim e é quase impossível não se identificar em algum momento com a Kátia. Seus dilemas durante o isolamento social (depilar ou não a perna, dar adeus aos sutiãs) e as conversas inusitadas com os motoboys arrancam choros de tanto rir e trazem um humor necessário para essa pandemia. Aliás, essa palavra – humor – tem um novo significado e faz a gente olhar para ela com outros olhos.

O Jonas é muito fofo e apaixonante. Adorei a originalidade do jogo de xadrez e apesar de ter amado as roupas diferentonas em breves encontros, não sei se isso aconteceria, de fato, na vida real. Mas entrando na onda do conto… Já sei as próximas fantasias do Carnaval e decidi que quero um pijama de unicórnio. Me julguem hahaha!

Há outras partes incríveis e a gente nota que ficar em casa pode trazer tédio, mas ideias que dão certo, como o curta-metragem. Preciso destacar a Dani e a avó dela. São pessoas como elas que trazem leveza no dia a dia, principalmente, em tempos de distanciamento social. Adorei os conselhos e tirei algumas lições, como a importância de tirar as sujeiras que escondemos embaixo do tapete. Ah! Desfechos não, necessariamente, precisam ser tristes. Aliás, sinceridade com carinho é tudo!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

No mais, as coisas acontecem aos poucos e tudo vai se encaixando no seu tempo. Nada corriqueiro, mas nada que deixe a leitura arrastada. Alguns assuntos sérios, como antirracismo, são abordados e mesmo por alto, fizeram a diferença. É um conto que traz esperanças de um futuro melhor, mostra como o presente que pode ser especial e a importância de visitar novamente algumas partes do passado.

Por fim, preciso falar que fiquei muito feliz quando um simples pitaco (meu) fez parte da rotina de ambos. Talvez tenha rolado algumas lágrimas e uma inspiração a mais para finalmente sentar o meu bumbum na cadeira e escrever livros e tal. Muito obrigada, Fer e Leila! Inclusive, pela dedicatória na parte de agradecimentos!! ^^

Se eu recomendo? Sim! Pode ler nesse Dia dos Namorados e em outras ocasiões. Falando nisso…. Aos casais apaixonados: um feliz dia! Ao meu namô: te amo! Aos que estão na fase do “só tô lendo”: esse status vale tanto a pena quanto qualquer outro! ♥

Quem quiser ler, é só clicar na imagem abaixo. Aliás, ler por aqui, ajuda muito o Pequena Jornalista, viu? ;-)

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – 9 minutos com Blanda!
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12
09.06.2020
* PJ Leu: Como quase namorei Robert Pattinson! ♥

Ei, Gente! :) Depois de uma eternidade, finalmente terminei de ler “Como quase namorei Robert Pattinson“, da autora brasileira Carol Sabar. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: Como quase namorei Robert Pattinson | Disponível na Amazon| Autora: Carol Sabar
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 3 livros

Sinopse: Aos 19 anos, Duda é literalmente viciada na saga Crepúsculo. Através de um perfil secreto na internet, ela se comunica com outras fãs de Crepúsculo que, assim como ela, estão totalmente convencidas de que não há garoto no mundo que valha um dente canino do vampiro Edward Cullen. Em Nova York, onde ela faz planos mirabolantes para conhecer pessoalmente Robert Pattinson, o ator que interpreta o vampiro nos cinemas. Mas, após um incidente com seus únicos (e insubstituíveis!) livros da saga, Duda entra em verdadeiro surto de desespero. Só que ela não espera conhecer Miguel Defilippo, seu vizinho na ilha de Manhattan, que é a cara do ator Robert Pattinson!!

Opinião da Pequena: Sabe aquela leitura que te deixa nostálgica? Então… ;-) Para quem não sabe, há um tempinho o Robert Pattinson era pauta certa aqui no blog! Eu era fã da saga e 100% #teamedward. ♥ Talvez por isso, o título desse livro tenha despertado o meu interesse, mesmo que tardio. Tudo bem que eu acho que a Pequena de 10 anos atrás iria amar mais essa história, mas a Carol de agora entendeu completamente a Duda!

O livro é bem divertido e a protagonista tem um quê de Becky Bloom, que eu adorei. Achei o enredo criativo e os outros personagens carismáticos. Só não curti o Agarradinho e o Pablo era o meu preferido. Meio que virei a casaca nessa leitura. Acho que ele tinha um lado meio Jacob, mas não vou dar spoiler hahaha. Miguel é meio estranho, mas entendo a sua admiradora secreta.

Confesso que achava que ia devorar o livro em poucos dias, mas me enganei. Não é que a história seja ruim e a escrita da Carol deixe a desejar. Pelo contrário! Gêneros assim pedem que os capítulos ganhem uma floreada, digamos assim. Mas é que foi além da conta, sabem? Pelo menos para mim! Daí, a leitura acabou ficando arrastada. Por pouco não desisti!

Ah! Como não sou mais a doida pelo dito cujo, acho que esse fato pode ter ajudado nesse detalhe não tão positivo. Contudo, foi um livro que me trouxe boas lembranças e fiquei muito feliz em algumas partes, que não posso mencionar… Se não vai rolar spoiler! Mas qualquer fã de carteirinha adoraria estar na pele da Eduarda Maria (eu amei esse nome hahaha).

No mais, não é uma história de reviravoltas, mas que surpreende em alguns pontos. Outros ficam confusos! A protagonista aprende muito, até mesmo com o seu fanatismo e, claro, no inglês. Mas a sua essência continua intacta. Adorei o cenário (NY) e queria que os pais tivessem aparecido mais. Destaque para a vizinha surda e a capa. ;-)

Enfim, deu saudade da época de Crepúsculo, mas provavelmente não voltaria a ler os livros. Porém, talvez role uma sessão nostalgia e eu coloque o meu namorado para assistir todas as adaptações cinematográficas hahaha! #brincadeirinha ;p E vale lembrar que é sempre importante ler (caso tenha rolado interesse) e tirar a sua conclusão.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! :)

Beijos, Carol.

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8
27.05.2020
* PJ Leu: Na hora da virada! ♥

Ei, Gente! :) Finalmente terminei de ler “Na hora da virada“, da autora Angie Thomas. Assim como “O ódio que você semeia”, valeu a pena. Então, vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: Na hora da virada | Editora: Galera Record| Autor: Angie Thomas
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Bri tem 16 anos e quer se tornar a maior rapper de todos os tempos ou pelo menos ganhar sua primeira batalha. Filha de uma lenda do hip-hop que morreu assim que estourou nas paradas de sucesso, ela tem grandes expectativas para superar.

Mas as coisas ficam um pouco difíceis quando ela é rotulada de marginal na escola e não tem o que comer em casa, já que sua mãe perdeu o emprego. As prateleiras vazias e os avisos de corte da luz estão se tornando parte da vida dela tanto quanto as batidas e as rimas.

Em sua primeira música, Bri joga toda a sua raiva e frustração. A canção viraliza, mas pelos motivos errados e rende polêmica na mídia. Taxada de ameaça social, ela precisará usar todo o seu talento para virar o jogo dentro e fora de casa!

Opinião da Pequena: Eu amei o livro “O ódio que você semeia” e quando comprei esse, achei que fosse continuação. Mas não é não! Conhecemos novos personagens, porém, estão no mesmo cenário que a Starr e o Khalil.

A escrita da autora continua incrível. Ela fala de coisas pesadas, mas de uma forma leve (na medida do possível) que envolve o leitor a cada parágrafo. A premissa prende do início ao fim e apesar de todas as tristes realidades, nos deparamos com histórias de superação. Se o primeiro foi um tapa na cara da sociedade, esse foi outro, mas dando um toque de esperança a mais. De que há jeito! E que, às vezes, não dá para resolver tudo. A gente não tem o controle e têm coisas que só mudam se a pessoa quiser mudar.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Bri tem rimas fortes para uma adolescente de 16 anos. Isso tem o lado negativo, mas o positivo não fica de fora mesmo! No decorrer das páginas, ela amadurece e suas características continuam intactas, porém, as críticas fazem sentido. Ela é muito pé no chão, desconfiada, mas não deixa de sonhar e seguir com seus ideais. Parece que não vai suportar as consequências, mas suporta mais do que imagina!

Nesse livro, aprendi como a base familiar é importante. Mesmo que a vida mande várias provações e tal, todos os integrantes estão lá de pé e não desistem. Aliás, amei num grau a Jay (mãe da Bri) e vi um outro lado através das palavras do Sr. Cook, superintende da escola. Cada caso é um caso, porém, acho que se a pessoa quer, a mudança está a um palmo da mão dela.

O Sonny é o melhor amigo que uma pessoa pode ter e Curtis me conquistou. Amei o vovô e tenho algumas ressalvas sobre a Tia Pooh, mas quem sou eu para julgar, né? O Tray é o melhor irmão fictício. Queria guardá-lo num potinho e todos os seus conselhos (principalmente o de não gastar energia com todos que não tem a mesma opinião que a gente) foram úteis.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Quanto à história: é bem construída, volta e meia a autora menciona o primeiro livro dela. Tive mais uma vez contato com uma realidade que não é a minha, mas que me mostrou o quanto a empatia tem de entrar no lugar do julgamento negativo, que aponta o dedo!

Ah! Algumas coisas não ficaram claras e isso me incomodou um pouquinho. Em contrapartida, o livro é repleto de valores que dão esperança, mesmo mostrando que o mundo não é o lugar mais fácil de se viver. Porém, sempre chega a hora da virada. Aliás, não há só uma virada, há várias! E que bom.

Adorei a letra final e o desfecho! Acho que não pesquei algumas coisas, mas tudo bem. Acredito que o importante, captei hahaha. O primeiro foi o meu favorito, entretanto, esse não deixa a desejar nadinha. ♥

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo!

Beijos, Carol.

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2
14.05.2020
* PJ Leu: A gaiola de ouro! ♥

Ei, Gente! :) Eu acho que a quarentena combina muito com livros mais leves e divertidos. Porém, eu resolvi abrir o meu leque de leituras e pasmem!! O último livro que li foi um thriller psicológico: A gaiola de ouro, da Camilla Läckberg, publicado pela Editora Arqueiro. Vocês estão em choque? Eu também hahaha! Mas vão ficar ainda mais com essa resenha. Vamos lá? ♥

Livro: A gaiola de ouro | Editora: Arqueiro| Autor: Camilla Läckberg
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 3,5 livros

Sinopse: Jack e Faye começaram a namorar na faculdade. Ele é um garoto criado em berço de ouro. Ela é uma jovem que se esforçou para enterrar um passado sombrio.

Quando ele decide criar uma empresa, ela deixa os estudos e passa a trabalhar de dia, dedicando as noites a traçar a estratégia do novo negócio. A companhia se torna um sucesso bilionário, mas Faye fica apenas cuidando da filha em casa e sendo exibida pelo marido, que toma todas as decisões da empresa.

Um dia, Faye descobre que ele tem um caso e a bela fachada de sua vida desmorona. De uma hora para outra, ela está sozinha, emocionalmente abalada e sem nenhum centavo. Mas Jack está prestes a receber o que merece, e muito mais.

Opinião da Pequena: Quando a Editora falou do livro, fiquei com muito receio. Já que eu fico bastante impressionada com essas histórias. Mas coloquei esse desafio e depois da entrevista que rolou no Instagram com a autora, fui com tudo!

É um livro bem pesado e muito bem escrito! Por mais que as coisas me impressionassem, eu não queria parar de ler um minuto sequer. Porque bate muita curiosidade. Aos poucos entramos no universo da protagonista e conhecemos seu passado e presente e nem sonhamos com o que está prestes a acontecer. Tem muita reviravolta!

Jack é um cara nojento. Por tudo! Acho que é um dos personagens que mais me assustou, principalmente, pelo que a gente descobre no final. A Faye, por mais que dê para entender algumas atitudes, também não é a melhor pessoa da vida. Mas para dar um toque bem sutil de leveza, a gente se depara com a Chris, que é simplesmente incrível. Aliás, esse livro me deixou tensa, mas em um capítulo específico, me emocionou bastante. Quem diria, né?

É uma história que desperta todas as emoções possíveis no leitor. Uma hora a gente tem vontade de tirar a Faye da gaiola de ouro e outras não entende a necessidade de toda vingança. Ai bate uma raiva giga! E em algumas partes acha muito bem-feito para o Jack.

No mais, têm trechos que achei meio enrolação e cenas bem desnecessárias. Sobre o final: é surpreendente e o passado sombrio dela volta e acho que no próximo livro vamos entender mais e mais coisas! Sim, vai ter uma 2ª parte e a Camilla disse que a gente não espera por esperar e o que aconteceu com o Jack foi pouco. Sinistro, né? =D

Ah! Lembrou um pouco Garota Exemplar (só vi o filme, mas acho que dá pare ter ideia o que acontece no livro), mas de uma maneira ainda mais vingativa, na minha humilde opinião. E quanto à capa, a princípio a gente acha até fofinha. Mas por trás do mundo rosa, têm coisas que até papai do céu duvida!

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Se você gosta de um thriller psicológico, mega recomendo. Se não e quer se aventurar em novos gêneros, indico. ;-)

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Coragem
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