15.10.2018
* PJ Leu: As melhores coisas da vida! ♥

Ei, Gente! A dica literária da semana é “As melhores coisas da vida“, da Editora Mol, escrito pela Roberta Faria. É um livro repleto relatos sobre prazeres simples da vida, que nos fazem lembrar o que realmente importa na vida. Além disso, a publicação é uma comemoração da Revista Sorria e tem um cunho social também. Na compra de 1 livro, o valor é revertido para o GRAACC e mais 10 projetos sociais. Então, um momento de prazer, vira uma colaboração incrível.

PJ Leu - As melhores coisas da VidaLivro: As melhores coisas da vida | Editora: Editora Mol (Banca do Bem) | Autora: Roberta Faria
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: cinco livros!

Minha opinião: No começo do post, já mencionei um pouco da sinopse desse livro. Então, vou direto para a minha opinião, combinado? ;-) Quem acompanha o blog, sabe o quanto eu amo a Revista Sorria, um veículo que fala sobre assuntos relevantes, mas de uma maneira leve e que faz a gente sorrir a cada matéria lida. E nesse ano, eles completaram 10 primaveras. Então, pelo que eu entendi, para comemorar, eles criaram essa livro lindo com uma das sessões mais incríveis: Prazeres simples.

Nele, a gente dá ainda mais valor a essa simplicidade diária, em forma de um sorriso, de um livro, do bichinho de estimação, da comida e, até mesmo, de uma árvore e do horizonte. Também entramos dentro de um abraço e temos ainda mais noção do quão importante é a palavra amadurecer e do significado de pai e mãe. Valorizamos uma ida à praia, a chegada da primavera, verdadeiros amigos (mesmo a longa distância) e um registro fotográfico. Não deixamos de lado uma soneca, a hora do recreio e duas palavras fazem ainda mais sentido: amor próprio!

Destaque para a capa linda e para as observações “pequenas felicidades” de cada história. Fora isso, a leitura flui e quando nos damos conta, já chegamos ao final dela. Aliás, é impossível chegar lá e não pensar no que realmente importa. Por isso, fiz a minha listinha com 10 prazeres simples. ;-)

1. Ler um livro e abraçá-lo no último capítulo. 
2. Acordar e tomar meu mate leão (na minha caneca favorita).
3. Dividir meu café da manhã com a minha cachorra. 
4. Jantar com a minha irmã no fim do dia.
5. Receber o clássico “boa noite, amo vocês” da minha mãe, via WhatsApp. 
6. Ir ao cine, levando um lanche do MC Donald’s, na companhia do meu namorado.
7. Um jantar ou almoço no Outback com as amigas. 
8. Receber um e-mail de uma empresa, falando que admira o seu trabalho, sendo que você é fã do trabalho deles (isso não tem preço, obrigada, Editora Mol, sem puxa saquismo, juro )
9. Esquecer um livro por aí. 
10. Conseguir cumprir mais da metade das atividades do dia e não brigar comigo por não ter conseguido cumprir todos (ou seja, me cobrar menos).

É isso, gente! :) Mega recomendo a leitura. Com certeza, vai fazer um bem danado, por mais que você não se identifique com todos os textos. Obrigada pela parceria, Editora Mol! Ah! Quem quiser comprar um livro, que custa R$ 4,20, é só comprar no site da Banca do Bem e/ou na Droga Raia. Vale a presentear a si mesmo ou alguém que você acredita que vá adorar a mensagem de “As melhores coisas da vida”. Falando nisso: quais são as melhores coisas da vida para vocês? ;-)

Beijos, Carol.

Para ler: Conhecendo a Redação Sorria

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09.10.2018
* PJ Leu: Em outra vida, talvez? ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é: “Em outra vida, talvez?“, da escritora Taylor Jenkins Reid. Publicado pela Record, o livro me ganhou pela capa, mas o conteúdo é tão mara, que a gente fica triste quando acaba. Gera uma ressaca literária (no sentindo bom) daquelas hahaha! Enfim, vamos lá? Boa resenha para vocês! 

PJ Leu - Em outra vida talvezLivro: Em outra vida, talvez? | Editora: Record | Autora: Taylor Jenkins Reid
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: cinco livros!

Sinopse: Hannah Martin tem quase 30 anos e ainda não encontrou seu lugar no mundo. Ela já morou em Boston, Washington, Portland, Seattle, Austin, Nova York e agora está de volta a Los Angeles. Ela acha que é em sua cidade natal, perto de Gabby, sua melhor amiga, que vai conseguir superar uma grande decepção amorosa e, finalmente, colocar a vida nos trilhos. Para comemorar a mudança, resolve reunir velhos amigos em um bar.

E é lá que encontra um antigo amigo, ex-namorado: Ethan. No fim da noite, tanto ele quanto Gabby lhe oferecem carona. Em universos paralelos, conhecemos as duas possíveis escolhas. Ambas com desdobramentos diferentes, mas que fazem parte dela e ensinam o leitor que a vida é feita de escolhas. Boas e ruins, que podem mudar completamente o destino de cada personagem. O resultado? Só lendo mesmo! 

Minha opinião: A capa é linda e o conteúdo mais incrível ainda. No começo, dá a sensação de que a gente vai se perder. Cada capítulo é dedicado ao desdobramento de cada escolha da noite “D”. Mas dá para acompanhar direitinho. É incrível, como uma simples decisão, muda todo rumo de uma vida. Fiquei pensando: será que em uma vida paralela, estou levando dias totalmente diferentes? Talvez, por esse motivo, a gente tenha a sensação, às vezes, de “conheço aquela pessoa de algum lugar” e por aí vai. Mas vai saber… ;p!

Amei e devorei esse livro, como não devoro uma leitura há séculos. Os personagens são incríveis e cada um tem uma importância nas duas vidas da Hannah. Achei bem bacana que em uma das escolhas, conhecemos o valor da família da nossa protagonista. Às vezes, a forma de demonstrar o amor é diferente do que imaginamos, mas continua sendo amor. E o que seria trágico, a autora soube construir uma história apaixonante. Alguns momentos de raiva. Outros só de suspiro!

É um daqueles livros que a gente gostaria de ser amiga da protagonista e queria filme, mas sem mudar nada, ok produção? hahaha =) E, aos poucos, alguns personagens se cruzam e tudo se encaixa. São assuntos relevantes e que nos ensinam, principalmente, que nenhuma escolha é à toa. Tudo tem o lado bom! Amei todos os amigos e familiares que rondam cada página. A família da Gabby é a mais fofa e Ethan é o meu preferido, mas o enfermeiro não fica de fora.

Recomendo e muito a leitura, que a propósito é leve, divertida e que faz a gente suspirar do começo ao fim! E o título? Tudo a ver com o que encontramos nos capítulos. Louca para ler mais livros dessa escritora. Nunca te pedi nada, Record, entre outras editoras do Brasil. ;-)

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! 

Beijos, Carol.

Para ler: Poesia que transforma 

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24.09.2018
* PJ Leu: Poesia que transforma! ♥

Ei, Gente! Para começar a semana, separei uma dica literária adorável: Poesia que transforma, do Bráulio Bessa Publicado pela Sextante (parceira do blog), o livro é repleto de poesias que transformam o nosso dia a dia. Vamos lá? Boa resenha para vocês! :)

PJ Leu - Poesia que TransformaLivro: Poesia que transforma | Editora: Sextante | Autora: Bráulio Bessa
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: cinco livros!

Sinopse: Um livro que nada mais é do que uma homenagem à poesia e a tudo o que ela é capaz de proporcionar. Com mais de 30 de seus emocionantes poemas, alguns deles inéditos, Bráulio Bessa nos conta um pouco das histórias do menino de Alto Santo, no interior do Ceará, que se tornou poeta e ativista cultural. Desde o primeiro encontro com a obra de Patativa do Assaré, aos 14 anos, até a fama na televisão, ele mostra como a poesia transformou sua vida.

Minha opinião: Nunca um título de um livro fez tanto sentido para mim. É incrível o poder de transformação que uma simples poesia tem. Soube disso, depois dessa leitura! Que vai além da mais famosa do Bráulio, viu? “Recomece” é incrível, mas as outras não ficam atrás. São tantas maravilhosas, que é impossível escolher uma só preferida. E a cada capítulo, nos deparamos com um relato que acompanha a última poesia da última página lida, sobre a vida dele. Amei conhecer a mãe e a mulher do poeta, através de palavras tão sinceras, compreensivas, gratas e amorosas. Nos inspiram a cada parágrafo e estrofe. Ele escreve com tanta simplicidade e amor, que é meio que obrigação nossa abraçar o livro no final de tudo. E, gente, confissão de leitora: é meio que impossível não ler as poesias imaginando ele declamando todas. Até mesmo o texto corrido, sabem? hahaha

Por fim, adorei também as ilustrações que acompanham algumas páginas e destaque para os relatos dos fãs, que são bem fofos. Ah! Bráulio, vou dar mais atenção quando eu notar a palavra “Cordel” por aí. ;-) Enfim, se você deseja uma transformação, por mais simples que seja, mega recomendo essa leitura rápida e que vai deixar a vida mais leve. ♥ 

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

Para ler: Mas tem que ser mesmo para sempre?

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19.09.2018
* PJ Leu: Mas tem que ser mesmo para sempre? ♥

Ei, Gente! :) Vamos de dica literária hoje? Dessa vez, a resenha do mais recente livro da minha escritora gringa favorita: Mas tem que ser mesmo para sempre?, de Sophie Kinsella, publicado pela Record. Se você ama chick-lit e a Sophie, não pode deixar de ler essa história repleta de surpresas. Vamos lá? 

PJ Leu - Mas tem que ser mesmo para sempreLivro: Mas tem que ser mesmo para sempre? | Editora: Record | Autora: Sophie Kinsella
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: cinco livros!

Sinopse: Juntos há dez anos, Sylvie e Dan compartilham todas as características de uma vida feliz: uma bela casa, bons empregos, duas filhas lindas, além de um relacionamento tão simbiótico que eles nem chegam a completar suas frases – um sempre termina a fala do outro.

Porém, quando os dois vão ao médico um dia, ouvem que a saúde de ambos é tão boa que provavelmente vão viver mais uns 68 anos juntos… Então, por incrível que pareça, o pânico se instala. Eles nunca imaginaram que o “até que a morte nos separe” pudesse significar sete décadas de convivência.

Em nome do casal e da sobrevivência do casamento, eles rapidamente bolam um plano para manter acesa a tal da chama da paixão. De um jeito criativo e dinâmico, para nunca ficarem no tédio. Porém, quando eles praticam o Projeto Surpresa, contratempos acontecem e alguns segredos vem à tona, o que acaba ameaçando a relação. Se tudo termina bem? Só lendo para saber. ;-)

Minha opinião: Todo casal deveria ler essa história.  Acho que os romances durariam mais, tipo, uns 68 anos hahaha. O amor seria menos descartável. Mas vamos lá… Sylvie e Dan tem tudo que um casal protagonista tem de ter no livro da Sophie: carisma, cenas e diálogos divertidos. São gente como a gente e eu adoro isso nas histórias dela. A Sylvie me lembrou um pouco a Becky (Delírios de Consumo), mas com algumas diferenças. Ela é doidinha e faz cada plano mega hilário, mas digamos que é um pouco mais pé no chão. Dan, confesso que fiquei com um pouco de raivinha, mas a gente entende no final. As gêmeas são uns amores…. E os vizinhos? Os melhores! Já a mãe dela, vive um pouco numa bolha, mas não é cruel. O pessoal do trabalho? Sra. Kendrick virou a minha ídola.

No meio da leitura, achei que as coisas teriam um outro rumo. Principalmente, com o sobrinho da chefe dela. Mas digamos que curti. Sem spoiler, juro! E Mary? Quase julguei, mas deu tudo certo! E o pai? Esse sim é cheio de surpresas. Nessa hora, a história fica meio tensa, mas é bom para ver que nem nos livros a vida é um mar de rosas. Nem mesmo com as pessoas que mais amamos no mundo. Vamos para o desfecho? Sensacional e a presença do médico, foi a melhor! E para variar, aprendi muito com o livro. Principalmente, aproveitar um dia de cada vez. Não importa se é para sempre, se é temporário, o importante é ir aos poucos, sem colocar muita pressão. Ah! E se a gente não mudar, nada muda! Às vezes, é preciso encerrar ciclos, para iniciar outros tão melhores quanto. A vida é repleta de desafios e no final, esse Projeto Surpresa do casal valeu cada susto! ;-)

Por fim, sobre a capa: achei bem fofa! O título? Até tem a ver, mas não sei, achei meio grande, mas é só um mero detalhe. Mega recomendo a leitura!

Já leu? Conta o que achou! Ainda não? Fica a dica!

Beijo, Carol. 

Para ler: PJ Leu – A luz que perdemos

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15.08.2018
* PJ Leu: A luz que perdemos! ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é: A luz que perdemos, da autora Jill Santopolo. O livro, publicado pela Arqueiro (parceira do blog), é um daqueles romances que aquecem o coração, mas também fazem a gente ficar com o coração apertadinho. Enfim, sem muito spoiler, segue a resenha para vocês. Bom post! 

PJ Leu - A luz que perdemosLivro: A luz que perdemos | Editora: Arqueiro | Autora: Jill Santopolo
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: três livros!

Sinopse: Na manhã do dia 11 de setembro de 2001, Lucy e Gabe se conhecem na faculdade. Isso! No mesmo instante, que dois aviões colidem com as Torres Gêmeas. Quando notam que Nova York inteira arde em chamas, eles decidem que querem fazer algo importante com suas vidas, algo que promova uma diferença no mundo. Principalmente, Gabe. Quando se veem de novo, um ano depois, parece um encontro predestinado. Só que Gabe é enviado ao Oriente Médio como fotojornalista e Lucy decide investir em sua carreira em Nova York. Treze anos se passaram e muita coisa mudou, inclusive, ambos conheceram novas pessoas, como ela que conheceu Darren. Mas o caminho dos dois se cruza e se afasta muitas vezes, numa odisseia de sonhos, desejos, ciúmes, traições e, claro: amor. Mesmo separados pela distância, eles jamais deixam o coração um do outro. Ao longo dessa jornada emocional, Lucy começa a se fazer perguntas fundamentais sobre destino e livre-arbítrio: será que foi o destino que os uniu? E, agora, é por escolha própria que eles estão separados?

Minha opinião: Para quem ama Dani Atkins, autora de “Nossa Música” e outros livros, vai amar esse. Segue bem o estilo dela, sabem? De encontros, desencontros, desejos, amor e por aí vai. Foi uma história que me prendeu desde o início, mas confesso que esperava uma coisa mais diferentona e que o 11 de setembro tivesse mais presente, de fato. Mas adorei e, como de costume, tirei algumas lições importantes. Primeiro, que é sempre bom tentar fazer a diferença no mundo, por mais que pareça indiferente para muitos e que isso signifique escolhas dolorosas. Porém, se der, tente colocar na balança e, se possível, tentar conciliar a maioria dos sonhos e vontades. Pelo menos, a maioria. Segundo, que pela primeira vez, eu acho, não consegui ser #teamGabe e nem #teamDarren, os dois amores de Lucy. Entendi que os dois possuem qualidades maravilhosas, em contrapartida, os defeitos estão ali e tiram, até mesmo o leitor, do sério. Então suspirei e tive raiva de ambos! E acho que é assim na vida real, né? Ninguém é mocinho ou quase “vilão” por completo!

Em relação à escrita da autora: curti e muito! Com certeza, se for para as telonas do cinema (se eu não me engano, a história foi vendida), eu assisto! Adorei os filhos, as amigas e o irmão de Lucy. Quanto ao final, já dá para imaginar um pouco, mas a gente sempre fica na expectativa de como a autora vai construí-lo. Não amei, mas também não me decepcionei. Algumas coisas ficaram no ar, entretanto, é bom para que a gente use a imaginação! E o que eu mais amei? A capa! Entrou para as minhas favoritas!

É isso. Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo! 

Beijos, Carol.

Para ler: Nossa Música 

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