22.11.2019
* PJ Leu: O café da praia! ♥

Ei, Gente! :) Para terminar a semana, tem dica literária para vocês no post de hoje. Dessa vez, li: O café da praia, da autora Lucy Diamond. Publicado pela Editora Arqueiro (eterna parceira do blog), o livro faz parte de uma série que eu amo: Romances de hoje! Então, vamos lá? Boa resenha! 

PJ Leu - O Café da PraiaLivro: O café da praia | Editora: Arqueiro | Autora: Lucy Diamond
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Evie sempre foi a ovelha negra da família: sonhadora e  impulsiva, o oposto das irmãs mais velhas bem-sucedidas. Tentou fazer carreira como atriz, fotógrafa, mas nada engrenou. Viva pulando de um trabalho para o outro, sempre com a sensação de que lhe faltava um propósito. Então, quando a sua tia preferida sofre um acidente, ela recebe uma inesperada herança…. O café na beira da praia, de Cornualha, onde passou sua infância, entre outros momentos, agora é seu!

Empolgada com a oportunidade de mudar de vida, ela decide morar lá. Mas logo descobre que nem tudo são flores no Café! Os funcionários não são os melhores, o local está caído e muita coisa precisa ser feita! Mas apesar das dificuldades, ela está determinada a fazer dar certo! Com isso, conquista muito mais, inclusive na vida amorosa!

Opinião da Pequena:  “A casa dos novos começos“, da mesma autora, é um dos livros que eu mais amei dessa série. Então, a expectativa para “O café da praia” estava giga!  Não me emocionou tanto quanto o primeiro, mas não deixou a desejar. Adoro que ela usou a Evie para narrar a própria história. A leitura fica mais envolvente, sabe? Fora que me senti bem mais próxima da protagonista. A premissa é bem boa e a escrita da Lucy é tão leve que quando a gente se toca, puft, o capítulo já acabou.

Me identifiquei muito com a personagem principal. Foi uma inspiração a mais para correr atrás do meu propósito. Aliás, é uma história que define muito aquele ditado “nada acontece por acaso”. A morte da tia Jo é bem triste, mas ainda bem que o destino reservou algumas coisas boas, por mais que tivesse pedras no caminho. Evie evolui bastante, mas sem perder a sua essência de sonhadora! E uma das lições que eu mais amei: nunca é tarde para começar do zero, mesmo com as dificuldades! Ah! Sua família tem uns poréns e a sua mãe e seus sobrinhos são incríveis. A cena do telefone é uma das que mais me marcou. Amei os moradores, até mesmo, a Betty. Por trás de uma atitude ranzinza, existe um coração de ouro! E o que falar da Florence (acho que é esse o nome)? Melhores conselhos!

Continuando… No meio, a leitura ficou meio arrastada. Não teve muita emoção! Só algumas suspeitas. O romance que rolou arrancou alguns suspiros, mas no decorrer das páginas me decepcionou um pouco. Por incrível que pareça, desejei um outro desfecho. E por falar nessa palavrinha, adorei o final da Amber, a melhor amiga da Evie. Aliás, todo mundo merece uma amiga como ela! E destaque para a relação da nossa protagonista com o seu enteado Saul, que a propósito mostra que algumas coisas não precisam ter fim. Por mais que eu ache que na realidade não funciona bem assim, acho que casou maravilhosamente com a história!

E preciso falar: as autoras dessa série amam a Cornualha, né? Fiquei bem curiosa com esse destino hahaha! =) E como eu queria que esse café virasse realidade e uma dose de moradores fofos como os do livro! No mais, o fim foi bem fofinho e mesmo com algumas explicações corriqueiras, eu recomendo!

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

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17.10.2019
* PJ Leu: Quando não há palavras! ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é “Quando não há palavras“, da autora Julie Buxbaum. Publicado pela Galera Record, é um YA (Young Adult) que conta a história de uma menina de luto e um menino diferente, onde uma tragédia acaba unindo os dois. Vamos lá? Boa resenha! 

IMG-2410Livro: Quando não há palavras | Editora: Galera Record | Autora: Julie Buxbaum
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 2 livros!

Sinopse: Kit Lowell perdeu o pai em um acidente de carro e, de uma hora para outra, seu mundo perdeu o colorido. As amigas, a mesa onde sempre se sentou na hora do almoço, as aulas e, até mesmo, o sabor da comida indiana da sua mãe não tem mais graça. A ausência do pai se tornou a presença que ela não consegue evitar! Já David Drucker tem Asperger, declama pi numa sequência de centenas de algarismos (de cor) e sente dificuldade de entender figuras de linguagem e não compreende sentimentos alheios. Ainda bem que pode contar com a sua família e com um caderno, onde anota tudo que considera digno de nota.

Kit precisa de alguma maneira se reinventar para lidar com o luto. Então, a mesa de David parece um bom lugar para recomeçar. Ele, por sua vez, é honesto demais e está cada vez mais atraído pela natureza curiosa dela. E no meio disso tudo, ela pede ajuda ao mais novo amigo para desvendar os detalhes do acidente do pai. Porém, o que nenhum dos dois esperavam era a surpresa que a vida reservou. Será que a amizade (ou algo a mais) irá sobreviver a dura verdade?

Opinião da Pequena: Vi esse livro no aeroporto e meu namorado me deu de presente na Bienal. Confesso que a princípio a história parecia ser daquelas que prende do início ao fim… Afinal, a premissa é muito boa! E no começo foi desse jeito, mas a leitura começou a ficar arrastada e eu quase abandonei o livro! Porém, decidi continuar. E um pouco depois do meio até mais ou menos o final, a leitura fluiu mais! Daí, quando teve aquela reviravolta…. Por mais impressionante que fosse, não mexeu comigo como eu achei que poderia mexer!

Mas é claro que tiveram coisas boas! Adorei a sinceridade do David, saber um pouco mais sobre Asperger e achei totalmente compreensível a reação da Kit. Acho que ela vai evoluindo no decorrer das páginas e o nosso protagonista também! Muitas lições nessa história, como ser a gente mesmo e que não ser compreendida, às vezes, é uma boa perspectiva! A irmã do David é a melhor e a mãe dele também. O pai me surpreendeu de forma positiva! A mãe da Kit tem os seus prós e contras, mas acho que a partir do momento que a gente fica mais velho, suas atitudes são mais compreensíveis. Torci pelo Jack (vai entender, mas sei lá hahaha) e adorei o professor de violão do David.

Acho que a história merecia mais páginas. Por mais que a leitura não tenha fluido da melhor forma, algumas coisas ficaram muito no ar. E, sei lá, gosto de usar a minha imaginação, mas eu queria algumas respostas, sabem? No mais a capa é linda e a escrita da autora é bem boa, mas acho que só não bateu e acontece, né? Mas fiquem à vontade para embarcar. Até porque o que pode não ser tão legal para mim, pode ser para vocês! 

É isso, gente! Quem já leu, conta o que achou. Quem ainda não, fica a dica! ;-)

Beijos, Carol.

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12.10.2019
* PJ Leu: A fada mamãe e eu! ♥

Ei, Gente! :) E como hoje é Dia das Crianças, resolvi postar uma dica literária mega fofa: A fada mamãe e eu, o primeiro livro para o público infantil da Sophie Kinsella! Quem não amaria que a própria mãe fosse uma fada, mesmo que um pouco doidinha? Enfim, vamos lá? Boa leitura! ♥

IMG-2226Livro: A fada mamãe e eu | Editora: Galera Junior | Autora: Sophie Kinsella
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros!
 

Sinopse: Ella Brook mora em uma cidade chamada Cherrywood e tem um grande e magnífico segredo: sua mãe é uma fada! Aliás, todas as mulheres da família possuem esse poder, além de asas maravilhosas! Inclusive uma smartvarinha, que é capaz de realizar maravilhosos feitiços, como festas de aniversário, acelerar a fila do mercado e fazer deliciosos e lindos cupcakes. Ella é uma fada-na-fila-de-espera, mas bem que queria fazer mágicas logo, principalmente, para dar uma boa lição na sua não-melhor-amiga Zoe. Ainda bem que ela tem a ajuda dos melhores amigos Tom e Lenka e, claro, do seu irmãozinho Ollie e sua palavra favorita “Ipiiii”. No mais, entre feitiços e confusões (afinal, a sua fada mãe é meio doidinha), ambas ensinam e aprendem sobre amor, solidariedade e honestidade nesse livro cheio de magia e fofurice! 

Opinião da Pequena: É um dos livros mais fofos que já embarquei. Adoraria ter lido quando criança, mas me diverti também agora. É tudo muito fofo e colorido! Dá vontade de morar dentro desse livro, aliás, histórias da Sophie Kinsella sempre me dão essa sensação.

Achei muito criativo, principalmente, a smartvarinha, uma varinha na era tecnológica hahaha. E o que falar das palavras “não melhor amiga”? Sério, é impossível não cair na gargalhada hahaha. A faixa etária, acredito, que seja para crianças um pouco mais velhas. Mas nada impede do adulto ler para um filho, sobrinho, primo e tal. Aliás, acho que é uma das coisas que mais quero fazer quando for mãe! Bem clichezão: na hora de dormir, ler para o pequeno! 

Fora isso, as ilustrações são bem lindas e no final têm brincadeiras bem divertidas, inclusive, receitas de cupcake de fada! Como não amar? Além de ser uma leitura gostosa e bem a cara dos livros da Sophie, traz mensagens mágicas, principalmente, no quesito de ser como você é, independente de feitiços. A mãe da Ella é muito comédia e quando fala “marshmallow” é muito fofinho! Tudo é bem amarradinho e dá vontade de ler mais e mais histórias. Acho que deveria ter outras aventuras das duas!

Destaque para a capa e para o irmãozinho Ollie. Acho que ele deveria ser um “fado” também hahaha! No mais, se você quer um pouco de magia, vale a leitura, independente da sua idade. Fiquei com vergonha de comprar o livro, mas foi uma das compras mais fofas da vida! E se você, assim como a pequena que vos bloga, é fã da Sophie, mais um motivo. Fala que vai comprar para uma criança e leia sem medo de ser feliz hahaha! =)

***

É isso, pessoal. Feliz Dia das Crianças para todas as crianças! Até mesmo para aquelas que não deixam esse lado nunquinha! ♥ 

Já leu? Conta o que achou! E se tiver outros livros para esse público, fique à vontade para indicar!

Beijos, Carol.

Post Antigo: O livro que marcou essa época!

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09.10.2019
* PJ Leu: Confissões de uma garota linda, popular e (secretamente) infeliz! ♥

Ei, Gente! :) Vamos para mais uma dica literária? Confissões de uma garota linda, popular e (secretamente) infeliz, da maravilhosa Thalita Rebouças! Publicado pela Arqueiro (eterna parceira do blog ), esse é o terceiro livro da série “Confissões…“. Uma história intensa e ideal para todos os públicos. Boa leitura! 

IMG-2225Livro: Confissões de uma garota linda, popular e (secretamente) infeliz | Editora: Arqueiro | Autora: Thalita Rebouças
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros!

Sinopse: Valentina sempre foi considerada a garota mais popular, linda e invejada da escola. Mas isso só por quem a vê de fora e acompanha de longe sua vida “instagramável” e cheia de glamour. De perto e por dentro, não é fácil ser ela, como a própria diz. No 3º ano do ensino médio, a pressão familiar para que escolha uma profissão “à altura” de sua ótima condição social é grande, mas ela gostaria mesmo era de cursar moda, sua paixão desde sempre.

Para a sua avó, isso é só mais um capricho da neta. Para sua mãe, moda tem a ver com preços altos e corpos esqueléticos – o que leva um exaustivo patrulhamento em cima da filha. Com críticas constantes de todos os lados, não faltam motivos para brigas intermináveis entre as três. A tensão em casa é agravada pela ausência permanente do pai, que vive viajando a trabalho. Valen tenta segurar as pontas com terapia e com todo tipo de curso.

A propósito, o mais recente é o de teatro, onde ela vai precisar conviver com a atual do seu ex, a Samantha. Aliás, Erick, o ex, reaparece com força total na sua vida! E é nesse cenário, que a nossa protagonista conhece Levy, um estudante de arquitetura e cabelinho de indiozinho, que vai mexer com seu coração. Além da Stella, uma nova amiga com uma realidade totalmente oposta e que tem muito a ensinar, inclusive sobre o processo de autodestruição que a Valentina está passando. 

Opinião da Pequena: Diferente do primeiro (ainda não li o segundo da série), é um livro bem intenso. Mas a leitura flui e não dá vontade de parar um minuto sequer, por mais que a gente tenha de respirar um pouco… Muita coisa acontece na vida da protagonista e quando vem algo não tão bom, em seguida surge um fato maior ainda! Juro que eu não sei se aguentaria como a Vale, mas ainda bem que ela é mais forte do imagina. :)

Aliás, no primeiro livro eu não fui muito com a sua cara. Porém, essa história fala exatamente sobre isso: o pré-julgamento que a gente faz dos outros, sem saber o que passa por trás dos bastidores, sabem? A vida da Vale parece incrível, mas quando a conhecemos melhor, a invejinha branca some na hora e dá vontade de abraçá-la e ajudá-la de alguma forma! Nada justifica as suas atitudes no passado, mas o mais legal é que a autora não a colocou como a boazinha e tal, porém, apresentou um lado que é impossível de ver no seu dia a dia totalmente instagramável.

E a gente acaba se identificando e torcendo para que tudo acabe bem! Todos a sua volta têm defeitos, mas de uma coisa temos certeza: eles dão o seu melhor e cometem erros. Quem nunca, né? Outra tema bem relevante e que torna a história mais intensa é sobre bulimia. Por isso, eu tenho certeza de que é uma leitura ideal para todos os públicos, inclusive para os pais. Aliás, eu mega acho que as escolas deveriam colocar todos os alunos para ler. É um livro que realmente faz a diferença, na minha humilde opinião. Não tenho tanto contato com esse mundo hoje em dia, não sei se eles já colocam, mas se não: espero que mudem logo!

Fiquei apaixonada pelo Levy e feliz por, finalmente, encontrar o nome do meu pai em um livro. A Stella é aquela amiga que só fez bem e deu um susto danado! Por incrível que pareça, adorei o seu pai e a sua avó! Acho que é uma livro independente, mas fica mais legal se você ler certinho. E eu estou louca para ler o segundo, que pulei, mas que logo logo vou me redimir. Apesar da maioria dos capítulos serem bem intensos (já usei essa palavra hoje? hahaha), o fim é leve e arranca suspiros!

Obrigada, Thalita! Nunca pare de escrever, ok? Porque as suas histórias marcam e nos ensinam preciosidades que ficam para sempre! Aliás, agradeço todos os dias por existir terapia, isso ajuda que é uma beleza! Falando nisso, a Eliane é uma das personagens que mais amei. E deu uma saudade do teatro, que meu Deus! E amei as explicações do mundo da moda em alguns capítulos, deu um toque a mais. 

No mais, leiam gente. Aliás, se alguém já embarcou, conta o que achou!

Beijos, Carol.

Post Antigo: O que eu aprendi com a personagem literária mais dramática da vida!

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02.10.2019
* PJ Leu: Teto para dois! ♥

Ei, Gente! :) O mês de setembro foi repleto de leituras incríveis e o último livro que li foi “Teto para dois“, da autora Beth O’Leary. Comprei esse romance na Bienal e valeu cada página! Além da capa chamar a atenção, o conteúdo é maravilhoso. Bem diferentão… Afinal, imagina alugar um apartamento, com apenas uma cama e dividi-la com um completo estranho? Então, vamos lá? Boa leitura! 

PJ Leu - Teto para doisLivro: Teto para dois | Editora: Intrínseca | Autora: Beth O’Leary
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros!

Sinopse: Depois de três meses do fim do relacionamento, Tiffy finalmente sai do apartamento do ex-namorado. Agora ela precisa para ontem de um lugar barato para morar. Contrariando os amigos, ela topa um acordo bem inusitado.

Leon, por sua vez, está enrolado com questões financeiras e tem uma ideia pouco convencional: sublocar seu apartamento, onde fica apenas na parte da manhã e de tarde nos dias úteis, já que passa os fins de semana com a namorada e trabalha como enfermeiro no turno da noite. Mas existe um detalhe… O lugar tem apenas uma cama!

Sem nunca terem se encontrado pessoalmente, Tiffy e Leon, fecham um contrato de seis meses e passam a resolver as questões do dia a dia por post-its espalhados pela casa. Mas será que tudo isso resiste a um ex obsessivo, uma namorada pra lá de ciumenta, irmão preso e amigos superprotetores? ;-)

Opinião da Pequena: Eu sei. Pareço repetitiva, mas esse livro é MUITO BOM. Com letras garrafais mesmo! Foi um dos livros que mais me chamou a atenção na Bienal e não me arrependo nadinha de ter comprado. A premissa é bem boa e diferente de tudo que já li! E o melhor: a autora não deixa para colocar todos os pingos nos is só no último capítulo, sabem? Mil pontinhos para ela! 

Vamos aos personagens principais? Tiffy já passou por poucas e boas, mas é uma personagem que inspira. Sempre irreverente e de bom-humor! Fiquei imaginando cada look dela. Leon é tímido, na dele, mas é o tipo de crush literário perfeito, na medida certa. Adorei as conversas através de post-its e deu vontade de conversar com o meu namorado por esse meio também hahaha. Os amigos, colegas de trabalho, ex-namorados e atuais ganham destaque na história. Adorei os pacientes, principalmente a Holly. A família também é uma parte bem importante nesse livro! Aliás, a relação entre e o Leon e o irmão é incrível. E o que falar do Mo? Se eu não tivesse a minha terapeuta, iria querer me consultar com ele :)!

A autora trata de assuntos bem importantes, como relacionamento abusivo, de uma forma que faz o leitor refletir. Nada se resolve como um passe de mágica e isso faz a diferença! É tudo com muita delicadeza e certa leveza. Acho que traz proximidade entre os personagens e os leitores! Se você passa por isso, já passou ou conhece alguém que passe, vale indicar e/ou embarcar nessa história, que não é apenas um romance digno de contos de fada!

O final é de arrancar suspiros e tem tudo a ver mesmo! Fiquei apaixonada e, digamos, que rolaram algumas lágrimas. Claro que senti falta de algumas coisas, como um desfecho mais explicadinho do irmão do Leon e a Kay que sumiu muito rápido. Mas não vou entrar em muitos detalhes para não dar spoiler, ok? Ah! O livro traz lições incríveis: o inusitado, às vezes, traz surpresas incríveis. Se permita, vá no seu tempo e sempre valorize os amigos e, claro, a família. Cada caso é um caso, óbvio, mas deu para entender.

Enfim, não sei se esqueci de mencionar algo, mas de uma coisa eu sei: POR FAVOR LEIAM ESSE LIVRO! E já leu esse livro? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo MUITO! 

Beijos, Carol.

Post Antigo: Não se esqueça de Paris

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