08.01.2020
* PJ Leu: Corajosa sim, Perfeita não! ♥

Ei, Gente! :) Ontem não consegui postar. O dia foi bem corrido e ainda teve niver das minhas irmãs. Mas para comemorar o Dia do Leitor (ainda dá tempo, né? haha), separei uma resenha literária: Corajosa sim, perfeita não, da autora Reshma Saujani. Publicado pela Editora Sextante, o livro ajuda a gente dar os primeiros passos em busca de uma jornada repleta de coragem e menos perfeccionismo. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: Corajosa sim, perfeita não | Editora: Sextante | Autora: Reshma Saujani
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: A busca pela perfeição acaba nos limitando. É preciso na verdade exercitar o músculo da coragem. O que não é fácil também! Mas quando deixamos a necessidade de perfeição para trás, encontramos liberdade, alegria e todas as coisas boas que queremos na vida. É preciso tentar, antes de pensar em desistir. E, com base na sua vida e na de outras histórias, a fundadora da ONG Girls Who Code, a Reshma Saujani, escreveu esse livro inspirador sobre coragem. ;-)

Opinião da Pequena: Eu ando numa fase bem tensa, principalmente, no quesito profissional. Depois de um dia ruim, decidi largar o livro que estava lendo e embarcar nessa jornada em busca da coragem. E acho que foi a primeira decisão certeira do ano!

Claro que as coisas não mudam da noite para o dia. A busca pela perfeição não vai simplesmente embora. E o músculo da coragem não aparece do nada! Mas o mais legal desse livro é que ele deixa isso bem claro. Que é aos poucos mesmo e, ao mesmo, tempo, nos impulsiona dar os primeiros passos!

Não é simplesmente uma história de uma pessoa que “deu certo”. É uma história de uma mulher que fracassou e que usa a seu favor esses fracassos! Que faz do limão, uma limonada, sabem? Não é aquele livro auto-ajuda impossível de colocar na prática. E eu fico tão feliz de ler livros assim. Me dão uma luz no fim do túnel. Realmente me ajudam!

Fora que a escrita da Reshma acolhe o leitor. Dá a sensação de que o livro foi escrito para a gente. É quase impossível não se identificar com os casos e as descrições. Pelo menos, com a pequena jornalista que vos bloga foi assim.

Enfim, é um livro que vale muito a pena! A gente vê o quanto precisa excluir a palavra perfeição do dia a dia. Ninguém é perfeito e nem precisa ser. Isso acaba só te puxando para baixo. Outra coisa: vi com outros olhos o significado de fracassar. E isso tem me ajudado. E a coragem? Ela virou uma das minhas palavras preferidas e espero que ela esteja mais presente no meu dia a dia.

Desde que terminei “Corajosa sim, Perfeita não”, a sementinha de uma “Carol mais corajosa e menos perfeccionista” foi plantada. E espero, do fundo meu coração, colher bons frutos! Lembrando, que coragem não tem nada a ver com a ausência do medo. ;-)

RECOMENDO muito a leitura, viu gente? ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Garota pare de mentir pra você mesma!
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03.01.2020
* PJ Leu: Onde mora o amor! ♥

Ei, Gente! :) Prontos para a primeira resenha literária do ano? Com vocês, o que eu achei do livro “Onde mora o amor“, da autora Jill Mansell. Um romance com a capa linda e o conteúdo repleto de histórias de amor. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: Onde mora o amor | Editora: Arqueiro | Autora: Jill Mansell
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Dexter Yates adora a sua vida despreocupada. Além de lindo e rico, mora em um apartamento chique de Londres e está sempre acompanhado de belas mulheres. Mas tudo se transforma da noite para o dia quando a irmã morre, deixando a pequena Delphi, de apenas 8 meses.

Sem a menor ideia de como cuidar sozinho de um bebê, ele resolve se afastar da correria da cidade grande e se muda para o chalé em Briarwood. Ele não está acostumado ao ambiente de um vilarejo. Mas ainda bem que os moradores o recebem de braços abertos, principalmente, Molly, com quem logo tem uma conexão inegável. ;-)

Opinião da Pequena: Esse é o 6º livro da série “Romances de hoje”, da editora Arqueiro. É um daqueles romances que tem a história central, porém, as paralelas são as que mais chamam a atenção. Pelo menos, no meu caso foi assim. ♥

Dexter e todo o contexto que o envolve mexeu bastante e bateu aquela curiosidade, do que seria dele e da pequena Delphi. A gente já imagina no que vai dar, mas o final não deixa de ser surpreendente e de arrancar suspiros.

Porém, a parte da Frankie e sua família foi a que fez me devorar cada capítulo em que apareciam. É nesse momento que a gente se toca que o “perfeito” é muito relativo! Aliás, ela é uma das personagens mais fortes que já vi nessa série.

No mais, a escrita da Jill continua envolvente. Os personagens nos conquistam, alguns dão raiva e a maioria nos ensina e faz valer cada página desse romance. O 1º livro dela eu gostei mais, mas esse também é perfeito para quem ama romance e todos os clichês que esse gênero carrega (e eu, particularmente, amo).

E, por fim: destaque para a capa que é uma das mais lindas. Enfim, RECOMENDO a leitura. ;-)

Beijos, Carol.

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09.12.2019
* PJ Leu: Meu crush de Nova York! ♥

Ei, Gente! :) Para começar a semana, preparei uma dica literária nacional: Meu crush de Nova York, da autora Raffa Fustagno. Publicado pela The Gift Box, o livro é o clássico romance leve, inspirador e perfeito para quem ama filmes, séries e, claro, a famosa Big Apple! Então, vamos lá? Boa resenha para vocês. ♥ 

PJ Leu - Meu crushLivro: Meu crush de Nova York | Editora: The Gift Box | Autora: Raffa Fustagno
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4,5 livros

Sinopse: Depois de perder o emprego e não conseguir uma resposta sequer para fazer entrevista, Charlotte decide pegar o dinheiro do fundo de garantia e embarcar para um destino chamado Nova York. Ela acredita que essa viagem irá ajudar a esquecer um pouco os boletos, entre outros problemas. Por exemplo? Mesmo após alguns anos, ela ainda não consegue perdoar o pai por ter traído sua mãe! Aliás, essa situação faz com que a nossa protagonista não acredite no amor. Porém, tudo muda quando a viagem, sem pretensão alguma, coloca no seu caminho o Ethan, um barista do Starbucks. Amor à primeira vista? A cidade que nunca dorme promete muito mais!

Opinião da Pequena: Meu crush de Nova York é um romance leve, divertido e que faz a gente viajar pela cidade que nunca dorme e por cenários de filmes e séries que marcaram! Adorei a escrita da Raffa e a premissa  da história. Para alguns, talvez seja clichê, mas um clichê bem escrito, é sempre bem-vindo! E sabem o que eu mais amei? A forma como a autora posiciona a Charlotte. Me senti a melhor amiga dela, tipo a Juli (para entender, melhor ler o livro ^^). Realmente parece que a protagonista está conversando com o leitor. E isso é tão bom, né? Acho que prende mais e a leitura flui melhor!

No mais, é um livro com várias lições no decorrer dos capítulos, principalmente, sobre o amor. Que a propósito não tem regra. É viver um dia de cada vez. Tentar ser pé no chão, mas viver intensamente. Até mesmo quando você é do Rio e o dito cujo é de NY! E o tempo é muito relativo! Falando nisso, amei a tia da Charlotte. Alguns dos melhores conselhos são ditos por ela, que é uma das minhas personagens favoritas! Acho que o livro merecia mais páginas, mas quem sabe não tem um “Meu crush de Nova York 2”? Quanto ao Ethan, ele já ganhou pontinhos extras por trabalhar na minha cafeteria favorita da vida. E é um verdadeiro crush e de arrancar suspiros, principalmente, no aniversário da nossa protagonista e nos passeios misteriosos.

Amei o nome de cada capítulo e pelo que eu entendi, muitos levam nomes de filmes. Aliás, preciso fazer uma maratona com todos que ela menciona nas páginas! E fiquei com muita vontade de assistir Sexy and the city e visitar novamente Nova York. Por fim, adorei o final e mesmo querendo entender algumas coisas, acho que dá asas a nossa imaginação. Ou quem sabe, mais uma vez, um sinal de que vem um segundo livro sobre Charlotte e seu crush por aí. Enfim, recomendo a leitura. ♥

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

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22.11.2019
* PJ Leu: O café da praia! ♥

Ei, Gente! :) Para terminar a semana, tem dica literária para vocês no post de hoje. Dessa vez, li: O café da praia, da autora Lucy Diamond. Publicado pela Editora Arqueiro (eterna parceira do blog), o livro faz parte de uma série que eu amo: Romances de hoje! Então, vamos lá? Boa resenha! 

PJ Leu - O Café da PraiaLivro: O café da praia | Editora: Arqueiro | Autora: Lucy Diamond
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Evie sempre foi a ovelha negra da família: sonhadora e  impulsiva, o oposto das irmãs mais velhas bem-sucedidas. Tentou fazer carreira como atriz, fotógrafa, mas nada engrenou. Viva pulando de um trabalho para o outro, sempre com a sensação de que lhe faltava um propósito. Então, quando a sua tia preferida sofre um acidente, ela recebe uma inesperada herança…. O café na beira da praia, de Cornualha, onde passou sua infância, entre outros momentos, agora é seu!

Empolgada com a oportunidade de mudar de vida, ela decide morar lá. Mas logo descobre que nem tudo são flores no Café! Os funcionários não são os melhores, o local está caído e muita coisa precisa ser feita! Mas apesar das dificuldades, ela está determinada a fazer dar certo! Com isso, conquista muito mais, inclusive na vida amorosa!

Opinião da Pequena:  “A casa dos novos começos“, da mesma autora, é um dos livros que eu mais amei dessa série. Então, a expectativa para “O café da praia” estava giga!  Não me emocionou tanto quanto o primeiro, mas não deixou a desejar. Adoro que ela usou a Evie para narrar a própria história. A leitura fica mais envolvente, sabe? Fora que me senti bem mais próxima da protagonista. A premissa é bem boa e a escrita da Lucy é tão leve que quando a gente se toca, puft, o capítulo já acabou.

Me identifiquei muito com a personagem principal. Foi uma inspiração a mais para correr atrás do meu propósito. Aliás, é uma história que define muito aquele ditado “nada acontece por acaso”. A morte da tia Jo é bem triste, mas ainda bem que o destino reservou algumas coisas boas, por mais que tivesse pedras no caminho. Evie evolui bastante, mas sem perder a sua essência de sonhadora! E uma das lições que eu mais amei: nunca é tarde para começar do zero, mesmo com as dificuldades! Ah! Sua família tem uns poréns e a sua mãe e seus sobrinhos são incríveis. A cena do telefone é uma das que mais me marcou. Amei os moradores, até mesmo, a Betty. Por trás de uma atitude ranzinza, existe um coração de ouro! E o que falar da Florence (acho que é esse o nome)? Melhores conselhos!

Continuando… No meio, a leitura ficou meio arrastada. Não teve muita emoção! Só algumas suspeitas. O romance que rolou arrancou alguns suspiros, mas no decorrer das páginas me decepcionou um pouco. Por incrível que pareça, desejei um outro desfecho. E por falar nessa palavrinha, adorei o final da Amber, a melhor amiga da Evie. Aliás, todo mundo merece uma amiga como ela! E destaque para a relação da nossa protagonista com o seu enteado Saul, que a propósito mostra que algumas coisas não precisam ter fim. Por mais que eu ache que na realidade não funciona bem assim, acho que casou maravilhosamente com a história!

E preciso falar: as autoras dessa série amam a Cornualha, né? Fiquei bem curiosa com esse destino hahaha! =) E como eu queria que esse café virasse realidade e uma dose de moradores fofos como os do livro! No mais, o fim foi bem fofinho e mesmo com algumas explicações corriqueiras, eu recomendo!

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

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17.10.2019
* PJ Leu: Quando não há palavras! ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é “Quando não há palavras“, da autora Julie Buxbaum. Publicado pela Galera Record, é um YA (Young Adult) que conta a história de uma menina de luto e um menino diferente, onde uma tragédia acaba unindo os dois. Vamos lá? Boa resenha! 

IMG-2410Livro: Quando não há palavras | Editora: Galera Record | Autora: Julie Buxbaum
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 2 livros!

Sinopse: Kit Lowell perdeu o pai em um acidente de carro e, de uma hora para outra, seu mundo perdeu o colorido. As amigas, a mesa onde sempre se sentou na hora do almoço, as aulas e, até mesmo, o sabor da comida indiana da sua mãe não tem mais graça. A ausência do pai se tornou a presença que ela não consegue evitar! Já David Drucker tem Asperger, declama pi numa sequência de centenas de algarismos (de cor) e sente dificuldade de entender figuras de linguagem e não compreende sentimentos alheios. Ainda bem que pode contar com a sua família e com um caderno, onde anota tudo que considera digno de nota.

Kit precisa de alguma maneira se reinventar para lidar com o luto. Então, a mesa de David parece um bom lugar para recomeçar. Ele, por sua vez, é honesto demais e está cada vez mais atraído pela natureza curiosa dela. E no meio disso tudo, ela pede ajuda ao mais novo amigo para desvendar os detalhes do acidente do pai. Porém, o que nenhum dos dois esperavam era a surpresa que a vida reservou. Será que a amizade (ou algo a mais) irá sobreviver a dura verdade?

Opinião da Pequena: Vi esse livro no aeroporto e meu namorado me deu de presente na Bienal. Confesso que a princípio a história parecia ser daquelas que prende do início ao fim… Afinal, a premissa é muito boa! E no começo foi desse jeito, mas a leitura começou a ficar arrastada e eu quase abandonei o livro! Porém, decidi continuar. E um pouco depois do meio até mais ou menos o final, a leitura fluiu mais! Daí, quando teve aquela reviravolta…. Por mais impressionante que fosse, não mexeu comigo como eu achei que poderia mexer!

Mas é claro que tiveram coisas boas! Adorei a sinceridade do David, saber um pouco mais sobre Asperger e achei totalmente compreensível a reação da Kit. Acho que ela vai evoluindo no decorrer das páginas e o nosso protagonista também! Muitas lições nessa história, como ser a gente mesmo e que não ser compreendida, às vezes, é uma boa perspectiva! A irmã do David é a melhor e a mãe dele também. O pai me surpreendeu de forma positiva! A mãe da Kit tem os seus prós e contras, mas acho que a partir do momento que a gente fica mais velho, suas atitudes são mais compreensíveis. Torci pelo Jack (vai entender, mas sei lá hahaha) e adorei o professor de violão do David.

Acho que a história merecia mais páginas. Por mais que a leitura não tenha fluido da melhor forma, algumas coisas ficaram muito no ar. E, sei lá, gosto de usar a minha imaginação, mas eu queria algumas respostas, sabem? No mais a capa é linda e a escrita da autora é bem boa, mas acho que só não bateu e acontece, né? Mas fiquem à vontade para embarcar. Até porque o que pode não ser tão legal para mim, pode ser para vocês! 

É isso, gente! Quem já leu, conta o que achou. Quem ainda não, fica a dica! ;-)

Beijos, Carol.

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