02.03.2021
* PJ Leu: A vida perfeita não existe! ♥

Ei, Gente! :) E a minha última leitura de fevereiro foi: A vida perfeita não existe, da autora brasileira Daiana Garbin. O livro publicado pela Editora Sextante (parceira do blog) é meio que um complemento de vários livros desse estilo, como “Corajosa sim, perfeita não“. Vamos lá? Boa resenha. ♥

Livro: A vida perfeita não existe | Autora: Daiana Garbin | Editora: Sextante
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Nesse livro, a autora divide com o leitor sua jornada à procura de respostas. Com base em estudos, pesquisas, entrevistas com especialistas e depoimentos de leitores, ela traça um panorama da frustração que sentimos ao perseguir um tipo de felicidade irreal e mostra como encontrar coragem para adotar uma nova atitude em relação à vida.

Opinião da Pequena: Desde o ano passado, estou ansiosa para ler esse livro. Li o primeiro da Daiana e mexeu muito comigo, então, acreditava que esse seria no mesmo esquema. E posso falar? Foi melhor do que eu esperava, tirando algumas ressalvas.

Recebi da Sextante no final de 2020 e assim que rolou, embarquei. E foi na hora certa! Quando eu comecei a ler, estava em uma semana ruim. Sabem aqueles sentimentos que a gente quer passar longe, mas quando menos espera: eles estão lá invadindo a nossa vida, sem pedir licença?

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Sentir ciúme, por exemplo, é uma das coisas que mais me deixa triste. Inveja então, meu Deus! Raiva, angústia, frustração nem fala…. Mas essas sensações são comuns e isso não significa que a gente seja uma pessoa horrível. Todo mundo já sentiu, sente ou irá sentir. Faz parte da vida. E a Daiana meio que normaliza esses sentimentos no sentido de acolher cada um. Sem julgamento. Entender o motivo disso acontecer e como você pode lidar, no seu tempo, com esses momentos.

São palavras duras, mas escritas com carinho e que plantam uma sementinha na gente. Claro que ninguém vai mudar da noite para o dia. Porém, é um processo possível de acontecer. Ao menos, é mais real do que aquela felicidade plena todos os dias da vida! A propósito, como o próprio nome do livro diz “A vida perfeita não existe“. E a gente tem que se acostumar que existem coisas que não temos controle e o que podemos controlar, pode colaborar para que a gente possa lidar com essa realidade.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Não é possível ser feliz o tempo todo. A infelicidade existe e a gente pode aprender muito com essa tão temida palavra! Aqui entra novamente a questão do acolhimento. Uma vez, eu li que para darmos valor a um dia bom é preciso lidar com um dia ruim. Entendem? ;-)

Também aprendi com esse livro sobre ressentimento e o quanto essa sensação pode nos ensinar e ser prejudicial à nossa saúde mental, se não resolvemos questões que estejam ligadas a ela. Li sobre nos tratar com bondade e respeito e a coragem para mudar essa relação com a vida no geral. Nas últimas páginas, achei alguns parágrafos meio repetitivos, mas acho que foi com a intenção de frisar bem a mensagem principal.

No mais, é uma leitura que flui bem e você tem vontade de devorar. O gênero é autoajuda, mas sem fórmula mágica. A escrita é delicada, afinal, o tema pede isso. E acredito que seja um que o leitor tenha de ter para sempre na estante. Acho que pode colaborar em várias situações e fases. Por quê? Bom, esse processo não termina nunca. Então, reler é uma boa.

Ah! Quem conhece a autora por conta de temas sobre transtornos alimentares, entre outros relacionados ao corpo, ela também aborda sobre esses assuntos nesse livro. E ajuda muito também! ;-) Enfim, recomendo.

Crédito da Imagem: Amazon

Nas últimas páginas, ela também aborda sobre a pandemia e é uma ajuda extra para todos. Obrigada, Daiana. Obrigada, Sextante! Enfim… Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! :)

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Daiana Garbin
Fan Page ♥ Instagram  


0
16.02.2021
* PJ Leu: Não é errado ser feliz! ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é “Não é errado ser feliz“, da Linda Holmes. Um romance que aborda temas que fazem o leitor sentir que não está só. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: Não é errado ser feliz | Autora: Linda Holmes | Editora: Intrínseca
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4,5 livros

Sinopse: Evvie Drake raramente sai de casa, mesmo um ano após a morte do marido. Todos na cidade acreditam que ela ainda está passando pelo processo de luto, inclusive o seu melhor amigo Andy.

Enquanto isso, Dean, amigo também do Andy, é um ex-arremessador que está passando por uma fase bem ruim na sua carreira. Para ficar longe de tudo que faz mal, ele acaba se mudando para o apartamento anexo à casa de Evvie.

Quando se conhecem, os dois combinam de ela não perguntar nada sobre beisebol e ele de não tocar no assunto do falecido marido dela. Mas será que ambas as regras serão quebradas? ;-)

Opinião da Pequena: Para começar, achei a premissa bem interessante. Parece que a gente já viu algo parecido, mas ao mesmo tempo não, sabem? Nunca tinha lido nada da autora e adorei a forma como ela escreve e constrói os capítulos.

Evvie é uma personagem que traz inúmeros aprendizados. E a sua evolução é natural, sem forçar a barra. Dean segue o mesmo ritmo! No começo, eu já imaginava o que ia acontecer. Mas criei algumas suposições e não acertei hahaha. Andy é aquele amigo que a gente quer trazer para a vida real.

É uma história que envolve o leitor (pelo menos me envolveu), mas não é aquela leitura que devorei. Porém, a culpa é do cansaço e é bom ler com calma. Não embarcar só por embarcar. Não compreendi muito bem o desfecho. A última frase não fez muito sentido para mim. Mas gostei de como as coisas terminaram no geral.

Crédito da imagem: Pequena Jornalista

O título super combina com o conteúdo e a capa igualmente! É leve, trata de assuntos que muitas vezes julgamos, mas a gente pensa: não é porque a pessoa morreu que virou santa. Tem muita coisa por trás dos bastidores que a gente nunca imagina!

Fala sobre relacionamento abusivo, mas aquele psicológico e que aparece nos mínimos detalhes. Que fere do mesmo jeito! Fala sobre a importância de cuidar da saúde mental. Fala sobre recomeços e desfechos. Família e amigos! Muitas vezes, senti que a história foi feita para mim no quesito amizade. A vida muda o tempo todo e não ser mais a primeira pessoa que aquele amigo liga, dói. Porém, isso não significa que tudo acabou. É só uma nova fase e que o tempo faz a gente se acostumar.

Metáforas de terapia super fazem sentido. Pelo menos a do alicate para tirar do dente fez! E algumas reações são como a gota d’água. Aliás, destaque para a Monica e a Dra. Talco. Mas todos os personagens tiveram a sua importância, até mesmo, o vilão da história e todos os pais, os fofos e os sem noção hehehe.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Enfim, adorei o livro e fez diferença na minha vidinha! Tudo se ajeita, aos poucos. A gente não precisa se expor 100%, mas entender o que tá rolando é importante. Não dá para acerta sempre. Ah! Terapia e um doguinho são ótimas prescrições! E ler “Não é errado ser feliz” também, mesmo com algumas ressalvas. ♥

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica. No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Não esqueça de Paris
Fan Page ♥  Instagram 


2
19.01.2021
* PJ Leu: A Troca! ♥

Ei, Gente! E a primeira resenha do ano está no ar. Esse ano comecei lendo “A Troca” (na verdade, no finalzinho do ano passado), da autora Beth O’Leary, a mesma do livro incrível “Teto para dois”. É um romance, que retrata assuntos delicados, mas que absorvemos com muita leveza e diversão. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: A Troca | Autora: Beth O’Leary | Editora: Intrínseca
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Leena Cotton tem 29 anos e sente que já não é mais a mesma. Sua avó, Eileen Cotton tem 79 e está em busca de um novo amor. Para uma mudança radical, as duas decidem trocar de lugar uma com a outra. Leena vai viver a vida de Eileen e Eileen vai viver o dia a dia da Leena.

Mas será que a neta vai se adaptar à calmaria de uma cidade pequena e os amigos irreverentes? E a avó vai conseguir atingir o seu objetivo de encontrar um novo amor em Londres e respirar ares, até então, desconhecidos?

Essa não é apenas uma troca de casas. Mas de rotina, celulares e computadores e muito mais! É uma história que vai além e, talvez, ao destrocar, elas podem notar aprendizados que jamais imaginariam e soluções também. ;-)

Opinião da Pequena: Sabe quando você lê um livro de um autor e ama, mas fica com medo de criar muita expectativa e se decepcionar com outros? O segundo livro da Beth O’Leary é simplesmente perfeito! Me surpreendeu ainda mais do que o primeiro. Sem dúvida, ela entrou para a minha listinha de escritoras favoritas.

E quanto à história: uma troca e muitas mudanças. Não só com as protagonistas, mas com todos ao seu redor. Inclusive, com os leitores. Tem romance, amigos peculiares, luto e aprendizados. Personagens que lembram pessoas do nosso convívio ou aqueles que já foram para o lado do papai do céu.

Ah! Olhem que doido, não tive muito contato com a minha bisavó materna, mas por alguma motivo a Eileen me trouxe memórias dela. Talvez, por ela ter sido uma grande fã da autora Agatha Christie, assim como a personagem. Enfim, a minha mãe, que não é uma leitora assídua, acho que amaria esse livro. Vou até sugerir e conto para vocês o desfecho.

Crédito da Imagem: Amazon

Voltando ao livro… Eileen e Leena são típicas “pessoas” que a gente se identifica e quer trazer para a vida real, se tivesse esse poder. Cada uma com seu jeitinho, mas com uma genética quase igual. Arnold virou o meu crush literário atual e juro que por trás de uma implicância e um cara rabugento, o coração e as sacadas são de ouro. Virou um dos meus personagens favoritos!

Marian é uma personagem presente, mesmo não aparecendo muito. Mas são aquelas aparições que fazem a diferença. E amei “conhecer” a Carla, mesmo que de longe, que lembrou muito a minha irmã mais nova e o meu amor por ela só aumentou. Hank é o dog mais fofo e Jackson é sem palavras e sua filha mais ainda. Destaque para a Bee, Martha e Betsy. Aliás, o desfecho da história no geral foi perfeito e apesar de eu ter ficado com algumas dúvidas, achei a maioria das coisas bem amarradinhas e nada forçado, de última hora.

Quanto às lições: aprendi que o lar é onde o coração está. Mas esse local pode te surpreender. Se intrometer na vida alheia não é legal, em contrapartida, às vezes, é necessário. E que o luto faz parte da vida e cada um tem um jeito de lidar, mas o importante é lidar. Isso não te faz mais ou menos problemática, você só está aprendendo a seguir em frente. Ou melhor, lidar de frente. E quando alguém se vai, algo sempre fica.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Enfim. É um livro que arranca boas risadas e te faz chorar. Pelo menos, me fez. E, sim, a gente dá aquele abraço quentinho no final dos agradecimentos. E descobre como vai ser bom “Eileenar” um pouco daqui para frente. Ah!! Em breve vai virar filme e estou ansiosa.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo e MUITO!

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Teto para dois
Fan Page ♥ Instagram 


9
24.12.2020
* PJ Leu: Conto – Contrato de Natal! ♥

Ei, Gente! :) Feliz véspera de Natal para todo mundo yay! E para entrar ainda mais no clima, separei uma dica literária: Contrato de Natal, da Renata Lustosa. Um conto de chick-lit natalino perfeito. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Conto: Contrato de Natal | Autora: Renata Lustosa
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Emília Fontenele não quer seguir o padrão imposto pela sociedade de que precisa ser uma garota comprometida. Afinal, já está quase na casa dos trinta. Mas isso não significa que a sua família indelicada tem de falar pra ela desistir de uma vez de arrumar um namorado. Que abuso!

Para dar uma lição nos seus familiares, decide pedir ajudar para o amigo do trabalho, que topa ser seu “namorado” no dia do Natal. Porém, quem aprende e descobre coisas além do que imaginava é ela mesmo.

Opinião da Pequena: Quando a Rê me convidou para ler o novo conto dela, não pensei duas vezes. Todas as histórias que ela escreve vão além de um simples chick-lit. E esse têm um especial: é de Natal. ^^

A premissa é bem clichê. Mas sabe aquele clichê que aquece o coração? Então! Personagens carismáticos, protagonista gente como a gente e elementos surpresas que fazem a diferença, até mesmo quando a gente já imagina o final.

E dessa vez, o tema abordado é a clássica imposição que a sociedade coloca na mulher, de que para ser feliz precisa ser comprometida. Em contrapartida, não para por aí. Como essa questão já tá tão enraizada, a própria Emília se cobra. E leva todos os discursos com desconfiança.

Amei como tudo foi amarradinho, ri muito e percebi como a protagonista cresceu, mesmo com poucas páginas. Fiquei apaixonada pela sua família e, claro, pelo Theo. Adorei o desfecho, algumas sacadas e o arquivo final que o leitor encontra na última página contém a melhor planilha. E mais uma vez: o único defeito é que a história acaba muito rápido hahaha. E confesso que imaginava uma capa mais natalina, entretanto….

O tema é de Natal, porém, acredito que seja um conto bem atemporal. Já que trata de assuntos distintos, mesmo com os clássicos “a tia dos namoradinhos” e tal. E além do tema central que contei anteriormente, aprendi que tudo está na forma como interpretamos. Às vezes, a gente fica tão focada em tal coisa, que não entende a real intenção de uma conversa. Ou de borboletas no estômago. Enfim, recomendo. O melhor contrato que já li.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica (clica aqui para baixar).

Beijos, Carol.

Post Antigo: Os delírios de Natal de Becky Bloom
Fan Page ♥  Instagram


7
04.12.2020
* PJ Leu: A lista que mudou minha vida! ♥

Ei, Gente! :) Chick-lit é sempre uma boa leitura, mas esse entrou para a minha listinha de favoritos. O PJ Leu da vez é “A lista que mudou minha vida“, da autora Olivia Beirne. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: A lista que mudou minha vida | Autora: Olivia Beirne | Editora: Faro Editorial
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Georgia adora ficar jogada no sofá após o trabalho vendo TV e bebendo vinho. Mas não curte altura, ir a encontros amorosos e atividade física nem passa pela sua cabeça. Resumindo, correr riscos não faz parte da rotina dela.

Mas tudo muda quando a sua irmã mais velha, a Amy, descobre que tem uma doença, que vai lhe impedir de realizar algumas aventuras, até completar 30 anos. Então, ela passa e adapta a lista de coisas que deseja fazer para a nossa protagonista!

Uma história sobre sair da zona de conforto, amizade, família e muito mais!

Opinião da Pequena: Na capa tem um comentário que “fãs da Sophie Kinsella vão se apaixonar por este livro” e eu concordo 100%! Georgia é a típica personagem de chick-lit. Aquela que nos diverte e ensina ao mesmo tempo, através de uma leitura leve e que deixa a vida bem melhor!

A premissa é bem boa e a escrita da autora flui que é uma beleza! E arranca boas risadas, até mesmo nos momentos menos propícios. E personagem que gosta de Gilmore Girls: como não amar? Adorei as referências e as tiradas dela! A parte da pomba, meu Deus hahaha! Ah! Os pais lembraram muito os da Becky Bloom. A Amy é uma inspiração, sem dúvida, e lembrou muito a minha irmã mais nova!

A princípio, eu achei que teria um pouco a ver com o livro “A lista de Brett“. Mas lembra muito mais a história de “Corra, Abby, Corra” (aliás, acho que é um sinal para eu me exercitar mais hahaha). Porém, com seus diferenciais, claro! E, gente, não sei se só eu tenho essa impressão, mas todos os mocinhos literários e de séries que tenho visto, tem o nome de Jack hahaha. Enfim, só uma observação hahaha!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Amei a lista e alguns itens são bem aleatórios e adorei que as metas traçadas são bem gente como a gente! Às vezes, tá tudo bem, burlar por uma boa causa. Não sei se dá para entender direito, mas lendo acho que dá. ;-) No mais, é uma história que faz a gente refletir também sobre zona de conforto e como a gente pode ir além. Seja um encontro no Tinder, correr 10km ou pular de paraquedas. E o resultado não importa, mas ir lá e tentar é valioso!

Só acho que a Esclerose Múltipla poderia ter sido um pouco mais destacada, no sentido de explicação da doença. Mas até entendo o viés que a autora quis pegar, digamos assim. Enfim, é um livro que devorei, com um final perfeito e que mais uma vez me fez entender a importância de comédia romântica literária. Abracei no final e pensei em coisas que posso fazer para sair da minha rotina e me aventurar mais. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Ah! Amei a capa e o espaço que tem para o leitor fazer a sua própria lista. Enfim, mega recomendo a leitura! Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Quase Rivais
Fan Page ♥ Instagram 


8

Pequena Jornalista - Todos os Direitos Reservados - Copyright © 2021