03.04.2019
* PJ Leu: Ho’oponopono para todos os dias! ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é Ho’oponopono para todos os dias, da Maria-Elisa Hurtado-Graciet. Publicado pela editora Sextante, o livro é uma pequena introdução de um método baseado no amor, na gratidão e no perdão! Vamos lá? Boa resenha.

PJ Leu - HooponoponoLivro: Ho’oponopono para todos os dias| Editora: Sextante | Autora: Maria-Elisa Hurtado-Graciet 
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 3 livros!

Sinopse: Você sabia que “Ho’oponopono” é uma antiga palavra havaiana que leva como significado também “colocar as coisas em ordem” ou “restabelecer o equilíbrio”? Sendo assim, a autora apresenta nessas páginas os fundamentos essenciais desse método e mostra uma nova maneira de viver, sempre levando em conta três fatores: perdão, amor e gratidão. Então, se você deseja uma cura interior ou saber mais sobre, vale a pena embarcar na sabedoria do Ho’oponopono, que pode ser útil em todos os momentos de sua vida!

Minha opinião: Se eu pudesse resumir esse livro em apenas uma palavra, usaria “libertador”. Ho’oponopono é um método que tem tudo para ser bem útil no nosso dia a dia. Para começar, destaque para a frase “Quando vestimos a pele de cordeiro, o lobo aparece”. No Clube do Livro da Saraiva, a Frini comentou sobre e fez ainda mais sentido quando eu li. Tipo, não adianta a gente ficar toda hora sendo a vítima. Por mais que sejamos, ficar remoendo as coisas que estão fora do nosso controle, só faz com que a vida não ande e que os lobos insistam em aparecer! De todos os dizeres que encontrei, esse foi o que mais marcou.

Quanto às frases que a autora usa, todas (“sinto muito”, “me perdoe”, “eu te amo” e “sou grato”) são fundamentais. Mas essa última – sou grato – é a que deu um clique diferente, sabem? Gratidão é uma palavra forte e que muda o rumo da nossa vida! Ser grato faz bem e traz recompensas inacreditáveis! ;-) Também gostei do livro porque ele traz a responsabilidade dos nossos pensamentos para a gente e por mais que soe como um trabalho a mais, ser responsável também por essa parte da vida, dá uma sensação boa, de liberdade! Claro que na prática, a teoria é bem mais complicadinha. Não é como um passe de mágica que tudo vai mudar, mas acredito que aos poucos praticar os dizeres que encontramos em cada capítulo, não é impossível.

No mais, o projeto gráfico é lindo e dá mais leveza ao ler. É bem curtinho, a gente devora em poucos dias e no final, traz uma sensação bem boa! Se você deseja saber mais, vale buscar outros livros, esse acredito que é só para a gente ter um gostinho do que significa “Ho’oponopono”, que a propósito ô palavra difícil de falar, né? hahaha  ;-) Por fim, não é o meu gênero literário preferido, mas deu para matar um pouco a curiosidade desse termo que está em alta, porém, não sabia muito sobre. Ah! Era para eu ter lido o e-book, mas não consegui ler no IPad (e ainda não tenho Kindle), então comprei a edição física mesmo.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! ♥ 

Beijos, Carol.

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25.03.2019
* PJ Leu: Um verão na Itália! ♥

Ei, Gente! :) Para quem gosta de romance ou deseja embarcar em uma história literária mais romântica, de arrancar suspiros, a dica é: Um verão na Itália, da autora Carrie Elks. Publicado pela Verus Editora, é um daqueles livros que a gente tem vontade de colocar em um potinho, mas com algumas ressalvas. Enfim, vamos lá? Boa leitura!

PJ Leu - Um verão na ItáliaLivro: Um verão na Itália | Editora: Verus | Autora: Carrie Elks
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 3 livros!

Sinopse: Cesca Shakespeare chegou ao fundo do poço. Depois de escrever uma peça de teatro premiada que acabou em desastre, o bloqueio criativo se instalou sem previsão de ir embora. Seis anos mais tarde ela acabou de perder mais um emprego pavoroso e está prestes a ser despejada de seu apartamento. Pior ainda, suas irmãs não fazem ideia de como sua vida vai mal. Assim, quando o seu padrinho lhe arruma uma temporada de verão em uma villa italiana, sem ter de pagar nada por isso, Cesca concorda, meio a contragosto, em ir para lá e tentar escrever uma nova peça. Isto é, antes de descobrir que a casa pertence a seu arqui-inimigo: Sam Carlton.

Quanto a ele, mais uma vez se depara com o seu nome em todas as manchetes pelas razões erradas. O galã de Hollywood decide correr para um lugar que possa se esconder e nada melhor do que a villa italiana de sua família. Só que quando chega lá, descobre que não está sozinho e terá de enfrentar o seu passado. No começo, a raiva se instala e depois uma atração entre os dois surge. Mas afinal: será que a história entre Cesca e Sam é apenas um caso de verão arrebatador ou um amor de todas as estações? ;-)

Minha opinião: Sabe aquele meme que tem um leitor de fora só observando os dois protagonistas que se odeiam, porém, está na cara que ambos vão se apaixonar? Esse livro é o próprio! A gente só observa a Cesca e o Sam e o desenrolar dessa história de verão. ;-) Falando nisso, o enredo é clichê e confesso que desejei alguma reviravolta mais chamativa, porém… Me apaixonei do mesmo jeito e desejei guardar o livro em um potinho, viajar para a Itália e me hospedar na villa, claro.

A autora é bem detalhista e alguns capítulos, digamos, que são bem picantes! Mas também tem muita parte fofinha, tipo na hora da quebra de bloqueio de escrita da Cesca! Foram as minhas cenas favoritas. Sobre os outros personagens, alguns são de extrema importância e mereciam mais destaque, como o padrinho e as irmãs. Outros? Não faço a mínima ideia de como pararam ali. Falando nisso, amei a Gabi e a mãe do Sam. Espero vê-las, nem que seja um pouquinho, nos próximos livros (sim, vamos ter mais quatro pelo que eu entendi)! E o casal protagonista? Conquista, principalmente, o Sam. Por incrível que pareça, achei ele um pouco mais maduro que a Cesca. Porém, é óbvio que os dois amadurecem bastante!

Resumindo, o romance é de arrancar suspiros, mas com algumas ressalvas. Vale a leitura para tirar a sua própria conclusão. E palmas para a capa linda, é uma das minhas preferidas da vida! No mais, amei a escolha do cenário do livro e, de um modo geral, a história. Também não posso esquecer de uma das lições mais importantes que tirei: as nossas atitudes muitas vezes valem mais do que as consequências.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! 

Beijos, Carol.

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28.02.2019
* PJ Leu: Celular, Doce Lar! ♥

E a dica literária da semana é Celular, Doce Lar, da autora Rosana Hermann. Um livro fala sobre a nossa relação com esse aparelho que é muito benéfico, mas se não soubermos usar, pode trazer malefícios para o nosso dia a dia. Enfim, vamos lá? Boa resenha! 

PJ Leu - Celular Doce LarLivro: Celular, Doce Lar | Editora: Sextante | Autora: Rosana Hermann
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: cinco livros!

Sinopse: Você imagina uma vida sem celular? É quase inconcebível uma ideia como essa, afinal, esse aparelho é tão útil, entretém tanto, é tão presente e cheio de possibilidades cada vez mais ricas. Aliás, como uma dia pudemos viver sem ele? De acordo com a autora, nós todos moramos no celular. Vivemos boa parte de nossos dias nessa outra dimensão, que, mesmo não atendendo a todos os nossos sentidos, costuma ser muito mais divertida e segura do que a realidade ao nosso redor.

Claro, não há nenhum problema em usar o celular diariamente, em não desligá-lo, em consultá-lo com frequência, em amá-lo ou em morar dentro dele. O celular é mesmo uma invenção genial! Mas, talvez, tenha chegado a hora de discutir essa relação tão intensa. Através da leitura, descobrimos como essa maravilha tecnológica passou a ser um aparelho onipresente. Essa explicação vem repleta de histórias, humor, dados recentes e dicas de como fazer um detox digital, mas sem radicalismo. ;-)

Minha opinião: Foi aquele livro que eu quis morar dentro! O que eu mais gosto nele, é que não há radicalismo, do tipo “desliguem o celular e ponto final”. Mostra que há muitos benefícios, mas que é preciso ficar de olho nos malefícios que essa invenção traz. Ou seja, não é preciso dizer adeus a esse aparelho, mas usar na medida certa, talvez seja uma boa saída para abandonarmos esse vício. Aliás, essa palavrinha pode, por exemplo, fazer você ficar com dor de cabeça, corcunda e, até mesmo, perder momentos incríveis ao lado de quem amamos. Aliás, a gente deveria agradecer mais quando esquecermos o celular em casa ou der uma pane nele, como conta o relato do Lucas Salles. Aliás, esses depoimentos que aparecem em algumas páginas são tão gente como a gente. E ensinam muito! Prestem atenção em cada um, principalmente, no último. ;-)

Fora isso, amei a escrita da Rosana e os quadrinhos que abrem cada capítulo. Tem humor e tapa na nossa cara, mas é do bem esse “tapa” hahaha.  Ah! Apesar das teorias, dados chocantes e tal, não é uma leitura chata, ok? Misturando humor e realidade nua e crua, ela mostra que um detox digital é mega bem-vindo. Mas, mais uma vez: nada de radicalismo! Pode discutir a sua relação com o seu celular, porém, não é preciso abandoná-lo, transformá-lo em inimigo número 1. Enfim, resumindo, me deu um “palívio” (adorei esse termo que a autora usou hahaha) o livro. Bateu um pânico, em contrapartida, rolou um certo alívio ao descobrir soluções que estão ao alcance de cada um. Enfim, recomendo MUITO A LEITURA para saber tudo tim tim por tim tim. Ah! E é para todos, sem exceção, ok? Depois me contem!

Beijos, Carol.

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22.02.2019
* PJ Leu: Lendo de cabeça para baixo! ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é Lendo de cabeça para baixo, da autora Jo Platt. O chick lit, publicado pela editora Fábrica 231, consegue distrair o leitor com uma história leve e divertida, fazendo com que os problemas do mundo real fiquem de lado um pouco. Enfim, vamos lá? Boa resenha! 

PJ Leu - Lendo de cabeça para baixo - 1Livro: Lendo de cabeça para baixo | Editora: Fábrica 231 (Selo da Editora Rocco) | Autora: Jo Platt
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: quatro livros!

Sinopse: Rosalind Shaw tem 30 anos e foi abandonada no altar sem nenhuma explicação. Ela mergulha em uma forte depressão que a impele a praticamente não sair de casa, largar o emprego e passar quase todos os dias em frente à TV. Preocupados, sua família e seus amigos se revezam para cuidar dela. Passados alguns meses, sem sequer manter regulares os seus banhos, Ros, por sugestão do amigo Tom, resolve deixar o centro da cidade e começar uma vida nova na pequena St. Albans, onde se torna coproprietária de uma loja de livros usados e antigos. Nesse cenário, trabalhando na companhia de três novos amigos (Andrew, Georgina e Joan), ela tenta voltar a ser a pessoa que sempre foi: feliz, confiante e divertida. Porém, quando tudo parece estar se encaixando, chega o seu novo vizinho Daniel com a seguinte notícia de que matou sem querer o seu porquinho da índia!

Minha opinião: Confesso, que comprei essa história mais pelo título, porém, o conteúdo que a gente encontra nos capítulos são tão deliciosos de embarcar, que valeu a pena julgar o livro pela capa. Rosalind (Ros) é a típica protagonista de chick lit, mega carismática, divertida, gente como a gente e tem uma mente fértil, que meu Deus (mega me identifiquei hahaha). Por mais clichê que seja, esses são ingredientes essenciais junto a uma boa temática, que conquistam o leitor logo de cara.

Não há enrolação e os diálogos deixam a gente querendo saber mais e mais. Aliás, no começo é meio rebuscado, mas depois me acostumei e amei. E deu muita vontade de ler tudo de uma vez só, mas o sono impedia e aí bateu também aquele medo clássico “como vou viver sem história depois?” hahaha. Fiquei muito na dúvida entre dois personagens que poderiam fazer par romântico com a Rosalind. A autora soube prender por esse ponto também e eu adorei como a gente aprende que sim, existe amizade entre homens e mulheres, de verdade. Ah! E os três funcionários da loja são incríveis e dão um toque a mais nessa história, que é leve e para lá de divertida. Daniel é o meu mais novo crush literário e Andrew não fica atrás. E o que falar da família da nossa protagonista? Maravilhosos também! Celia e a mãe são as melhores! Palmas para a George (Georgina) e Joan.

Fiquei muito feliz como todos os que mais aparecem no livro cresceram e aprenderam. Realmente, nada acontece por acaso e tudo acaba se encaixando. Ah! E quem a gente menos espera, surpreende de uma forma bem positiva. Aliás, adorei o casal Tom e Amy! E como nem tudo são flores, apesar de ter amado muito essa leitura, confesso que o fim veio com uma pequena dose de decepção. Curti tudo, porém, queria mais detalhes de alguns casais secundários, sabem? Mas fica a dica para a escritora: que tal uma história só para um casal mega fofo, que não posso citar nomes, para não dar spoiler.

Enfim, pessoal. É isso. Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Mega indico! 

Beijos, Carol.

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16.01.2019
* PJ Leu: Adulta sim, madura nem sempre! ♥

Ei, Gente! :) E a minha segunda leitura do ano foi “Adulta sim, madura nem sempre“, da autora Camila Fremder. O típico livro que a gente devora bem rapidinho e quando acaba pensa: ué, mas já? Enfim, segue a sinopse e a minha opinião. Boa resenha! 

Pj Leu - Adulta simLivro: Adulta sim, madura nem sempre | Editora: Paralela | Autora: Camila Fremder
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: cinco livros!

Sinopse: Um livro que reflete sobre a chegada da fase adulta. Que muitas vezes, nem está lá, mas, de acordo com a sociedade, já deveria estar lá há séculos. A autora brasileira conta para a gente sobre a sua experiência com a transição do fim da adolescência para a maturidade. Que a propósito, chega do nada e pode ser assustadora! Fala sobre a maternidade, relacionamentos e a autoestima. De um jeito bem-humorado, ela conta passo a passo e histórias como entregar um freela para ontem, pagar a conta de gás atrasada e colocar o bebê para dormir. Tudo junto e misturado! E, de forma alguma, ela finge que está tudo sob controle e que essa transformação não é tão simples. E tudo bem! O melhor é aceitar e adotar o melhor remédio: rir muito! 

Minha opinião: Esquece tudo que você escutou até hoje sobre a vida adulta e corre para ler esse livro agora! E juro que não estou sendo paga para falar isso (mas estamos aí hahaha #brincadeirinha). A mesma autora que me fez aceitar melhor os trinta anos (por conta do livro “Enfim, 30!”), me ajudou a perceber que não estou adulta, no mini perrengue, sozinha! É uma terapia literária daquelas, que vale cada página. A Camila conta as dores e delícias de entrar nessa fase e é impossível não se identificar com alguma história e perceber ao final de cada capítulo, que não estamos no controle, mas que sim: vai dar tudo certo! E se a gente souber olhar com bons olhos, tudo flui melhor!

No mais, a escrita dela é leve, divertida e faz a gente devorar em poucos dias o livro. A não ser que você tenha de parar para dar de mama. Mas como ainda não é o meu caso, consegui ler em menos de uma semana (hahaha) e fiquei chateada quando acabou. Só a parte da maternidade, que como ainda não sou mãe, não foi o meu capítulo preferido. Mas consegui entender mais o lado das minhas amigas e, até mesmo, o da minha mãe. ♥

Destaque para a capa maravilhosa e quando eu tiver o meu filho, juro que vou usar essa terapia da chupeta (só lendo o livro para entender). Também amei as ilustrações que a gente encontra dentro do livro. A última é a melhor e faz a gente abraçar quando termina! Obrigada, Camila!

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Mega recomendo! ♥ E um obrigada especial ao meu namorado, que me deu esse livro tão incrível. ^^

Beijos, Carol.

Post Antigo: Enfim, 30!

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