04.03.2016
* PJ Entrevista: Marcella Brafman! ♥

Oi, Gente! :) Hoje quem respondeu as perguntinhas para o PJ foi a querida Marcella Brafman, autora do livro “Mikaela – O Desencontro”. A mineira contou um pouco sobre a sua trajetória literária, curiosidades e, claro, sobre a história de amor do casal “Mikaela e Felipe“, que começou sem pretensão alguma e tomou um rumo incrível. Sabem aqueles personagens mega reais? Então! :) Agora, vamos lá? Conta aí, Marcellitcha! 

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1. Da onde surgiram a Mikaela e o Felipe? É inspirado na sua vida amorosa?
R: A Mikaela surgiu antes do Felipe, mas os dois surgiram na minha imaginação. Não são inspirações diretas, mas confesso que tem algumas coisas que passei sim, hehe! São detalhes, tipo a música que estava tocando, a blusa que o Felipe usa, as amigas da Mikaela são um pouco as minhas amigas também… Há quem diga que eu sou tudo aquilo ali (já ouvi demais), mas prefiro dizer que é um mix de detalhes, sabe?

2. Conta um pouquinho como surgiu a ideia de escrever o livro “Mikaela – O desencontro”? Vai ter continuação?
R: O livro começou no blog, sendo postado em capítulos quinzenais. Os leitores pediam mais sempre e rápido ele se transformou em tipo um livro digital. Uma leitora querida do Sem Clichê me indicou para a editora, que topou transformar a história em livro e cá estamos! Ainda não sei sobre a continuação de Mikaela. Acho que se os leitores pedirem, vai ter sim. Quem sabe em formato digital? Estou com algumas ideias para 2016.

3. Tem alguma curiosidade do livro/da história que poucas pessoas sabem? Pode contar?
R: Sim! A parte que Mikaela está em Buenos Aires eu escrevi quando realmente estava em Buenos Aires. Viajei com a minha família pela América do Sul de carro por um mês e produzi muito do livro durante essa viagem, escrevendo no Ipad e gravando no celular. Outra coisa legal é que uma vez eu anotei todas as respostas da pessoa durante uma discussão de relacionamento e coloquei nas “falas do Felipe”. Agora a pessoa vai saber, né? haha. Admito que usei muita gente de inspiração. Quando as minhas amigas falavam alguma coisa legal, eu corria para o celular e anotava.

4. Nessa sua estreia literária, qual foi o seu maior desafio?
R: Me expor e expor uma história que leva um pouquinho de mim, sabe? Foi como se eu abrisse a minha mente e meu coração para quem quiser comprar o meu livro, para pessoas desconhecidas. Meio louco isso, mas apesar de ser jornalista e sempre estar ativa nas redes sociais, fico um pouco tímida de expor os meus sentimentos mais profundos.

5. Você sempre quis escrever livros? Conta um pouco sobre a sua trajetória até aqui.
R: Sempre. Mas, Mikaela foi uma surpresa, porque comecei sem pretensão nenhuma, escrevendo a história no blog. Já escrevi em alguns portais, sites, tive dois blogs e agora me dedico ao Sem Clichê. Atualmente, também trabalho em rádio como produtora e apresentadora. Meu dia começa cedo, às cinco da manhã já estou de pé. Se eu contar os lugares que trabalhei, a gente fica aqui horas, haha. Comecei a trabalhar muito cedo, com 16, mas já no primeiro período da faculdade de jornalismo entrei em um estágio e não parei até formar. Fiz estágio em tudo que pude, TV, revista, jornal, mídias sociais, assessoria de imprensa… Não consigo ficar parada, como diz o meu pai “sempre invento alguma moda”. Mikaela foi uma invenção de moda, que graças a Deus deu certo e me fez muito feliz!

6. Para quem tem o sonho de publicar livros, quais são as suas dicas de ouro?
R: Não pare de escrever. Escreva sempre. Mesmo que você não tenha a editora e certeza de nada.

7. Se tivesse que salvar três livros de um incêndio, quais seriam os escolhidos?
R: Difícil fazer essa lista, viu?
“On the Road (Na estrada)” – Jack Kerouac
“A hora da estrela” – Clarice Lispector
“Só Garotos” – Patti Smith

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***

Marcellitcha, muito obrigada! Sou sua fã e quero mais Mikaela & Felipe sim! :) Aliás, quem ainda não leu, tem post sobre o livro aqui. Quer comprar? Só clicar aqui. Vale lembrar, que ela é que está por trás do blog Sem Clichê e que volta e meia, a pequena blogueira que vos bloga, indica filmes por lá. ;-)

Beijos e bom finde, Carol. 

P.S: Quem ainda não respondeu a pesquisa de público do PJ, clique aqui. Juro que não é demorada! Quem já respondeu, muito obrigada!! ;-) 

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17.02.2016
* PJ Entrevista: escritora Bhetys Oliveira! ♥

Dessa vez, quem respondeu algumas perguntas foi a escritora brasileira Bhetys Oliveira, a mãe da linda Bárbara (de 1 ano) e autora do livro “Perdida no Paraíso“. A série (serão quatro livros ao todo) conta a história da Kristen Berkeley, que após a morte da sua irmã gêmea, ela vai morar com o pai em NY e acaba conhecendo o rebelde Landon Parker. Um livro sobre superação e recomeço, que vai mudar para sempre a vida desse casal, que terá de lutar contra todos os segredos que dificultam o tão sonhado “felizes para sempre”. Já adianto, esse “PJ Entrevista” está colecionando autores mega fofos!  Bom post para vocês! ;-)

11933450_770156633116652_6448649139194724838_nPJ Entrevista: autora Bhetys Oliveira! 

1. Qual foi a sua maior inspiração quando escreveu “Perdida no Paraíso”? Tem um pouco da sua vida no livro?
R: Comecei a escrever a história em 2010, mas eu estava desmotivada a escrevê-la. Eu sabia que precisava colocar todas as minhas ideias no “papel”, no entanto, faltava um certo incentivo. Lembro de ter assistido o filme “Paixão sem Limites”, adaptação do livro “Três Metros acima do Céu” e me apaixonei pelo ator Mario Casas de cara. Então, vendo uns vídeos dele, vi alguns trechos de uma série que ele fez com a Blanca Suaréz e fiquei encantada com os dois. Foi aí que surgiu a Kristen e o Landon.

2. O que você deseja passar para seus leitores com a história do casal Kristen e Landon?
R: Que a confiança é importante. Não importa o que seja, sempre confie nas pessoas que te amam. E que o orgulho nem sempre é a melhor saída para os problemas.

3. Uma curiosidade na trajetória dessa história que não contou para quase ninguém? 
R: “Perdida no Paraíso” era livro único. Cheguei a escrever a palavra Fim e um final lindo para Kristen e Landon, antes de ter a ideia de transformar em uma trilogia e, então em uma série.

4. Você já está escrevendo a continuação da história? O que pode adiantar para seus leitores?
R: Os livros 2 e 3 já estão escritos e, em breve, começarei o 4º da série. O que posso adiantar é que muitas emoções e reviravoltas estão por vir e já aviso: preparem os corações, pois haverá um triangulo amoroso.

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5. Quando surgiu o interesse pela escrita? Conte um pouco da sua trajetória.
R: Desde muito pequena já amava livros e histórias. Sempre gostei de criar cenários e personagens na minha cabeça, mas foi só a partir dos 13 anos que comecei a me aventurar nesse mundo.

6. Alguma peculiaridade na hora de escrever? Se sim, conta para a gente? ;p
R: Aiii meu Deus!!! Será que posso contar? Hahaha ;p! Eu gosto de cerveja (ou vinho) e preciso me “deprimir” para poder escrever kkkkkk! =D

7. Se tivesse que salvar três livros de um incêndio, quais seriam? 
R: After (Anna Todd), Belo Desastre (Jamiee Mcguire) e Química Perfeita (Simone Elkeles).

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Gostaram? Espero que sim! :) Muito obrigada, Bhetys. Você é uma querida! Todo sucesso do mundo na sua trajetória literária e pessoal.
Quem quiser embarcar nessa leitura e/ou saber mais, é só clicar aquiaqui e aqui.

Beijocas, Carol 

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03.02.2016
* PJ Entrevista: autor Vinícius Grossos! ♥

No evento da Thati Machado (Blog Nem Te Conto), conheci o Vinícius Grossos, um escritor superfofo! Em 2014,  lançou seu primeiro livro: Sereia Negra. Ano passado foi a vez da história “O Garoto quase-atropelado“, publicado pela Faro Editorial. Fora isso, ele é carioca, mas atualmente mora em Juiz de Fora, onde cursa a faculdade de Jornalismo. Ah! Quando era mais novo, queria desenhar, mas sua mãe mandou a real e ele trocou os “rabiscos” pela escrita. Tudo indica que ele fez uma excelente troca. Com vocês, Vinícius! ;-)

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PJ Entrevista: Vinícius Grossos! 

1. As histórias que você escreve têm um pouco a ver com algum capítulo da sua vida ou tudo é fruto só da sua imaginação?
R: Acho que tudo o que eu escrevo é uma grande junção de vivências e sentimentos próprios, misturados com casos que escuto, experiências culturais diversas e muito da minha imaginação. Eu não saberia escrever um livro 100% baseado em fatos reais, nem 100% imaginativo. Há sempre essa mistura.

2. O que você aprendeu com o 1º livro e colocou em prática ao escrever “O Garoto quase-atropelado”? Conte um pouco.
R: Inês, a personagem de Sereia Negra, me ensinou mais na vida pessoal do que em qualquer outro campo. Ela é uma personagem que cresce muito durante a trama, e que me ensinou a me amar e a me respeitar mais. Agora numa parte mais técnica, Sereia Negra mistura muito a fantasia com o drama. Acho que isso me serviu, na hora de escrever OGQA, e mesclar bem os sentimentos das personagens com os acontecimentos que movimentavam a trama.

3. Conte um pouco sobre a sua trajetória literária.
R: Desde que me percebo como gente, crio histórias. A literatura está intrínseca à minha vida. Mas falando dos publicados, em maio de 2014 lancei o Sereia Negra, pela Editora Selo Jovem. Através dele conheci os meus primeiros leitores. Após, em setembro de 2015, veio O Garoto quase-atropelado, meu grande orgulho. Para 2016, já está previsto um novo Young-adult pela Faro e outras surpresas que eu não posso contar nada!

4. Qual é a parte mais doce e amarga de fazer parte desse mundo dos livros?
R: A parte mais doce, sem dúvidas, é o carinho dos leitores. É algo mágico e inexplicável. A parte amarga, é todo o descaso que o país tem pela literatura.

5. Se pudesse salvar três livros de um incêndio, quais escolheria? (não pode escolher os seus hahaha)
R: O apanhador no campo de centeio (Jerome David Salinger); Admirável Mundo Novo (Aldous Huxley) e Na Estrada (Jack Kerouac). Quem leu O Garoto quase-atropelado vai entender!

Recadinho dele:
Galera, quem quiser mais sobre os meus lançamentos, me achem lá no Facebook, Instagram e Snap.
Vou adorar conhecer vocês! ;) 

***

Muito obrigada pela entrevista! Todo sucesso do mundo, Vinícius! “O Garoto quase-atropelado” está na minha listinha de próximos livros.
Gostaram? Espero que sim! ;-) Quem quiser saber mais sobre os livros e o entrevistado da vez, clique aqui

Beijocas, Carol.

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20.01.2016
* PJ Entrevista: escritor Danilo Barbosa! ♥

Sempre envio e-mail para as editoras pedindo ajuda para entrevistar autores e tal. Mas não fazia a mínima ideia de quem estava por trás das respostas (sempre tão gentis) de uma das editoras. Até que descobri: Danilo Barbosa. Um profissional mega atencioso e que pratica também uma das atividades mais incríveis: escreve livros, contos, crônicas e por aí vai. Ele é autor do livro “Arma de Vingança“, que conta a história da personagem (pra lá de vingativa) Ana. Quem me conhece, sabe que foge do meu estilo literário, mas como ele disse que não é de terror, só suspense, aceitei meu primeiro desafio literário desse ano. Enquanto não leio e não  rola resenha aqui no blog, confiram o nosso bate-papo. ;-)

11215120_10206422047487476_5900635032187763692_nEntrevista: Danilo Barbosa! 

1. Conte um pouco sobre o seu livro “Arma de Vingança”.
R: Arma de Vingança é um livro que fala sobre quais são os limites de cada pessoa, o que você é capaz de fazer quando as pessoas abusam de você em todas as formas. A Ana, no começo do livro, é uma moça ingênua e sensível, que só deseja viver a sua história de amor. Mas o destino faz com que ela cruze a vida dela com dois homens que destroem cada um dos seus desejos, um a um, e esmagam o seu coração, sem dó ou piedade. Em um jogo de traições em que sobreviver é o mais importante, só resta a ela se vingar e revidar, nem que tenha de perder sua alma no processo. Esse é o tema central do livro.

2. Caso tivesse vontade de se vingar de alguém, o que você seria capaz de fazer?
R: Sou impulsivo, entende? Caso eu tivesse vontade de me vingar de alguém – coisa que só fiz nos livros, por enquanto – seria revidar, na mesma hora e com a mesma força, de quem me prejudicou.

3. O que te faz mais feliz como escritor: conto, poesia, crônica ou livros? Por quê?
R: Não tenho preferência, sabia? O texto que mais me deixa feliz é o que atinge o leitor, que traz algo bom para ele. Livros, contos, poesias ou crônicas, tanto faz, só atingem a sua função quando tocam as pessoas de alguma forma. Esta é, na minha opinião, a função do escritor.

4. Conte um pouco sobre a sua trajetória literária.
R: Minha vida com os livros acontece desde cedo. Passei parte da minha infância escolar nas bibliotecas da escola, envolvendo-me com as mais diferentes histórias. Era gordinho, usava óculos e era gago, por isso acabava me recolhendo na biblioteca, já que os livros nos oferecem um mundo em que todos somos iguais. Foi questão de tempo que o mundo literário transbordasse da minha cabeça. Começou com pequenos textos, poesias e em seguida veio o Arma de Vingança, que publiquei independente, antes que fosse convidado para fazer parte dos escritores da Universo dos Livros. Os contos vieram depois e por último me inseri na área das crônicas, e não parei mais.

5. Se tivesse que salvar três livros de um incêndio, qual seria a sua escolha?
R: Nossa, acho que me queimaria tentando salvar todos. Não suporto a ideia de ver livros queimando, hahaha.

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Achei a última resposta mega original hahaha. Acho que vou usar essa resposta quando me perguntarem sobre essa questão de salvar livros hahaha.
Muito obrigada, Danilo. Pela atenção e carinho! Desejo todo sucesso do mundo. Vem logo para a terrinha do bixxxxxcoitoooo! hahaha Falando nisso, vai ter sessão de autógrafos no dia 11 de março aqui no Rio, às 19h, no Norte Shopping. :) Quem quiser mais informações sobre o autor e suas histórias, só clicar aqui.

Um beijo, Carol.

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13.01.2016
* PJ Entrevista: autora Fernanda Mello! ♥

Para dar início às entrevistas desse ano, quem topou responder algumas perguntinhas foi a querida Fernanda Mello. Recentemente, a mineira lançou o seu (quarto) livro “Amar é Punk“, publicado pela editora Neutra. A escritora comanda um dos meus perfis preferidos do Instagram e compõe músicas lindas (sabe aquela “só hoje”, do Jota Quest? Então…). Conheci a autora através do seu blog “Coração na Boca” e, desde então, volta e meia dou um clique e me deparo com textos inspiradores. Ela realmente é o tipo de pessoa que tem o dom da escrita. ♥ Enfim, vamos lá? Conta aí, Fê. ;-)

Fernanda Mello - EscritoraPJ Entrevista: Fernanda Mello

1. Quando descobriu que o “seu negócio não era falar e, sim, escrever”?
R: Eu tinha uns 8 anos mais ou menos e ganhei um concurso de redação na escola. Fiquei muito feliz e comecei a dar mais valor à mania que tinha de escrever em caderninhos pela casa.
 
2. Qual é a parte mais doce e amarga de fazer parte desse mundo literário?
R: A parte doce é ver seu texto virar livro e a troca com os leitores, a partir de cada texto. É mágico. A parte amarga é a falta de incentivo do país aos novos artistas.
 
3. Conte um pouco sobre o novo livro “Amar é Punk”.
R: Amar é Punk surgiu a partir de uma crônica digital (a primeira que gravei), que fez muito sucesso no Youtube na época. O tema desmistificava o amor e questionava a paixão enquanto sentimento efêmero e explosivo. O feedback que tive, a partir da publicação dessa crônica, me fez perceber o quanto nós temos ilusões e expectativas referentes ao amor que não condizem com a realidade. Isso gera muito sofrimento, tristeza e desesperança. A partir disso, resolvi escrever sobre o amor, mostrando todos os seus lados: as dores e eventuais sabores, sem o romantismo que ainda ronda a palavra.
 
4. Quais são as maiores coisas (ou pessoas) que te inspiram na hora de escrever?
R: Emoções fortes. Músicas. Experiências (minha ou de outros) que me fazem questionar sobre determinado assunto. Sentir e fazer pensar me inspiram MUITO.
 
5. Se pudesse salvar três livros de um incêndio, quais seriam?
R: Antologia Poética (Vinícius de Moraes), Só garotos (Patti Smith) e Poesia Reunida (Adélia Prado).
Amar é PunkCapa do novo livro.
Crédito da imagem: aqui♥ 
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Gostaram? Espero que sim! ^^
Muito obrigada pela atenção, Fê. Todo sucesso do mundo para você e obrigada por me inspirar! :)
Assim que eu ler “Amar é Punk”, conto um pouco para vocês! Quem quiser comprar é só clicar aqui.
Beijocas, Carol. 
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