11.03.2020
* PJ Entrevista: Fernando Moreira, do Page Not Found! ♥

Ei, Gente! :) Quando eu era rata do Twitter (atualmente, perdi minha senha e não consigo recuperá-la hahaha), um dos arrobas que eu mais amava era do Page Not Found, que na verdade é um blog que conta as situações mais inusitadas da vida!

A propósito, Fernando Moreira, criador desse veículo, escreveu o livroBaseado em fatos reais“, com 14 histórias inspiradas em acontecimentos para lá de diferentes.

E como sou jornalista, tenho um blog que fala de livros e acompanho o Page Not Found, nada mais justo do que entrevistá-lo, né? E rolou \o/! Obrigada, Fernando. Espero que gostem. Eu adorei! ♥

PJ Entrevista: Fernando Moreira

1. Até chegar ao blog Page Not Found: qual foi a parte mais inusitada (ou uma das) da sua carreira jornalística?
R:
Não sei bem se posso chamar de inusitada, mas foi definitiva certamente. E remota ao dia 11 de setembro de 2001. Eu acompanhei ao vivo, pela TV, o choque do segundo avião com uma das Torres Gêmeas, em Nova York. Lembro-me que parei uns longos segundos sem entender exatamente o que estava acontecendo. Pensei que estávamos à beira do colapso mundial. E aquele foi o dia mais longo da minha carreira: eu tinha entrado às 7h e saí às 6h do dia seguinte. Esse evento forjou a minha carreira na editoria internacional. Minha sede de entender (ou tentar) o mundo só aumentava. O Page Not Found nasceu da necessidade de aprofundar essa viagem, até os subterrâneos das notícias mais ignoradas.

2. Falando em blog, o que você acha que o futuro reserva para esse tipo de veículo? Qual seria o seu conselho para inovar?
R: Já há alguns anos se fala que blogs estão com os dias contados. E eles seguem firmes. Até mesmo entre os mais jovens, que são um bom termômetro para testarmos a durabilidade de fenômenos de mídia. O meu conselho é descobrir um nicho. Não adianta sair disparando a esmo para todos os lados. Você tem que ser bom e cada vez melhor em um universo específico. E se abrir para as novas tecnologias e as novas formas de contar histórias e se mostrar ao mundo. E as possibilidades são enormes.

3. Conta um pouco sobre a rotina do Page Not Found (seleção dos posts e etc).
R: O Page nasceu do vácuo que a dita imprensa tradicional deixava para notícias consideradas inusitadas, bizarras, insólitas. Ainda são assuntos considerados menores por muitos. A minha rotina é fuçar em sites mundo afora quais as histórias mais esdrúxulas, mais curiosas, mais impactantes. Mas, apesar de a imprensa que se considera mais “séria” negar o seu DNA nessa cobertura, volta e meia encontro boas histórias em sites bem clássicos, como o do New York Times, do Guardian, do Independent, da CNN. Redes sociais são outro universo onde boas e insólitas histórias costumam desfilar. Antes de ser jornalista, preciso ser garimpeiro.

Crédito: Reprodução Blog Page Not Found

4. Quanto ao livro “Baseado em fatos reais”: o que o leitor, que ainda não embarcou, pode esperar? E como foi o processo de escrita, do início ao fim?
R:
O livro é uma espécie de acerto de contas. As postagens do Page são curtas, geralmente elas se prendem a um fato específico. Algumas lacunas ficam abertas: o que aconteceu antes desse fato, o que vem depois dele? No livro, eu respondo essas questões. Porém com ficção. São 14 contos, que flutuam entre realidade e fantasia. Eu parti de fatos noticiados no blog e me permiti imaginar um cenário mais rico e denso no entorno dessas histórias reais. O processo é uma provocação: o que há de real e imaginário nos contos? O que há de real e imaginário nas nossas vidas?

5. Pergunta clássica do Pequena Jornalista: teve um incêndio na parte de livros de jornalismo da sua biblioteca, quais são os 3 que você salvaria?
R: “1984“, de George Orwell, uma obra atemporal de ficção recheada de realidade, que deveria ser uma bíblia para os jornalistas, “Notícias de um Sequestro“, de Gabriel García Márquez, pela maestria da narrativa, e “A Sangue Frio“, de Truman Capote, que me inspirou muitíssimo, por ser uma mescla de jornalismo e literatura.

***

E o quanto essa entrevista me inspirou? Principalmente, em relação ao blog! Mais uma vez: obrigada, Fernando. Quem quiser saber das notícias mais inusitadas da vida, só clicar aqui. Quer ler o livro? Corre aqui! Assim que eu embarcar, publico a resenha, combinado?

No mais, podem opinar à vontade!! :)

Beijos, Carol.

***

Post Antigo: PJ Entrevista – Nathalia Fuzaro
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7
13.02.2020
* PJ Entrevista: Autora Gleice Couto! ♥

Ei, Gente! :) E a primeira entrevista do ano não poderia ser diferente: Gleice Couto, autora nacional e a primeira escritora parceira oficial do blog desse ano! \o/

Eu a conheci por acaso na Amazon, por conta de um post para o PJ. Ela é uma fofa, deu uma das respostas mais originais para a pergunta clássica (que sempre faço no PJ Entrevista), tem livro de Natal, criou um grupo de leitura coletiva e a sua mais nova história Off-Line, trata de um dos assuntos mais atuais (e necessários): ansiedade. Aliás, comecei a embarcar e não consigo largar! Então, vamos lá? Com vocês… Gleice Couto! ♥

Crédito da Imagem: Gleice Couto

1. Hora de vender o seu peixe: por que as pessoas devem embarcar na história “Off-Line”?
R: É uma história sobre amizade e autoconhecimento. Dois melhores amigos, Téo e Val, estão lidando com suas próprias questões (Téo, com a rejeição e drama familiar, e Val, com ansiedade e agorafobia) em meio a uma aventura de férias com Elizabeth, a avó de Teodoro, que adora cerveja, charuto e apostar nas cartas. Acredito que Off-line tenha bastante diversão, mas também assuntos importantes comuns a todos jovens (e adultos também!).

2. Suas histórias são baseadas em histórias que vivenciou ou apenas fruto da sua imaginação? Conta um pouco para a gente! ;-)
R: Minhas histórias e meus personagens são expressões que vêm de mim, então, há muito de mim em ambos. Em Off-line, por exemplo, eu me vejo na dramaticidade de Téo, na ansiedade de Valentina, na entrega de Natália e na distância protetora de Elizabeth. Em relação às cenas em si, em Off-line, também inseri algumas experiências próprias, como quando o Téo se vê diante de um labirinto de espelhos; e também quando os dois amigos entram em uma gruta. Além disso, as questões levantadas referentes ao período de ditadura militar no Brasil têm relação com histórias reais de pessoas próximas a mim.

Crédito da Imagem: Amazon

3. Tem alguma mania peculiar na hora de escrever um livro? Se sim, qual seria?
R:
Algumas. Uma delas é que apenas começo a escrever a história quando sei seu início, meio e fim, todas as cenas que terão nela. Preciso disso para fugir do “branco”. Então, essa fase de pesquisa e organização do material costuma demorar bem mais tempo que a de escrita do primeiro rascunho em si. Além disso, gosto de escrever o primeiro rascunho escutando música, mas nas edições do texto, não faço tanta questão assim disso. E há pouco tempo, descobri que funciono melhor escrevendo o primeiro rascunho à mão mesmo, com caneta e papel. Depois de terminado, eu digito tudo e edito. Dá mais trabalho, mas é o que tem funcionado melhor.

4. Como acha que a gente pode apoiar a leitura nacional, já que o Brasil não é um país de tantos leitores assíduos?
R: Em uma perspectiva micro, divulgando. Não nos calando sobre os livros que lemos, levanto debates sobre os assuntos que encontramos neles, não nos permitindo que nos digam o que devemos ou não ler, indicando leituras a conhecidos. Em uma perspectiva macro, investindo em educação, formação de professores, bibliotecas públicas e incentivos a escritores.

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

5. Se tivesse um incêndio na sua biblioteca particular, quais são os três livros que iriam na certa com você na hora do corre corre?
R: Provavelmente nenhum. Não me arriscaria. As histórias marcantes estão na minha cabeça e coração. As que ainda não li, no tempo certo vão parar na minha mão de novo.

***

Prontinho, gente! :) Gostaram? Podem opinar à vontade! E muito obrigada, Gleice. Amei as suas respostas, principalmente sobre o apoio à leitura nacional e pelos livros que você salvaria! Achei bem original. E obrigada também pela confiança no PJ!

Quem quiser embarcar no livro atual dela, é só clicar aqui. Para ficar pertinho da autora, o Insta dela é esse! ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Gabi Freitas
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1
28.11.2019
* PJ Entrevista: autor Fábio Abreu! ♥

Ei, Gente! :) Recentemente, fui no evento da Raffa Fustagno (A menina que comprava livros) e nesses encontros sempre rola conversa com autores brasileiros. É bom que a gente fica sabendo um pouco dos bastidores e conhece escritores e leitores incríveis! Dessa vez, quem participou foi o Fábio Abreuautor do livroTeu silêncio, minha resposta“. Foi uma das participações mais legais e divertidas! Daí, decidi entrevistá-lo para o blog e ele aceitou. Yay! Então, vamos lá? Espero que gostem! 

PJ Entrevista - Fabio - 1Crédito da Imagem: Instagram Fábio Abreu
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista 

1. Hora de vender o seu peixe: três motivos pelos quais os leitores tem de ler o seu livro?
R: Teu Silêncio, Minha Resposta é um romance/drama: protagonizado por um homem e não por uma mulher, como é comum para o gênero. Apesar de não dizer isso em nenhuma parte da história ele sofre de depressão num quadro agudo, o tema é bem delicado de lidar e mais ainda de se aprofundar em leitura, então é bom esperar sentimentos fortes, emoções reais e momentos em que vai precisar de uma pausa e tomar uma água antes de continuar. Eu sou um narrador bem visual, então a leitura vai proporcionar um tour por Creta e toda sua beleza natural e histórica.

2. Aliás, me conta uma curiosidade que quase ninguém saiba sobre “Teu silêncio, minha resposta”?
R: Ahn… Apesar de ser um romance/drama possui uma pitada (fundamental) de fantasia e uma lenda que nunca cito porque pode ser spoiler, mas, gira em torno da lua azul.

3. A parte mais doce e amarga de viver da literatura no Brasil?
R:
DOCE: poder ter acesso aos leitores e saber o impacto que a minha obra causou neles. AMARGA: O descaso de editoras com autores, principalmente os iniciantes. Triste demais.

PJ Entrevista - Fabio - 2Crédito da Imagem: Instagram Fábio Abreu 
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

4. Alguma mania peculiar na hora de escrever?
R: Sim, haha. Escolho uma música aleatória (geralmente mais lenta) e coloco no “repeat”, só toca ela o tempo todo. A ideia é apenas me isolar de todo o resto para que eu possa me concentrar na história.

5. Se pudesse salvar três livros de um incêndio na sua biblioteca, quais salvaria?
R: Só 3? Meu pai…. Ahn… O DIÁRIO DE ANNE FRANK, pois o foi o primeiro livro que eu li e será para sempre muito especial. ERAGON, porque foi o livro que me deu o último empurrão para ser escritor e a história do Christopher Paolini é sensacional. Eu não consigo deixar de citar dois livros/sagas aqui, seria impossível: HP e PERCY JACKSON, socorro, o que seria de mim sem eles? hahaha

***

Muito obrigada, Fábio! Você é um amor de escritor. Assim que a listinha de livros diminuir, com certeza vou embarcar nessa história, que a propósito amei o título! Quer ler também? Está disponível na Amazon: só clicar aqui! E quem quiser acompanhá-lo um pouco mais de perto, é só seguir aqui no Insta.  

No mais, podem opinar à vontade! E contem: quem vocês querem ver por aqui no PJ Entrevista?

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Sheila Mendonça

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26.11.2019
* Planner: como usá-lo e outras dúvidas (com Jess Vieira)! ♥

E a louca da papelaria voltou com o assunto mais falado nessa época do ano: planner E eu sei que tem gente que ainda fica perdidinha quando o assunto é esse. Afinal, como usar e ter realmente uma rotina mais organizada através desse item? Se você faz parte desse grupo ou tem curiosidade para saber mais, convidei a Jess Vieira, da Bee Mine, para falar sobre o protagonista do post. Vamos lá?  ;-)

PJ Entrevista - Jess - Planner - 1PJ Entrevista: Jess Vieira 
Crédito da Imagem: Jess Vieira / Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

1. Para quem nunca usou planner, qual é a sua dica inicial?
R: Acho que começar com um planner mais simples, sem muitas páginas extras de informações para serem preenchidas, irá te ajudar a manter o foco no principal, que é o planejamento. Um planner com visão mensal e semanal é o ideal para começar. :)

2. Decorar antes ou depois?
R: Depois! Assim tem como aproveitar todo o espaço do planner para planejar o mês/a semana. Depois, os espaços que ficarem em branco, é só se jogar nas washi tapes e nos adesivos! :)

3. Como usar a caixinha de hábitos?
R: O ideal é ter caixinha de hábitos do que você realmente quer/precisa controlar. Assim você se mantém focado. Por aqui, eu uso para controlar hábitos com prazos mais longos e que geralmente eu me esqueço com facilidade, como: exames de rotina, medicamento dos gatos, limpar armários, etc.

PJ Entrevista - Jess - Planner - 2Crédito da Imagem: Jess Vieira / Crédito da Montagem: Pequena Jornalista 
Aliás, esse planner da foto, você acha no site da Bee Mine.

4. Planner datado ou livre? Na sua opinião, qual é a melhor opção?
R: Atualmente, como eu já tenho o costume de usar o planner diariamente e sei que não vou perder nem uma página sequer, eu prefiro e uso um datado. Ele acaba sendo mais prático para o planejamento diário. Agora se você está começando ou ainda não tem o costume de usar planner no dia a dia, um permanente pode ser uma boa opção.

5. Por fim, quais são os maiores benefícios de um planner?
R: Pra mim, é poder ficar com a mente mais tranquila, sabe? Aquela sensação de não precisar ficar lembrando o tempo todo as tarefas do dia e da semana. Realmente, é um alívio! O planejamento a longo prazo também é incrível. Uso planner há 3 anos e, de la pra cá, consegui realizar muitos sonhos e alcançar metas que sem planejamento eu jamais teria conseguido! :)

PJ Entrevista - Jess - Planner - 3Crédito da Imagem e Montagem: Pequena Jornalista
O meu desse ano é da Ilustralle!

***

É isso, pessoal. :) Gostaram? Podem opinar à vontade! E muito obrigada Jess por ter topado responder as perguntas. Acredito que vá ajudar muita gente e tirar algumas impressões de que é só mais uma comprinha de papelaria. Esse item realmente faz a diferença nos planos! Por falar nisso, eu ainda não escolhi o meu de 2020. Depois do post que fiz com algumas opções, encontrei outras e fiquei muito na dúvida. Mas essas respostas da Jess me ajudaram também.

Agora eu quero saber: vocês já escolheram o planner do próximo ano? E como esse item ajuda na rotina de vocês? Contem, contem! ;-)

Beijos, Carol.

Post Antigo: Itens de Papelaria – Top 5!

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P.S: Esse post não é um publipost, ok? Chamei a Jess porque ela dá dicas bem legais sobre o assunto e eu realmente sou fã do trabalho dela. E podem deixar, quando for, eu vou deixar bem claro. :)


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01.10.2019
* PJ Entrevista: Alexandra Godoy! ♥

Ei, Gente! :) Para começar o mês, fiz uma entrevista com uma autora brasileira bem fofa que conheci através do Instagram: Alexandra Godoy Ela é autora do livro “Segredo de Justiça“, um romance erótico, que ficou duas semanas como o mais vendido do gênero na Amazon. Ah! Em menos de um mês, a história já completou mais de 66 mil páginas lidas. Muito legal, né? Então, se você gosta desse tipo de livro, corre para garantir o seu e-book. Mas antes, dá uma lida nesse post. Conta aí, Alê! ;-)

PJ Entrevista - Segredo de JustiçaPJ Entrevista: Alexandra Godoy!

1. Hora de vender o seu peixe: Por que o pessoal deve ler “Segredo de Justiça”?
R: Quando escrevo algo, a primeira pergunta que faço é, eu leria isso se não fosse meu? Quando nos perguntamos isso, temos uma nítida noção da mensagem que queremos passar para o leitor. “Segredo de Justiça” é um livro apaixonante, possui uma leitura fluida, ideias criativas, personagens sensíveis e muito bem alinhados. O livro vai além de cenas eróticas, embora essas sejam muito excitantes e estimuladoras. Possui uma pegada investigativa e muito suspense, para quem gosta de um frio na barriga, esse é bem instigante. O legado que deixo sobre esse livro hipnotizante em relação ao amor é que não importam as circunstâncias, o lugar e o tempo, para viver, basta senti-lo. Entretanto, sempre haverá consequências boas ou ruins, nós que teremos que julgar se isso é bom, legal ou imoral. Vale muito a pena a leitura!

2. Uma curiosidade durante a escrita desse livro, que quase ninguém sabe?
R: Eu mudei a dinâmica do crime.

3. A parte doce e amarga de viver de livros no Brasil?
R: A leitura transforma o ser humano, enriquece seu conhecimento, estimula a criatividade, melhora a comunicação. São tantos os benefícios da leitura que não dá para mensurar. Quando escrevemos algo e conseguimos atingir o coração das pessoas é mágico, é uma experiência única. Essa é a parte doce da leitura, fazer com que o leitor entenda e ame o que sua mensagem quis dizer e de alguma maneira levar para a sua vida. E viver de livros no Brasil é difícil e desafiador, menos da metade da população não possui o hábito da leitura, e muitos escritores acabam deixando esse dom de lado, por não conseguir se manter com a escrita. Se for iniciante então, os obstáculos são ainda maiores.

4. Tem alguma mania peculiar na hora de escrever? Conta. :)
R: Eu tenho um ritual para escrever. Tenho que estar ouvindo música lenta ou clássica, inclusive coloquei duas músicas instrumentais na trilha sonora de “Segredo de Justiça” de um pianista que gosto muito. E posso falar duas manias? rsrs =) Eu também costumo trocar de lugar, fico intercalando entre a sala e o quarto.

5. Se pudesse salvar três livros em um incêndio da sua biblioteca, quais você salvaria? 
R: Nossa! Difícil… São tantos livros que gostaria de salvar! Mas acho que esses marcaram minha vida e conseguiram me atingir de alguma maneira. “O Lado Bom da Vida” (de Matthew Quick), “Um Refúgio para a Vida” (de Nicolas Sparks) e “Cinquenta Tons de Cinza” (de E.L James). 
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Gostaram? Podem opinar à vontade. =) E, Alê, muito obrigada pelas respostas. Essas entrevistas sempre me incentivam muito!  Sucesso, viu? ^^
Ah! E quem quiser embarcar nesse romance apimentado, é só clicar aqui. Também está disponível no Kindle Unlimited.
Beijos, Carol. 
Post Antigo: PJ Entrevista – Gaía Passarelli 
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