23.06.2020
* Vamos falar um pouco sobre maquiagem? ♥

Ei, Gente! :) O tema central do blog é o mundo literário. Mas já falei por aqui que amo abordar outros assuntos também, né? Por exemplo, beleza. Porém, como não sou expert e só dou pitaco mesmo, decidi chamar uma amiga para falar sobre maquiagem! Com vocês, algumas dicas da dona dos melhores tutoriais do Insta: Camila Jocksch. Vamos lá? Bom post. ♥

1. Maquiagem para você significa?
R:
Pra mim a maquiagem vai muito além do que as pessoas costumam pensar. Não se trata apenas da aparência, mas de eu estar de bem comigo mesma. A maquiagem me deixa muito mais autoconfiante! O mesmo acontece com a maioria das mulheres, pois a alegria que eu vejo no rosto das minhas clientes, após o atendimento, é prova disso.

2. Quem não tem o hábito de se maquiar, quais são as três dicas que podem ser úteis?
R:
Acho que o mais importante é a pessoa ver o que gostaria de “melhorar ” no seu rosto e buscar usar a maquiagem para corrigir isso. Podem ser olheiras, acne, manchas, palidez, entre outras cosas. Mas de um modo geral, começaria com um protetor solar com cor (específico pro seu tipo de pele) e um blush ou lip tint para corar levemente os lábios e as bochechas.

Crédito da Imagem: Acervo Camila Jocksch

3. Os produtinhos que não podem faltar de jeito nenhum em qualquer nécessaire?
R:
Base, corretivo, rímel, bronzer (ou contorno,) pó, blush, batom, lip tint (ou gloss).

4. E quando a gente compra online? Como saber (mais ou menos) a cor ideal, por exemplo, de uma base ou um corretivo?
R:
O ideal mesmo é testar a base no rosto, mas quando não é possível eu procuro resenhas no YouTube. Também busco fotos na internet pra tentar identificar o meu tom para aquele produto através de outras pessoas que aparentemente têm o tom de pele parecido com o meu. Ah! Essa dica vale para outros produtos, como sombras ou batons. ;-)

Crédito da Imagem: Acervo Camila Jocksch

5. Qual seria o seu top 5 do momento?
R:
Só 5? Difícil kkk… Mas eu escolho o primer da Beyoung, que faz a maquiagem ficar impecável o dia (ou noite) inteiro. Também gosto muito das bases líquidas da Natura Una e Vult, que deixam a pele muito natural e cobrem manchas e um pouco das olheiras. Mas sei que esse item é uma questão muito pessoal e que varia muito de acordo com cada pele! Escolho os corretivos da Natura Aquarela, que têm uma ótima cobertura sem deixar a região pesada. E estou muito apegada na paleta de sombras da Mari Saad com a Oceane (12 shades), que tem cores opacas e cintilantes, que são incríveis e super pigmentadas! Por último, os batons da linha Bruna Tavares!

Créditos das Imagens: Beleza na Web, Natura, Época Cosméticos, Oceane e Sephora
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

***

Muito obrigada, Cams! Adorei as dicas e a minha wishlist de produtos de make já aumentou hahaha. E espero que do outro lado da telinha, as respostas dela tenham ajudado de alguma forma. Como ela falou, make up tem muito a ver com a autoestima. ♥

Ah! Mesmo em plena quarentena, tá mega liberado testar maquiagem ou fazer o e sempre (como é o meu caso hahaha) seja para trabalhar ou só tirar foto com um livro para atualizar o feed (não me julguem hahaha). Mas faz o que for melhor, ok?

E quem quiser conferir mais o trabalho da Camila, que é uma maquiadora de mão cheia, só segui-la no Instagram! No mais, podem opinar à vontade.

Beijos, Carol.

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11
20.06.2020
* Seja bem-vindo, Inverno e suas tendências! ♥

Ei, Gente! :) É oficial: o inverno chegou. Para comemorar essa nova temporada (que eu amo), pedi ajuda para a consultora de moda Tatiana Chang. Ela contou quais as principais tendências, até mesmo, para ficar em casa nessa quarentena. Vamos lá? Bom post! ♥

1. O que podemos resgatar das outras estações e usar nesse inverno? (Seja em casa ou quando a quarentena acabar)
R: Uma das principais tendências para o inverno deste ano é o color blocks (Bloco de cores), ou seja, teremos cores intensas e vibrantes nos looks mais desejados dessa temporada. Então, para resgatar peças do verão passado, nada melhor do que misturar peças com cores intensas, como por exemplo uma calça verde e blusa rosa pink e para quebrar um pouco, um sobretudo bege, que aliás, também está em alta.

2. Aliás, quais são as dicas para montar um look home office mais quentinho, que fuja do pijama?
R: Durante o dia a dia do home office, uma calça moletom e uma blusinha básica com os acessórios certos ajudam a quebrar o look despojado para mais arrumadinho e confortável para trabalhar dentro de casa. Aliás, eu sempre falo que acessórios é tudo na vida! Eles conseguem mudar o look em instantes! Mas se você não for fã de moletons, podem apostar num vestido confortável com um cardigã e um maxi colar para quebrar o look “vovózinha” que muitos dizem! Rsrsrs

Crédito das Imagens: Pinterest

3. Em relação aos acessórios e sapatos: o que você indicaria nessa nova temporada?
R: Se você tem guardado argolas dos mais variados estilos, maxi brincos, acessórios com pérolas, apostem! Pois é tendência neste inverno. Colares em formas de correntes também serão e para trazer delicadeza tem umas correntes com cadeado que deixam o look um pouco mais delicado. Já os sapatos, não tem como fugirmos das clássicas botas, já que a maioria espera eufórica pelo inverno para tirá-las do armário! Rsrsrs E neste ano a tendência é a bota de cano médio, que ficam um pouco abaixo do joelho, só que desta vez elas virão com texturas e vernizadas. Mas se você não é daquelas que curte uma bota de cano médio, fique tranquila que os coturnos estarão entre as tendências. Agora para as meninas que amam DIY, nessa estação teremos sapatos com pedras, pérolas, correntes. Então, se você não quer gastar dinheiro comprando outro par de sapatos, nada melhor do que um DIY, não é mesmo?!

Crédito das Imagens: Pinterest

4. Quais são as estampas e cores que tem tudo a ver com a nova estação?
R: Além do bege, do xadrez e o verde dos mais variados tons, como verde militar e mint, que já foram tendências no inverno passado e continua este ano, e o color blocks já mencionado. O Classic blue, que foi eleita a cor do ano pela Pantone, também se tornou tendência nesta temporada! E claro, não posso deixar de falar das texturas que trarão mais elegância com os tecidos acetinados, mais ousadia com os tecidos metalizados e mais toque romântico com tecidos transparentes (como a organza e tule). Ou seja, dá pra reaproveitar tudo que temos guardado no armário, que já foram de outras estações e que voltaram.

Crédito das Imagens: Pinterest

Dica bônus: Eu recebo muitas perguntas sobre seguir tendências da moda e gastar dinheiro com roupas novas só para segui-las. Acredito muito que podemos ter um estilo único, somente nosso, usando tudo o que gostamos com alguns toques do que está em alta. Não precisamos seguir um padrão robotizado só para consumirmos o que nos mostram! O legal mesmo é fazer um mix com o que já temos e acrescentar uma dose dessa tendência no nosso look e, se não gostar, não tem problema. Não somos obrigados a usar nada que não nos agrada, certo meninas?! ;-)

***

É isso, gente! Muito obrigada, Taty. ♥ Espero que ajude a todos a aproveitar esse inverno, seja em casa ou quando terminar a quarentena. No mais, podem opinar à vontade. Ah! Quem quiser conhecer um pouco mais sobre o trabalho da nossa entrevistada do dia, é só clicar aqui. ;-)

Beijos, Carol.

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11.06.2020
* PJ Entrevista: Sandro Muniz! ♥

Ei, Gente! :) Para o feriado, trouxe uma entrevista com o escritor (brasileiro) Sandro Muniz, autor do livro “Solo Raso“, que participou do Prêmio Kindle. \o/ Enfim, conversamos sobre as suas inspirações para escrever essa história, por qual motivo você deve embarcar nela, entre outros temas do mundinho literário. Vamos lá? ♥

PJ Entrevista: Sandro Muniz
Crédito da Imagem: Sandro Muniz
:)

1. Hora de vender o seu peixe: por que as pessoas devem ler “Solo Raso”?
R: As pessoas devem ler “Solo Raso” porque ele mostra uma realidade de
opressão e superação que homens e mulheres passaram e passam. E, infelizmente, é tão atual. Quando escrevo quero que as pessoas se esqueçam que estão lendo um texto e vivenciem aquilo na imaginação e nas emoções. Acredito que é um livro fluído e que deixa o leitor preso para saber onde tudo aquilo vai dar.

2. Curiosidades sobre o livro que quase ninguém saiba.
R: A primeira batalha naval da 2ª Guerra Mundial houve de fato ao lado do Brasil, na rota do Rio da Prata para Europa. Já o personagem Ceolfrido é uma alusão ao Ceolfrid, que foi um abade inglês. Inclusive, ele encomendou três bíblias lá pelos idos do século VII e VIII. Aliás, hoje a Bíblia de Ceolfrid é uma das mais antigas do mundo! Outra curiosidade: existiram locais na Europa, durante a Segunda Guerra Mundial, em que a mulher era forçada a participar do projeto “Lebensborn”, com o objetivo de fazê-la gerar crianças arianas puras, mas muitas das vezes era usada apenas para diversão dos oficiais alemães. Por fim, a ideia que eu tive foi tão forte a ponto de anos depois decidir morar em uma ilha no meio do Atlântico… O que acabou enriquecendo o texto.

3. O que te levou a escrever sobre o tema? E como foi o processo de escrita?
R: Tive essa ideia há mais de uma década e ela não me abandonou durante anos e só me “livrei” quando publiquei o livro. Aliás, temas como florestas, ilhas, histórias e casos do povo brasileiro sempre me atraíram. Adorava ficar ouvindo a minha avó Encarnacion contando tantas histórias antigas.

Quanto ao processo, funciona assim: após a ideia central, a minha mente foca naquilo. No caso de “Solo Raso”, acumulei dados durantes anos. Então, chega uma hora que esse material todo se transforma em minha mente em algo que faz sentido. Costumo acreditar que a escrita é 99% trabalho e 1% inspiração, ou menos. Então chega-se a hora de escrever. E geralmente é quando todos já foram dormir, lá pelas 21hs (agora na quarentena tem sido mais tarde). Não tem jeito, para escrever tem que escrever. Como disse Stephen King “uma palavra de cada vez”.

Me condiciono a escrever pelo menos uma hora e meia por dia no projeto
livro, se eu não escrever em um dia eu acumulo e no próximo dia tenho
que fazer o dobro do programado. Apenas isso, não há escapatória.
Disciplina é liberdade para mim. E geralmente não paro nem nos fins de semana. Após o término, deixo-o adormecendo (MENTIRAAAA) por um
tempo antes da revisão. Preciso de prazos, mesmo que autoimpostos. O “Solo Raso” era a data do prêmio Kindle…

4. Se pudesse dar três dicas de ouro para futuros escritores, quais seriam?
R: Não tenham pressa, se tiver tente escrever contos. Geralmente o jovem
não tem muito estofo para criar um romance, mas a literatura está
cheia de exceções. Contrate um bom revisor de texto. Anote todas as ideias possíveis e não deixe passar. Depois brinque com elas, inverta, acrescente o passado, o futuro, junte outros personagens que você já tenha anotado, deixe eles numa sala sozinhos. E após, esqueça tudo. Deixe o seu cérebro usar o subconsciente com tudo isso. Muitas das vezes, como diz Ray Bradbury, “é um escritor sábio que conhece o seu próprio subconsciente”. Escrever é viver, e ambos devem ser feitos com entusiasmo. Leia muito e de tudo. Escreva muito. Corte o cabo da televisão e desligue o wifi.

5. Ocorreu um incêndio na sua biblioteca: três livros que salvaria (não pode ser o seu rsrs)?
R: É difícil, pois acho que até alguns livros que não atraem muita gente,
têm seus valores… Eu acho que levaria um monte de água para apagar
parte do fogo e pegar o máximo de livros rsrsrs… Mas aqui estão três de supetão: “Contos de amor rasgados” (Marina Colassanti), “Quincas Borba” (Machado de Assis) e “Famílias Terrivelmente Felizes” (Marçal Aquino).

***

É isso, pessoal. Muito obrigada, Sandro! Adorei a entrevista, que a propósito sempre me inspiram no sonho de tirar as ideias da mente e colocá-las no papel e, finalmente, escrever livros. Fora isso, achei os detalhes históricos bem ricos! Quem quiser embarcar na leitura, é só clicar na imagem abaixo. Quer falar com o autor protagonista do post de hoje? Entra aqui e aqui. No mais, podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Fernando Abreu
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11.03.2020
* PJ Entrevista: Fernando Moreira, do Page Not Found! ♥

Ei, Gente! :) Quando eu era rata do Twitter (atualmente, perdi minha senha e não consigo recuperá-la hahaha), um dos arrobas que eu mais amava era do Page Not Found, que na verdade é um blog que conta as situações mais inusitadas da vida!

A propósito, Fernando Moreira, criador desse veículo, escreveu o livroBaseado em fatos reais“, com 14 histórias inspiradas em acontecimentos para lá de diferentes.

E como sou jornalista, tenho um blog que fala de livros e acompanho o Page Not Found, nada mais justo do que entrevistá-lo, né? E rolou \o/! Obrigada, Fernando. Espero que gostem. Eu adorei! ♥

PJ Entrevista: Fernando Moreira

1. Até chegar ao blog Page Not Found: qual foi a parte mais inusitada (ou uma das) da sua carreira jornalística?
R:
Não sei bem se posso chamar de inusitada, mas foi definitiva certamente. E remota ao dia 11 de setembro de 2001. Eu acompanhei ao vivo, pela TV, o choque do segundo avião com uma das Torres Gêmeas, em Nova York. Lembro-me que parei uns longos segundos sem entender exatamente o que estava acontecendo. Pensei que estávamos à beira do colapso mundial. E aquele foi o dia mais longo da minha carreira: eu tinha entrado às 7h e saí às 6h do dia seguinte. Esse evento forjou a minha carreira na editoria internacional. Minha sede de entender (ou tentar) o mundo só aumentava. O Page Not Found nasceu da necessidade de aprofundar essa viagem, até os subterrâneos das notícias mais ignoradas.

2. Falando em blog, o que você acha que o futuro reserva para esse tipo de veículo? Qual seria o seu conselho para inovar?
R: Já há alguns anos se fala que blogs estão com os dias contados. E eles seguem firmes. Até mesmo entre os mais jovens, que são um bom termômetro para testarmos a durabilidade de fenômenos de mídia. O meu conselho é descobrir um nicho. Não adianta sair disparando a esmo para todos os lados. Você tem que ser bom e cada vez melhor em um universo específico. E se abrir para as novas tecnologias e as novas formas de contar histórias e se mostrar ao mundo. E as possibilidades são enormes.

3. Conta um pouco sobre a rotina do Page Not Found (seleção dos posts e etc).
R: O Page nasceu do vácuo que a dita imprensa tradicional deixava para notícias consideradas inusitadas, bizarras, insólitas. Ainda são assuntos considerados menores por muitos. A minha rotina é fuçar em sites mundo afora quais as histórias mais esdrúxulas, mais curiosas, mais impactantes. Mas, apesar de a imprensa que se considera mais “séria” negar o seu DNA nessa cobertura, volta e meia encontro boas histórias em sites bem clássicos, como o do New York Times, do Guardian, do Independent, da CNN. Redes sociais são outro universo onde boas e insólitas histórias costumam desfilar. Antes de ser jornalista, preciso ser garimpeiro.

Crédito: Reprodução Blog Page Not Found

4. Quanto ao livro “Baseado em fatos reais”: o que o leitor, que ainda não embarcou, pode esperar? E como foi o processo de escrita, do início ao fim?
R:
O livro é uma espécie de acerto de contas. As postagens do Page são curtas, geralmente elas se prendem a um fato específico. Algumas lacunas ficam abertas: o que aconteceu antes desse fato, o que vem depois dele? No livro, eu respondo essas questões. Porém com ficção. São 14 contos, que flutuam entre realidade e fantasia. Eu parti de fatos noticiados no blog e me permiti imaginar um cenário mais rico e denso no entorno dessas histórias reais. O processo é uma provocação: o que há de real e imaginário nos contos? O que há de real e imaginário nas nossas vidas?

5. Pergunta clássica do Pequena Jornalista: teve um incêndio na parte de livros de jornalismo da sua biblioteca, quais são os 3 que você salvaria?
R: “1984“, de George Orwell, uma obra atemporal de ficção recheada de realidade, que deveria ser uma bíblia para os jornalistas, “Notícias de um Sequestro“, de Gabriel García Márquez, pela maestria da narrativa, e “A Sangue Frio“, de Truman Capote, que me inspirou muitíssimo, por ser uma mescla de jornalismo e literatura.

***

E o quanto essa entrevista me inspirou? Principalmente, em relação ao blog! Mais uma vez: obrigada, Fernando. Quem quiser saber das notícias mais inusitadas da vida, só clicar aqui. Quer ler o livro? Corre aqui! Assim que eu embarcar, publico a resenha, combinado?

No mais, podem opinar à vontade!! :)

Beijos, Carol.

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Post Antigo: PJ Entrevista – Nathalia Fuzaro
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13.02.2020
* PJ Entrevista: Autora Gleice Couto! ♥

Ei, Gente! :) E a primeira entrevista do ano não poderia ser diferente: Gleice Couto, autora nacional e a primeira escritora parceira oficial do blog desse ano! \o/

Eu a conheci por acaso na Amazon, por conta de um post para o PJ. Ela é uma fofa, deu uma das respostas mais originais para a pergunta clássica (que sempre faço no PJ Entrevista), tem livro de Natal, criou um grupo de leitura coletiva e a sua mais nova história Off-Line, trata de um dos assuntos mais atuais (e necessários): ansiedade. Aliás, comecei a embarcar e não consigo largar! Então, vamos lá? Com vocês… Gleice Couto! ♥

Crédito da Imagem: Gleice Couto

1. Hora de vender o seu peixe: por que as pessoas devem embarcar na história “Off-Line”?
R: É uma história sobre amizade e autoconhecimento. Dois melhores amigos, Téo e Val, estão lidando com suas próprias questões (Téo, com a rejeição e drama familiar, e Val, com ansiedade e agorafobia) em meio a uma aventura de férias com Elizabeth, a avó de Teodoro, que adora cerveja, charuto e apostar nas cartas. Acredito que Off-line tenha bastante diversão, mas também assuntos importantes comuns a todos jovens (e adultos também!).

2. Suas histórias são baseadas em histórias que vivenciou ou apenas fruto da sua imaginação? Conta um pouco para a gente! ;-)
R: Minhas histórias e meus personagens são expressões que vêm de mim, então, há muito de mim em ambos. Em Off-line, por exemplo, eu me vejo na dramaticidade de Téo, na ansiedade de Valentina, na entrega de Natália e na distância protetora de Elizabeth. Em relação às cenas em si, em Off-line, também inseri algumas experiências próprias, como quando o Téo se vê diante de um labirinto de espelhos; e também quando os dois amigos entram em uma gruta. Além disso, as questões levantadas referentes ao período de ditadura militar no Brasil têm relação com histórias reais de pessoas próximas a mim.

Crédito da Imagem: Amazon

3. Tem alguma mania peculiar na hora de escrever um livro? Se sim, qual seria?
R:
Algumas. Uma delas é que apenas começo a escrever a história quando sei seu início, meio e fim, todas as cenas que terão nela. Preciso disso para fugir do “branco”. Então, essa fase de pesquisa e organização do material costuma demorar bem mais tempo que a de escrita do primeiro rascunho em si. Além disso, gosto de escrever o primeiro rascunho escutando música, mas nas edições do texto, não faço tanta questão assim disso. E há pouco tempo, descobri que funciono melhor escrevendo o primeiro rascunho à mão mesmo, com caneta e papel. Depois de terminado, eu digito tudo e edito. Dá mais trabalho, mas é o que tem funcionado melhor.

4. Como acha que a gente pode apoiar a leitura nacional, já que o Brasil não é um país de tantos leitores assíduos?
R: Em uma perspectiva micro, divulgando. Não nos calando sobre os livros que lemos, levanto debates sobre os assuntos que encontramos neles, não nos permitindo que nos digam o que devemos ou não ler, indicando leituras a conhecidos. Em uma perspectiva macro, investindo em educação, formação de professores, bibliotecas públicas e incentivos a escritores.

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

5. Se tivesse um incêndio na sua biblioteca particular, quais são os três livros que iriam na certa com você na hora do corre corre?
R: Provavelmente nenhum. Não me arriscaria. As histórias marcantes estão na minha cabeça e coração. As que ainda não li, no tempo certo vão parar na minha mão de novo.

***

Prontinho, gente! :) Gostaram? Podem opinar à vontade! E muito obrigada, Gleice. Amei as suas respostas, principalmente sobre o apoio à leitura nacional e pelos livros que você salvaria! Achei bem original. E obrigada também pela confiança no PJ!

Quem quiser embarcar no livro atual dela, é só clicar aqui. Para ficar pertinho da autora, o Insta dela é esse! ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Gabi Freitas
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