10.06.2019
* PJ Entrevista: Rê Lustosa! ♥

Não é todo dia que a gente encontra por aí escritoras que ilustram o próprio chick lit, né? Para começar a semana, separei uma entrevista que faz a gente amar ainda mais o mundo dos livros e das ilustrações. Quem topou responder algumas perguntas para o blog foi a Rê Lustosa, autora e ilustradora, que escreveu recentemente o livro “Confissões de uma Terapeuta“, publicado pela Lura Editorial. Super fofa, ela deu ótimas dicas e falou um pouco sobre essa comédia romântica, que vai fazer Becky Bloom amar a história. Vamos lá? Conta aí, Rê! 

IMG_3003PJ Entrevista: Rê Lustosa

1. O que dá mais trabalho: escrever um livro ou ilustrar uma resenha?
R: Escrever um livro! Pois leva um tempo maior para finalizar o projeto, e o processo da escrita passa por muitas desconstruções até chegar ao resultado final.

*** P.S: Mega indico essa parte do site, que eu amei as resenhas ilustradas!!!! 

2. Aliás, como essas duas paixões (leitura e ilustração) surgiram na sua vida?
R: Foi na época da faculdade, quando descobri o mundo editorial como uma possibilidade de trabalho, e percebi que era apaixonada por essa área. Eu amava livros de Chick Lit e lia um atrás do outro desse gênero. Porém, eu também estava me aventurando na área da ilustração, apesar de ainda não saber como juntar essas duas paixões. Foi só mais pra frente que percebi que ilustração e leitura combinavam muito com meu propósito profissional, que é criar conteúdo para alegrar o dia das pessoas. E, a partir daí, tudo foi se encaixando naturalmente! Rsrs

Rê Lustosa - Ilustração

3. E a ideia de escrever a história da Melissa? (Conta um pouco sobre o processo de escrita, curiosidades, aliás foi você que ilustrou a capa do seu livro?)
R: O processo de escrita do livro foi longo, mas muito divertido. Uma ideia atrás da outra ia surgindo, e eu sempre ia anotando quando elas surgiam em minha mente. Foi um período super criativo, mas também de muito amadurecimento da escrita e de muito estudo. O livro foi dedicado ao meu namorado, Felipe, que me auxiliou nesse processo de escrita e publicação, e sempre me apoiou na realização do meu sonho! Fui eu quem ilustrei a capa do meu livro sim e eu amei! Rsrs Eu queria deixar minha marca também na arte da capa, além da escrita, e gostei de ter decidido desenvolvê-la! Fico feliz de ter criado a Melissa tanto em palavras quanto visualmente Rsrs.

4. Escolha três livros que salvaria de um incêndio na sua biblioteca. (Não vale o seu hahaha).
R: Rsrsrs combinado! Eu salvaria “O diário de Bridget Jones”, “Os delírios de consumo de Becky Bloom” e “O diabo veste Prada”.

5. Para quem deseja viver de escrita e/ou ilustração, qual conselho valioso você daria?
R: Eu diria que treino diário é uma das coisas mais importantes nessas duas áreas. Treine e estude bastante. Além disso, o planejamento e as metas são muito importantes para tirar os projetos da mente e passá-los para o papel, afim de realizá-los.

Confissões de uma terapeutaCrédito das Imagens: Rê Lustosa

***

Gostaram? Espero que sim! Eu amei, Rê. Muito obrigada pela atenção! Todo sucesso do mundo para você. ♥ 

E como não amar essa capa, gente? Me conquistou total, mas tenho certeza de que como uma boa leitora de chick lit vou me apaixonar ainda mais pelo conteúdo! A propósito, o livro conta sobre Melissa Belinque. Formada em psicologia, ela é uma terapeuta especializada em relacionamentos, mas com um detalhe: nunca esteve em um. Daí, o destino prega uma peça, onde uma de suas pacientes é apaixonada pelo mesmo homem que Melissa, que por sinal é o seu melhor amigo! Pela sinopse, a gente imagina o que vem por aí. Louca para embarcar!!

Eu já fiz o meu pedido (meu namô vai me dar de Dia dos Namorados hahaha) e assim que eu ler, conto para vocês, ok? E quem quiser garantir o seu, é só clicar aqui. Para conhecer mais o trabalho dela, vale seguir o insta também. Cada post mais fofo que o outro! ^^

Beijos,
Carol.

Post Antigo: Entrevista – Sublinhando

Fan Page ♥  Instagram


2
04.02.2019
*PJ Entrevista: autora Erika Lazary! ♥

Ei, Gente! :) E a primeira entrevista do ano está no ar. Aliás, sobre um assunto que nunca falei muito por aqui, mas amo: BBB. Hoje em dia, não assino mais o Pay Per View, porém, assisto fielmente ao programa na Globo. Já tenho os meus favoritos dessa 19ª edição, inclusive uma indicação de livro sobre o tema: Big Brother no Brasil – Estratégias de Comunicação, dos autores Erika Lazary e José Carlos Rodrigues, publicado pela editora CRV. E a Erika topou contar um pouco sobre a obra e o famoso “fogo no parquinho” (fala do nosso querido Thithi, apresentador do programa). Afinal, será que é um entretenimento válido? Então, partiu dar aquela espiadinha no resultado desse bate-papo? Bom post! ;-)

Pj Entrevista - Erika Lazary - 1Crédito da Imagem: Pequena Jornalista 

1. Conte um pouco sobre o livro, desde a ideia, a concepção e o resultado.
R: O livro surgiu de uma parceria maravilhosa com o professor José Carlos Rodrigues, que foi da minha banca de mestrado. A dissertação procurou investigar “por que o BBB fazia tanto sucesso”. Orientada pelo professor Bernardo Jablonski, aprofundei em diversas teorias da comunicação, aliando com as teorias de psicologia. Na ocasião, estudamos profundamente o BBB (5ª edição). Assistia ao programa pelo pay per view por mais de 10 horas (por dia), visitei a casa do BBB, entrevistei participantes e profissionais da Rede Globo diretamente ligados ao programa. Então, após a defesa do mestrado, o professor José Carlos sugeriu continuarmos estudando e quando o programa completou 10 anos, lançamos o livro “BIG BROTHER no BRASIL – estratégias de comunicação” (Editora CRV), analisando como foi a década do programa no Brasil.

2. O que os alunos de comunicação, entre outros cursos, podem aprender com a leitura na prática?
R: O livro tem muito conteúdo informativo, especialmente para os que se interessam por comunicação, psicologia, filosofia, teorias de massa. Analisamos a perspectiva dos telespectadores, dos participantes, do programa e, especialmente, de como se relacionam entre si, utilizando essas teorias.

Pj Entrevista - Erika - BBBCrédito da Imagem: Divulgação 

3. Afinal, o Big Brother Brasil é um entretenimento válido? Por que as pessoas criticam tanto e outras assinam até pay per view?
R: Qualquer entretenimento pode ser válido, dependendo do que cada um faz com ele. Nós aproveitamos a repercussão do programa para tentar entender como ele funcionava. E foi extremamente válido! Resultou em um livro lindo, cheio de conteúdo e reflexões. Ao longo do nosso estudo, fomos aprendendo que não é possível progredir no entendimento desta atração adotando a perspectiva de desqualificar o programa. E sabe o que mais?! Aprofundando na reflexão, a crítica azeda que leva à depreciação do programa, muitas vezes, pode esconder preconceitos amargos que na verdade se dirigem contra os telespectadores (que supostamente seriam passivos e desprovidos de senso crítico). Essa oposição que começa na crítica ao BBB é apenas uma dentre os diversos níveis de oposições que permitem ao programa atrair públicos amplos e variados.

4. Três lições estratégicas de comunicação que podemos tirar desse reality show, que está na sua 19ª edição no Brasil.
R: O livro BIG BROTHER NO BRASIL trata das relações entre telespectadores, televisão e celebridades. Tem como principal objeto um programa de televisão que se aproximou (mais que os outros) da finalidade máxima de conquistar audiência. Para isso, o Big Brother produz estranhas simbioses entre público e privado, transformando bastidores em palco e garantindo a satisfação da curiosidade sobre a intimidade alheia. O programa insinua que a democracia pode ser obtida como um passe de mágica, sugerindo que as oportunidades estejam abertas a todos. Estimula a crença na realização dos sonhos maiores de pessoas comuns, em troca “apenas” do confinamento por alguns meses e da exposição estereotipada de determinados comportamentos.

5. Anonimato ou vida pública? Até que ponto dar aquela espiadinha no “fogo no parquinho” pode ser benéfico ou trazer malefícios?
R: O que seria benéfico ou maléfico??? O que é bom para alguns, pode não ser para outros. E vai depender também do ponto de vista analisado. Mas no geral, tudo vai depender de como cada um vai receber o estímulo. O que podemos falar sobre o telespectador, é que há sempre um pensamento do tipo “o que faria diante de tal situação?”. Além disso, observar pessoas comuns dentro da “telinha” pode sustentar um desejo de vir a ser alguém famoso: “se ele está na TV, quem sabe um dia eu poderei estar também”. E, claro, o fato de estar fora da TV dá uma sensação muito confortável de ser um (suposto) juiz com todo aval de julgar sem ser julgado. Todas essas observações estão no livro e são fortemente embasadas em teorias e análises sobre a comunicação de massa.

f8A8lXyN_400x400Crédito da Imagem: Twitter Big Brother Brasil 

***

E vocês? Curtem BBB? Podem opinar à vontade! E, claro, fica a dica literária, seja estudante ou apenas um curioso sobre esse universo do Grande Irmão!
Ah! E quem quiser comprar o livro, é só clicar no site da Editora CRV ou se você for do Rio de Janeiro, pode retirar o seu exemplar com desconto (apenas para leitores do blog ^^). Para saber mais informações sobre essa segunda opção, é só enviar um e-mail para mim (pequenajornalista@pequenajornalista.com), ok? E fique de olho, que em breve teremos um sorteio lá no Insta do PJ. ;-)
E muito obrigada pela confiança e parceria, Erika! Todo sucesso do mundo!

Beijos, Carol. 

Fan Page ♥  Instagram

P.S: Esse post é um publipost! ;-) 


0
05.11.2018
* PJ Entrevista: Carol Hungria! ♥

Ei, Gente! :) Tem noivinha de plantão por aí? Para o post de hoje trouxe uma entrevista com uma estilista mega fofa e talentosa: Carol Hungria, que a propósito lançou recentemente a 2ª edição do Guia Atemporal de Noivas com Estilo. Vamos lá? 

Guia Atemporal das Noivas com Estilo 2Entrevista: Carol Hungria

1. O que não pode faltar em um vestido de noiva, independente do estilo dela?
R: Alguns pontos são fundamentais em qualquer vestido de noiva. Ele não precisa necessariamente ter renda, bordado, uma cauda ampla ou ser acompanhado de um véu. O fundamental para os vestidos, na verdade, é realmente ser a cara da noiva e casar perfeitamente no formato de casamento que ela escolheu. E quando falamos em formato, isso inclui o local, o horário e o estilo do casamento (se ele é boho, moderno, clássico…). Já fiz noivas até com detalhes pretos no vestido, mas ficou incrível porque tinha tudo a ver com o clima do casamento e a personalidade da noiva.

Bia Paci por Laura CampanellaCrédito da imagem: Bia Paci por Laura Campanella

2. Pode fugir do branco e off-white? Quais são as cores são permitidas?
R: Pode tudo! No entanto, não sou muito fã de investir em tons que perdem a cara de noiva. Ir para um rosinha, um lilás bem delicado e clarinho, um azul bem apagadinho ou um nude, não “descaracteriza” a noiva. E um truque que gosto bastante para casar com esses tons diferentes de forro, é investir em uma renda sobreposta branca ou off white, que acaba quebrando um pouco esse fundo e deixando a proposta mais delicada!

3. Defina o guia atemporal em uma palavra.
R: Essencial. Imperdível. Completo. rs!

Mariana Souza por Ricky Arruda e Anna QuastCrédito da imagem: Mariana Souza por Ricky Arruda e Anna Quast

4. Uma curiosidade sobre o livro que quase ninguém saiba?
R: Acho que quase ninguém sabe de onde surgiu essa ideia do livro. Muitas noivas que me procuravam chegavam sempre com as mesmas dúvidas. Sobre escolha do sapato, escolha da modelagem, escolha dos acessórios… enfim! Para ajudá-las, eu criei um “mini guia” com minhas dicas para essas questões mais recorrentes. O sucesso do mini guia foi tanto que começamos a receber pedidos de compra de todo o país! Fiquei surpresa, porque o intuito era realmente presentear as noivas que faziam atendimentos no Atelier! Foi daí que surgiu a ideia do livro, que é um manual super completo para as noivas nessa fase de preparativos!

5. Futuras noivas precisam saber…  
R: Que experimentar é preciso. Não diga não antes de provar, você pode se surpreender! Não tenha medo de ser você. Não se apegue tanto aos conselhos dos outros. E curta cada momento dos preparativos! Eles passam muito rápido e deixam muita saudade.

Priscila Guedes por El GrecoCrédito da imagem: Priscila Guedes por El Greco

É isso, gente! Compartilhem com aquela amiga que vai casar e precisa de um help urgentemente. Muito obrigada, Carol e Gabi. Quando eu casar, já imagino quem pode criar o meu vestido.  E quem quiser saber mais dicas e tal, é só seguir a minha xará lá no Insta. E para comprar o livro, só clicar aqui.

E podem opinar à vontade. ;-)

Beijos, Carol.

Para ler: Bouquet (ou buquê) de noiva

Fan Page ♥  Instagram


0
07.12.2017
* PJ Entrevista: Daiana Garbin! ♥

Ei, Gente! :) A entrevista de hoje é com uma pessoa mega querida e verdadeira: Daiana Garbin, autora do livro “Fazendo as pazes com o corpo“, publicado pela Editora Sextante (parceira do blog). Se na leitura, dei de cara com uma história sincera e que mostra que há um caminho bem melhor do que essa briga pelo corpo perfeito e imagem impecável, nesse bate-papo não foi diferente. Ela também me apresentou uma palavra, que já conhecia, mas que teve um plus a mais: autocompaixão. Enfim, vamos lá? Bom post, pessoal. 

Fazendoaspazescomocorpo_CapaWEBPJ Entrevista: Daiana Garbin! :) 

1. Tem alguma curiosidade em relação ao livro? Se sim, conta para a gente?  
R: Tenho sim. Eu terminei de escrever a primeira versão do livro em dezembro de 2016, mas ainda não tinha a questão da autocompaixão. Depois que entreguei o manuscrito em janeiro, comecei a fazer um curso de “Mindfulness Self-Compassion”, onde descobri a autocompaixão na minha vida. E isso mudou o meu jeito de encarar as coisas completamente! Então, depois desse aprendizado, eu reescrevi várias partes do livro e escrevi todas as páginas que falo sobre. Sem ela, a gente não consegue fazer as mudanças necessárias na nossa vida para diminuir o sofrimento emocional. Não só em relação à alimentação e ao corpo! Temos alguns sofrimentos emocionais, que nem sempre sabemos como lidar e que aprisionam e fazem com que haja resistência de entender esse sentimento e acolhê-lo. A gente tem vergonha de pedir ajudar, de se mostrar vulnerável. Então, ter aprendido sobre esse tema e ter lido vários livros, mudou o meu jeito de gravar os meus vídeos e o jeito que fiz “Fazendo as pazes com o corpo”. Fez diferença na minha vida e acredito que possa fazer diferença na vida do leitor. Conseguir colocar autocompaixão na nossa vida, seja por meio de meditações ou de pensamentos, tem o poder de mudá-la.

2. Para quem quiser ler mais sobre o tema e outros relacionados, quais livros você indicaria? 
R: Todos os livros da Brené Brown, como “A Coragem de ser imperfeito” e “Mais forte do que nunca”. Também gosto muito da Amy Cuddy, que escreveu o “Poder da Presença”, um livro transformador, e um  do Thupten Jinpa: “Um coração sem medo”, que fala sobre compaixão e autocompaixão. Além desses, gosto de outros em inglês: “Self-Compassion”, da Kristin Neff, e “The Mindful Path to Self-Compassion”, do Christopher Germer. Aliás, esse último estou terminando de ler. Não leio rápido, porque gosto de reler, riscar, copiar frases e colar no meu espelho. Livro é como uma terapia para mim!

3. Qual dica você daria para quem leu o livro e acha que algum amigo ou parente pode estar passando por isso? Como ele pode pode ajudar?
R: Acho que precisa conversar com carinho, respeito e, claro, compaixão. Se você pensa que alguma pessoa da sua família está passando por isso, eu acho interessante começar a conversa, falando do sofrimento de outra pessoa. De repente, usa o meu canal, a minha história e fala “Olha, você conhece essa moça? Ela teve isso, você já viu as coisas que ela fala?”. Também pode dar de presente o livro, aliás, não precisa ser exatamente o meu, viu? Pode ser um sobre autocompaixão que citei ou não. Livros conseguem mudar a vida ou pelo menos dar um start na mudança. Presentear alguém com um obra, que tenha uma mensagem bonita, é um ótimo jeito de ajudar!

PJ Entrevista - Daiana GarbinCrédito das Imagens: Sextante. 

5. Por fim, o que de mais valioso você leva desse aprendizado (por mais que seja diário) e deseja passar para os seus leitores?
R: Aprendi que a gente só consegue fazer as modificações que são necessárias na nossa vida, por meio do carinho, do respeito, da paciência e do amor. Não é com ódio, com raiva e com rejeição ao nosso corpo e à comida, que a gente vai conseguir mudar o sofrimento. Seja relacionado ao transtorno alimentar ou outra questão, como a obesidade. Se a gente continuar tratando esses problemas como frescura, algo fácil de resolver, como se fosse “só seguir a dieta”, as pessoas vão continuar sofrendo. Então, tem algum hábito que traz sensações ruins? Acolha e cuide com carinho e paciência. Raiva, rejeição e ódio só vão gerar mais raiva, rejeição e ódio em relação ao nosso corpo. Aliás, temos de parar de tratá-lo como nosso inimigo e a mesma coisa serve para a comida. :)

***

Tem como não amar esse entrevista?  Muito obrigada, Daiana! Amei cada coisinha que você falou. Continue com esse trabalho e passando tanta mensagem bacana e que realmente ajuda os outros, que passam ou não por algum tipo de transtorno alimentar. Quem quiser conhecer um pouco mais sobre a história da nossa entrevistada, vale clicar aqui e aqui. E tem resenha do livro dela aqui no PJ. No mais, podem opinar à vontade! ;-)

Beijos, Carol.

Para ler: Fazendo as pazes com o corpo

Fan Page ♥ Instagram  


1
25.08.2017
* {Beda 25} – PJ Entrevista: Raffa Fustagno! ♥

Ei, Gente! Mais uma vez sumi por aqui, mas tive um pequeno problema com o servidor. Ainda bem, que eles resolveram e estou de volta! :) Daí, para essa sexta-feira, preparei para vocês uma entrevista muito especial e que é uma inspiração nessa blogosfera literária: Raffa Fustagno, dona do blog A menina que comprava livros e autora do “O livro da menina” e “Blogueiras.com“. Espero que gostem! 

Entrevista Raffa Fustagno - PJ - 1PJ Entrevista: Raffa Fustagno 

1. Alguma curiosidade do “O livro da menina” e “Blogueiras.com” que quase ninguém saiba? Aliás, como foi todo o processo? 
R: “O Livro da Menina” e “Blogueiras.com” foram convites incríveis. Um veio da editora e outro de uma amiga linda e talentosa (a Thati Machado!). Minha memória nem sempre é maravilhosa, mas acho que nunca contei que quando recebi o convite do primeiro e a editora sugeriu que tivesse muitas partes interativas, eu que já sou super fã de livros interativos, virei a louca dos livros de preencher. Eu comprei em uma tacada só 8 livros do gênero para pesquisa, em inglês e em português. Eu queria ter ideias, não queria nada de colorir, mas pensei “O que você gostaria de preencher?” e fiz de um modo que eu me divertiria preenchendo! No Blogueiras.com, o processo de pesquisa foi vendo filmes, eu assisti 2 vezes (e nem lembro quantas vezes já tinha visto antes disso…mas muitas!) “E O vento Levou” e “A Rosa Púrpura do Cairo”, pois queria me inspirar ainda mais e o resultado acho que deu certo. Amo esses filmes!

2. Escrever livro ou “blogar” sobre eles? Comente um pouco sobre as dores e delícias de ser blogueira literária e autora!
R: Quando a gente bloga, damos nossa opinião ao resenharmos, e talvez lá no início eu não tivesse tanta noção de como escrever um livro é se doar. Amo blogar, não me vejo sem postar na Menina e alimentar todas as redes sociais possíveis. Mas descobri que ser autora é muito difícil. A gente tem uma vaga noção quando entrevista os autores, porém quando lança seu próprio livro, vê como é complicado ser lido e manter as amizades. Conheci muita gente bacana e vivi momentos maravilhosos, tanto como autora quanto blogueira. Na verdade, mais como blogueira. Afinal, são 7 anos blogando e nem fiz 1 ano de livro lançado ( completo em novembro). Mas os dois meios tem gente que sente inveja, gente que te decepciona. É o ser humano e seu ego incurável agindo em todas as profissões! Infelizmente, a gente tem que matar um leão por dia, não é fácil, Mas quando algo dá certo ou quando uma mensagem fofa de um leitor e/ou seguidor chega para te animar, você esquece de tudo isso.

3. Pergunta difícil: quais são os três livros (não podem ser os que você escreveu rs) que salvaria de um possível incêndio na sua biblioteca?
R: Eu poderia dizer o dos meus autores favoritos, mas esses eu poderia comprar novamente. Então, certamente eu salvaria um livro autografado pelo Mauricio de Sousa (tenho uns 6 rs… Mas ok, escolheria um), o livro “Seis Anos Depois”, que está autografado por Harlan Coben. E aí fica difícil porque eu não sei se escolheria o livro da Anne Rice ou da Jojo Moyes. Mas acho que da Anne, ela é mais difícil de voltar ao Brasil.

Entrevista Raffa Fustagno - PJO livro da Menina! 

4. O blog da Menina completou sete anos. Quais são os ingredientes fundamentais para manter um cantinho tanto tempo na internet?
R: 
Resiliência. Acho que não encontro outra palavra. Antes de publicar os livros, nunca tinha ganho um tostão. Então, o primeiro ponto importante é não esperar que ele faça sucesso logo de cara, que você ganhe como a Kéfera, que a vida seja só seguidores dizendo que te amam. Porque infelizmente a vida tem Hater para caramba! Mas não pode se deixar abalar, blogar é muito de tirar do próprio bolso, é dormir pouco para colocar uma postagem importante no ar, é saber que nem sempre você poderá cobrir eventos porque tem faculdade ou trabalho… Tem outro fator que acho que faz diferença: fazer eventos é um diferencial, você fica mais próximo de quem te lê, você se sente amiga (e vira mesmo!) daquela pessoa que te acompanha online. E é não desistir NUNCA! A vida é feita de mais nãos dos que sim, né?

5. A Raffa leitora e autora tem alguma mania peculiar na hora de ler, escrever e gravar vídeos?
R: Sim! Eu leio em qualquer lugar: no metrô, no elevador, no avião. Só não leio no ônibus porque enjoo. Para escrever eu preciso ouvir música, pode ser antes, parar e escrever, e pode ser depois. Sempre me inspira! Escrevi “O livro da Menina”, ouvindo Guns n´Roses e Shakira, sou eclética. O “Blogueiras.com”, escrevi ouvindo David Bowie. E agora estou escrevendo para um projeto lindo, que assim que puder divulgar vou ficar super feliz! Mas tem sido Alicia Keys, Frank Sinatra e Nirvana. Bem louco  isso né? Em relação aos vídeos, eu mudo o lugar da casa. É o que é mais fácil, pois o tempo é curto. No meu quarto, tem o lugar que fica meu laptop e já tem câmera e tripé ali, então é mais tranquilo. Mas na sala, eu já gravei muitas vezes também o espaço é até maior, porém, meu marido fica jogando e do nada ele dá uns berros e atrapalha meu vídeo… Então ultimamente tenho optado por gravar no quarto mesmo. Não sei se chamaria isso de peculiar hahaha.

***

Tem como não se inspirar? A Raffa é bem pé no chão e eu adoro isso! Além de ser, mega fofa e divertida! Muito obrigada, viu? Mais e mais sucesso! Muitos eventos, livros, filmes e por aí vai. Você merece!!  Quem tiver na Bienal, é só conferir a agenda dela (no final desse post). Vale a pena pedir uma dedicatória, dar um abraço e conversar com ela. E assim que eu ler os dois livros, conto para vocês!!

20543554_1625249107508482_4264071765204403228_oPartiu Bienal? =)

É isso, pessoal. Podem opinar à vontade e não deixem de seguir a Raffa no Insta, na Fan Page e assinar o canal dela também! E quem quiser comprar os livros, é só entrar na lojinha da Menina. =)

Beijos, Carol.

Fan Page ♥ Instagram 


4

Pequena Jornalista - Todos os Direitos Reservados - Copyright © 2019