05.11.2018
* PJ Entrevista: Carol Hungria! ♥

Ei, Gente! :) Tem noivinha de plantão por aí? Para o post de hoje trouxe uma entrevista com uma estilista mega fofa e talentosa: Carol Hungria, que a propósito lançou recentemente a 2ª edição do Guia Atemporal de Noivas com Estilo. Vamos lá? 

Guia Atemporal das Noivas com Estilo 2Entrevista: Carol Hungria

1. O que não pode faltar em um vestido de noiva, independente do estilo dela?
R: Alguns pontos são fundamentais em qualquer vestido de noiva. Ele não precisa necessariamente ter renda, bordado, uma cauda ampla ou ser acompanhado de um véu. O fundamental para os vestidos, na verdade, é realmente ser a cara da noiva e casar perfeitamente no formato de casamento que ela escolheu. E quando falamos em formato, isso inclui o local, o horário e o estilo do casamento (se ele é boho, moderno, clássico…). Já fiz noivas até com detalhes pretos no vestido, mas ficou incrível porque tinha tudo a ver com o clima do casamento e a personalidade da noiva.

Bia Paci por Laura CampanellaCrédito da imagem: Bia Paci por Laura Campanella

2. Pode fugir do branco e off-white? Quais são as cores são permitidas?
R: Pode tudo! No entanto, não sou muito fã de investir em tons que perdem a cara de noiva. Ir para um rosinha, um lilás bem delicado e clarinho, um azul bem apagadinho ou um nude, não “descaracteriza” a noiva. E um truque que gosto bastante para casar com esses tons diferentes de forro, é investir em uma renda sobreposta branca ou off white, que acaba quebrando um pouco esse fundo e deixando a proposta mais delicada!

3. Defina o guia atemporal em uma palavra.
R: Essencial. Imperdível. Completo. rs!

Mariana Souza por Ricky Arruda e Anna QuastCrédito da imagem: Mariana Souza por Ricky Arruda e Anna Quast

4. Uma curiosidade sobre o livro que quase ninguém saiba?
R: Acho que quase ninguém sabe de onde surgiu essa ideia do livro. Muitas noivas que me procuravam chegavam sempre com as mesmas dúvidas. Sobre escolha do sapato, escolha da modelagem, escolha dos acessórios… enfim! Para ajudá-las, eu criei um “mini guia” com minhas dicas para essas questões mais recorrentes. O sucesso do mini guia foi tanto que começamos a receber pedidos de compra de todo o país! Fiquei surpresa, porque o intuito era realmente presentear as noivas que faziam atendimentos no Atelier! Foi daí que surgiu a ideia do livro, que é um manual super completo para as noivas nessa fase de preparativos!

5. Futuras noivas precisam saber…  
R: Que experimentar é preciso. Não diga não antes de provar, você pode se surpreender! Não tenha medo de ser você. Não se apegue tanto aos conselhos dos outros. E curta cada momento dos preparativos! Eles passam muito rápido e deixam muita saudade.

Priscila Guedes por El GrecoCrédito da imagem: Priscila Guedes por El Greco

É isso, gente! Compartilhem com aquela amiga que vai casar e precisa de um help urgentemente. Muito obrigada, Carol e Gabi. Quando eu casar, já imagino quem pode criar o meu vestido.  E quem quiser saber mais dicas e tal, é só seguir a minha xará lá no Insta. E para comprar o livro, só clicar aqui.

E podem opinar à vontade. ;-)

Beijos, Carol.

Para ler: Bouquet (ou buquê) de noiva

Fan Page ♥  Instagram


0
07.12.2017
* PJ Entrevista: Daiana Garbin! ♥

Ei, Gente! :) A entrevista de hoje é com uma pessoa mega querida e verdadeira: Daiana Garbin, autora do livro “Fazendo as pazes com o corpo“, publicado pela Editora Sextante (parceira do blog). Se na leitura, dei de cara com uma história sincera e que mostra que há um caminho bem melhor do que essa briga pelo corpo perfeito e imagem impecável, nesse bate-papo não foi diferente. Ela também me apresentou uma palavra, que já conhecia, mas que teve um plus a mais: autocompaixão. Enfim, vamos lá? Bom post, pessoal. 

Fazendoaspazescomocorpo_CapaWEBPJ Entrevista: Daiana Garbin! :) 

1. Tem alguma curiosidade em relação ao livro? Se sim, conta para a gente?  
R: Tenho sim. Eu terminei de escrever a primeira versão do livro em dezembro de 2016, mas ainda não tinha a questão da autocompaixão. Depois que entreguei o manuscrito em janeiro, comecei a fazer um curso de “Mindfulness Self-Compassion”, onde descobri a autocompaixão na minha vida. E isso mudou o meu jeito de encarar as coisas completamente! Então, depois desse aprendizado, eu reescrevi várias partes do livro e escrevi todas as páginas que falo sobre. Sem ela, a gente não consegue fazer as mudanças necessárias na nossa vida para diminuir o sofrimento emocional. Não só em relação à alimentação e ao corpo! Temos alguns sofrimentos emocionais, que nem sempre sabemos como lidar e que aprisionam e fazem com que haja resistência de entender esse sentimento e acolhê-lo. A gente tem vergonha de pedir ajudar, de se mostrar vulnerável. Então, ter aprendido sobre esse tema e ter lido vários livros, mudou o meu jeito de gravar os meus vídeos e o jeito que fiz “Fazendo as pazes com o corpo”. Fez diferença na minha vida e acredito que possa fazer diferença na vida do leitor. Conseguir colocar autocompaixão na nossa vida, seja por meio de meditações ou de pensamentos, tem o poder de mudá-la.

2. Para quem quiser ler mais sobre o tema e outros relacionados, quais livros você indicaria? 
R: Todos os livros da Brené Brown, como “A Coragem de ser imperfeito” e “Mais forte do que nunca”. Também gosto muito da Amy Cuddy, que escreveu o “Poder da Presença”, um livro transformador, e um  do Thupten Jinpa: “Um coração sem medo”, que fala sobre compaixão e autocompaixão. Além desses, gosto de outros em inglês: “Self-Compassion”, da Kristin Neff, e “The Mindful Path to Self-Compassion”, do Christopher Germer. Aliás, esse último estou terminando de ler. Não leio rápido, porque gosto de reler, riscar, copiar frases e colar no meu espelho. Livro é como uma terapia para mim!

3. Qual dica você daria para quem leu o livro e acha que algum amigo ou parente pode estar passando por isso? Como ele pode pode ajudar?
R: Acho que precisa conversar com carinho, respeito e, claro, compaixão. Se você pensa que alguma pessoa da sua família está passando por isso, eu acho interessante começar a conversa, falando do sofrimento de outra pessoa. De repente, usa o meu canal, a minha história e fala “Olha, você conhece essa moça? Ela teve isso, você já viu as coisas que ela fala?”. Também pode dar de presente o livro, aliás, não precisa ser exatamente o meu, viu? Pode ser um sobre autocompaixão que citei ou não. Livros conseguem mudar a vida ou pelo menos dar um start na mudança. Presentear alguém com um obra, que tenha uma mensagem bonita, é um ótimo jeito de ajudar!

PJ Entrevista - Daiana GarbinCrédito das Imagens: Sextante. 

5. Por fim, o que de mais valioso você leva desse aprendizado (por mais que seja diário) e deseja passar para os seus leitores?
R: Aprendi que a gente só consegue fazer as modificações que são necessárias na nossa vida, por meio do carinho, do respeito, da paciência e do amor. Não é com ódio, com raiva e com rejeição ao nosso corpo e à comida, que a gente vai conseguir mudar o sofrimento. Seja relacionado ao transtorno alimentar ou outra questão, como a obesidade. Se a gente continuar tratando esses problemas como frescura, algo fácil de resolver, como se fosse “só seguir a dieta”, as pessoas vão continuar sofrendo. Então, tem algum hábito que traz sensações ruins? Acolha e cuide com carinho e paciência. Raiva, rejeição e ódio só vão gerar mais raiva, rejeição e ódio em relação ao nosso corpo. Aliás, temos de parar de tratá-lo como nosso inimigo e a mesma coisa serve para a comida. :)

***

Tem como não amar esse entrevista?  Muito obrigada, Daiana! Amei cada coisinha que você falou. Continue com esse trabalho e passando tanta mensagem bacana e que realmente ajuda os outros, que passam ou não por algum tipo de transtorno alimentar. Quem quiser conhecer um pouco mais sobre a história da nossa entrevistada, vale clicar aqui e aqui. E tem resenha do livro dela aqui no PJ. No mais, podem opinar à vontade! ;-)

Beijos, Carol.

Para ler: Fazendo as pazes com o corpo

Fan Page ♥ Instagram  


1
25.08.2017
* {Beda 25} – PJ Entrevista: Raffa Fustagno! ♥

Ei, Gente! Mais uma vez sumi por aqui, mas tive um pequeno problema com o servidor. Ainda bem, que eles resolveram e estou de volta! :) Daí, para essa sexta-feira, preparei para vocês uma entrevista muito especial e que é uma inspiração nessa blogosfera literária: Raffa Fustagno, dona do blog A menina que comprava livros e autora do “O livro da menina” e “Blogueiras.com“. Espero que gostem! 

Entrevista Raffa Fustagno - PJ - 1PJ Entrevista: Raffa Fustagno 

1. Alguma curiosidade do “O livro da menina” e “Blogueiras.com” que quase ninguém saiba? Aliás, como foi todo o processo? 
R: “O Livro da Menina” e “Blogueiras.com” foram convites incríveis. Um veio da editora e outro de uma amiga linda e talentosa (a Thati Machado!). Minha memória nem sempre é maravilhosa, mas acho que nunca contei que quando recebi o convite do primeiro e a editora sugeriu que tivesse muitas partes interativas, eu que já sou super fã de livros interativos, virei a louca dos livros de preencher. Eu comprei em uma tacada só 8 livros do gênero para pesquisa, em inglês e em português. Eu queria ter ideias, não queria nada de colorir, mas pensei “O que você gostaria de preencher?” e fiz de um modo que eu me divertiria preenchendo! No Blogueiras.com, o processo de pesquisa foi vendo filmes, eu assisti 2 vezes (e nem lembro quantas vezes já tinha visto antes disso…mas muitas!) “E O vento Levou” e “A Rosa Púrpura do Cairo”, pois queria me inspirar ainda mais e o resultado acho que deu certo. Amo esses filmes!

2. Escrever livro ou “blogar” sobre eles? Comente um pouco sobre as dores e delícias de ser blogueira literária e autora!
R: Quando a gente bloga, damos nossa opinião ao resenharmos, e talvez lá no início eu não tivesse tanta noção de como escrever um livro é se doar. Amo blogar, não me vejo sem postar na Menina e alimentar todas as redes sociais possíveis. Mas descobri que ser autora é muito difícil. A gente tem uma vaga noção quando entrevista os autores, porém quando lança seu próprio livro, vê como é complicado ser lido e manter as amizades. Conheci muita gente bacana e vivi momentos maravilhosos, tanto como autora quanto blogueira. Na verdade, mais como blogueira. Afinal, são 7 anos blogando e nem fiz 1 ano de livro lançado ( completo em novembro). Mas os dois meios tem gente que sente inveja, gente que te decepciona. É o ser humano e seu ego incurável agindo em todas as profissões! Infelizmente, a gente tem que matar um leão por dia, não é fácil, Mas quando algo dá certo ou quando uma mensagem fofa de um leitor e/ou seguidor chega para te animar, você esquece de tudo isso.

3. Pergunta difícil: quais são os três livros (não podem ser os que você escreveu rs) que salvaria de um possível incêndio na sua biblioteca?
R: Eu poderia dizer o dos meus autores favoritos, mas esses eu poderia comprar novamente. Então, certamente eu salvaria um livro autografado pelo Mauricio de Sousa (tenho uns 6 rs… Mas ok, escolheria um), o livro “Seis Anos Depois”, que está autografado por Harlan Coben. E aí fica difícil porque eu não sei se escolheria o livro da Anne Rice ou da Jojo Moyes. Mas acho que da Anne, ela é mais difícil de voltar ao Brasil.

Entrevista Raffa Fustagno - PJO livro da Menina! 

4. O blog da Menina completou sete anos. Quais são os ingredientes fundamentais para manter um cantinho tanto tempo na internet?
R: 
Resiliência. Acho que não encontro outra palavra. Antes de publicar os livros, nunca tinha ganho um tostão. Então, o primeiro ponto importante é não esperar que ele faça sucesso logo de cara, que você ganhe como a Kéfera, que a vida seja só seguidores dizendo que te amam. Porque infelizmente a vida tem Hater para caramba! Mas não pode se deixar abalar, blogar é muito de tirar do próprio bolso, é dormir pouco para colocar uma postagem importante no ar, é saber que nem sempre você poderá cobrir eventos porque tem faculdade ou trabalho… Tem outro fator que acho que faz diferença: fazer eventos é um diferencial, você fica mais próximo de quem te lê, você se sente amiga (e vira mesmo!) daquela pessoa que te acompanha online. E é não desistir NUNCA! A vida é feita de mais nãos dos que sim, né?

5. A Raffa leitora e autora tem alguma mania peculiar na hora de ler, escrever e gravar vídeos?
R: Sim! Eu leio em qualquer lugar: no metrô, no elevador, no avião. Só não leio no ônibus porque enjoo. Para escrever eu preciso ouvir música, pode ser antes, parar e escrever, e pode ser depois. Sempre me inspira! Escrevi “O livro da Menina”, ouvindo Guns n´Roses e Shakira, sou eclética. O “Blogueiras.com”, escrevi ouvindo David Bowie. E agora estou escrevendo para um projeto lindo, que assim que puder divulgar vou ficar super feliz! Mas tem sido Alicia Keys, Frank Sinatra e Nirvana. Bem louco  isso né? Em relação aos vídeos, eu mudo o lugar da casa. É o que é mais fácil, pois o tempo é curto. No meu quarto, tem o lugar que fica meu laptop e já tem câmera e tripé ali, então é mais tranquilo. Mas na sala, eu já gravei muitas vezes também o espaço é até maior, porém, meu marido fica jogando e do nada ele dá uns berros e atrapalha meu vídeo… Então ultimamente tenho optado por gravar no quarto mesmo. Não sei se chamaria isso de peculiar hahaha.

***

Tem como não se inspirar? A Raffa é bem pé no chão e eu adoro isso! Além de ser, mega fofa e divertida! Muito obrigada, viu? Mais e mais sucesso! Muitos eventos, livros, filmes e por aí vai. Você merece!!  Quem tiver na Bienal, é só conferir a agenda dela (no final desse post). Vale a pena pedir uma dedicatória, dar um abraço e conversar com ela. E assim que eu ler os dois livros, conto para vocês!!

20543554_1625249107508482_4264071765204403228_oPartiu Bienal? =)

É isso, pessoal. Podem opinar à vontade e não deixem de seguir a Raffa no Insta, na Fan Page e assinar o canal dela também! E quem quiser comprar os livros, é só entrar na lojinha da Menina. =)

Beijos, Carol.

Fan Page ♥ Instagram 


4
18.07.2017
* PJ Leu: Chata de Galocha! ♥

Ei, Gente! E a dica literária da semana é: Chata de Galocha, da blogueira (and Youtuber) Lu Ferreira. O livro, que foi publicado pela editora Gente, é na verdade um guia de beleza, moda, gastronomia, viagem e outras coisitas boas da vida. Bom post! 

PJ Leu - Chata de GalochaLivro: Chata de Galocha | Editora: Gente | Autora: Lu Ferreira
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Pessoas “Chatas de Galocha” buscam pequenos prazeres em todas as áreas da vida: receitas deliciosas, viagens divertidas, momentos incríveis mesmo nas horas mais simples. Um bom Chato de Galocha faz questão de aproveitar todos os momentos que são proporcionados. Este livro é um guia de referência para quem gosta de desfrutar o melhor a cada segundo. Entre muitas outras coisas, aqui você encontra: sugestões para um guarda-roupa eficiente e inteligente. Dicas de cuidados que vão fazer você se sentir bem. Receitas infalíveis para receber bem quem você ama. Dicas de lugares bacanas nas principais cidades do mundo, aprovadas pela Chata de Galocha.

Minha opinião: Quem me conhece, sabe que acompanho o trabalho da Lu há séculos. Aliás, foi por causa do canal dela que fiquei viciada nesse tal de Youtube hahaha. Então, era um livro que eu estava bem ansiosa para ler. :) E posso falar? Amei. O trabalho está impecável, gente. Cada capítulo, cada detalhe dá para ver que foi feito com muito carinho e capricho. Cada palavrinha, vi a Lu falando! Me senti realmente “conversando” com ela. Claro que têm partes que a gente se identifica mais. Adorei as dicas para quem trabalha de casa e, apesar de ser um fiasco na cozinha, fiquei com muita vontade de experimentar a receita do muffin de banana e do fettuccini a la carbonara. A carta para a Lu de 10 anos atrás é imperdível! E deu vontade de visitar cada lugar que ela indicou, até mesmo os que eu já conheço. Acho que olharia com um olhar diferente, sabem? E sobre as fotos: lindas e bem produzidas, mas a dela com a Bibia (filha dela e do Leo) é a minha preferida. Falando nisso, queria que o livro tivesse mais imagens. Acho que foi a única coisa que “faltou”.

Enfim, mega aprovado esse trabalho da Chata de Galocha. ;-) Li em menos de 24 horas! Se você é fã, vai amar. Se você ainda não é um “chato de galocha”, mas ama esses assuntos que a autora aborda no livro, vai adorar. 

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

Confira: Entrevista com a Chata de Galocha!

Fan Page ♥ Instagram


21
26.06.2017
* PJ Entrevista: Lu Ferreira, do Chata de Galocha! ♥

Ei, Gente! :) Sabe quem topou responder algumas perguntinhas para o PJ? A Lu Ferreira, do Chata de Galocha! Uuuuu (entendedores entenderão hahaha). ♥♥♥ Para quem não sabe, a mineira lançou recentemente um livro em formato de guia de referência para quem gosta de desfrutar o melhor a cada segundo. Tem de tudo um pouco: moda, beleza, gastronomia e, claro, viagem. Aliás, esse lançamento é uma ótima forma de comemorar 10 anos do blog que leva o mesmo nome. Espero que gostem! Está curtinha, mas acho que dá para conhecer um pouco mais da chata mais legal. Conta aí, Lu. ;-)

downloadPJ Entrevista: Lu Ferreira! 

1. Uma curiosidade do livro que quase ninguém sabe?  
R: O batom da capa não existe! Mudamos a cor no Photoshop para combinar com a cor do nome, um lilás. ;D

2. Como você fez para selecionar as dicas do guia? Conte um pouco sobre o seu “método” e o processo do livro no geral.
R: Não foi uma seleção, o material do livro é original, escrito para esse projeto. Elaborei um ‘roteiro’ de tópicos junto da editora e fui escrevendo os capítulos seguindo esse roteiro. O processo todo durou um ano e depois de tudo escrito fizemos um novo roteiro, dessa vez para as fotos, que foram todas produzidas em quatro dias.

3. Se tivesse que seguir apenas três receitas do livro durante um mês, quais seriam as suas escolhas?
R: 
Wrap de abacate (comeria TODOS OS DIAS!), cheesecake de nutella e o bolinho light de banana, pra equilibrar, hahah!

livro1

4. Se tivesse que escolher três peças de roupa para salvar de um incêndio, quais seriam as suas escolhas?
R: Meu oxford flatform, minha jaqueta de couro favorita e uma bolsa que amo.

5. Três destinos imperdíveis que você mega recomenda?
R: NY é minha cidade dos sonhos, não importa quantas vezes visite. Santorini é o lugar mais bonito em que já estive e Itália é onde como melhor.

6. O que diria para a Lu do Chata de Galocha de 10 anos atrás?
R: Tem um capítulo do livro dedicado a isso, mas se fosse resumir, seria para continuar seguindo a sua intuição e se manter fiel a si mesma. É clichê, mas clichê só é clichê porque é verdade, não é?

PJ Entrevista - Lu FerreiraLéo (marido da Lu), Bia (filha da Lu e do Léo) e Julia (irmã da Lu)!
Crédito das imagens: Chata de Galocha e Saraiva

É isso, pessoal. Gostaram? Podem opinar à vontade. Assim que eu ler o livro, faço resenha para vocês. E quem quiser comprar, só clicar aqui! Muito obrigada pela atenção, Lu. Adorei muito! Obrigada por criar tanto conteúdo bacana. Não só para o blog, mas também para o Youtube. Aliás, mega indico o canal do Chata de Galocha. Os vídeos são ótimos e com as melhores edições (principalmente de recebidos e a parte do chatômetro). Inclusive, tem um vídeo com os bastidores das fotos do guia. ;-)

Ah! Antes de terminar o post, deixa eu contar um coisinha: teve uma fase da minha vida bem complicada e os vídeos da Lu me ajudaram muito. Não são assuntos estilo autoajuda… Mas sempre quando assistia, me divertia e a deprê ia embora. Pronto. Agora o post chegou ao fim haha! 

Beijos, Carol.

Para relembrar: Entrevista Vic Ceridono 

Fan Page ♥ Instagram


24

Pequena Jornalista - Todos os Direitos Reservados - Copyright © 2018