01.10.2019
* PJ Entrevista: Alexandra Godoy! ♥

Ei, Gente! :) Para começar o mês, fiz uma entrevista com uma autora brasileira bem fofa que conheci através do Instagram: Alexandra Godoy Ela é autora do livro “Segredo de Justiça“, um romance erótico, que ficou duas semanas como o mais vendido do gênero na Amazon. Ah! Em menos de um mês, a história já completou mais de 66 mil páginas lidas. Muito legal, né? Então, se você gosta desse tipo de livro, corre para garantir o seu e-book. Mas antes, dá uma lida nesse post. Conta aí, Alê! ;-)

PJ Entrevista - Segredo de JustiçaPJ Entrevista: Alexandra Godoy!

1. Hora de vender o seu peixe: Por que o pessoal deve ler “Segredo de Justiça”?
R: Quando escrevo algo, a primeira pergunta que faço é, eu leria isso se não fosse meu? Quando nos perguntamos isso, temos uma nítida noção da mensagem que queremos passar para o leitor. “Segredo de Justiça” é um livro apaixonante, possui uma leitura fluida, ideias criativas, personagens sensíveis e muito bem alinhados. O livro vai além de cenas eróticas, embora essas sejam muito excitantes e estimuladoras. Possui uma pegada investigativa e muito suspense, para quem gosta de um frio na barriga, esse é bem instigante. O legado que deixo sobre esse livro hipnotizante em relação ao amor é que não importam as circunstâncias, o lugar e o tempo, para viver, basta senti-lo. Entretanto, sempre haverá consequências boas ou ruins, nós que teremos que julgar se isso é bom, legal ou imoral. Vale muito a pena a leitura!

2. Uma curiosidade durante a escrita desse livro, que quase ninguém sabe?
R: Eu mudei a dinâmica do crime.

3. A parte doce e amarga de viver de livros no Brasil?
R: A leitura transforma o ser humano, enriquece seu conhecimento, estimula a criatividade, melhora a comunicação. São tantos os benefícios da leitura que não dá para mensurar. Quando escrevemos algo e conseguimos atingir o coração das pessoas é mágico, é uma experiência única. Essa é a parte doce da leitura, fazer com que o leitor entenda e ame o que sua mensagem quis dizer e de alguma maneira levar para a sua vida. E viver de livros no Brasil é difícil e desafiador, menos da metade da população não possui o hábito da leitura, e muitos escritores acabam deixando esse dom de lado, por não conseguir se manter com a escrita. Se for iniciante então, os obstáculos são ainda maiores.

4. Tem alguma mania peculiar na hora de escrever? Conta. :)
R: Eu tenho um ritual para escrever. Tenho que estar ouvindo música lenta ou clássica, inclusive coloquei duas músicas instrumentais na trilha sonora de “Segredo de Justiça” de um pianista que gosto muito. E posso falar duas manias? rsrs =) Eu também costumo trocar de lugar, fico intercalando entre a sala e o quarto.

5. Se pudesse salvar três livros em um incêndio da sua biblioteca, quais você salvaria? 
R: Nossa! Difícil… São tantos livros que gostaria de salvar! Mas acho que esses marcaram minha vida e conseguiram me atingir de alguma maneira. “O Lado Bom da Vida” (de Matthew Quick), “Um Refúgio para a Vida” (de Nicolas Sparks) e “Cinquenta Tons de Cinza” (de E.L James). 
***
Gostaram? Podem opinar à vontade. =) E, Alê, muito obrigada pelas respostas. Essas entrevistas sempre me incentivam muito!  Sucesso, viu? ^^
Ah! E quem quiser embarcar nesse romance apimentado, é só clicar aqui. Também está disponível no Kindle Unlimited.
Beijos, Carol. 
Post Antigo: PJ Entrevista – Gaía Passarelli 
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09.09.2019
* Especial Bienal – PJ Entrevista: Camila Fremder e Jana Rosa! ♥

Ei, Gente! :) Essa semana, vai ter um especial sobre a épica Bienal do Livro, que acabou ontem, aqui no Rio de Janeiro. E para dar início, uma das minhas metas era entrevistar as autoras do livro “Como ter uma vida normal sendo louca”, da Camila Fremder (que já falei sobre ela no blog algumas vezes) e Jana Rosa. Se eu consegui? SIM! YAY! Tá bem curtinha, mas acho que tá bem legal. =) Quanto ao livro, eu já li tem um tempinho a 1ª versão, mas elas relançaram pela HarperColllins, pois vai virar uma peça, que estreia dia 21 de setembro, em São Paulo. A história é basicamente a mesma, mas com algumas alterações. Então, vamos lá? Contem aí, meninas! E muito obrigada pelo tempinho. Foi incrível! 

PJ Entrevista - Camila Fremder e Jana Rosa - 2O quanto eu amei essa entrevista e a sessão de autógrafos?

1. Afinal, como é ter uma vida normal sendo louca?
Camila:
Eu acho que é seguir a sua vida porque não tem jeito! A vida não para e você segue, independente de estar “louca” ou “normal”, aí você vai indo. E aí você só sabe que está louca depois que você fica normal. Ai você para e pensa: meu Deus, eu estava louca.
Jana: Acho que o normal não existe. Acho que é um conceito que a Sociedade criou para manipular as pessoas. ;-)

2. Uma mania peculiar na hora de escrever?
Camila:
Eu leio tudo em voz alta e, às vezes, eu imprimo o que eu escrevi porque eu gosto de ler andando.
Jana: A minha mania é deixar tudo para última hora, aí eu fico louca, nervosa e aí eu penso “tenho que escrever”. Ai fico tremendo, me arrependo, porque era a última chance hahaha.

3. Incêndio na biblioteca de vocês… Quais são os três livros que vocês salvariam?  
Camila: Equador, que é um dos meus livros favoritos, do Miguel Sousa Tavares. Também algum de suspense, tipo da Agatha Christie e, por fim, um de crônica bem leve, tipo do Antonio Prata.
Jana: Ensaio sobre a Cegueira (José Saramago), Estorvo (Chico Buarque) e Capitães de Areia (Jorge Amado). Inclusive, esse último tinha uma personagem chamada Dora, que a filhote da minha cachorrinha, levou esse nome por conta do livro.

PJ Entrevista - Camila Fremder e Jana Rosa - 3Nem acredito!!

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Gostaram? Podem opinar à vontade! =) Ah! Alguns livros vocês encontram resenha aqui no blog, ok?
Ah! E preciso dizer: a dedicatória delas é a mais autêntica. Elas perguntaram o desenho que eu queria e, simplesmente, desenharam dois cachorrinhos hahaha! Como não ser fã? E me contem se vocês querem que eu leia de novo para escrever sobre o livro aqui no PJ. No mais, é isso. Obrigada, meninas! E obrigada pessoal da HarperCollins!  E obrigada namô, por ter acordado cedinho comigo, pelo apoio e pelas fotos. 

PJ Entrevista - Camila Fremder e Jana Rosa - 4A melhor dedicatória!

E para vocês: como ter uma vida normal, sendo louca?

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Enfim, 30!

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10.06.2019
* PJ Entrevista: Rê Lustosa! ♥

Não é todo dia que a gente encontra por aí escritoras que ilustram o próprio chick lit, né? Para começar a semana, separei uma entrevista que faz a gente amar ainda mais o mundo dos livros e das ilustrações. Quem topou responder algumas perguntas para o blog foi a Rê Lustosa, autora e ilustradora, que escreveu recentemente o livro “Confissões de uma Terapeuta“, publicado pela Lura Editorial. Super fofa, ela deu ótimas dicas e falou um pouco sobre essa comédia romântica, que vai fazer Becky Bloom amar a história. Vamos lá? Conta aí, Rê! 

IMG_3003PJ Entrevista: Rê Lustosa

1. O que dá mais trabalho: escrever um livro ou ilustrar uma resenha?
R: Escrever um livro! Pois leva um tempo maior para finalizar o projeto, e o processo da escrita passa por muitas desconstruções até chegar ao resultado final.

*** P.S: Mega indico essa parte do site, que eu amei as resenhas ilustradas!!!! 

2. Aliás, como essas duas paixões (leitura e ilustração) surgiram na sua vida?
R: Foi na época da faculdade, quando descobri o mundo editorial como uma possibilidade de trabalho, e percebi que era apaixonada por essa área. Eu amava livros de Chick Lit e lia um atrás do outro desse gênero. Porém, eu também estava me aventurando na área da ilustração, apesar de ainda não saber como juntar essas duas paixões. Foi só mais pra frente que percebi que ilustração e leitura combinavam muito com meu propósito profissional, que é criar conteúdo para alegrar o dia das pessoas. E, a partir daí, tudo foi se encaixando naturalmente! Rsrs

Rê Lustosa - Ilustração

3. E a ideia de escrever a história da Melissa? (Conta um pouco sobre o processo de escrita, curiosidades, aliás foi você que ilustrou a capa do seu livro?)
R: O processo de escrita do livro foi longo, mas muito divertido. Uma ideia atrás da outra ia surgindo, e eu sempre ia anotando quando elas surgiam em minha mente. Foi um período super criativo, mas também de muito amadurecimento da escrita e de muito estudo. O livro foi dedicado ao meu namorado, Felipe, que me auxiliou nesse processo de escrita e publicação, e sempre me apoiou na realização do meu sonho! Fui eu quem ilustrei a capa do meu livro sim e eu amei! Rsrs Eu queria deixar minha marca também na arte da capa, além da escrita, e gostei de ter decidido desenvolvê-la! Fico feliz de ter criado a Melissa tanto em palavras quanto visualmente Rsrs.

4. Escolha três livros que salvaria de um incêndio na sua biblioteca. (Não vale o seu hahaha).
R: Rsrsrs combinado! Eu salvaria “O diário de Bridget Jones”, “Os delírios de consumo de Becky Bloom” e “O diabo veste Prada”.

5. Para quem deseja viver de escrita e/ou ilustração, qual conselho valioso você daria?
R: Eu diria que treino diário é uma das coisas mais importantes nessas duas áreas. Treine e estude bastante. Além disso, o planejamento e as metas são muito importantes para tirar os projetos da mente e passá-los para o papel, afim de realizá-los.

Confissões de uma terapeutaCrédito das Imagens: Rê Lustosa

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Gostaram? Espero que sim! Eu amei, Rê. Muito obrigada pela atenção! Todo sucesso do mundo para você. ♥ 

E como não amar essa capa, gente? Me conquistou total, mas tenho certeza de que como uma boa leitora de chick lit vou me apaixonar ainda mais pelo conteúdo! A propósito, o livro conta sobre Melissa Belinque. Formada em psicologia, ela é uma terapeuta especializada em relacionamentos, mas com um detalhe: nunca esteve em um. Daí, o destino prega uma peça, onde uma de suas pacientes é apaixonada pelo mesmo homem que Melissa, que por sinal é o seu melhor amigo! Pela sinopse, a gente imagina o que vem por aí. Louca para embarcar!!

Eu já fiz o meu pedido (meu namô vai me dar de Dia dos Namorados hahaha) e assim que eu ler, conto para vocês, ok? E quem quiser garantir o seu, é só clicar aqui. Para conhecer mais o trabalho dela, vale seguir o insta também. Cada post mais fofo que o outro! ^^

Beijos,
Carol.

Post Antigo: Entrevista – Sublinhando

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04.02.2019
*PJ Entrevista: autora Erika Lazary! ♥

Ei, Gente! :) E a primeira entrevista do ano está no ar. Aliás, sobre um assunto que nunca falei muito por aqui, mas amo: BBB. Hoje em dia, não assino mais o Pay Per View, porém, assisto fielmente ao programa na Globo. Já tenho os meus favoritos dessa 19ª edição, inclusive uma indicação de livro sobre o tema: Big Brother no Brasil – Estratégias de Comunicação, dos autores Erika Lazary e José Carlos Rodrigues, publicado pela editora CRV. E a Erika topou contar um pouco sobre a obra e o famoso “fogo no parquinho” (fala do nosso querido Thithi, apresentador do programa). Afinal, será que é um entretenimento válido? Então, partiu dar aquela espiadinha no resultado desse bate-papo? Bom post! ;-)

Pj Entrevista - Erika Lazary - 1Crédito da Imagem: Pequena Jornalista 

1. Conte um pouco sobre o livro, desde a ideia, a concepção e o resultado.
R: O livro surgiu de uma parceria maravilhosa com o professor José Carlos Rodrigues, que foi da minha banca de mestrado. A dissertação procurou investigar “por que o BBB fazia tanto sucesso”. Orientada pelo professor Bernardo Jablonski, aprofundei em diversas teorias da comunicação, aliando com as teorias de psicologia. Na ocasião, estudamos profundamente o BBB (5ª edição). Assistia ao programa pelo pay per view por mais de 10 horas (por dia), visitei a casa do BBB, entrevistei participantes e profissionais da Rede Globo diretamente ligados ao programa. Então, após a defesa do mestrado, o professor José Carlos sugeriu continuarmos estudando e quando o programa completou 10 anos, lançamos o livro “BIG BROTHER no BRASIL – estratégias de comunicação” (Editora CRV), analisando como foi a década do programa no Brasil.

2. O que os alunos de comunicação, entre outros cursos, podem aprender com a leitura na prática?
R: O livro tem muito conteúdo informativo, especialmente para os que se interessam por comunicação, psicologia, filosofia, teorias de massa. Analisamos a perspectiva dos telespectadores, dos participantes, do programa e, especialmente, de como se relacionam entre si, utilizando essas teorias.

Pj Entrevista - Erika - BBBCrédito da Imagem: Divulgação 

3. Afinal, o Big Brother Brasil é um entretenimento válido? Por que as pessoas criticam tanto e outras assinam até pay per view?
R: Qualquer entretenimento pode ser válido, dependendo do que cada um faz com ele. Nós aproveitamos a repercussão do programa para tentar entender como ele funcionava. E foi extremamente válido! Resultou em um livro lindo, cheio de conteúdo e reflexões. Ao longo do nosso estudo, fomos aprendendo que não é possível progredir no entendimento desta atração adotando a perspectiva de desqualificar o programa. E sabe o que mais?! Aprofundando na reflexão, a crítica azeda que leva à depreciação do programa, muitas vezes, pode esconder preconceitos amargos que na verdade se dirigem contra os telespectadores (que supostamente seriam passivos e desprovidos de senso crítico). Essa oposição que começa na crítica ao BBB é apenas uma dentre os diversos níveis de oposições que permitem ao programa atrair públicos amplos e variados.

4. Três lições estratégicas de comunicação que podemos tirar desse reality show, que está na sua 19ª edição no Brasil.
R: O livro BIG BROTHER NO BRASIL trata das relações entre telespectadores, televisão e celebridades. Tem como principal objeto um programa de televisão que se aproximou (mais que os outros) da finalidade máxima de conquistar audiência. Para isso, o Big Brother produz estranhas simbioses entre público e privado, transformando bastidores em palco e garantindo a satisfação da curiosidade sobre a intimidade alheia. O programa insinua que a democracia pode ser obtida como um passe de mágica, sugerindo que as oportunidades estejam abertas a todos. Estimula a crença na realização dos sonhos maiores de pessoas comuns, em troca “apenas” do confinamento por alguns meses e da exposição estereotipada de determinados comportamentos.

5. Anonimato ou vida pública? Até que ponto dar aquela espiadinha no “fogo no parquinho” pode ser benéfico ou trazer malefícios?
R: O que seria benéfico ou maléfico??? O que é bom para alguns, pode não ser para outros. E vai depender também do ponto de vista analisado. Mas no geral, tudo vai depender de como cada um vai receber o estímulo. O que podemos falar sobre o telespectador, é que há sempre um pensamento do tipo “o que faria diante de tal situação?”. Além disso, observar pessoas comuns dentro da “telinha” pode sustentar um desejo de vir a ser alguém famoso: “se ele está na TV, quem sabe um dia eu poderei estar também”. E, claro, o fato de estar fora da TV dá uma sensação muito confortável de ser um (suposto) juiz com todo aval de julgar sem ser julgado. Todas essas observações estão no livro e são fortemente embasadas em teorias e análises sobre a comunicação de massa.

f8A8lXyN_400x400Crédito da Imagem: Twitter Big Brother Brasil 

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E vocês? Curtem BBB? Podem opinar à vontade! E, claro, fica a dica literária, seja estudante ou apenas um curioso sobre esse universo do Grande Irmão!
Ah! E quem quiser comprar o livro, é só clicar no site da Editora CRV ou se você for do Rio de Janeiro, pode retirar o seu exemplar com desconto (apenas para leitores do blog ^^). Para saber mais informações sobre essa segunda opção, é só enviar um e-mail para mim (pequenajornalista@pequenajornalista.com), ok? E fique de olho, que em breve teremos um sorteio lá no Insta do PJ. ;-)
E muito obrigada pela confiança e parceria, Erika! Todo sucesso do mundo!

Beijos, Carol. 

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P.S: Esse post é um publipost! ;-) 


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05.11.2018
* PJ Entrevista: Carol Hungria! ♥

Ei, Gente! :) Tem noivinha de plantão por aí? Para o post de hoje trouxe uma entrevista com uma estilista mega fofa e talentosa: Carol Hungria, que a propósito lançou recentemente a 2ª edição do Guia Atemporal de Noivas com Estilo. Vamos lá? 

Guia Atemporal das Noivas com Estilo 2Entrevista: Carol Hungria

1. O que não pode faltar em um vestido de noiva, independente do estilo dela?
R: Alguns pontos são fundamentais em qualquer vestido de noiva. Ele não precisa necessariamente ter renda, bordado, uma cauda ampla ou ser acompanhado de um véu. O fundamental para os vestidos, na verdade, é realmente ser a cara da noiva e casar perfeitamente no formato de casamento que ela escolheu. E quando falamos em formato, isso inclui o local, o horário e o estilo do casamento (se ele é boho, moderno, clássico…). Já fiz noivas até com detalhes pretos no vestido, mas ficou incrível porque tinha tudo a ver com o clima do casamento e a personalidade da noiva.

Bia Paci por Laura CampanellaCrédito da imagem: Bia Paci por Laura Campanella

2. Pode fugir do branco e off-white? Quais são as cores são permitidas?
R: Pode tudo! No entanto, não sou muito fã de investir em tons que perdem a cara de noiva. Ir para um rosinha, um lilás bem delicado e clarinho, um azul bem apagadinho ou um nude, não “descaracteriza” a noiva. E um truque que gosto bastante para casar com esses tons diferentes de forro, é investir em uma renda sobreposta branca ou off white, que acaba quebrando um pouco esse fundo e deixando a proposta mais delicada!

3. Defina o guia atemporal em uma palavra.
R: Essencial. Imperdível. Completo. rs!

Mariana Souza por Ricky Arruda e Anna QuastCrédito da imagem: Mariana Souza por Ricky Arruda e Anna Quast

4. Uma curiosidade sobre o livro que quase ninguém saiba?
R: Acho que quase ninguém sabe de onde surgiu essa ideia do livro. Muitas noivas que me procuravam chegavam sempre com as mesmas dúvidas. Sobre escolha do sapato, escolha da modelagem, escolha dos acessórios… enfim! Para ajudá-las, eu criei um “mini guia” com minhas dicas para essas questões mais recorrentes. O sucesso do mini guia foi tanto que começamos a receber pedidos de compra de todo o país! Fiquei surpresa, porque o intuito era realmente presentear as noivas que faziam atendimentos no Atelier! Foi daí que surgiu a ideia do livro, que é um manual super completo para as noivas nessa fase de preparativos!

5. Futuras noivas precisam saber…  
R: Que experimentar é preciso. Não diga não antes de provar, você pode se surpreender! Não tenha medo de ser você. Não se apegue tanto aos conselhos dos outros. E curta cada momento dos preparativos! Eles passam muito rápido e deixam muita saudade.

Priscila Guedes por El GrecoCrédito da imagem: Priscila Guedes por El Greco

É isso, gente! Compartilhem com aquela amiga que vai casar e precisa de um help urgentemente. Muito obrigada, Carol e Gabi. Quando eu casar, já imagino quem pode criar o meu vestido.  E quem quiser saber mais dicas e tal, é só seguir a minha xará lá no Insta. E para comprar o livro, só clicar aqui.

E podem opinar à vontade. ;-)

Beijos, Carol.

Para ler: Bouquet (ou buquê) de noiva

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