20.05.2020
* Uma pequena blogueira sem inspiração! ♥

Sabe aqueles dias que a gente não tem a menor ideia do que escrever no blog? Essa quarta-feira, dia 20 de maio, está sendo assim! Eu tenho um caderno com várias anotações, mas nenhuma fez sentido hoje.

Apaguei o título desse post umas quinze vezes e estou quase apagando pela 16ª vez! Pensei em falar sobre 5 fatos da quarentena, um top 5 de algum autor brasileiro ou uma wishlist literária nova. Talvez uma playlist rolasse… Mas não rolou!

Crédito da Imagem: vi no Google!

Pois é! Vida de blogger não é fácil. Eu amo o PJ e não o abandono por nada nesse mundo. Atualizo todos os dias com muito carinho e dedicação! E fico feliz com cada comentário e dá um orgulho a cada ponto final de um post e uma montagem prontinha!

Mas têm dias que são assim. A gente tem que respirar e ver que não é uma máquina de fazer posts. E tá tudo bem! Talvez esse tema, por incrível que pareça, vire um post da vida real. Não que as coisas que eu coloque aqui não sejam reais…. Ah! Vocês entenderam hahaha!

Enfim, é um textinho para mostrar que esses dias ocorrem com todos! Que não pode ser um gatilho para desanimar. Amanhã é um outro dia e a inspiração vai voltar. Assim espero!

Crédito da Imagem: Bia Pof!

Aproveito para pedir sugestões. Tanto de posts e o que fazer quando isso acontecer! Aliás, isso já aconteceu outras vezes, mas nem as minhas táticas (correr para o Pinterest, por exemplo) funcionaram! Então, quem quiser fica à vontade para acrescentar nos comentários as dicas. ;-)

É isso. Um post bem sincerão e de coração! ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo – Para pensar: Amanhã!
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9
07.04.2020
* 5 coisas que aprendi sendo Jornalista! ♥

Ei, Gente! :) Para quem não sabe, hoje é o Dia do Jornalista. E, sim, o nome desse blog não é por acaso! Me formei há quase 11 anos e apesar dos pesares, continuo fazendo uma das coisas que mais amo na vida: levar informação através da escrita. ♥

E como toda data, essa também tem o seu motivo. De acordo com o Portal da Imprensa, é uma homenagem ao jornalista Giovanni Battista Líbero Badaró, proprietário do Observador Constitucional. Aliás, esse meio de comunicação era a favor das ideias liberais e não curtia muito o reinado de Dom Pedro I, digamos assim. A propósito, Badaró foi morto e esse assassinato alavancou a crise que começava a tomar proporção no império de Dom Pedro I, fazendo com que o mesmo renunciasse no dia 7 de abril.

Confesso que não sabia dessa história e isso faz com que eu mais ame a minha profissão. Com ela, aprendo muito, todos os dias. ;-) Falando em aprendizados, trouxe cinco coisas que aprendi sendo Jornalista. Vamos lá?

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

1. Não é uma profissão fácil. Muitas vezes, não somos valorizados. Principalmente, na parte financeira. Por isso, faça por amor. Claro que só isso não paga as contas… Sendo assim, antes de qualquer coisa, se valorize. Siga a sua intuição e veja o que cabe na sua realidade, mas independente de qualquer coisa, não deixe que te façam de gato e sapato. ;-)

2. O jornalismo de hoje não é o mesmo de ontem e, provavelmente, não será o de amanhã. Tudo muda, o tempo todo! É preciso se reinventar, estudar sempre. Se não, a gente fica para trás! Não é fácil, eu sei. Luto com esse fato quase todos os dias, mas é importante. Juro, juradinho!

3. Ok, há erros grotescos. Em contrapartida, a gente é ser humano e erra também. Por exemplo, todos os meus textos não saem de uma hora para outra. Reviso um milhão de vezes, mas pode ser que uma palavra saia errada ou que uma frase não faça sentido. E quer saber? Tá tudo bem. É importante que a cobrança não se destaque tanto. ;-)

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

4. Informar com leveza é a minha grande paixão. Aliás, criei o PJ com essa intenção. Escrever do meu jeitinho, sobre coisas que deixam a vida menos pesada. Porém, quando tenho de ser objetiva e seguir uma linha editorial diferente, vou fundo. Mas sempre tentando dar um toque menos pesado possível. E a sua forma de escrever não precisa ser a mesma do coleguinha! Cada um tem um jeito e se comparar só atrapalha, viu? Vai por mim!

5. Não sei se continua sendo assim, mas há séculos muitas pessoas ficavam chocadas quando eu falava que não queria ser a próxima Fátima Bernardes. Apesar de admirá-la, sempre gostei de escrever, estar dentro de uma redação de jornal (ou revista, ou site), mesmo em casa. Jornalismo têm diversas áreas e não necessariamente tem de ser em uma bancada de jornal em rede nacional. Mas se esse é o seu desejo, vai com tudo! E aqui vai uma dica: se for viável, experimenta mais de uma para ver qual que você se identifica mais! ♥

***

Acho que é isso, gente! :) Eu amo ser jornalista, mesmo que a profissão tenha me decepcionado algumas vezes. Já trabalhei em lugares que carrego para vida, outros que não quero nunca mais pisar! Mas independente, todos me ensinaram. São muitas histórias, pautas e frio na barriga por conta de deadline! Têm textos que dão orgulho, por mais que eu leia mil vezes. E são muitos bloquinhos, canetas e afins. A era digital tá aqui firme e forte, mas algumas manias são para sempre! ♥

Ainda não cheguei lá, mas espero que os sonhos nunca acabem. Quero alcançar um por um, mas hoje em dia de uma maneira mais pé no chão.

E se você sonha em ser jornalista, saiba que não é fácil, mas ninguém disse que seria, né? É preciso dedicação, amor, respeito e muito trabalho! Como qualquer profissão. E, do fundo do meu coração, torço para que esses aprendizados e palavras soltas te ajudem a trilhar o melhor caminho, independente da direção que desejar seguir.

Feliz dia! :) Para quem só se formou, para quem vive diariamente do jornalismo e para quem sonha. E obrigada a todos que me incentivam diariamente, principalmente: minha irmã Lulu, minha mãe, meu namorado e a minha eterna chefinha, a Ana Ioselli. Amo vocês! ♥

No mais, podem opinar à vontade! ^^

Beijos, Carol.

Post Antigo: Assessoria de Imprensa e 4 draminhas!
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11.03.2020
* PJ Entrevista: Fernando Moreira, do Page Not Found! ♥

Ei, Gente! :) Quando eu era rata do Twitter (atualmente, perdi minha senha e não consigo recuperá-la hahaha), um dos arrobas que eu mais amava era do Page Not Found, que na verdade é um blog que conta as situações mais inusitadas da vida!

A propósito, Fernando Moreira, criador desse veículo, escreveu o livroBaseado em fatos reais“, com 14 histórias inspiradas em acontecimentos para lá de diferentes.

E como sou jornalista, tenho um blog que fala de livros e acompanho o Page Not Found, nada mais justo do que entrevistá-lo, né? E rolou \o/! Obrigada, Fernando. Espero que gostem. Eu adorei! ♥

PJ Entrevista: Fernando Moreira

1. Até chegar ao blog Page Not Found: qual foi a parte mais inusitada (ou uma das) da sua carreira jornalística?
R:
Não sei bem se posso chamar de inusitada, mas foi definitiva certamente. E remota ao dia 11 de setembro de 2001. Eu acompanhei ao vivo, pela TV, o choque do segundo avião com uma das Torres Gêmeas, em Nova York. Lembro-me que parei uns longos segundos sem entender exatamente o que estava acontecendo. Pensei que estávamos à beira do colapso mundial. E aquele foi o dia mais longo da minha carreira: eu tinha entrado às 7h e saí às 6h do dia seguinte. Esse evento forjou a minha carreira na editoria internacional. Minha sede de entender (ou tentar) o mundo só aumentava. O Page Not Found nasceu da necessidade de aprofundar essa viagem, até os subterrâneos das notícias mais ignoradas.

2. Falando em blog, o que você acha que o futuro reserva para esse tipo de veículo? Qual seria o seu conselho para inovar?
R: Já há alguns anos se fala que blogs estão com os dias contados. E eles seguem firmes. Até mesmo entre os mais jovens, que são um bom termômetro para testarmos a durabilidade de fenômenos de mídia. O meu conselho é descobrir um nicho. Não adianta sair disparando a esmo para todos os lados. Você tem que ser bom e cada vez melhor em um universo específico. E se abrir para as novas tecnologias e as novas formas de contar histórias e se mostrar ao mundo. E as possibilidades são enormes.

3. Conta um pouco sobre a rotina do Page Not Found (seleção dos posts e etc).
R: O Page nasceu do vácuo que a dita imprensa tradicional deixava para notícias consideradas inusitadas, bizarras, insólitas. Ainda são assuntos considerados menores por muitos. A minha rotina é fuçar em sites mundo afora quais as histórias mais esdrúxulas, mais curiosas, mais impactantes. Mas, apesar de a imprensa que se considera mais “séria” negar o seu DNA nessa cobertura, volta e meia encontro boas histórias em sites bem clássicos, como o do New York Times, do Guardian, do Independent, da CNN. Redes sociais são outro universo onde boas e insólitas histórias costumam desfilar. Antes de ser jornalista, preciso ser garimpeiro.

Crédito: Reprodução Blog Page Not Found

4. Quanto ao livro “Baseado em fatos reais”: o que o leitor, que ainda não embarcou, pode esperar? E como foi o processo de escrita, do início ao fim?
R:
O livro é uma espécie de acerto de contas. As postagens do Page são curtas, geralmente elas se prendem a um fato específico. Algumas lacunas ficam abertas: o que aconteceu antes desse fato, o que vem depois dele? No livro, eu respondo essas questões. Porém com ficção. São 14 contos, que flutuam entre realidade e fantasia. Eu parti de fatos noticiados no blog e me permiti imaginar um cenário mais rico e denso no entorno dessas histórias reais. O processo é uma provocação: o que há de real e imaginário nos contos? O que há de real e imaginário nas nossas vidas?

5. Pergunta clássica do Pequena Jornalista: teve um incêndio na parte de livros de jornalismo da sua biblioteca, quais são os 3 que você salvaria?
R: “1984“, de George Orwell, uma obra atemporal de ficção recheada de realidade, que deveria ser uma bíblia para os jornalistas, “Notícias de um Sequestro“, de Gabriel García Márquez, pela maestria da narrativa, e “A Sangue Frio“, de Truman Capote, que me inspirou muitíssimo, por ser uma mescla de jornalismo e literatura.

***

E o quanto essa entrevista me inspirou? Principalmente, em relação ao blog! Mais uma vez: obrigada, Fernando. Quem quiser saber das notícias mais inusitadas da vida, só clicar aqui. Quer ler o livro? Corre aqui! Assim que eu embarcar, publico a resenha, combinado?

No mais, podem opinar à vontade!! :)

Beijos, Carol.

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Post Antigo: PJ Entrevista – Nathalia Fuzaro
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06.01.2020
* Pequena Escritora #4: Uma carta para 2020! ♥
(Por Carol Daixum)

Ano novo. Vida nova! É sempre a mesma história. Eu sei! Mas na minha cabeça, é quase impossível não vivenciar essa sensação. Aquela de recomeço! E sinceramente? Eu amo! Preencher um novo planner, fazer um nova lista de metas (por mais que sejam antigas)… E quando o último ano não foi o melhor rolê da vida, esses clichês são mais legais ainda.

Não é que 2019 tenha sido horrível. Mas foi um ano bem ansioso! Principalmente, no quesito vida profissional. Sai de um emprego. Resolvi andar com as próprias pernas. E eu sabia que não seria fácil, mas não tinha ideia do quão difícil seria. Porém, aprendi bastante e gente: fiz a minha primeira montagem no Photoshop.

Ah! Consegui a minha primeira credencial para a Bienal do Rio de Janeiro, fiz o meu primeiro publipost e o blog completou uma década. Também fiz viagens curtas, mas aquela para fora do país não rolou. Ganhei uma estante dos sonhos e recebi o meu primeiro contato de uma pessoa que pegou um livro esquecido por mim e voltei para o Inglês!

E sou grata por tudo isso. Mas confesso que eu queria mais! E ainda bem que 2020 está aí. Eu ainda estou confusa de qual caminho seguir profissionalmente. Eu amo escrever e não quero largar isso por nada! Só estou tentando descobrir como ganhar dinheiro com isso, de fato.

Mas vamos que vamos! O ano não tem culpa de nada. Li hoje que não adianta você vestir de branco, se não batalhar pela paz que deseja. Ou de amarelo, se não trabalhar arduamente para ganhar dinheiro. Mas a tradição vale a pena. Só não pode parar por aí, né?

Para o meu, o nosso 2020, desejo leveza. Que haja menos cobrança da gente, de verdade. Que saibamos dizer não e que a voz da nossa razão e do nosso coração fale mais alto do que outras vozes. Que se rolar medo, que a coragem tome à frente e que a gente deixe a vida fluir.

Claro, que existem dias e dias e, espero, que a gente viva um de cada vez, na medida do possível. Porque tudo na teoria é mais fácil que na prática. Não tem jeito! Mas não pode ser desculpa para não tentar, né? Desejo coisas novas, repetecos que valham a pena. Sabedoria também é um bom desejo!

E que a gente olhe a nossa listinha de metas todos os dias, mas esteja preparado para mudar de rumo. Independente do ano, do mês, da semana. Que a gente leia mais, sem preguiça. Que a gente tenha ao menos um hobby, nem que seja trabalhar tomando mate. E que a gente seja a gente. Cheio de imperfeições, mas repleto de coragem para passar por um ano, que na real depende da vida, do destino, das coincidência, mas também tem nossos dois braços no meio! =)

****

Espero que gostem do texto! Eu fiquei bem feliz com o resultado! \o/ Espero conseguir publicar mais posts assim. No mais, sei que não é o primeiro post de 2020, mas desejo que esse ano seja incrível, leve e repleto de sabedora. Ah! E para variar: podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: Pequena Escritora – Felicidade
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5
11.09.2019
* Especial Bienal – Pequena Tiete! ♥

Bienal é muito mais do que comprar livros! Além de encontrar amigos, conhecer outros leitores tão apaixonados quanto… É uma oportunidade de estar cara a cara com aquele escritor que você admira e te inspira de alguma forma! Dessa vez, não foi diferente! Eu abracei, peguei dedicatórias e conversei com autores incríveis. Aliás, depois de uma mini entrevista sempre rola um momento tiete hahaha! Normalmente, sou muito tímida, mas dessa vez, consegui ser um pouco mais cara de pau. Então, trouxe alguns desses momentos “pequena fã”, mas já adianto que faltaram muitos (acho que pode rolar uma parte dois desse post) . Vamos lá? =)

Pequena Tiete - PJ - 1Crédito das Imagens e Montagem: Pequena Jornalista 

Para começar: dá para acreditar que eu tenho uma selfie com a Thalita Rebouças? YAY!!! E fazendo careta? Sério! Que autora incrível. Ela realmente merece toda a nossa admiração! Aliás, essa foto foi feita no Encontro da Arqueiro, que sempre leva um autor para conversar com os blogueiros. Aliás, o mais recente livro dela a gente ganhou (Confissões de uma garota linda, popular….). Enfim, foi um dos momentos mais legais dessa Bienal épica. =) Daí, finalmente conheci, ao vivo e a cores, a Camila Fremder!!! Escritora que sempre menciono aqui no PJ. Ela me inspira muito e fiquei bem feliz dela ser mega simpática! E, de quebra, conhecei a Jana Rosa, uma blogger das antigas e que também escreve! Adorei muito. E no meu último dia de Bienal, assisti uma das palestras mais incríveis do evento: Corajosa sim, Perfeita não. Para quem não sabe, é o título de um livro da Sextante, que trouxe a autora Reshma Saujani. Depois da palestra, ela foi para o estande da editora e, é óbvio, que eu pedi uma dedicatória no meu livrinho, que em breve vou ler. Aliás, nesse momento perdi bem a vergonha e arrisquei falar inglês. Sou bem tímida, mas ela entendeu hahaha. Então, tá valendo, né? 

A Bienal também é uma oportunidade de reencontros! Amei rever a Raffa (autora do 1º livro que comprei na Bienal), a Aimee (autora que me fez comprar um Kindle) e a Clara Savelli (autora de “As férias da minha vida”). Todas são tão queridas e fofas, sempre. Torço muito por cada uma e, talvez elas não saibam, mas me inspiram muito. Assim que eu ler os livros, conto para vocês por aqui! Aliás, semana que vem vai sair resenha de “Romance Concreto”, da Aimee. =)

Pequena Tiete - PJ - 2Crédito das Imagens e Montagem: Pequena Jornalista 

E sabem aquela história: meu Deus, eu escuto falar muito delas, porém, nunca tive a oportunidade de conversar, ler os livros e tal. Daí, nesse evento, conheci a Larissa, que contou a história de “Amor Plus Size” e eu tive de levar para a casa. Também conheci a Luly Trigo, que vende muito bem o livro dela, gente! Fora que é um amor de pessoa.  Por fim, mas não menos importante, duas autoras lindas! A Tammy, uma escritora das antigas e que foi uma querida. Uma das conversas mais legais que tive sobre livros e blogs. Muito obrigada! Tenho um dos livros dela em casa e, espero, conseguir ler em breve. E quem não é fã da Frini, gente? Também já tenho livro dela aqui em casa e, quase todos os meses, vou no Clube do Livro, escutá-la. A nossa paixão por leitura só aumenta! =)

***

É isso, pessoal. Ficou faltando muita gente nesse post. Não necessariamente autores, mas são pessoas que eu admiro muito e/ou que adorei conhecer! Então, acho que rola uma parte 2. ;-) No mais, podem opinar à vontade!

Beijos, Carol.

Post Antigo: Mania louca de escritora

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