23.02.2021
* Vale a pena ter parceria com editoras de livros? ♥

Ei, Gente! :) Tenho lido alguns posts no Insta e pela blogosfera sobre parcerias com editoras. Eu nunca fui muito de falar sobre, porque dependendo da abordagem pode criar uma polêmica meio nada a ver.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Mas eu decidi comentar um pouco no post do dia. ♥ Primeiro, vou contar que recebi duas respostas negativas hoje de seleção de blogs parceiros. Confesso que fico meio triste. Ganhar livro é muito bom, porém, o que mais mexe comigo é o reconhecimento do meu trabalho. Blogar é incrível, mas não é fácil. E receber um “sim” dá um quentinho no coração e a sensação de que estou no caminho certo.

Entretanto, acho que já fiquei mais frustrada. São inúmeros canais literários e acredito que não deva ser fácil para cada equipe de marketing escolher apenas alguns blogs, instas e tal. Dá aquela mini tristeza para quem não foi escolhido, mas ao mesmo tempo a gente vê que blogar vai além.

Crédito da Imagem: PNG e Gif Base

Tenho duas editoras parceiras oficiais aqui no blog: Arqueiro e Sextante. Ambas são do mesmo grupo e a parceria funciona para os dois lados, sabem? Não é remunerada, mas o carinho e as histórias fazem tudo valer a pena. Outra que eu participo de algumas ações é a Editora Mol. Sou fã e acho o trabalho deles incrível. Todo produto, o valor é revertido para alguma ONG. É um prazer divulgar cada publicação que recebo.

Mas claro que já cai em algumas ciladas e tudo serve de aprendizado. :) Então, se assim como eu, você recebeu um “não”, saiba que não está sozinha. Faz parte e acredito que seja um incentivo a mais, até mesmo para mudar a nossa mentalidade. Para começar, que tal apoiar aquele autor nacional? As parcerias com eles sempre são válidas, pelo menos comigo tem gostado bastante! Seja para divulgar, ler ou entrevistar.

Ah! Pesquise e veja se as editoras que você está se inscrevendo tem o seu perfil literário e do seu público. Não se inscreva apenas para ganhar livros. Converse com as pessoas desse meio, saiba como é o dia a dia, se você não vai ter de ser uma máquina de leitura ou se a parceria é benéfica para todos. E, por fim, mas não menos importante: valorize o seu trabalho. Nos mínimos detalhes!

Crédito da Imagem: Pinterest

Falando nisso, eu acredito que meios de comunicação desse nicho podem ser remunerados. Não que eu ache que tenha de virar uma vitrine de publis, mas publicidade bem pensada e honesta, pode render bons frutos. E o cenário que muitas vezes já vi é que empresas dessa área, não dão o devido valor aos influenciadores de livros. O foco nem sempre é o conteúdo e, sim, o número.

Enfim, a ideia é mostrar a importância da leitura sempre. Mas valorizar o que eu faço também! O PJ ser a minha principal fonte de renda é um desejo. Eu realmente amo blogar e ganhar financeiramente com isso, vai me ajudar unir o útil ao agradável.

Sim, eu tô meio desanimada, mas tentando focar em outros pontos! Acho que permuta é uma opção que muitas vezes vale a pena. Ainda mais se a gente se identifica com a editora. Espero que ano que vem o “não” vire “sim”, que eu nunca desista e que a Record me note hahaha. Afinal, eu sou a louca do chick lit hahaha. Brincadeirinha, mas o que eu tenho vontade mesmo é que eu me valorize cada vez mais, sem perder a essência, independente da situação. ♥

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

***

Ah! Tudo o que eu escrevi é de acordo com a minha experiência, ok? E é um relato bem sincero e de coração! Jamais vou julgar alguém que tenha uma opinião contrária. E respondendo a pergunta do título do post: sim, vale a pena. Mas tudo depende e se ambas as partes estão alinhadas.

Agora eu quero saber: o que vocês acham? Podem opinar à vontade! :)

Beijos, Carol.

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28.01.2021
* Abandonar a leitura: sim ou não? ♥

Ei, Gente! :)

Esse é um dilema mega presente na vida de leitores. Aliás, que atire um marcador de livro, quem nunca passou por isso. Seja você bookaholic ou no início da sua carreira como leitor. Abandonar ou não a leitura… Eis a questão! Hahaha.

Não há uma única e exclusiva resposta. Tudo vai depender de cada situação, sabe? Mas queria compartilhar dois momentos da minha vidinha.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

A maioria deve saber do meu amor pelo livro “Menina de 20“, da Sophie Kinsella. Em contrapartida, pasmem: ele não me conquistou de primeira. A história só começou a fluir do jeitinho que eu gosto do meio para o final… Surreal, né? Acho que quase ninguém imagina isso! Existem livros que não se encaixam naquele doce amor à primeira vista. Mas isso não significa que você tenha de abandonar de cara! Deixar a leitura para lá, pode fazer com que você perca histórias incríveis e que marcam a gente para sempre.

Então, por conta dessa experiência, acho que desistir logo nos primeiros desafios, pode fazer com que você perca bons momentos literários. Em contrapartida, insistir naquilo que realmente não está rolando naquele momento, pode fazer com que a leitura vire obrigação chata e o prazer de ler vá por água abaixo.

Crédito da Imagem: Amazon

Ano passado eu tentei ler “Dedique-se de coração“, a história da Starbucks, uma marca que eu amo. Sabia que fugia do estilo de livros que estou acostumada, mas eu queria conhecer e matar todas as minhas curiosidades sobre. Nas primeiras partes, fiquei mega feliz e animada. Mas a partir do momento que eles começaram a colocar finanças no meio, o desânimo tomou total conta. Ou seja, tudo parou! Fiquei 1 mês quase sem completar nenhuma leitura.

Nesse caso, cheguei à conclusão, de que era melhor deixar para lá. Pelo menos, por agora. Afinal, tava me atrapalhando mais do que enriquecendo meu lado leitora.

Crédito da Imagem: Amazon

Então, se esse dilema está tomando conta do seu dia a dia, veja a razão por trás e se tá valendo a pena a insistência. E qual é a situação? Seja sincero e pronto! Talvez, seja uma leitura para um outro momento ou simplesmente não seja para você. E, ok, sabe? Não tem problema! Há tantos livros incríveis por aí. Dê uma chance ou uma nova chance. Se é que me entendem. ;-)

***

E aí? Me conta sua opinião, que eu vou adorar saber! Tem alguma dica para resolver essa questão? Compartilha.

Ah! O livro da primeira foto eu não abandonei, mas apesar de amar o filme, às vezes, tenho a sensação de que posso querer abandonar. Mas vou tentar não pensar nisso e me arriscar. Não posso desistir antes de começar, né? hahaha

E, gente, vale lembrar que tudo depende da situação. O foco desse post é mais para aquelas leituras por livre escolha, ok?

Beijos, Carol. ♥

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22.01.2021
* Livros para quem quer escrever chick lit! ♥

Ei, Gente! :) Essa semana rolou a 1ª live de 2021 lá no Insta do blog. O tema? Chick lit, com a escritora brasileira Rê Lustosa. Foi um bate-papo tão legal e ela aproveitou para indicar alguns livros para quem quer escrever histórias do gênero.

Quem perdeu, fica tranquilo, que a live ficou salva aqui. Mas para facilitar a vida, trouxe as sugestões de lá para cá. Então, bom post. ♥

Escrever não é apenas escrever e pronto. A Rê contou na conversa, que além de ler muito sobre esse gênero, algumas técnicas podem facilitar a vida do escritor. Oficinas de escrita são bem-vindas e livros sobre o tema também. Aqui no Brasil, ela recomendou três, incluindo um de roteiro e diálogos, que são fundamentais para uma história ser bem recebida pelo leitor.

Então, temos: “Como escrever diálogos“, da Silvia Adela Kohan. Esse foi o que mais me interessou e quero muito comprar. Acho que vai me ajudar nos projetos futuros. Também tem “Story“, de Robert McKee. Esse é mais para o lado do roteiro, mas indispensável para autores também. E “A Jornada do Escritor“, de Christopher Vogler, eu já tinha escutado falar. De acordo com a Rê, ele fala sobre uma estrutura que funciona muito com os leitores daqui. ;-)

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

No Brasil, o que a gente repara muito é que esse gênero ainda precisa ser mais reconhecido e explorado. Lá fora, a nossa convidada encontra até mais livros que colaboram com autores de chick lit. Quando meu inglês estiver melhor, vou querer todos os quatro! ;p

Anotem aí: “Will Write for Shoes“, de Cathy Yardley. Dá para perceber que é bem específico e como eu espero que um dia tenha em português. É bem mais fácil aprender na língua de casa, né? Também tem “How to write dazzling dialogue“, de James Scott Bell. Mais um que aborda sobre diálogos! Temos “See Jane Write“, de Sarah Mlynowski e Farrin Jacobs. Outro que dá para perceber que é bem específico! Editoras, vamos trazer para cá? ;-) Por fim, mas não menos importante: “Romancing the Beat“, de Gwen Hayes. A Rê contou que é tipo um livro que ajuda na escrita de romances de beijinhos, digamos assim.

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

É isso, pessoal. :) Essa é mais uma forma de falar: leiam esse tipo de romance, caso o único motivo seja ter um certo receio com esse gênero. Sei que muitos acreditam que são histórias irrelevantes, mas é totalmente o oposto. Arranca risadas e muitos aprendizados (com muita leveza)! ;-)

Ah! Mais uma coisinha que a Rê falou e acho que pode ajudar muito o pessoal que deseja escrever chick lit: leiam outros estilos de livros também. Principalmente, se você tiver no processo de escrita. Quando a gente lê muito, sem querer, pode acabar pegando alguns vícios de autores. É ótimo ter referências, mas que não passe disso.

Gostaram? Podem opinar à vontade. Tem algum livro que pode ajudar? Não deixe de indicar. E obrigada pela ajuda, Rê!! Lembrando que todas as resenhas das histórias da Rê, vocês encontram por aqui no PJ. ♥

Beijos, Carol.

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24.11.2020
* 5 coisas boas que aconteceram em 2020! ♥

Ei, Gente! Falta 1 mês e pouquinho para esse ano doido acabar. Sem dúvida, não foi o melhor da vida. Por motivos óbvios e outros também! Mas durante a tempestade, sempre aparecem alguns arcos-íris. E nesse clima de repensar tudo o que tem acontecido, resolvi olhar o lado bom e relembrar 5 coisas que deixaram 2020 mais leve. Vamos lá? ♥

1. Já era próxima da minha irmã mais nova e do meu cunhado, mas com a pandemia, a gente acabou ficando ainda mais! Eu, ela, ele e meu namô formamos um belo quarteto com churras na varanda. E, claro, com a Jeanninha do lado tentando roubar carne, com uma rede mara e cada pôr do sol, que MEU DEUS!

2. No comecinho de 2020, eu tava bem desanimada com a minha vida profissional. E no meio de tantas demissões, consegui freelas que me ensinaram muito e mostraram que eu tô no caminho certo. Ainda bem! E o blog deu passos que sempre quis. Enfim, que venham mais e mais trabalhos incríveis. Aliás, eu to mega solta nos stories e nas lives! Quem diria? E o Insta do PJ deu uma renovada, graças a minha irmã. Obrigada, Lulu!

3. No comecinho da quarentena, confesso que me dava raiva ver pessoas na rua e sem máscara (olhando da minha varanda). Hoje, não julgo quem sai, mas quando tá sem o nosso acessório “tem que ter” ou finge que usa, fico possessa. Mas apesar disso, a minha empatia aguçou muito. Não tomar cuidado, não só me prejudica, como pode ter consequências para o outro. Falando nisso, protestos que eu sabia apenas por alto, dessa vez fui além. Mantive posições, revi outras e aprendi novas.

Crédito da Imagem: Bacon Frito!

4. Eu tô com muita saudade de ir ao cine. Mas ainda bem que existe Netflix, Amazon e por aí vai. Conheci histórias que entraram na minha lista de favoritos e maratonei séries e filmes como nunca. E aquelas que todo mundo assistia, eu finalmente embarquei, como Modern Family. E no quesito literário, tive meus bad days, mas me aventurei em novos gêneros e me apaixonei ainda mais por chick-lit.

5. Vi que a gente se adapta e dá valor ao que nunca deu antes, como a liberdade de sair. Tudo bem que o Rio é perigoso e tal, mas ter um vírus no meio disso tudo, dá ainda mais medo. Mas a gente se adapta às mudanças. E cada um tem o seu tempo! Não é romantizando a quarentena, até porque imagino o quanto de coisa ruim acontece. Porém, às vezes, diferentes posicionamentos, podem melhorar ainda mais uma relação. Seja amorosa, familiar ou de amigos. ♥

Crédito da Imagem: @naniape

Enfim, ainda têm outras coisas boas. Tipo o nascimento da minha afilhada, Malu. O niver diferentão da quarentena. O tempo todo agarrada com a minha doguinha perfeita e convivendo mais com o meu namorado, irmã e cunhado. O novo assusta, porém, aos poucos a gente vai. Quero que tudo volte ao normal, mas que as lições e as mais recentes lembranças (boas) fiquem e virem rotina também!

Agora me conta uma coisa boa que aconteceu nesse ano. Tenho certeza que tem! Seja uma ligação inesperada e um sorriso que alivia tudo! Mas se tiver tudo meio estranho, tudo bem. Tenta amanhã! ;-)

Beijos, Carol. ♥

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07.09.2020
* Pequena Escritora #5: o que ela não mostra, vira texto! ♥

Ei, Gente! :) Para o dia de hoje, decidi compartilhar um texto que diz muito sobre o momento atual da pequena que vos bloga, Vamos lá?

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Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Eu tenho me perguntado: será que o pessoal do outro lado do Insta, blog e afins, acha que eu levo uma vida fofa 24 horas por dia? Bom, se isso passou pela sua cabeça por acaso, saiba que isso não é verdade. ;)

Eu sei que, às vezes, parece modinha falar que a vida não é perfeita e tal. Mas por aqui é a mais pura verdade. Apesar de amar compartilhar o lado doce da minha vida, a outra parte mais amarga, eu prefiro guardar a sete chaves.

Porém, dessa vez, resolvi mostrar que nem tudo é mágico na vida da Pequena. Eu gosto desse meu jeito fofo de ser, mas tenho uma TPM que nem eu me aguento. Sou uma bookaholic, em contrapartida, a concentração não tem me deixado ler com tanta frequência. Tudo tem me distraído. Por isso a falta de resenhas literárias, no momento.

Vivo com vontade de sair de grupos de WhatsApp e já até pensei em deletar o app e correr para o Telegram, mas sem contar para ninguém hahaha. Fora outros conflitos internos e inseguranças que cismam em me dizer que elas estão certas. Seja com o namô, com a minha família… Quanto aos amigos, tenho poucos e bons, porém, confesso que, frequentemente, acredito que alguns, talvez, não se encaixem mais no meu dia a dia e vice-versa.

Crédito da Imagem: Monica Crema

Nem sempre consigo olhar o lado bom das coisas e vivo achando que fulaninho de tal não gosta de mim. E apesar de levar o posto drama queen de forma cômica, às vezes, quero gritar que alguns dramas machucam muito. Leveza é o que mais busco, porém, a ansiedade tem falado mais alto. Falando nisso, sou ansiosa de carteirinha e, apesar de estar lidando melhor com ela, estou no meio de uma crise e o remédio vai ter de voltar a ser o meu companheiro das manhãs.

Aliás, eu nunca fui muito de falar sobre isso por aqui (se eu não me engano), mas além da terapia, volta e meia tenho consultas com um psiquiatra incrível, que tirou o preconceito que eu tinha sobre esse mundo. Confesso que ainda fico com receio de falar sobre isso, por medo do que os outros vão pensar (me preocupo muito ainda com as opiniões alheias), mas se eu posso ajudar alguém com esse meu relato: por que ligar apenas para o pensamento de alguns?

Um vez, escutei uma autora (a Daiana Garbin) falar que se a gente toma remédio para uma dor de cabeça, por que não tomar para ajudar a melhorar aquele aperto no coração triste que parece não ter fim? (não exatamente com essas palavras, mas deu para entender ^^). A nossa saúde mental é um bem precioso, que deve ser cuidada com carinho e amor igualmente. Remédio não é a solução de tudo, mas colabora muito no processo quando é indicado por quem entende do assunto. E isso me fez rever tudo!

Crédito da Imagem: Naniape

Enfim, esse é um pequeno desabafo, para mostrar um outro lado. Talvez, isso ajude a ver que nem a pessoa com certo grau de fofurice elevado (é o que dizem hahaha), vive só uma vida em um campo de livros e coisinhas de papelaria e ilustrações lindas. Não é que eu seja infeliz, não mesmo. Mas nem sempre a felicidade suprema bate na minha porta. E eu sei exatamente as dores e delícias de ser quem eu sou e estou aprendendo a lidar com cada uma. E tá tudo bem, pelo menos, ainda na teoria. E vai passar, tenho certeza. :)

***

É isso, pessoal. Podem opinar à vontade! :)
E obrigada a quem leu até aqui! Foi de coração e espero que tenha ajudado de alguma forma. E lembre-se: a vida sempre vale a pena e buscar ajuda também!

Beijos e boa semana,
Carol.

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