29.05.2018
* PJ Leu: Os quase completos! ♥

Ei, Gente! E a dica literária da semana é Os Quase Completos, do autor brasileiro Felippe Barbosa, que recebi da Editora Arqueiro (parceira do blog). É um livro bem diferente do que imaginei, mas no final abracei a história. Vamos lá? Boa resenha! 

PJ Leu - Os Quase completosLivro: Os Quase Completos| Editora: Arqueiro | Autora: Felippe Barbosa
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota: três livros! 

Sinopse: O Quase Doutor é um renomado cardiologista que passa os dias em um hospital, mas no fundo é um artista frustrado. A Quase Viúva é uma professora que está de licença do trabalho para ficar com o noivo, em coma após um grave acidente. O Quase Repórter é um jornalista decepcionado com a profissão que sofre há mais de um ano pelo suicídio da esposa. A princípio, a única coisa que essas pessoas têm em comum é a sensação de incompletude e de desilusão com a vida. Mas não…. Por quê?

Um dia… O Quase Doutor é persuadido por um velho desconhecido a embarcar com ele em um ônibus rumo a jornada para se reconciliar com o seu passado. Logo, a viagem se transforma em uma aventura cheias de surpresas e com um porém: ele precisa fazer escolhas que mudarão para sempre o seu destino e a forma de ver a sua vida! Sobre a Quase Viúva, ela suspeita que alguém está querendo matar o seu noivo dentro do hospital. Já o Quase Repórter, através de uma pesquisa minuciosa, acredita que podem ter matado a sua esposa. O que esses personagens têm em comum então? A resposta para os mistérios que envolvem os seus amores e a vida deles, pode estar dentro do ônibus, que o Quase Doutor embarcou.

Minha opinião: Quando eu pedi esse livro, imaginava uma outra forma do autor contar a história. Talvez, por eu ter uma expectativa diferente, a leitura não tenha fluido tanto o quanto eu imaginei. Mas não abandonei e fui até o último capítulo, pois algo me dizia que eu ia me surpreender. E não deu outra, gente! Os Quase Completos é cheio de mensagens intensas e que realmente nos fazem pensar sobre a vida que estamos levando! Sendo assim, valeu cada página. Apenas a construção que, em alguns momentos, não bateu com o meu gosto literário. Mas é questão de gosto mesmo, ok?

Sobre os personagens: o Quase Doutor é aquele que quase todo mundo se identifica. Quem nunca deixou de lado um sonho por acreditar mais na opinião dos outros do que na própria? A viagem no ônibus, foi uma viagem mesmo, mas que o levou ao destino certo, sem dúvida. A Quase Viúva é a típica personagem que sonha com tudo perfeitinho, mas ao final, se dá conta, que nem sempre o perfeito é o melhor! E o Quase Repórter? Viver no passado, atrapalha tudo. Por mais que a gente descubra a verdade, às vezes, o melhor a fazer é seguir em frente mesmo, sem olhar para trás.

Enfim, deu para perceber que esses três tem muito a ensinar o leitor. Porém, quem mais me ensinou: os coadjuvantes. Judite, Mira, Dona Marta e Marina são os meus personagens  preferidos. Principalmente, essa última. A cena dela com o Quase Doutor valeu pelo livro todo. Anotei vários trechos e espero colocar todos em prática! Principalmente, no quesito “tenho 31 anos e tenho prazo de validade”. Não mesmo. Amei essa parte e vou levar para a minha vida! A gente cresce, mas isso não significa nada que não temos muito tempo. Por mais clichê que pareça, a vida não tem que ter prazo de validade. Claro, que temos nossos limites e tal, mas isso não pode ser um empecilho para não corremos atrás do que realmente desejamos. Obrigada, Marina. E obrigada, Felippe, por nos ter presenteado com uma personagem tão rica e com um destino tão maravilhoso. Meu desfecho preferido do livro!

No mais, leia com a mente aberta e veja o que pode mudar para encontrar o seu 8º Reino real. A medida que os capítulos vão se encerrando, a gente vai se surpreendendo de uma forma bem positiva. Gostei como cada história se entrelaçou e pensei: como não tinha percebido isso antes? Enfim, recomendo! 

IMG_9994Meu trecho preferido. 

***

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! ;-)

Beijos, Carol

Para ler: Mais lindo que a lua

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03.05.2018
* PJ Leu: Mais lindo que a lua! ♥

O Beda não deu muito certo no finalzinho, mas juro que tentei ao máximo. Por conta de alguns imprevistos, não consegui atualizar. Mas de volta à programação normal. :) E para começar esse mês, tem uma dica literária: Mais lindo que a lua, da Julia Quinn O livro, que foi publicado pela Arqueiro (parceira do blog), é aquele romance de época típico da autora. Vamos lá? Boa resenha!

PJ Leu - Mais lindo que a luaLivro: Mais lindo que a lua| Editora: Arqueiro | Autora: Julia Quinn
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota: três livros! 

Sinopse: Foi amor à primeira vista. Mas Victoria Lyndon era a filha do vigário, e Robert Kemble, o elegante conde de Macclesfield. Foi o que bastou para os pais dos dois serem contra a união. Assim, quando o plano de fuga dos jovens deu errado, todos acreditaram que foi melhor assim.

Sete anos depois, quando Robert encontra Victoria por acaso, não consegue acreditar no que acontece: a garota que um dia destruiu seus sonhos ainda o deixava sem fôlego. E ela também logo vê que continua impossível resistir aos encantos dele. Mas não pensa em dar uma segunda chance ao homem que lhe prometeu a lua e depois despedaçou suas esperanças! Então, Robert lhe oferece um emprego a filha do vigário: ser sua amante, mas claro que ela não aceita. Porém, ele promete que Victoria será dele, não importa o que tenha que fazer!

A pergunta que fica no ar: será que depois de tantas mágoas, os dois corações maltratados algum dia serão capazes de perdoar e permitir que o amor cure suas feridas? Tchan Tchan…

Minha opinião: Vamos começar pela capa e pelo título? Os dois merecem pontinhos a mais, afinal, fazem jus à história! Quanto à leitura: curti, mas confesso que esperava um pouco mais! No comecinho, me prendeu, no meio deu uma derrapada e, no final, abracei o livro! É um romance de época bem característico da Julia Quinn. Com capítulos de arrancar suspiros, alguns (um pouquinho) picantes, outros revoltantes. Mas autora escreveu do jeitinho que eu gosto: fazendo a gente se sentir bem próximo de tudo. Impossível não se envolver!

O casal protagonista me estressou e os dois (principalmente ele) tiveram atitudes que virei a cara. Cabeça dura poderia ser o sobrenome do Robert e da Victoria! Mas no final, eles conseguiram arrancar algumas lágrimas da pequena que vos bloga. Quanto ao desfecho de algumas páginas, parecia que autora fez meio que com pressa e isso me incomodou um pouco. Porém, vale ter a sua percepção e me contar depois! Amei muito a tia do Robert e a sua teoria de que uma mulher sensata não nega chocolate. A prima dele também é um amor e acho que ela merece um livro só dela. Na verdade, as duas! São as minhas preferidas do livro: sim ou com certeza?

E vamos às lições que aprendi? Algumas pessoas merecem sim uma segunda chance e, nem tudo, é o que parece. Por mais que você tenha “certeza”! E a lua? Nossa, essa merece toda a nossa admiração! Amei o destaque que ela recebeu e o significado dela na história. Enfim, é isso. Essa leitura teve um pouco de critica, mas recomendo. Afinal, romance de época vindo da Julia Quinn, a gente abraça de qualquer maneira! Ah! E esse é o primeiro livro da série Irmãs Lyndon. O segundo “Mais forte que o sol”, chega às livrarias no dia 7 de maio!

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! 

Beijos, Carol.

Para ler: Coragem

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12.04.2018
* {Beda 12} – PJ Leu: Coragem! ♥

E a indicação literária da semana é Coragem, da autora Rose McGowan. O livro, publicado pela editora Harper Collins (parceira do blog), conta a história da autora e como o lado negro de Hollywood a acompanhou por um bom tempo. Não é uma leitura leve, mas bem necessária. Vamos lá? Boa resenha! :’)

PJ Leu - CoragemLivro: Coragem | Editora: Harper Collins | Autora: Rose McGowan
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota: cinco livros! 

Sinopse: Rose McGowan se tornou uma das atrizes mais desejadas de Hollywood da noite para o dia. Mas o que seria um sonho, virou logo um inferno pessoal e, com o tempo, ela se reemergiu como um ícone feminista ao expor verdades sobre a indústria hollywoodiana. Mas sua história começou muito antes: aos 13 fugiu de casa e viveu de forma instável, morando e saindo das ruas. Até que foi descoberta por Hollywood, viu seu estrelato se tornar um verdadeiro pesadelo de exposição e sexualização constantes. Um mercado machista a tornou, sem consentimento, em apenas um produto, excluindo sua identidade e imagem, tudo em nome do lucro. Mas o que essa seita não esperava, aconteceu: ela não ficou calada e voltou expondo as verdades, incluindo os crimes cometidos por Harvey Weinstein, um produtor cinematográfico, que tem coleções de denúncias de assédios sexuais. Um livro de memórias, em forma de manifesto honesto e sem censura alguma!

Minha opinião: Como disse no começo desse post é uma leitura bem pesada, mas necessária. Não acompanhava os filmes e nem o seriado Charmed dos quais a Rose fez parte, mas sabia por alto do que se tratava. E, assim como eu, imagino que muita gente não saiba desse lado negro de Hollywood. A gente imagina uma vida cheia de glamour, privilégios, entre outras coisas… Mas por trás das câmeras: é tanta barbaridade, que meu Deus. Claro que não dá para generalizar. Mas quem toma atitudes como essas, que a autora contou, que acha que tem o rei na barriga e vai sair impune: precisa sim pagar por todos os crimes. Sem dó, nem piedade. Sem privilégios! Sem achar que um acordo vai calar a vítima e pronto. Por isso, Rose merece todo o nosso apoio. Não só ela, mas todos que passam por isso diariamente! Fico feliz que ela tenha dado esse start e que pessoas, anônimas ou não, estejam denunciando cada vez mais. Se acha que isso não passa de mimimi: por favor, leia esse livro! De coração aberto, dando apoio mesmo. O que ela passou e muitas passam não pode acontecer. Nem antes, nem agora, nem nunca!

Não é fácil esse livro. Quando a gente acha que pode ficar um pouco menos pesado… Pronto, vem a autora com uma história de machucar a alma, sabe? O capítulo do estupro é arrebatador. Impossível não se sentir a dor dela. Sem falar das outras partes, como a infância, a estrutura familiar, entre outros assuntos colocados nas páginas de forma tão sincera. Enfim, muitas vezes pensei: por que estou lendo esse livro? Mas ao final, tive a resposta: feminismo é apoiar, dar voz e lutar! É querer igualdade, afinal, ninguém precisa diminuir ninguém. Enfim, é abordar sobre esses assuntos, sem desistir, por mais que o mundo, às vezes, diga o oposto. E você não precisa ser mulher para apoiar esse movimento. É uma luta que beneficia a todos! Aliás, o tema vai além de assédio sexual, ok?

“Coragem” foge do meu gênero literário preferido, mas foi fundamental para entender mais sobre o assunto. Rose plantou uma sementinha (a mais) bem forte em mim e, acredito, que em todos que leiam essa história. Lições valiosas, capítulos tristes, mas com uma mensagem importante para o leitor. Então, não poderia ser diferente: recomendo e muito essa leitura! 

Beijos, Carol.

Para ler: Um dia ainda vamos rir de tudo isso

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02.04.2018
* {Beda 2} – PJ Leu: Um dia ainda vamos rir de tudo isso! ♥

Ei, Gente! :) E a primeira dica literária da semana é: Um dia ainda vamos rir de tudo isso, da autora Ruth Manus. O livro, publicado pela Editora Sextante (parceira do blog), é repleto de crônicas divertidas, leves e cheia de lições. Vamos lá? Boa resenha para vocês! 

PJ Leu - Um dia ainda vamos rir de tudo issoLivro: Um dia ainda vamos rir de tudo isso | Editora: Sextante | Autora: Ruth Manus
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota: cinco livros! 

Sinopse: Um dia ainda vamos rir de tudo isso é uma coletânea de crônicas escritas pela advogada e professora de Direito do Trabalho e Direito Internacional: Ruth Manus. Textos que já foram publicados no blog do Estadão, em sua coluna no Estado de S. Paulo e no jornal Observador, de Lisboa. E alguns são inéditos! Fala de tudo um pouco, desde assuntos banais, temas sobre machismo, padrões estéticos, família, Portugal, amor, amizade e muito mais. Textos que nos dão a certeza de que sim: um dia ainda vamos rir de tudo isso e levar aprendizados para a vida toda!

Minha opinião: Não conhecia a Ruth antes de saber do lançamento do livro. E meu Deus: por quê? Os textos envolvem e nos fazem pensar muito. Desde os assuntos mais banais, até os mais sérios, como machismo e outras situações tão fortes que passamos em pleno século XXI. Alguns a gente tem um carinho especial, como a crônica que ela fala da sua enteada Francisca e seu lado madrasta, que de “má” não tem nada. Outros, a gente lê e olha por um outro ponto de vista, até então, não visto. Como cortar relações por questões políticas! Aliás, aprendi tanto com esse livro, que vou mostrar dez lições que tirei com ele:

1. Ver simplicidade em um simples picolé de uva;
2. Os trinta e poucos anos não são o fim da vida; 
3.  Sucesso e realização pessoal são duas coisas distintas;
4. Luto? Só se for na sua forma verbal;  
5. Zona de conforto: de segura, não tem nada;
6. Machismo reprende tanto mulheres quanto homens;
7. Puxar o autoclismo é dar descarga em português, de Portugal;
8. Aliás, preciso colocar Portugal no meu próximo roteiro europeu;
9. Ajudar com o imposto de renda pode significar um “eu te amo”;
10. Dormir junto: a pior e melhor coisa que já inventaram. 

Fora isso, amei como ela nominou os capítulos com nomes de obras de autores famosos, como Gabriel García Márquez, Clarice Lispector, entre outros. Bem criativa a ideia! Também adorei a sua escrita e como ela prende. Até mesmo nos textos que não nos identificamos muito! É um livro para ser devorado em poucos dias, mas também para ser guardado sempre na estante de histórias que podemos reler uma, duas ou mais vezes. A única coisa que não entendi muito bem foi o nome do livro e a capa. Talvez eu tenha perdido alguma coisa nas entrelinhas ou um trecho de alguma crônica. Eu, até acho, que se a gente refletir bem tem a ver esse nome sim. Mas eu queria uma explicação mais na cara, sabem? Mas se alguém entendeu melhor, expliquem, por favor! Enfim… Espero que tenha uma continuação! Parabéns, Ruth. E obrigada por ter me ensinado tanto em 200 e poucas páginas. Que venham muito mais! 

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo!

Beijos, Carol.

Para ler: Fazendo as pazes com o corpo

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15.02.2018
* PJ Leu: Sonhos em flor! ♥

Ei, Gente! E a dica literária da semana é Sonhos em flor, da autora Estelle Laure Esse romance, publicado pela editora Arqueiro (parceira do blog), é a continuação do livro Essa luz tão brilhante e aborda sobre a vida e a morte, mas de um jeito leve. Enfim, vamos lá? Boa resenha para vocês! ;-)

PJ Leu - Sonhos em FlorLivro: Sonhos em flor | Editora: Arqueiro | Autora: Estelle Laure
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Eden Jones tem 17 anos e o futuro todo planejado. Com o apoio dos pais amorosos, do irmão gêmeo e da melhor amiga Lucille, sonha em estudar em Nova York e se tornar uma grande bailarina. Mas  o destino tem outros planos e seu mundinho “perfeito” começa a desmoronar. Primeiro, o teste que fez para um balé importante não é nada daquilo que imaginou. Pelo contrário! Depois, perde o seu chão, quando descobre que Lucille e seu irmão estão namorando e ninguém conta para ela. Por fim, sofre um acidente, que a deixa em coma. Depois dessa experiência de quase morte, nossa protagonista, volta ao “normal” e depois de um tempinho recebe alta. Porém, voltar à rotina não é tão fácil quanto parece. Além de ter algumas restrições físicas e alimentares, Eden tem alucinações com flores negras e uma garota em coma na mesma ala do hospital, onde esteve internada. E como se não fosse o bastante, se apaixona por Joe, que tem uma ligação com a personagem que ela anda tendo “visões”. Então, inúmeras dúvidas surgem e nessa árdua caminhada, ela começa a entender que não ter o controle das coisas pode ser libertador. ;-)

Minha opinião: Eu jurava que a continuação do livro Essa luz tão brilhante, seria sobre a história da Lucille e da irmã de novo. Então, vem a escritora e me surpreende. E posso dizer? Adorei e, apesar de ter curtido o primeiro e esperar por respostas, a leitura desse fluiu muito mais. Eden me inspirou! Em nenhum momento se mostrou imatura, pelo menos não tanto quanto imaginei. Gosto de me colocar no lugar das personagens e acho que ela se saiu muito bem, mesmo depois de ter enfrentado essa experiência de quase morte. Falando nisso, já li alguns livros onde um dos temas era esse, mas o jeito que a autora colocou, foi diferente, natural e não assustou. Tem o poder de mexer positivamente com o leitor e traz uma mensagem incrível de que a gente tem que viver, independente dos maus momentos. A vida é assustadora, mas tem a sua beleza, que a gente não pode tapar com os problemas, sabem? Essa foi a lição mais valiosa que tirei dessa leitura leve e mágica. Além dessa, aprendi que algumas coisas não tão boas, realmente acontecem para o nosso bem.

E gostei que a Estelle (autora) foi bem pé no chão na construção da história. Conseguiu dar aquela floreada importante, mas sem viajar muito. Mesmo com as flores negras, alucinações e tal. Pelo contrário, fizeram total sentindo, pelo menos para mim. Faz a gente rever as nossas crenças de um jeito bom e necessário! Quanto aos personagens, não tem nenhum que eu excluiria. Todos são fundamentais para as perguntas de Eden. Mas os meus favoritos são o médico, a enfermeira e a psicóloga (vou levar esse conselho para a vida: cortar lenha e carregar água). Destaque também para os pais da nossa protagonista, que fazem jus à sinopse: mais amorosos, impossível. Em relação ao Joe e a Jaz, os dois merecem crédito por mostrar que não ter o controle dessa coisa chamada vida, pode realmente ser libertador. Aliás, tudo planejadinho, sem mexer em nada, tende a causar sofrimento em dobro.

Outros detalhes importantes: a capa é linda, gostei de saber um pouco do andar da carruagem da história da Lucille. Mesmo que por alto! E mais uma vez vi que amor de irmão é para sempre, mesmo com algumas brigas. E, por fim, meu momento #pirigueteliterária dessa resenha: Joe tem lugarzinho cativo na minha listinha de crushes literários. Amei a parte de agradecimentos do livro e a história acabou fazendo ainda mais sentido para mim. Dá para imaginar, que a escritora teve uma inspiração extra. E destaque para os títulos de cada capítulo e dos trechos de quase morte. Principalmente, no final. 

Enfim, leitura que meega recomendo, pessoal. E quem já leu, conta o que achou! ;-)

Beijos, Carol.

Para ler: Cinco histórias para acreditar no amor

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