26.02.2018
* Oscar 2018: 4 filmes que já assisti! ♥

Ei, Gente! :) No próximo domingo, dia 04 de março, vai acontecer a 90ª edição do Oscar. Ainda não consegui assistir a todos, mas trouxe um breve resumo e minhas observações de alguns filmes que estão concorrendo a tão famosa estatueta em algumas categorias. Vamos lá? Bom post! 

1. A Forma da Água 

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Sinopse: Na década de 60, em meio aos grandes conflitos políticos e transformações sociais dos EUA, Elisa, que trabalha na limpeza de um laboratório experimental secreto do Governo e é muda, se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa e maltratada no local. Para salvá-la, ela executa um arriscado plano com a ajuda do melhor amigo Giles e a colega de turno Zelda.

Observações da Pequena: Talvez um pouco surreal e algumas cenas, achei desnecessárias, mas me surpreendeu de um modo positivo e gostei da magia que a história carrega. Posso estar errada e não sou nenhuma especialista em Oscar, mas acredito que A Forma da Água tem bem a cara de filmes que ganham geralmente. Destaque para Giles e Zelda. São os melhores e trazem leveza que a história precisava! Não está na minha listinha de preferidos da vida, mas se ganhar, não vou ficar triste! Principalmente, nas categorias de atores coadjuvantes.

Indicações: Melhor filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, entre outras.

2. The Post: A Guerra Secreta 

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Sinopse: Fala sobre um jornal local, que está prestes a lançar suas ações na Bolsa de Valores. O editor-chefe e ávido por alguma grande notícia, que possa fazer com que o jornal suba de patamar. Quando o New York Times inicia uma série de matérias denunciando que vários governos norte-americanos mentiram sobre a atuação do país na Guerra do Vietnã, o presidente decide processar o veículo, onde nada mais pode ser divulgado. A proibição é concedida e faz com que os documentos sigilosos cheguem às mãos do editor e sua equipe, que precisa agora convencer a dona do jornal e os demais sobre a importância da publicação, de forma a defender a liberdade de imprensa.

Observações da Pequena: Estava com expectativas bem altas e talvez por isso eu tenha me decepcionado um pouco. Não é ruim, pelo contrário. Mas só esperava mais! Tom Hanks e Meryl Streep arrasaram e gostei muito do final, da decisão que foi tomada. Enfim, indico o filme, mas não vá esperando muito!

Indicações: Melhor filme e Melhor atriz.

3. Destino de uma Nação

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Sinopse: Winston Churchill está prestes a encarar um de seus maiores desafios: tomar posse do cargo de Primeiro Ministro da Grã-Bretanha. Além disso, ele começa a costurar um tratado de paz com a Alemanha nazista, que pode significar o fim de anos de conflito.

Observações da Pequena: Fui na verdade para acompanhar o namorado e confesso que não amei, mas também não odiei. Achei parado, mas a história pede e vale a pena para quem fica curioso para saber mais sobre o Churchill.

Indicações: Melhor filme, Melhor Ator, entre outras.

4. Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi 

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Crédito das imagens: Adoro Cinema

Sinopse: Laura acredita ter tirado a sorte grande quando conhece Henry McAllan. Depois de um tempo, já casados e com duas filhas, eles se mudam para uma fazenda perto do Rio Mississippi. A adaptação não é nada fácil e eles contam com a ajuda de uma família negra: os Jackson, que são responsáveis pelo trabalho pesado com o plantio e a colheita. Nesse meio tempo, Jamie, irmão mais novo de Henry, volta da Guerra e fica amigo de Ronsell, um dos filhos da família negra, que também lutou na Guerra para defender o seu país. Afinal, os dois compartilham traumas dessa difícil fase que passaram. Porém, a amizade logo é questionada e vira alvo de conflitos, tanto de gêneros e classes sociais, que envolvem as duas famílias.

Observações da Pequena: Foge completamente do estilo de filme que eu gosto, mas esse me surpreendeu positivamente. E acho que deveria ter sido indicado na categoria de melhor filme. Para saber mais, falei sobre a história nesse post aqui.

Indicações: Melhor atriz coadjuvante, Melhor roteiro adaptado, Melhor fotografia, entre outras.

***

É isso, pessoal. Se até domingo, eu assistir outros, faço um segundo post. ;-) Ah! Também assisti A Bela e a Fera, Extraordinário e O Poderoso Chefinho, que estão concorrendo em algumas categorias. Gostei bastante dos três também, principalmente, do primeiro e segundo. E agora me contem: já assistiram algum? Quais são os preferidos para domingo? 

Beijos, Carol.

Para ler: Extraordinário

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14.02.2018
* Valentine’s Day – Top 5: cinco histórias para acreditar no amor! ♥

Ei, Gente! :) A folia carnavalesca chegou ao fim, mas de uma forma bem boa: afinal, hoje é Valentine’s Day! Então, para comemorar essa data de um jeitinho especial, separei cinco histórias para a gente acreditar (ainda mais) no amor. Seja o próprio, entre duas pessoas, no quesito amoroso, amigável ou de família mesmo. Vamos lá? Bom post! 

PJ - Valentines Day - 2018Crédito das imagens: Saraiva e Adoro Cinema
Crédito da montagem: Pequena Jornalista

Para começar: Um Presente da Tiffany, da autora Melissa Hill, que conta a história de dois homens que estão em busca de um presente para as mulheres que amam. Mas as sacolas são trocadas e muita confusão ocorre. O livro todo arranca suspiros, o final é surpreendente e faz a gente acreditar no amor, mesmo quando parece impossível. Para saber mais detalhes, sem spoiler, tem a resenha dele aqui. Depois tem I Love New York, da Teca Machado, que fala sobre a Alice, que depois de ter um vídeo na internet, passa um tempo em NY e parece que o anonimato não tem a ver com ela. Amo essa história, principalmente pelo casal protagonista lindo e que tem de superar muita coisa, mas com muita risada e amor. Falando no boy dela, o Mateus, ele deixa qualquer príncipe da Disney no chão. Quer saber mais? Só clicar nesse post. Também tem o livro Não se esqueça de Paris, da escritora Deborah McKinlay. Paris tem tudo a ver com romance e, logo, com amor. Mas a história vai além, gente. Que a propósito, conta sobre Eve, que vive reclusa na sua casa da Inglaterra e Jackson Cooper, um autor bem-sucedido. Os dois trocam cartas e logo nasce uma das histórias literárias mais lindas e com um final que é um tapa na nossa cara. Para ter mais detalhes, corre para ler esse post depois. ;-)

E, claro, que não poderiam faltar filmes românticos, né? O primeiro: Cartas para a Julieta, que fala sobre a Sophie, que sonha em ser escritora e um dia viaja para a Itália ao lado do noivo Victor, que está abrindo o seu próprio restaurante. Os dois vão para Verona, local da grande história de amor entre Romeu e Julieta. Porém, ela acaba percebendo que ele está bem ocupado e resolve fazer as coisas por conta própria e acaba indo na Casa da Julieta. Lá, ela descobre uma antiga carta de amor, entrega para as “ajudantes da Julieta” e, claro, responde a Claire, autora das palavras. Para a sua surpresa, ela aparece por lá e resolve seguir o seu conselho. As duas e Charlie (neto da Claire) viajam pela Itália em busca de Lorenzo, o grande amor de adolescência da Claire. Sério, é uma das minhas histórias cinematográficas preferidas e que faz a gente deixar o “e se” de lado e correr atrás do que acredita. Sem medo de ser feliz!

Por fim, tem O amor não tira férias, que aborda sobre duas mulheres. A primeira é a Iris, jornalista de casamento, em Londres. Ela está apaixonada por Jasper, porém, descobre que ele está prestes a se casar com outra. A segunda é Amanda, que vive em Los Angeles, dona de uma agência de publicidade, que acaba descobrindo que seu namorado não é nada fiel. As duas resolvem se inscrever em uma espécie de intercâmbio de casas e decidem passar as “férias” uma na casa da outra. Essa mudança mostra tanta coisa! Tanto para elas quanto para o público. Afinal, a troca de casa traz reflexos na vida amorosa de cada uma. Só para ter uma noção: Iris conhece Miles, um compositor de cinema e Amanda se envolve com Graham, irmão de Iris. Enfim, mostra literalmente que o amor não tira férias, por mais que a gente queira. Mas que “respirar” novos ares pode trazer aprendizados e histórias que aquecem o coração.

***

É isso, pessoal. :) Cada história traz um pouquinho de amor, seja o próprio e outras formas tão importantes quanto.
Gostaram? Podem opinar à vontade e depois me contem o top 5 de vocês! E claro: Happy Valentine’s Day

Beijos, Carol.

Para ler: Espalhando o amor!

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05.02.2018
* Para assistir: Mudbound – Lágrimas sobre o Mississippi! ♥

Ei, Gente! :) Semana passada, participei da minha primeira Cabine de Imprensa (iei \o/), onde assisti, em primeira mão, o filme “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississippi“. Para quem não sabe, ele está concorrendo a algumas categorias do Oscar, como melhor fotografia, atriz coadjuvante, entre outras. A história estreia no próximo dia 15, mas já vou adiantar um pouco do que vocês podem esperar. Vamos lá? ;-)

Mudbound - PJ - 1

Para começar, um resumo da história: Laura acredita ter tirado a sorte grande quando conhece Henry McAllan. Depois de um tempo, já casados e com duas filhas, eles se mudam para uma fazenda perto do Rio Mississippi. A adaptação não é nada fácil e eles contam com a ajuda de uma família negra: os Jackson, que são responsáveis pelo trabalho pesado com o plantio e a colheita. De cara, dá para perceber que as posições de ambas as famílias são diferentes e que apesar de não serem escravos, o respeito é bem maior da parte dos Jackson. Principalmente, em relação ao pai de Henry, o Poppy, que foi morar com eles e por ser branco, acredita ainda ter privilégios maiores no terreno e na sociedade. Nesse meio tempo, Jamie, irmão mais novo de Henry, volta da Guerra e fica amigo de Ronsell, um dos filhos da família negra, que também lutou na Guerra para defender o seu país. Afinal, os dois compartilham traumas dessa difícil fase que passaram. Porém, a amizade logo é questionada e vira alvo de conflitos, tanto de gêneros e classes sociais, que envolvem as duas famílias.

Mudbound - PJ - 2

É um filme bem pesado, gente. Totalmente fora do que, geralmente, eu gosto. Mas é rico em fatos históricos e faz com que a gente reflita sobre essa diferença de etnias, que ainda persiste, mesmo em pleno século XXI. Não foi indicado na categoria de melhor filme, porém, na minha humilde opinião, merecia. Estou torcendo para ganhar pelo menos em alguma outra! Os atores são incríveis, principalmente, os que interpretam Ronsell, Jamie e a mãe de Ronsell. Sério, ela é aquela clássica mulher forte, guerreira e inspiradora. E Laura não fica atrás, pensei que ela poderia ser cheia de mimimi, mas também carrega uma força além!

Quando vi o trailer, achei que poderia ser parado, mas é impossível não acompanhar cena por cena. Elas prendem a gente! Como disse, é uma história bem pesada, principalmente em algumas partes. Essas, dão um nó no estômago. Porque por mais que seja ficção, a gente sabe que isso aconteceu e acontece até hoje. É impressionante como o jeito que ambos são tratados no país, sendo que os dois lutaram pelo mesmo objetivo, é diferente. E como esse Jackson foi bem-vindo em um lugar que nem é a “casa” dele.

Não é um filme que me fez chorar, mas é impossível não sair da sala sem pensar nos assuntos abordados. Ainda bem que o final é surpreendente de uma forma boa, mesmo com tanta tragédia. Cada personagem ensina um pouco, até o que a gente não deve seguir de maneira alguma. Sem julgamento, porque é uma outra criação e época, mas mesmo assim, vale não retroceder e repensar nas atitudes. Falando nisso, o Poppy é um cara detestável e Henry também, mas acho que ele é mais “banana” do que uma pessoa totalmente cruel, sabem? Destaque para os diálogos entre Jamie e Ronsell e Laura e Florence. São ótimos e cheios de lições valiosas!

Crédito das Imagens: Adoro Cinema 

Ah! Preciso destacar também a fotografia do filme. É uma das histórias que mais me chamou atenção nesse quesito. Como sabia da indicação nessa categoria, fiquei de olho hahaha. E Mary J. Blige também deveria levar a estatueta de atriz coadjuvante. Como deu para perceber nessa “crítica”, eu adorei a personagem dela. Ok, que ainda não assisti a todos os indicados, mas, a princípio, essa é a minha opinião. Outro detalhe, não sei se perdi algum detalhe, mas algumas coisinhas ficaram meio no ar. Acredito que o livro deva ser mais completo. E fica a dica: quem tiver interesse, a Editora Arqueiro (parceira do blog e que me chamou para essa cabine de imprensa ♥) publicou essa história literária recentemente.

E aqui vai uma curiosidade: o filme foi produzido pela Netflix, mas aqui no Brasil a Diamond Films. Pelo que eu entendi, depois que sair de cartaz, vai passar na Netflix. Mas já adianto que vale assistir no cine, se tiver essa possibilidade. ;-)

É isso, pessoal. Anotem na agenda: dia 15 estreia Mudbound, um filme forte, mas que vale cada embrulho no estômago. Depois me contem o que acharam!

Beijos, Carol.

Para assistir: Extraordinário 

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02.01.2018
* Para assistir: Extraordinário! ♥

Ei, Gente! :) E o primeiro post do ano é uma dica de filme que entrou para os meus favoritos da vida: Extraordinário, inspirado no livro que recebe o mesmo o nome!  É uma história que aquece o nosso coração e faz a gente acabar  com todos os lencinhos de papel do planeta. Enfim, vamos lá? ;-)

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Para começar, um pequeno resumo para ficar por dentro do que se trata: Auggie Pullman é um garoto que nasceu com uma deformação facial e, desde então, já passou por 27 cirurgias plásticas. Aos 10 anos de idade, ele irá frequentar pela primeira vez uma escola regular. Nesse novo cenário, terá de aprender a lidar com a constante sensação de ser sempre observado por todos à sua volta. É uma história que fala sobre família, amigos, bullying, amor, gentileza e muito mais.

Se a história na telona superou as minhas expectativas? Muito.  É um dos melhores filmes da vida e o melhor: achei bem fiel ao livro! E, como todo bom leitor, isso conta pontos extras! Se teve algo diferente, não me incomodou em nada. A escolha dos atores foi extraordinária. Sem exceção! Desde os amiguinhos, ao Auggie (Jacob merece todo o nosso amor), passando pelos pais (Julia Roberts e Owen Wilson ), família, funcionários da escola, entre outros personagens. Destaque para a cachorrinha Daisy. Queria levar para casa! Cada um deu vida ao seu personagem de um jeito incrível e mais uma vez: bem fiel ao que a autora nos contou durante os capítulos.

É um filme bom de assistir, sabem? Mesmo com mil lágrimas rolando! Mostra coisas importantes de um jeito leve, mas na medida certa. É um trabalho lindo e que emociona até a pessoa mais dura na queda. A gente aprende mais um pouco sobre família, amizade e a importância da palavra gentileza. Vê que nem todos os erros têm de ser imperdoáveis. Como é uma história que mostra o ponto de vista de quase todos os personagens, a gente acaba compreendendo porque tal pessoa age de tal maneira. Mas sem mimimi. Ninguém justifica os erros, mas aproveita como ninguém a tal da segunda chance. Têm cenas que marcaram mais, como uma da Daisy. Acho que por mais triste que seja, deu um importante start na vida do Auggie e de todos aos seu redor. Ah! Também entendi melhor a questão do capacete e achei a atitude do pai maravilhosa!

Destaque também para os pais do nosso protagonista. A leveza e humor do pai fazem toda a diferença. A seriedade, mas de um jeito leve, da mãe também. O amor deles pela família é incrível e faz jus ao real significado da palavra. Mesmo com tudo, eles levam ao máximo uma vida normal, com altos e baixos. E acho que é isso que faz a diferença. Também adorei a irmã e me identifiquei um pouco com ela. Sr. Buzanfa e Sr. Browne tinham de estar presentes em todos os colégios do mundo. E seus preceitos também! Auggie? Nem preciso dizer! Ele é uma criança que se destaca diariamente, pelas atitudes, tanto de um adulto quanto de uma criança, pelo humor e mais uma vez: pela leveza!

O final é encantador. As palavras do Auggie e do Sr. Buzanfa são perfeitas! Falando nisso, vale anotar muitos trechos no caderninho e levar para a vida. É uma história que vale a pena assistir uma, duas, quantas vezes for necessária. Acho que em todas, vai marcar de uma forma e ensinar muito. Enfim, mega recomendo. 

Crédito das imagens: Adoro Cinema

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Corre! :)

Beijos, Carol.

Para ler: Resenha – Extraordinário

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29.11.2017
* Para assistir: Depois daquela montanha! ♥

Ei, Gente! :) Um dos filmes mais esperados por mim nesse mês era Depois Daquela Montanha, inspirado em um livro que leva o mesmo nome, do autor Charles Martin (publicado pela Arqueiro, parceira do PJ). Depois de algum tempo enrolando para assistir, por conta da rotina corrida, consegui finalmente assistir.  Então, hoje a dica é cinematográfica. Vamos lá?

Para assistir - Depois daquela montanha - PJ - 1

Para começar, segue um pouco da sinopse. Alex é uma jornalista, que está querendo voltar para casa com o seguinte objetivo: comparecer ao seu casamento. Já Ben, um doutor, está voltando de uma conferência médica e tem uma cirurgia marcada. Porém, ambos tem o mesmo voo cancelado. Mas como são compromissos inadiáveis, decidem fretar um jatinho. Entretanto, os planos não dão certo e no meio do voo, o piloto sofre um ataque cardíaco e o avião cai em uma região montanhosa coberta por neve. E com um detalhe: como o voo foi de última hora, ninguém sabe que os dois fretaram esse jatinho, então, a chance de ter um socorro é quase nula. Daí, os dois, até então desconhecidos, tentam sobreviver, independente dos ferimentos e do fato de que estão perdidos.

Para assistir - Depois daquela montanha - PJ - 2

O que eu achei? Bom, o livro me surpreendeu muito mais. Mas o filme não deixa a desejar não, gente!  A história na telona me trouxe sensações e reações parecida: fiquei angustiada na maioria das cenas, me apaixonei perdidamente pelo cãozinho (que a propósito era do piloto) e aprendi mais uma vez que as situações podem ser devastadoras, mas se você lida de uma forma leve, na medida do possível, elas deixam de ser tão pesadas. E esse humor de ambos foi bem retratado no filme! Pontinho extra, claro.

Mas como nem tudo são flores, senti falta de alguns pontos importantes também. Alguns detalhes, que eu considero importante, eles não deram a mínima no filme. Por exemplo, a vida do piloto. No livro foi retratado e no filme nada aconteceu.  Aliás, o final do cachorrinho também foi diferente, mas até que me surpreendeu de forma positiva. Outros fatos também não foram nada semelhantes… Em contrapartida, como é adaptação, quase nunca é igual a história literária mesmo e tudo bem.

Para assistir - Depois daquela montanha - PJ - 3Crédito das imagens: Adoro Cinema 

Quanto à escolha dos atores: amei. Os dois, Kate Winslet e Idris Elba, arrasaram muito. No começo, achei que o decorrer da história poderia ser meio parada ao extremo, principalmente, para quem não leu o livro. Mas só foi no comecinho, que deu essa impressão. Depois fluiu bem, pelo menos na minha opinião. Porém, se você é do tipo que gosta de um filme mais movimentado e tal, esse talvez não seja para você, já que em algumas partes o ritmo é meio paradinho.

Enfim, independente dos pontos negativos, acho que vale assistir. É uma história que traz várias lições nas entrelinhas. E como um bom filme (na minha humilde opinião), tem romance, mesmo na tragédia. Mas não é de uma forma apelativa. E se quiser conhecer além, leia o livro. Tem resenha literária aqui

No mais, podem opinar à vontade!

Beijos, Carol.

Para assistir: Homem-aranha, de volta ao lar

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