03.08.2020
* Beda 3 – Para assistir: Doces Magnólias! ♥

Ei, Gente! :) Agora posso dizer com toda a certeza que tenho a minha série favorita dessa quarentena: Doces Magnólias. Disponível na Netflix, ela é inspirada nos livros da autora Sherryl Woods. Vamos lá? Bom post! ♥

Crédito da Imagem: Cine Pop

Com um toque de Gilmore Girls e Virgin River, essa série conta a história de três melhores amigas: Maddie, Helen e Dana Sue.

O trio vive em Serenity, que fica na Carolina do Sul. Elas comandam o SPA da cidade e os seus encontros contam com boas doses de margaritas e assuntos, como romances, carreira e família (principalmente, maternidade), são abordados através de uma linguagem divertida, leve e emocionante.

E para dar um toque diferente nessa resenha, resolvi contar alguns motivos válidos para você levar em consideração e assistir hoje mesmo! ;-)

1. Os diálogos são bem construídos e rendem ótimos quotes. Para a gente anotar no caderninho e refletir bastante. Por exemplo: as tempestades não passam definitivamente, mas a boa notícia é que o arco-íris também não!

2. Não é uma série religiosa, mas a forma como elas falam de Deus e tratam a religião é inspiradora. Aliás, destaque para a pastora (acho que é esse o nome, não tenho certeza)! Queria que ela tivesse aparecido mais, porém, as cenas que ela marca presença valeram cada minutinho!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

3. Você já viu Drop Dead Diva e ficou com saudade da atriz Brooke Elliott? Ela dá vida a Dana nessa história e mostra que realmente está na profissão certa! Me surpreendeu e apesar da Jane (personagem de DDD) ter marcado bastante, não “confundi” as duas em momento algum!

4. Temos as protagonistas, mas os personagens secundários são bem trabalhados e nada está ali por acaso. Todos acrescentam muito em cada episódio!

5. As três amigas são diferentes e cada uma tem muita história para contar. A gente se inspira na força da Helen, na bravura da Dana e na perseverança da Maddie (e nos looks dela também hahaha). Aliás, elas mostram que amizade verdadeira dá puxão de orelha, mas com muito respeito e amor!

No mais, é uma série que tem três premissas que prendem do início ao fim. Alguns sites falam que a Netflix já renovou para a 2ª temporada, outros não sabem ao certo. Mas as últimas cenas mostram que tem muita água para rolar ainda!

Inclusive, como nem tudo são flores, os momentos finais da primeira temporada deixaram muitas perguntas e o nosso coração na mão! Achei meio maldade eles não revelarem nem um pouquinho hahaha. Estou impactada até agora e quase lendo os livros para saber o que acontece. Porém, aqui no Brasil só lançaram o 1ª de uma série de 11 histórias literárias.

Crédito da Imagem: Pipoca na Madrugada

Enfim, a ansiedade não agradece… Porém, amei do mesmo jeito Doces Magnólias e recomendo MUITO! Cada diálogo, par romântico (pausa para muitos suspiros referentes ao Cal e Erick). E destaque para abertura da série, que faz toda a diferença e está páreo duro com a de Gilmore Girls. ♥

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol.

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9
28.07.2020
* Para assistir: A barraca do beijo 2! ♥

Ei, Gente! :) Pega a pipoca e o refri, que a sessão PJ vai começar. Com vocês: A barra do beijo 2, que está disponível na Netflix

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Para começar, um resuminho dessa segunda parte: Elle e Noah lidam com um relacionamento a distância depois de um verão para lá de romântico. No meio disso tudo, vem a escolha da faculdade, os dilemas com o melhor amigo Lee e, claro, um novo colega de sala de aula: Marco.

Eu não sei exatamente porque eu não fiz a resenha do primeiro filme, mas só queria dizer que eu amei. ♥ Para entender direitinho esse, recomendo assistir o começo de tudo, ok? Vale cada cena, juro juradinho! Sobre esse: eu também adorei. Em contrapartida, não sei falar qual é o meu favorito hahaha.

O desenrolar da história prende a gente do início ao fim. Aliás, a “Barraca do beijo 2” rende gargalhadas, suspiros e algumas reflexões bem típicas de filmes com uma pegada teen. Mas como uma eterna adolescente de 15 anos, isso é sempre bem-vindo. Falando nisso, Marco foi um personagem que não me conquistou muito, mas ele me ensinou bastante. :)

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

No mais, adorei como cada cena é construída e o desfecho não me decepcionou e ainda remete à clássica barraca do beijo que junta alguns casais apaixonantes! Tudo tem uma ligação e, pelo menos para mim, nada ficou no ar. Claro, agora já é nítido que vai ter uma continuação. Mas quando um filme desperta sensações que aquecem o coração, tá tudo bem aguentar a ansiedade para conferir a terceira parte, né?

E preciso dizer que eu me identifiquei mais com essa Elle (a propósito, ela é bem parecida com a Rory, de Gilmore Girls, né?) e a sua redação é maravilhosa! Tenho 34 anos e aprendi que tudo bem não saber quem eu quero ser daqui a 5 anos! Só quero ser a risada das pessoas que estão comigo, faça chuva ou faça sol.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Ah! Fiquei um pouco triste com o Noah e senti ciúmes dele com a Chloe. Entendi completamente a Rachel e fiquei com vontade de estudar em Harvard. O Lee é o amigo mais fofo e lindo da face da Terra e os pais da histórias são perfeitos, sem defeitos. A trilha sonora dá um toque todo especial na história e quando tudo isso acabar quero muito ir em algum parque de diversões no estilo do filme e participar de uma competição de dança idêntica. E dessa vez fiquei com muita vontade de embarcar nos dois livros que inspiraram as adaptações. ;-)

Já viu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo. ♥

Beijos, Carol.

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8
23.07.2020
* Para assistir: Eu nunca! ♥

Ei, Gente! :) Terminei de assistir essa semana uma das séries mais leves da vida: Eu nunca. Foi perfeito para esquecer dos pesadelos que Dark causou em mim hahaha. Vamos lá? Boa temporada! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Para começar, aquele resuminho clássico do que se trata a história. Devi é uma adolescente indiana que vive nos EUA. Durante 10 episódios conhecemos um pouco da sua vida moderna e complicada, tendo de lidar com garotos, amigos e o luto da perda do pai.

Falando assim, parece que é uma série bem dramática. Não deixa de ser, mas a forma como é contada, faz a diferença. Com sacadas leves e divertidas, a gente se depara com episódios que passam em um estalar de dedos. É impossível não se identificar com a Devi, não se apaixonar pelo Paxton, adorar o Ben (e se irritar com ele também) e querer ser a melhor amiga da Fabiola e Eleanor (a minha personagem favorita, a propósito).

Crédito da imagem: Adoro Cinema

A mãe dela é bem durona, mas tem um coração de ouro e queria muito ter uma consulta com a terapeuta dela hahaha. Também adorei o narrador da história e, juro, que ele não é aleatório como a princípio parece ser. A gente ri muito e nos dois últimos episódios, dá um quentinho no coração! Vida de adolescente tem as suas dores, porém, as delícias são retratadas de forma encantadora, que dá até saudade dessa época.

Cada episódio tem um título tudo a ver com o nome da série. Por exemplo: Eu nunca…. Me comportei tanto. E eu adorei esse detalhe! Fiquei bem feliz em saber que vai ter uma segunda temporada. Algumas coisas ficam um pouco soltas e a gente acaba se apegando e querendo saber o que vai acontecer daqui para frente!

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Ah! Uma coisa que eu não tinha ideia e descobri hoje: essa história é inspirada em momentos reais da infância da atriz Mindy Caling. Já dei de cara algumas vezes com o livro dela nas livrarias e agora quero ler. E é tão legal que eles mostram um pouco da cultura indiana e deu vontade de usar roupas tipo Aladdin. Aliás, a cena no café da menininha falando da Jasmine é maravilhosa, entre outras, que eu não posso falar aqui se não é spoiler na certa hahaha.

Apesar de ter uma pegada teen, serve para todas as idades. Os assuntos abordados são bem importantes, como o luto e a sexualidade. É uma série colorida, com atores maravilhosos e que arranca risos e, claro, algumas lágrimas. Eu amei cada parte, mas acho que poderiam ter aproveitado mais. A virada total ficou muito presa nos dois últimos momentos. Mas enfim, é um mero detalhe, que não apaga o quanto “Eu Nunca” deixou a minha semana mais leve. Enfim, mega recomendo! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

É isso, gente! Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica para o fim de semana! E a propósito, me conta: eu nunca….? (Responda com algo da sua adolescência. Tipo: Eu nunca colei em uma prova ou me apaixonei pelo garoto mais popular do colégio).

Beijos, Carol.

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13
15.07.2020
* Para assistir: Festival Eurovision da Canção – A saga de Sigrit e Lars! ♥

Ei, Gente! :) Uma das minhas atrizes favoritas para comédia romântica e tal é a Rachel McAdams. Daí, quando vi que ela que interpretava a Sigrit, de Eurovision, tive que assistir, né? Então, para o post do dia trouxe a resenha dessa história que está disponível na Netflix. Boa sessão! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Lars e Sigrit são aspirantes a músicos, que se conhecem desde criancinhas. Finalmente, eles têm a oportunidade de representar a Irlanda na maior competição de músicas do mundo! Bom, não pelo motivo que imaginaram, mas no meio de uma comédia repleta de elfos, canções e etc, conseguem alcançar objetivos que vão além. ;-)

O que eu achei? Não é o meu filme favorito da vida, mas rendeu boas risadas! Aliás, quando eu vi o cartaz achei que era uma comédia romântica, porém, é mais pastelão mesmo. E apesar de muitas vezes revirar os olhos para esse gênero, até que eu curti. Os dois atores, principalmente, a Rachel, couberam direitinho no papel. Ela com leveza, ele com um tom mais apelativo, mas acho que deu um bom match.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

A história não é cansativa e tem um ritmo bem legal, mesmo sendo um filme, relativamente, longo. Os personagens secundários fazem a diferença! Até o carinha do bar que pede sempre a mesma música inúmeras vezes. Me identifiquei hahaha. Algumas cenas são bem aleatórias e o humor meio ácido, mas como o gênero pede, não me incomodou tanto. Adorei a parte da apresentação final e a da casa do popstar russo (o Alexander), que a propósito me lembrou musicais clássicos.

Falando nisso, vi que não é a Rachel que canta de verdade no filme. Só no começo de algumas músicas, mas depois é uma cantora sueca que entra em ação. A propósito, fica bem na cara que ela está dublando, ai achei meio superficial. Mas é um mero detalhe, continuo achando ela incrível! No mais, passei a acreditar em elfos e a gente tem que tomar cuidado com os pedidos, que digamos que eles levam bem a sério. Demi Lovato que o diga (sim, ela participa).

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Gostei do desfecho, mesmo não entendendo alguns pontos. E a música “Ja Ja Ding Dong” vai entrar na minha playlist do Spotify hahaha. Acho que a parte do Lars com o pai no barco é bem fofinha e a cena final é divertida, mesmo com algumas piadas além da conta com os turistas americanos. Também fiquei apaixonada pelos cenários e coloquei na minha listinha para conhecer a Irlanda e Escócia.

No mais, vi que a gente deve ignorar as risadas maldosas e ir atrás dos sonhos e se adaptar a eles. Enfim, não é um filme para a família inteira, mas é uma história que pode render boas risadas no finalzinho do dia na sua própria companhia ou com o namorado (via Facetime). Recomendo. ;-)

Já assistiu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos, Carol. ♥

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12
09.07.2020
* Para assistir: O amor não tira férias! – #TBT ♥

Ei, Gente! :) Como quinta-feira é o dia oficial de relembrar momentos e tal (o famoso #TBT), decidi que vou postar filmes antiguinhos aqui no blog. Pelo menos, duas vezes por mês! Para estrear: O amor não tira férias. Vamos lá? Pega a pipoca e o refri, que a sessão nostalgia vai começar! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Para começar, aquele clássico resumo: a jornalista Iris está apaixonada por Jasper, mas logo descobre que ele está prestes a se casar com outra. Amanda, dona de uma renomada agência de publicidade especializada em trailers de filmes, tem a prova de que o namorado Ethan não é fiel. Iris é de Londres e Amanda de Los Angeles. Através de um site de intercâmbio (tipo um Airbnb da época), as duas trocam de casas para tirar uma mini férias de suas vidas e, claro, do amor. Essa mudança temporária traz novidades que refletem na vidinha amorosa de ambas e acabam cruzando o caminho de Miles e Graham, entre outros personagens importantíssimos! ♥

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Esse filme é de 2006, mas vi pela primeira vez lá em 2014. Me apaixonei completamente. Por mais que a história seja clichê, a forma como tudo acontece é apaixonante e realmente traz esperança no amor e a gente tem a clara noção de que ele não tira férias! Inclusive, o amor próprio. E que aquele romance pode estar onde você menos espera e em uma hora bem improvável. Os atores são sensacionais e acho que ambos casais tiveram aquela química que arrancaram suspiros!

Fiquei torcendo para todos e adorei as peculiaridades, como a Amanda nunca chorar, o Graham ser o pai mais hilário do mundo (amei as filhas dele) e o jeito como a Iris aproveita a sua estadia em Los Angeles é inspirador. Arthur é o meu personagem favorito e suas palavras, como “seja a protagonista da sua história e não apenas a amiga dela fizeram a diferença nessa época. Ser a melhor amiga tem o lado divertido, mas a gente não pode deixar a nossa voz de lado e o protagonismo também.

Crédito da Imagem: Adoro Cinema

Amo que esse filme traz memórias de como era legal escolher uma história em plena Blockbuster e que a gente entende a importância de guardar o nosso choro para acolher o amigo do lado. E que a propósito, o amor pode estar embaixo do seu nariz e é só mudar a direção do seu olhar! E sempre quando assisto “O amor não tiro férias” fico com vontade de ter uma casa igual a da Iris, em Londres. No meio de neve e até dirigindo na mão contrária hahaha.

Enfim, é uma sessão pipoca para aquecer o coração, independente do seu estado civil. A gente ri, chora e vive cada cena! O final é bem clichê e dá uma sensação tão boa. Confesso que assistir novamente me bateu uma saudade de filmes assim românticos, mas nada apelativos! Enfim, recomendo e muito! ♥

***

Já viu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! Se eu não me engano, está disponível na Netflix, entre outros canais, como Telecine. ;-) No mais, podem opinar à vontade. E me indiquem filmes antiguinhos desse gênero. Vou adorar!!

Beijos, Carol.

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