24.10.2016
* PJ Entrevista: autora Gaía Passarelli! ♥

Essa seção deu uma sumidinha, mas está de volta e com tudo. Quem topou responder umas perguntas para o PJ foi a Gaía Passarelli. Ela já foi VJ da MTV, nos últimos anos já escreveu para importantes veículos como Ilustrada, Rolling Stone, VIP e tem uma coluna no site da revista TPM. Ama viajar e não é a toa que escreve sobre assunto. É autora do livro “Mas você vai sozinha?”, publicado pela Globo Livros. Além disso? Mora em um prédio sem elevador em São Paulo com seu filho e seus dois gatinhos. Quer saber mais? Continue lendo, que essa entrevista está com dicas valiosas, até mesmo nas entrelinhas. ;-)

entrevista-gaia-passarelli-pjPJ Entrevista: Gaía Passarelli
{crédito da imagem: Camila Svenson}

1. Uma curiosidade desse livro que ninguém ou quase ninguém saiba. Aliás conte um pouco sobre ele. :)
R: O “Mas Você Vai Sozinha?” é um livro de crônicas de viagem com histórias que eu vivi/registrei em viagens curtas ao redor do mundo. Apesar do título, em nem todas as histórias eu estou sozinha, mas em todas falo da minha própria experiência. Não é um livro de dicas de viagem, mas em cada capítulo eu dou dicas para viajantes solitárias também. Uma coisa que só quem me conhece pessoalmente sabe é que muitas dessas histórias já estavam escritas em cadernos que eu carrego comigo e guardo em casa, numa caixona velha de madeira. Parte do trabalho foi ler esses cadernos, encontrar as histórias que valiam a pena e reescrever no computador.

2. Qual conselho daria para quem ainda tem medo de viajar sozinha? Por que acha que existe ainda tanto essa pergunta “mas você vai sozinha?”?
R: Comece andando sozinha na sua própria cidade. Vá ao cinema, vá jantar, vá ao museu sozinha. Às vezes a gente precisa de um tempo para ficar à vontade sem o apoio dos outros, é normal e faz parte. E sobre a outra questão: acho que essa pergunta existe independente da mulher viajar ou não. Ainda é esperado que a mulher tenha aprovação para fazer as coisas. Nós mesmas esperamos aprovação dos outros, na real. Outro dia, participando de um tópico num grupo de Facebook sobre “coragem para fazer as coisas sozinha”, percebi que a maioria das respostas das mulheres era “ai, mas tenho medo”. Existe o medo da segurança física, e isso todas nós podemos compreender. Mas existe uma insegurança afetiva muito forte também, da mulher que tem medo de circular sozinha por que acha que vai ser julgada, “ai, mas o que os outros vão pensar”.

gif_1Crédito da Imagem: aqui

3. Como foi sua primeira viagem sozinha? A parte mais doce e amarga dessa experiência?
R: Eu sempre curti minha própria companhia, sempre gostei de estar sozinha, sou uma pessoa introspectiva. Tenho várias neuroses, mas pelo menos essa não! Viajei sozinha várias vezes para cobrir festival como repórter de música, sempre encontrando amigos pelo caminho, mas acho que a primeira vez que decidi que queria viajar sem ninguém pq estava precisando de um tempo só, foi em 2012, numa viagem de um mês para a Inglaterra. A parte mais doce e também a mais “amarga” é ter que tomar as próprias decisões e ter que lidar com elas todos os dias. Você não tem que consultar ninguém quando decide se vai tomar um segundo café da manhã ao invés de almoçar ou se vai ficar em casa num dia de sol, por exemplo. Mas também não tem ninguém pra te ajudar (ou pra culpar!) quando algo dá errado, tipo entrar no ônibus na direção contrária ou gastar todo o dinheiro com excesso de bagagem (duas coisas que já aconteceram comigo e tive que dar um jeito de contornar).

4. Complete…
R: Viajar é… Liberdade!
Lar doce lar é…
Estar em casa vendo Netflix com meu filho!

selinho_1-2Crédito da Imagem: aqui

5. Quais são os três livros que você salvaria de um imaginário incêndio na sua biblioteca?
R: Ah, fácil: o meu Kindle com mais de mil livros! Olha, sabe que essa coisa de biblioteca é algo que dei uma superada, porque há um tempo mudei para um apartamento muito pequeno e não dava para trazer meus livros, então vendi mais da metade. E tudo bem, eu nunca sinto falta! Tenho dificuldade dessa coisa de “livro preferido” pq eu tô sempre mudando de opinião, mas se for pra indicar três preferidos do coração: The Portable Dorothy Parker (as obras completas da escritora norte-americana, minha favorita), o Cem Anos de Solidão do Gabriel Garcia Marquez (porque é um livro para ler mil vezes e sempre encontrar algo novo) e uma edição numerada do No Coração da Tempestade, autografada em lápis pelo Will Eisner antes de ele morrer no começo dos anos 2000 (eu sou muito leitora de HQs). Se alguém quiser me dar sugestões de leitura, uso e adoro GoodReads!

***

Muito obrigada, Gaía. Por ter topado participar, por ser tão simpática e ter respondido na hora! ♥ E vocês? Gostaram? Espero que sim! Podem opinar à vontade!

Com certeza vou embarcar nessas histórias e depois conto aqui no blog. Acho que esse livro vai me dar mais um empurrãozinho para fazer muitas coisas sozinhas. Sou que nem ela, gente. Tenho mil neuras, mas já viajei na minha melhor companhia e, por exemplo, amor ir ao cine sozinha! :) Aliás, conte aqui o que você mais gosta de fazer sozinha!

Ah! Quem quiser saber um pouco mais sobre o livro é só clicar aqui. Quer saber mais sobre a autora? O Instagram dela é esse aqui, a Fan Page é essa e para seguir a Gaía no Twitter é só clicar aqui. Também tem o blog dela: Gaía Passarelli.

Beijos, Carol.

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18.10.2016
* PJ por aí & Recado: Youtube, 100 curiosidades e outubro rosa! ♥

Ei, Gente! Tudo bem? Não tenho muito o costume de fazer isso, mas a minha mãe e irmã dizem que eu preciso vender mais o meu peixe. Então, vamos lá vender mais o meu peixe no post do dia hahaha. ;-) Há duas semanas, gravei o programa Papo de Juventude, da TV Alerj. Foi um papo super descontraído e sobre uma das coisas que mais amo: livros! No comecinho estava morrendo de vergonha, mas no final já estava mega íntima do microfone hahaha. Só apertar o play. É rapidinho!

Sim. A minha voz é de criança e quando fico nervosa, ela fica ainda mais e mexo muito no meu cabelo hahaha. ;p Mas até que a minha primeira vez não foi tão ruim assim hahaha! Enfim, adorei ter participado. O pessoal que participou também mega fofo, inclusive duas participantes também são blogueiras literárias: a Thati Machado (blog dela) e a Roberta (blog dela). Deem uma olhadinha no blog delas depois que vale muito a pena.  E agora um pouco dos bastidores! 

papo-de-juventude-pj-tv-alerj-jovens-leitores(Crédito da foto: Thati Machado) 
P.S: obrigada Camila e Rapha por terem me chamado e  insistido. ;p

Mudando de assunto… Para quem não sabe, além do blog também trabalho como freelancer. No mês de março fiquei bem atolada com um projeto bem bacana da Editora On Line: o guia de 101 curiosidades da humanidade. E recentemente, o trabalho ficou pronto e já está nas bancas! Infelizmente, meu nome não apareceu nos créditos, mas coisas de revista. O importante é que fiz parte e amei muito. Quem me chamou para esse job foi a jornalista Ana Ioselli (e que também escreveu as matérias), minha primeira e eterna chefinha. Obrigada, Aninha! Valeu muito a pena ficar noites e noites sem dormir. É curioso de plantão e gosta de saber de fatos intrigantes que, aparentemente, ninguém sabe explicar? Corre para a banca e garanta o seu! ;-)

pj-guia-misterios-da-humanidadeDeu muito trabalho, gente… Mas valeu muito a pena! =)

E para finalizar o post, um recadinho: tenho um convite especial para todo mundo que quer apoiar de alguma forma a campanha Outubro Rosa. Amanhã, dia 19 de outubro, todas as lojas físicas e online da Loungerie, arrecadarão R$1,00 (um real) na compra de qualquer peça da marca. O valor acumulado será destinado pelo segundo ano consecutivo para a Fundação Laço Rosa, que auxilia e ajuda milhares de mulheres com câncer de mama. Legal, né? Não importa o valor e, sim, a ajuda. E se não puder comprar, não tem problema. Espalhe a notícia por aí. =) Ah! E se você amanhã estiver aqui no Rio de Janeiro, a flagship do Leblon (Ataulfo de Paiva, 153), receberá cinco mulheres que tiveram câncer para serem vendedoras por um dia em prol da causa, a partir das 15h00. Vamos? Vale lembrar que milhares de marcas estão cm ações bem bacanas. Independente de qual seja, o importante é ajudar de alguma forma.  #outubrorosa

296499_648683_unnamedClique aqui para entrar no e-commerce da loja.

Prontinho, gente! Podem opinar à vontade sobre o “PJ por aí” e se alguém quiser compartilhar alguma ação em prol da campanha Outubro Rosa, só acrescentar nos comentários.  ;-)

Beijos, Carol.

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17.10.2016
* PJ Leu: No meio do caminho tinha um amor! ♥

Oi, Gente! Para começar a semana, vou falar sobre um dos últimos livros que eu li: No meio do caminho tinha um amor, do autor brasileiro Matheus Rocha, publicado pela editora Sextante (parceira do blog). Já adianto que é um dos livros que você devora e conhece um pouco mais sobre o amor e suas diversas formas. Vamos lá? Bom post para vocês! 

pj-leu-no-meio-do-caminho-tinha-um-amorObrigada pelo livro, editora Sextante! =)
Título: No meio do caminho tinha um amor
Autor: Matheus Rocha

Sinopse: Toda história tem um começo, meio e a gente espera do fundo do coração que não tenha um fim. Mas esse livro começa exatamente assim: pelo “fim”. Afinal, às vezes, essa palavra é inevitável. Aos poucos, a dor do término, do encantamento, da paixão, dá lugar ao “meio”, que vem repleto de esperança. Depois, damos de cara com o “começo” de um novo romance. Tudo isso, através de 50 textos, que mostram que o amor têm suas fases, mas que a gente jamais deve deixá-lo de lado. ;-)

pj-leu-no-meio-do-caminho-tinha-um-amor-2

Minha opinião: Conheci o Matheus lá no Instagram, aí fiquei sabendo do livro e estava mega ansiosa para ler. O autor é muito intenso, gente! E suas palavras traduzem o que a gente sente lá no fundinho (ou não), sabem? Claro que têm alguns textos que marcam mais do que outros, mas no geral, dá para se identificar com quase todos. Apesar de ter adorado cada parte, meu pontinho extra vai para as ilustrações do Phellipe Wanderley! Vontade de “repostar” todas. Agora ponto (duplo) extra vai para o texto “Gratidão”. Foram as palavras que mais mexeram comigo e que vão me acompanhar eternamente. E não só no setor amor, mas em todos. Foi um tapa na minha cara, do tipo: minha filha, para de reclamar e vai plantar o que você realmente quer colher. Aprenda: nada cai do céu!

De resto, aviso: todos devem embarcar nessa leitura. Esteja você no fim, no meio ou no começo de alguma história de amor. Não importa! A leitura flui e quando a gente se toca, não tem mais página. Todos os livros que eu leio, me ensinam de alguma forma. Esse me ensinou mais do que imaginei. Obrigada, Matheus! ♥ 

Alguém já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!

Beijos e boa semana!
Carol.

P.S: para ler a resenha do livro “Felizes para sempre” é só clicar aqui. ;-)

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12.10.2016
* Dia das Crianças: o livro que marcou essa época! ♥

Uma das melhores formas de presentear uma criança, para mim, é dando livros. Por isso, convidei algumas amigas apaixonadas por livros desde pequenininha para contar qual história marcou essa época e a adolescência também. Espero que gostem! =)

dia-das-criancas-livros-pjCrédito da Montagem: Pequena Jornalista
Crédito das Imagens: Saraiva e Google

“Eu tinha muitos livrinhos de contos de fadas que saia na banca e meu pai comprava junto com a fitinha cassete. Então, eu sempre lia os livrinhos e escutava. Como Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve, Cinderela. Eu tenho toda essa coleção, mas o que mais marcou a minha infância foi Fábulas e Lendas, que tem a história do Cavalo de Tróia, da Lenda de Ícaro e do Gigante Polifemo. Esse foi o primeiro sem ser com aquele material de banca, sabe? Ganhei do meu pai! Tenho até hoje e guardo como um dos meus primeiros livros. Eu acho que eu tinha uns 7 ou 8 anos. Era bem criança! Esse foi o livro que me apaixonei antes de ler Harry Potter.”
(Dudi Kobayashi)

Um livro que marcou muito a minha adolescência foi O Diário de Anne Frank. Nessa época, eu não lia muito e lembro que me marcou porque a vida dela era muito diferente e termos quase a mesma idade. Era estranho ela estar preocupada em se esconder para não morrer durante a Guerra e, eu com quase a mesma idade, preocupada em passar de ano.”
(Mari Garbes) 

“Um que marcou muito a minha infância foi Meu Pé de Laranja Lima. Foi o primeiro livro de verdade, sabe? Não tinha figuras, sabe? E ele era muito triste e nessa época eu não sabia que livros podiam ser tão tristes. Eu chorei muito, mesmo tendo só uns 8 anos.”
(Teca Machado – Blog Casos, Acasos e Livros)

“Quando eu era criança, lembro que tinha um livro com um cachorrinho e uma minhoca. Só que eu não sei o nome, autor, nem nada. Pesquiso na internet, mas nada aparece. Então, não sei se criei esse livro na minha imaginação ou se ele realmente existe hahaha. Se alguém souber me avisa? Grata! =D Então, por isso escolhi um livro que marcou a minha adolescência: Depois daquela viagem, da Valéria. Se eu não me engano ela era colunista da Capricho ou Atrevida. Apesar de tratar de um tema bem pesado, a história trouxe uma lição de forma leve e com uma escrita que me prendeu do início ao fim. Geralmente não gosto de repetir livros, mas esse eu morro de vontade de ler de novo.”
(Carol Daixum, a Pequena Jornalista que vos tecla hahaha)

Legal saber dessas histórias, né? Meus planos para quando eu for mãe: presentear toda semana a minha filha (ou filho) com livros. Uma das melhores formas de dar asas à imaginação para o bem, não acham? Espero que ela (ou ele) tenha a sua mini biblioteca desde pequena(o). ♥ 

Agora eu quero saber: qual livro marcou a sua infância e/ou adolescência? Algumas outras amigas também contaram que o que mais marcou foi Harry Potter e O Diário de uma Princesa. Contem aí. ;-) Ah! Feliz dia para todos que carregam eternamente esse espírito de criança!

Beijos, Carol.

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11.10.2016
* PJ Leu: Felizes para sempre! ♥

Finalmente terminei de ler Felizes para sempre, o último livro da série Quarteto de Noivas, da autora Nora Roberts, publicado pela editora Arqueiro (parceira do blog). Vamos lá? Espero que gostem! 

Sinopse: O último livro da série é dedicado à personagem Parker Brown, a administradora com pulso firme da empresa de casamento Votos, que ela fundou junto com suas três melhores amigas. Nossa protagonista sabe muito bem que subir ao altar é um dos momentos mais extraordinários na vida de um casal. Seu dia começa cedo e muitas vezes antes mesmo de clarear, quando uma noiva liga chorando. Mas ela não liga! Afinal, cada sorriso, cada ajuda extra ao casal ela sente que está contribuindo para mais uma história de amor com final feliz, igual a dos seus pais.

Parker parece viver 24 horas para o trabalho. E vive! Porém, ela também quer ser feliz no amor. Até aí, tudo bem. Nada de anormal. Só que o sonho de se casar com um cara intelectual e sensível vira de pernas para o ar quando ela percebe que o destino não quer isso para ela e sim o oposto do que ela imaginou. Como assim? Malcom Kavanaugh, um mecânico e ex-dublê de filmes de ação, cruza sua vida… Amigo de seu irmão Del, Parker logo vê que Mal não faz o seu tipo, entretanto, o mesmo tem a capacidade de fazer com que ela perca o controle.

Afinal, será que todo príncipe encantado tem que chegar em um cavalo branco ou pode vir em uma Harley-Davidson? ;-)

pj-leu-felizes-para-sempre

Minha Opinião: O primeiro livro da série (clique aqui para ler a resenha) me prendeu do início ao fim, o segundo e o terceiro (clique aqui e aqui para ler as resenhas) nem tanto e o último… Sem palavras!  Só não fui mais rápida na leitura, porque o meu trabalho não permitia. A história envolvia de uma maneira de arrancar suspiros. Mal é o tipo de homem que pode assustar pela sua forma direta de ser, mas ele sabe ser direto sem ser muito rude, sabem? Invejei, Parker hahaha. ;p Depois de Carter, ele é o meu preferido dessa série. A única coisa que continuou me incomodando nesse livro: os diálogos são muito formais, ai a história não flui de maneira natural.

Ah! No penúltimo livro da série disse que tinha umas suspeitas do que poderia acontecer nesse último, porém não acertei nadinha hahaha. Voltando aos personagens: a Sra. Grady é a típica personagem que a gente quer trazer para a vida real. Bom saber mais um pouco dela nessa história e escutar seus conselhos maravilhosos, deixando a gente sempre livre para tirar nossa própria conclusão. A gente não, as personagens hahaha. Parker é toda certinha, gosta de seguir sempre um script e foi bom vê-la arriscando mais nesse livro. Os últimos capítulos são emocionantes e mostram que aquela brincadeira que começou na infância pode ser a sementinha perfeita para dar início a uma grande empresa. Em relação ao casal protagonista, os dois mostraram que a espera é, às vezes, a melhor saída mesmo. Que a nossa vida pode mudar para melhor sempre. Nunca podemos julgar o nosso presente achando que nada de diferente vai acontecer mais para frente, entendem o que eu quero dizer? Acho que depois da leitura, vai ser mais fácil identificar a minha lição mais importante do livro. ;)

Adorei que personagens que nunca imaginei “conhecer”, a autora me deu um tapa e os trouxe. \o/ E ainda bem que consegui ver com bons olhos. Acho que a série merecia um quinto livro para mostrar o que aconteceu a partir do momento final, mas acho que usar a nossa imaginação é uma boa também. Ah! Outro ponto negativo: todas as capas me surpreenderam positivamente, essa do último livro, nem tanto. De resto, fiquei feliz que não foi uma leitura meio arrastada como o segundo e o terceiro. Não conseguiu superar o primeiro livro, mas mega recomendo e agradeço a Nora Roberts por ter escrito uma história que faz com que a gente perceba que o nosso príncipe encantado pode vir de diversas maneiras e não, necessariamente, em um cavalo branco. 

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Já leu? Conta o que achou (sem spoiler hahaha ;p). Ainda não embarcou? Fica a dica!

E obrigada editora Arqueiro por ter enviado o livro!

Beijos, Carol. ^^

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