30.11.2016
* PJ Leu: Becky Bloom ao resgate! ♥

E a dica literária da semana é Becky Bloom ao resgate, da autora Sophie Kinsella. Esse é o oitavo livro, publicado pela Editora Record, da série que fala sobre a nossa consumista número um do mundo dos livros. Ah! Quem ainda não leu o penúltimo livro, pode conter spoiler esse post. Ai volta depois! ;-) Mas quem já leu ou não se importa, vamos lá? ♥ 

pj-leu-becky-bloom-ao-resgateLivro: Becky Bloom ao Resgate | Editora: Record | Autora: Sophie Kinsella | Preço: R$ 31,90 (vi na Saraiva)
Crédito da Imagem: Site Saraiva

Sinopse: No oitavo livro, Becky Bloom está em uma missão de resgate. Hollywood se mostrou cheia de surpresas, encrencas e confusões. Mas agora ela, a família e seus melhores amigos estão a caminho de Las Vegas dentro de um trailer. Nossa protagonista fará tudo que estiver ao seu alcance para descobrir o que há por trás do sumiço do seu pai e do marido de Suze. Afinal, por que ele precisa tanto ajudar o seu velho amigo Brent, que por sinal ninguém sabe por onde anda?

Becky sabe que sua tarefa não é nada fácil, mas está disposta a fazer o que for preciso para desvendar todo esse mistério, inclusive colocar em prática o plano mais audacioso de todos os tempos. Mas será que a estratégia mirabolante irá servir para salvar sua família e seus amigos? As brigas são constantes e os obstáculos são muitos,  mas a gente sabe: ela não desiste tão fácil. ;-)

Minha opinião: Ao longo do tempo, as histórias da Becky acabaram se tornando um pouco previsíveis, mas a diversão é a mesma gente. Me diverti muito com esse livro e adorei como a Sophie o conduziu. Ok! Um pouco exagerado todo o mistério, mas estamos falando da Becky, sua família e amigos, né? Óbvio que tem que ter exagero no meio. E mesmo com todos os clichês, alguns elementos me surpreenderam. Por exemplo? A Becky finalmente evoluiu, porém: a essência dela continua intacta. Sempre amei o Luke, mas em alguns momentos achava ele meio frio, sabem? Nessa aventura, achei ele bem mais companheiro e com os melhores conselhos! A Janice me conquistou totalmente. Que amiga fofa, gente! Ah! E preparem o coração: Derek Smith está de volta em uma versão mais suave (digamos assim hahaha)!

De resto, é o tipo de leitura ideal para distrair, rir e, claro, tirar lições valiosas. Adoro o jeito da Becky de não sossegar enquanto não consegue. De ir atrás, mesmo todo mundo com um pé atrás. Também tive mais uma prova (mesmo que literária) de que a família e os amigos são fundamentais para a nossa vida. Ah! Falando nisso, todos os personagens continuam com o mesmo jeitinho de ser. Malucos, mas sempre dispostos a ajudar (com algumas exceções, tipo a Alicia, vaca pernalta hahaha).

Fiquei bem feliz com o desfecho e, posso estar errada, mas acho que deve ser último da série. Por isso, dei um abraço bem apertado no meu livro, quando terminei a última página. Todas as histórias, uma hora, chegam ao fim. Mas o importante são as lembranças. Obrigada, Sophie, por ter nos presenteado com uma das personagens mais hilárias do mundo literário. ♥ 

4c4fb55226b21c618094c045e5bf6600Crédito da imagem: Pinterest!

Acho que é isso! Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica!
Para ler as resenhas dos outros livros da série é só clicar aqui, aqui e aqui.

Beijos, Carol.

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16.11.2016
PJ Entrevista: Roberta Faria, do livro “Eu amo comida”! ♥

Oi, Gente! E quem responde as perguntas do dia é a jornalista Roberta Faria, a coordenadora da coleção de livros “Eu amo”. Recentemente, a Editora Mol lançou o livro “Eu amo comida“. Ainda não li, mas já conheço alguns trabalhos da editora e sou muito fã (Aliás, sabem aquela revista Sorria, que vende na Banca do Bem e na Droga Raia? Então, é deles também ^^). Enfim, a equipe que está por trás desse livro é grande. Queria entrevistar um por um, mas a Roberta está representando todos. Vamos lá? Bom apetite, ou melhor: bom post hahaha! :)

pj-entrevista-eu-amo-comida       PJ Entrevista: Roberta Faria, do livro Eu amo Comida! 

1. Se conseguissem resumir em uma palavra esse livro, qual seria?
R: FOME! Deu muita fome pesquisar, entrevistar, escrever, editar, e dá fome ler também :)

2. Contem um pouquinho como foi o processo, desde a ideia de escrever até quando o livro saiu do “forno”.
R: Em 2013, nós lançamos o livro Eu Amo Bike, com 50 histórias de apaixonados por pedalar. E logo percebemos que poderíamos transformar essa ideia de “Eu Amo” em uma coleção, com um livro para cada paixão nacional… Porque são livros visuais, com histórias de pessoas incríveis que não se encontra por aí, que retratam um Brasil que pouco vemos e conhecemos, sobre temas que quem ama, ama muito. Ou, como costumamos dizer – são livros apaixonantes, para pessoas apaixonadas. Então vieram o Eu Amo Viajar, o Eu Amo Correr e, agora, o Eu Amo Comida.

Esse tema é uma paixão enorme pra gente aqui na editora (temos uma revista de comida, a O QUE TEM PRA JANTAR?, e colocamos receitas em todas as nossas publicações dos mais diversos temas; eu, pessoalmente, cozinho praticamente todos os dias da minha vida o almoço e o jantar da família, tenho uma coleção de mais de 500 livros de receita e penso em comida 70% do tempo, rs). Então foi uma alegria imensa passar 6 meses envolvida nessa produção.

Como sempre, tudo começa com a pauta – a gente imagina que tipos de perfis gostaríamos de ver no livro, pensando em ter representantes de todos os elos da cadeia do alimento (quem produz, quem prepara, quem come), de todas as regiões do Brasil e da maior diversidade de pessoas possível. Depois, a equipe corre atrás de histórias que se encaixem nessas “vagas”. E então partimos pra edição, selecionando quem entra, indo mais a fundo nas histórias, pesquisando dicas que levem a inspiração pra realidade, produzindo as fotos e editando tudo. No total, nós trabalhamos com uma equipe de mais de 60 pessoas – a nossa própria e mais colaboradores de texto, foto, arte e apoio em todo Brasil.

eu-amo-comida-pj-250 motivos!

3. Como vocês encontraram os personagens para esses livros? Aliás, o que fez vocês falarem “essa história precisa estar no livro” (podem exemplificar)?
R: Temos uma equipe de reportagem já muito acostumada a fazer “caça-personagens”, já que praticamente todas as publicações da MOL contam histórias reais de anônimos, bem “gente como a gente”. O caminho que nossos repórteres fazem vai desde perguntar no grupo da família se alguém conhece alguém naquele perfil, até ir para a rua buscar a história, passando por muita pesquisa na internet, contato com instituições que representam o tema que estamos trabalhando, redes sociais etc. E, claro, como somos ligados ao tema, muitas histórias já estavam no radar, de pessoas que conhecemos e adoramos, e ainda não tinham saído nas nossas publicações.

Para ficar mais claro, o caminho é esse:

> Como falei antes, nós primeiro pensamos nos perfis que gostaríamos de retratar – por exemplo, alguém que plantasse orgânicos, uma pessoa que fosse maluca por um prato específico, uma cozinheira exímia no preparo de marmitas… Tentamos imaginar “representantes” para toda a cadeia do alimento, da lavoura à mesa, da entrada à sobremesa, incluindo especialistas em produzir, em preparar e também em comer.

> A partir dessa lista, uma equipe de dez jornalistas foi atrás de quem tivesse uma boa história para contar em cada perfil, usando apuração por telefone, ao vivo, via redes sociais…

> Reunimos cerca de 100 possíveis personagens, e dentro deste mapa de apurações selecionamos os que entraram no corte livro usando vários critérios, como ser um personagem com pouco conhecido na mídia tradicional; com uma história curiosa, que desse água na boca; e que estivesse em uma região metropolitana, para facilitar a produção das imagens com fotógrafos locais.

> Além disso, buscamos na seleção final ter gente de todas as regiões do Brasil (temos gente de 17 estados no livro), de faixas etárias diversas (os personagens vão de 7 a 80 anos), com equilíbrio entre os gêneros (no livro aparecem 28 homens e 31 mulheres – o número passa de 50 porque há vários personagens que são duplas, como casais).

> Também buscamos ter uma grande diversidade de temas, para dar um panorama da nossa riqueza cultural e gastronômica. Claro que sempre fica faltando muita coisa, porque o Brasil é grande demais para caber em um livro. Mas acho que conseguimos fazer um belo passeio pelas mesas do país, que vai desde o churrasco de fogo de chão nos pampas gaúchos até a comida indígena feita em panelas de barro em Roraima, passando pela carne de jacaré do Pantanal mato grossense, pela herança italiana em São Paulo, pelos sorvetes de frutas brasileiras que só se toma em Fortaleza, pelas compotas de Goiás…

4. Qual é a principal mensagem? O que o leitor pode esperar? Aliás, indicam mais para quem?
R: Mais do que um livro sobre comida, fizemos um livro sobre gente apaixonada, e que empreende essa paixão pelo alimento no campo e nas panelas, inventa receitas, lança moda, põe a mão na massa – literalmente. É um livro para qualquer pessoa que goste de comer – e de ouvir histórias de pessoas criativas e batalhadoras.

Nossa ideia é mostrar que a comida não é apenas o que enche a barriga. Comida também é cultura, ciência, negócio, ativismo, lazer. E conhecer aquilo que levamos à boca – a qualidade, a origem e o trabalho que dá produzir um simples tomate, por exemplo – é o melhor caminho para a gente se alimentar melhor, fazendo escolhas mais saudáveis, sustentáveis e saborosas.

5. Além desse, a editora tem outros livros da série “eu amo (…)”. Já tem o próximo tema? Podem adiantar?
A Coleção Eu Amo já tem 4 títulos – além de Eu Amo Comer, tem Eu Amo Bike, Eu Amo Viajar e Eu Amo Correr. E temos na gaveta muitos outros títulos, que buscamos parcerias para viabilizar – porque os livros são patrocinados diretamente, como é o caso dos três primeiros, ou por leis de incentivo, como é o caso do Eu Amo Comida. Entre eles, temos Eu Amo Cachorro, Eu Amo Gato, Eu Amo Futebol, Eu Amo Cinema, Eu Amo Bebês, Eu Amo Música, Eu Amo Livros… ih, ainda temos muita paixão pela frente :) Temos lançado um por ano desde que começamos a coleção, e em 2017 não deve ser diferente.

colecao-eu-amo-pjColeção toda (e com certeza teremos mais!!)! 

***

Bacana, né? Quero participar do projeto Eu amo cachorros e livros, tá? hahaha #brincadeirinha #comfundo #deverdade ;)! Voltando… Assim que eu ler, faço resenha para vocês! Muito obrigada, Roberta. Todo sucesso do mundo e parabéns por coordenar uma coleção e publicações tão legais. E obrigada também a Roberta Barbieri, que fez a ponte. Ela também está por trás desse livro mara, gente. Todo sucesso do mundo para vocês e para todos que participaram de alguma forma desse livro.

Ah! Quem quiser comprar os livros dessa coleção, é só entrar aqui, na Banca do Bem. Vale lembrar, que o Eu amo comida tem renda revertida para a Gastromotiva e o Banco de Alimentos. Nesse link, tem informações sobre as duas ONGS. ;-)

E mais um recadinho, gente. Quem for do Rio de Janeiro ou tiver por aqui hoje, vai ter o lançamento oficial do livro, na Barra da Tijuca, às 19h. Segue o convite para vocês! Quem vai fazer companhia para a pequena blogueira que vos bloga, hein? Vamos! Ainda vai ter a inauguração do Prosa na Cozinha e um novo sabor de sorvete lá. Imperdível, não acham? 

convite-lancamento-eu-amo-comida-rj-pjCrédito dessa e de todas as outras imagens desse post: Editora Mol (divulgação). 

É isso, gente. Já conheciam a coleção? E esse novo livro? Podem opinar à vontade! :)

Beijos, Carol. 

Para lembrar: há um tempinho, visitei a Editora Mol
lá em São Paulo. Registrei tudo e fiz um
post aqui. Vale o clique. ;p 

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07.11.2016
* PJ Leu: Muito amor por favor! ♥

E a dica literária da semana é: Muito amor por favor, dos autores nacionais Arthur Aguiar, Frederico Elboni, Ique Carvalho e Matheus Rocha. O livro, que foi publicado pela editora Sextante (parceira do blog), é repleto de textos sobre um sentimento em quatro elementos.

livro-muito-amor-por-favor-pj-leu-1Livro: Muito amor por favor | Editora: Sextante | Preço: R$ 29,90
Crédito da Imagem: Site Editora Sextante 

Sinopse: Muito amor por favor é a expressão do sentimento de amor do ponto de vista de quatro jovens, que escrevem sobre relacionamentos reais e atuais. Eles falam sobre viver a dois com intensidade e peito aberto, abraçando igualmente a dor e a felicidade. Através de textos, cada autor explica à sua maneira sobre como é amar, estar apaixonado, e experimentar a verdade das relações em todos os seus aspectos, representados nos elementos da natureza: água, ar, fogo e terra.

As características de cada tipo de amor vão além, mas é basicamente assim: Arthur escreve sobre o amor “água”, aquele que pode ser agradavelmente quente ou ferir se ficar gelado. Frederico fala sobre o amor “ar”, aquele que é leve, eleva e que faz com que os pombinhos flutuem. Ique mostra como é o amor “fogo”, aquele que arde, arrebata, aquece a alma e, às vezes, incendeia até doer. Matheus conta como é o amor “terra”, aquele estável, certo, seguro e que pode também provocar terremotos e abalar estruturas.

Minha opinião: Estava bem ansiosa para ler. Tanto que esse livro furou a vez de outros! Não é ruim, pelo contrário. Mas confesso que esperava um pouco mais. A primeira parte foi a minha favorita. Ique, que fala sobre o fogo, me conquistou com suas histórias e lições que o pai deixou para ele. Sem palavras para o texto “Amor que dói, amor que cauteriza feridas”… De arrancar suspiros, lágrimas e deixar lições valiosas. Obrigada, Ique!  Depois vem o Matheus e o amor terra. A escrita dele é ainda mais intensa nesse livro e envolve a gente. Aí vem o Arthur com a água e me surpreendi positivamente, mas como nem tudo são flores… Tive a impressão de que alguns textos entraram no livro só para tapar buraco. Ou talvez não tenha entendido direito mesmo. E depois veio o Frederico com o amor “ar” e finalizou o livro de um jeito apaixonante e me identifiquei bastante!

Resumindo: o livro começa mega bem, depois cai um pouco e finaliza com chave de ouro! Por esse motivo, a leitura não fluiu como eu imaginei. Mas é a minha opinião, viu gente? Acho que vale a leitura pelos aprendizados e cada um interpreta da sua maneira. E também tem aquela história do momento. Talvez se eu reler, toque de um jeito diferente. Ah! Destaque para capa. Uma das mais lindas que vi esse ano!

pj-leu-muito-amor-por-favor-quoteMelhor trecho!

Já leu? Conta o que achou! Ainda não? Fica a dica! =)

Beijos, Carol.

* Para ler a resenha do livro “Eu sou as escolhas que faço”, clique aqui

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01.11.2016
* PJ Leu: Eu sou as escolhas que faço! ♥

E a dica literária da semana é: Eu sou as escolhas que faço, da autora Elle Luna. O livro, que foi publicado pela editora Sextante (parceira do blog), é uma ótima pedida para começar o mês com o pé direito. Já adianto: é uma das leituras que mais me tirou da caixinha e me deu aquele empurrãozinho extra na vida! ♥

eu-sou-as-escolhas-que-facoCrédito da imagem: Editora Sextante!

Sinopse: Sempre temos a opção de seguir o caminho da segurança ou da paixão! Sempre encontramos essa encruzilhada! E, todos os dias, fazemos uma escolha. Esse livro faz com que a gente reflita quais são essas escolhas que temos feito.  É importante ressaltar que cada um de nós tem um potencial único que foi nos dado ao nascer. Se vamos cultivar esse “dom” ou não, depende de nós mesmos! Em seu sentido mais puro, a paixão é a razão por estarmos aqui… E escolher seguir essa estrada é a jornada mais importante da nossa vida!

Através de um livro colorido e ilustrado, a autora nos mostra os desafios, obstáculos e medos que costumam nos impedir de continuar nesse difícil e prazeroso caminho da paixão. Mas ao mesmo tempo, ensina a encontrar soluções criativas para superar cada um deles! ;-)

pj-leu-eu-sou-as-escolhas-que-facoCrédito da imagem: Pequena Jornalista! 

Minha opinião: É um dos melhores livros que li esse ano. Não é que a autora faça milagre, mas abre a nossa mente, sabe? Faz com que a gente saia da caixinha! Aos poucos, a Elle mostra que trilhar o caminho da paixão é uma das melhores escolhas. Mas ela é realista. Não viaja na maionese! A autora mostra o que geralmente nos impede de seguir essa rota e dá pequenas soluções. Algumas até parecem óbvias, mas toca a gente de um jeito diferente. Bom, pelo menos foi o que aconteceu comigo!

Uma das coisas que me impede de trabalhar só com o que eu gosto é o dinheiro! E, gente, por mais que o dinheiro não seja tudo, infelizmente, sem ele, a gente não come, não paga as contas e por aí vai. Então, não dá para largar tudo de uma vez. E no livro, a Elle mostra exatamente isso e dá uma solução que une o útil ao agradável. Em outras palavras: a solução talvez seja que você possa trabalhar em algum lugar que te dê um salário e, ao mesmo tempo, que você consiga conciliar esse trabalho com o seu verdadeiro sonho. Então, abrir mão daquele emprego que não deixa você ter vida é a melhor opção. Talvez em um outro, você não ganhe tanto, mas em contrapartida, você consegue conciliar.

Exemplo: quero escrever um livro, mas com o trabalho atual só consigo chegar em casa, tomar banho e dormir. Com um outro emprego, consigo ter dinheiro e tempo para escrever. Aí aos poucos, você transforma o sonho em realidade e uma hora vai conseguir só trabalhar com o que realmente gosta. Tudo no seu tempo, mas sem perder tempo! ;-) Ah! Por mais que esse caminho seja o mais gostoso de seguir, não significa que seja o mais fácil. Essa foi uma das principais lições que tirei desse livro!

É uma leitura que você devora em uma noite e realmente te dá vontade de praticar tudo que leu! É um livro interativo e que faz você pensar e escrever. Então, separa um bloquinho junto com a leitura. Ah! Tem uma atividade que pede uma cadeira, então, talvez seja melhor ler em casa. Fora isso, destaque para as ilustrações. Acredito que esse livro vá mexer com cada um de um jeito, mas o importante é que ele te faz sair da caixinha e seguir seus sonhos de verdade.

eu-sou-as-escolhas-que-faco-2Crédito da imagem: Pequena Jornalista! 

Por fim, tenha essa frase sempre com você: eu sou as escolhas que faço! Então, nada de só reclamar. Hora de colocar a mão na massa!  ^^

Já leu? Conta o que achou! Ainda não? Recomendo! 

Beijos, Carol.

Para ler a resenha do livro No meio do caminho tinha um amor, clique aqui

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24.10.2016
* PJ Entrevista: autora Gaía Passarelli! ♥

Essa seção deu uma sumidinha, mas está de volta e com tudo. Quem topou responder umas perguntas para o PJ foi a Gaía Passarelli. Ela já foi VJ da MTV, nos últimos anos já escreveu para importantes veículos como Ilustrada, Rolling Stone, VIP e tem uma coluna no site da revista TPM. Ama viajar e não é a toa que escreve sobre assunto. É autora do livro “Mas você vai sozinha?”, publicado pela Globo Livros. Além disso? Mora em um prédio sem elevador em São Paulo com seu filho e seus dois gatinhos. Quer saber mais? Continue lendo, que essa entrevista está com dicas valiosas, até mesmo nas entrelinhas. ;-)

entrevista-gaia-passarelli-pjPJ Entrevista: Gaía Passarelli
{crédito da imagem: Camila Svenson}

1. Uma curiosidade desse livro que ninguém ou quase ninguém saiba. Aliás conte um pouco sobre ele. :)
R: O “Mas Você Vai Sozinha?” é um livro de crônicas de viagem com histórias que eu vivi/registrei em viagens curtas ao redor do mundo. Apesar do título, em nem todas as histórias eu estou sozinha, mas em todas falo da minha própria experiência. Não é um livro de dicas de viagem, mas em cada capítulo eu dou dicas para viajantes solitárias também. Uma coisa que só quem me conhece pessoalmente sabe é que muitas dessas histórias já estavam escritas em cadernos que eu carrego comigo e guardo em casa, numa caixona velha de madeira. Parte do trabalho foi ler esses cadernos, encontrar as histórias que valiam a pena e reescrever no computador.

2. Qual conselho daria para quem ainda tem medo de viajar sozinha? Por que acha que existe ainda tanto essa pergunta “mas você vai sozinha?”?
R: Comece andando sozinha na sua própria cidade. Vá ao cinema, vá jantar, vá ao museu sozinha. Às vezes a gente precisa de um tempo para ficar à vontade sem o apoio dos outros, é normal e faz parte. E sobre a outra questão: acho que essa pergunta existe independente da mulher viajar ou não. Ainda é esperado que a mulher tenha aprovação para fazer as coisas. Nós mesmas esperamos aprovação dos outros, na real. Outro dia, participando de um tópico num grupo de Facebook sobre “coragem para fazer as coisas sozinha”, percebi que a maioria das respostas das mulheres era “ai, mas tenho medo”. Existe o medo da segurança física, e isso todas nós podemos compreender. Mas existe uma insegurança afetiva muito forte também, da mulher que tem medo de circular sozinha por que acha que vai ser julgada, “ai, mas o que os outros vão pensar”.

gif_1Crédito da Imagem: aqui

3. Como foi sua primeira viagem sozinha? A parte mais doce e amarga dessa experiência?
R: Eu sempre curti minha própria companhia, sempre gostei de estar sozinha, sou uma pessoa introspectiva. Tenho várias neuroses, mas pelo menos essa não! Viajei sozinha várias vezes para cobrir festival como repórter de música, sempre encontrando amigos pelo caminho, mas acho que a primeira vez que decidi que queria viajar sem ninguém pq estava precisando de um tempo só, foi em 2012, numa viagem de um mês para a Inglaterra. A parte mais doce e também a mais “amarga” é ter que tomar as próprias decisões e ter que lidar com elas todos os dias. Você não tem que consultar ninguém quando decide se vai tomar um segundo café da manhã ao invés de almoçar ou se vai ficar em casa num dia de sol, por exemplo. Mas também não tem ninguém pra te ajudar (ou pra culpar!) quando algo dá errado, tipo entrar no ônibus na direção contrária ou gastar todo o dinheiro com excesso de bagagem (duas coisas que já aconteceram comigo e tive que dar um jeito de contornar).

4. Complete…
R: Viajar é… Liberdade!
Lar doce lar é…
Estar em casa vendo Netflix com meu filho!

selinho_1-2Crédito da Imagem: aqui

5. Quais são os três livros que você salvaria de um imaginário incêndio na sua biblioteca?
R: Ah, fácil: o meu Kindle com mais de mil livros! Olha, sabe que essa coisa de biblioteca é algo que dei uma superada, porque há um tempo mudei para um apartamento muito pequeno e não dava para trazer meus livros, então vendi mais da metade. E tudo bem, eu nunca sinto falta! Tenho dificuldade dessa coisa de “livro preferido” pq eu tô sempre mudando de opinião, mas se for pra indicar três preferidos do coração: The Portable Dorothy Parker (as obras completas da escritora norte-americana, minha favorita), o Cem Anos de Solidão do Gabriel Garcia Marquez (porque é um livro para ler mil vezes e sempre encontrar algo novo) e uma edição numerada do No Coração da Tempestade, autografada em lápis pelo Will Eisner antes de ele morrer no começo dos anos 2000 (eu sou muito leitora de HQs). Se alguém quiser me dar sugestões de leitura, uso e adoro GoodReads!

***

Muito obrigada, Gaía. Por ter topado participar, por ser tão simpática e ter respondido na hora! ♥ E vocês? Gostaram? Espero que sim! Podem opinar à vontade!

Com certeza vou embarcar nessas histórias e depois conto aqui no blog. Acho que esse livro vai me dar mais um empurrãozinho para fazer muitas coisas sozinhas. Sou que nem ela, gente. Tenho mil neuras, mas já viajei na minha melhor companhia e, por exemplo, amor ir ao cine sozinha! :) Aliás, conte aqui o que você mais gosta de fazer sozinha!

Ah! Quem quiser saber um pouco mais sobre o livro é só clicar aqui. Quer saber mais sobre a autora? O Instagram dela é esse aqui, a Fan Page é essa e para seguir a Gaía no Twitter é só clicar aqui. Também tem o blog dela: Gaía Passarelli.

Beijos, Carol.

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