26.01.2016
* Mania (louca) de escritora – Parte 2! ♥

Cada louco com a sua mania, né? Descobri que a maioria dos escritores tem, digamos, esquisitices na hora de escrever nossas histórias preferidas. Fiquei sabendo disso, nesse post. Daí, resolvi fazer um 2º sobre o mesmo tema. Ah! E tudo indica que temos material para um milhão de posts. hahaha Preparados, leitores? Com vocês, as esquisitices… Errr… Quer dizer… Manias peculiares dos nossos autores. Contem aí! Prometemos não rir hahaha. ;p

Post - Mania de EscritorMania (louca) de escritora! ;p

 

12241383_10153837776083474_1837301704522636155_n  Escritora: Thati Machado
Livros: Ponte de Cristal, Com outros olhos, Poder Extra G, entre outras histórias.
Mania: “Não sei se tenho manias loucas. Acho que sou bem normal, ao menos para os meus parâmetros. Mas como tenho uma veia de atriz (e alguns aninhos estudando artes cênicas) tenho a mania de incorporar alguns personagens. Na época em que escrevi a Lana, de “Com outros olhos”, por exemplo, eu andava pela casa com uma venda nos olhos para entender como era ser cega. Durante o processo de criação da Mia, de “Ponte de cristal”, precisei voltar para a minha psicóloga para conseguir separar as minhas emoções das dela. Por se tratar de uma personagem mais densa, eu não queria estar na pele dela e durante algum tempo eu meio que estive. Criando a Nina, de “Poder extra G”, a história já muda de cenário. Como ela é engraçada e sempre de bem com a vida (e muito, MUITO parecida comigo) eu acabo sendo ela de vez em quando e vice-versa. E ah… Ultimamente quando presencio algo diferente ou escuto algo inusitado, acabo me inspirando e levando esses acontecimentos para as minhas histórias. Nunca saberemos se a vida imita a arte ou se a arte imita a vida, rs!”

12063632_735189706611650_6122370395124907095_n  Escritora: Catia Mourão
Livros: Saga “Mais Além da Escuridão”, entre outras histórias.
Mania: “Escutar voz de personagem é a minha cara. Acontece direto e ainda discuto com eles! O pior é quando acontece na rua, fica todo mundo olhando e devem pensar que sou maluca. Quando fico escrevendo até tarde, aí fecho tudo, desligo o computador e deito na cama: pronto! Aí eles começam a conversar entre si e vão continuando a história sem mim rsrsrs. Então… Não tem jeito, me obrigam a levantar, voltar para o computador e começar a escrever de novo.”

996782_939409699446578_6157785990906511692_n  Escritora: Bruna Karine
Livros: 11 Contos e 1 Fábula, entre outras histórias. 

Mania: “Quando eu escrevo, preciso entrar inteira no personagem. Conforme o texto vai crescendo, eu mesma vou desvendando do que ele se trata. No fim das contas, eu estou normal em um lugar e, do nada, começo a falar sozinha baixinho – mais possivelmente em inglês, não sei por que – olhando para o ar e imaginando uma pessoa, paisagem, objeto, qualquer coisa. E a cena vai saindo de mim. Se estou em um local público, disfarço, claro e fico me lembrando >constantemente< de não falar sozinha na rua. Mas, se estou na sala da minha casa, por exemplo, me solto. Fico irritada mesmo, estapeio o ar, coloco o dedo em riste para ele, ameaço jogar coisas em pessoas que só existem na minha cabeça, choro, me jogo no chão. Em suma, me deixo incorporar/possuir pela fantasia que ta na minha cabeça. Às vezes, acontece de alguém me ouvir gritar e aparecer para perguntar o que é ou por que eu estou berrando para o sofá.”

10458912_915495951848814_8234278046690473735_n  Escritora: Sheila Mendonça
Livros: Cabra Cega, entre outras histórias. 
Mania: “Eu sou bem ‘normal’ na hora de escrever. Quer dizer… Eu acho rsrsrs! Gosto muito de ouvir músicas celtas, medievais, cantos franciscanos, André Rieu, por aí… Acho que a energia que essas músicas têm me ajudam na inspiração e a desligar do mundo a minha volta enquanto escrevo. O meu maior problema é a hora que as minhas maiores inspirações chegam: no banho! Muitas vezes tive que sair correndo, pelada, no máximo dando tempo de me enrolar na toalha, e colocar que nem louca tópicos no papel ou escrever algumas páginas (na velocidade de uma psicografia).”
***
Obrigada, queridas autoras que toparam contar suas manias peculiares! Só tem louquinha nesse mundo literário hahaha ;p Em breve, vou fazer um post com manias de leitores. Quer enviar seu depoimento (curtinho)? Escreve para mim: pequenajornalista@pequenajornalista.com.
Beijos, Carol. 
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23.01.2016
* Tag: # Amor Verão! ♥

Hoje vou responder uma TAG referente ao livro “Ah! O Verão“, que a Gi, do blog Estilo Gisele, me indicou. Quem criou foi a Editora Valentina e a proposta é responder sete perguntas sobre o verão. Vamos lá? :)

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1. Sim. Foi incrível! Do jeitinho que eu sonhei e, acredito, que até melhor. Não durou muito. Ele era da Suíça rsrsrs! Fiquei triste na época, mas passou. A parte boa é que rendeu ótimas lembranças. Isso é que vale, né? 

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Por incrível que pareça: Suíça. Hahaha Parece piada, né? Mas passar o verão lá é bem divertido! O calor é na medida certa, pelo menos para mim. Temperatura máxima: 30º! E a noite: aquele friozinho (de leve também). E também dá para ver neve e rola uma chuvinha. Ah! Tem vários festivais de música. Enfim… Quem tiver a oportunidade, mega indico! ;-) 

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Ah! Tranquilo hahaha. :) Às vezes não tem jeito, né? Independente da companhia, tem que curtir ao máximo.  

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Uma boa dose de humor e um pouco de draminha também hahaha. ;-)

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Ah… Adivinhem? Suíça! Mas também poderia ser Paris e por aí vai. Aqui no Brasil: Fernando de Noronha, talvez? (nunca fui, mas imagino que seja lindo e ideal para viver um amor de verão).

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Brighter Than The Sun (Colbie Caillat)
Strip Me (Natasha Bedingfield)
Stay The Night (James Blunt) 
Sunday Morning (Maroon 5)
Felicidade (Marcelo Jeneci)

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Suíça, lago, chuva e por ai vai. ;-) 

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Blogs que eu indico: 

Chez B. (Bru)
Eu Suspiro (Kaka)
Amanda Hillerman (Amanda)
As Besteiras que me Contam (Juju)
Como livros, bebo séries (Ju)
Casos, Acasos e Livros (Teca)
By Miih (Camila)

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É isso, gente! Muito obrigada, Gi. Adorei!  Ah! Falando em amor de verão, fiquei curiosa para ler esse livro. Alguém já leu? Gostaram? Me contem aí!

Beijocas e bom fim de semana,
Carol.

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20.01.2016
* PJ Entrevista: escritor Danilo Barbosa! ♥

Sempre envio e-mail para as editoras pedindo ajuda para entrevistar autores e tal. Mas não fazia a mínima ideia de quem estava por trás das respostas (sempre tão gentis) de uma das editoras. Até que descobri: Danilo Barbosa. Um profissional mega atencioso e que pratica também uma das atividades mais incríveis: escreve livros, contos, crônicas e por aí vai. Ele é autor do livro “Arma de Vingança“, que conta a história da personagem (pra lá de vingativa) Ana. Quem me conhece, sabe que foge do meu estilo literário, mas como ele disse que não é de terror, só suspense, aceitei meu primeiro desafio literário desse ano. Enquanto não leio e não  rola resenha aqui no blog, confiram o nosso bate-papo. ;-)

11215120_10206422047487476_5900635032187763692_nEntrevista: Danilo Barbosa! 

1. Conte um pouco sobre o seu livro “Arma de Vingança”.
R: Arma de Vingança é um livro que fala sobre quais são os limites de cada pessoa, o que você é capaz de fazer quando as pessoas abusam de você em todas as formas. A Ana, no começo do livro, é uma moça ingênua e sensível, que só deseja viver a sua história de amor. Mas o destino faz com que ela cruze a vida dela com dois homens que destroem cada um dos seus desejos, um a um, e esmagam o seu coração, sem dó ou piedade. Em um jogo de traições em que sobreviver é o mais importante, só resta a ela se vingar e revidar, nem que tenha de perder sua alma no processo. Esse é o tema central do livro.

2. Caso tivesse vontade de se vingar de alguém, o que você seria capaz de fazer?
R: Sou impulsivo, entende? Caso eu tivesse vontade de me vingar de alguém – coisa que só fiz nos livros, por enquanto – seria revidar, na mesma hora e com a mesma força, de quem me prejudicou.

3. O que te faz mais feliz como escritor: conto, poesia, crônica ou livros? Por quê?
R: Não tenho preferência, sabia? O texto que mais me deixa feliz é o que atinge o leitor, que traz algo bom para ele. Livros, contos, poesias ou crônicas, tanto faz, só atingem a sua função quando tocam as pessoas de alguma forma. Esta é, na minha opinião, a função do escritor.

4. Conte um pouco sobre a sua trajetória literária.
R: Minha vida com os livros acontece desde cedo. Passei parte da minha infância escolar nas bibliotecas da escola, envolvendo-me com as mais diferentes histórias. Era gordinho, usava óculos e era gago, por isso acabava me recolhendo na biblioteca, já que os livros nos oferecem um mundo em que todos somos iguais. Foi questão de tempo que o mundo literário transbordasse da minha cabeça. Começou com pequenos textos, poesias e em seguida veio o Arma de Vingança, que publiquei independente, antes que fosse convidado para fazer parte dos escritores da Universo dos Livros. Os contos vieram depois e por último me inseri na área das crônicas, e não parei mais.

5. Se tivesse que salvar três livros de um incêndio, qual seria a sua escolha?
R: Nossa, acho que me queimaria tentando salvar todos. Não suporto a ideia de ver livros queimando, hahaha.

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Achei a última resposta mega original hahaha. Acho que vou usar essa resposta quando me perguntarem sobre essa questão de salvar livros hahaha.
Muito obrigada, Danilo. Pela atenção e carinho! Desejo todo sucesso do mundo. Vem logo para a terrinha do bixxxxxcoitoooo! hahaha Falando nisso, vai ter sessão de autógrafos no dia 11 de março aqui no Rio, às 19h, no Norte Shopping. :) Quem quiser mais informações sobre o autor e suas histórias, só clicar aqui.

Um beijo, Carol.

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13.01.2016
* PJ Entrevista: autora Fernanda Mello! ♥

Para dar início às entrevistas desse ano, quem topou responder algumas perguntinhas foi a querida Fernanda Mello. Recentemente, a mineira lançou o seu (quarto) livro “Amar é Punk“, publicado pela editora Neutra. A escritora comanda um dos meus perfis preferidos do Instagram e compõe músicas lindas (sabe aquela “só hoje”, do Jota Quest? Então…). Conheci a autora através do seu blog “Coração na Boca” e, desde então, volta e meia dou um clique e me deparo com textos inspiradores. Ela realmente é o tipo de pessoa que tem o dom da escrita. ♥ Enfim, vamos lá? Conta aí, Fê. ;-)

Fernanda Mello - EscritoraPJ Entrevista: Fernanda Mello

1. Quando descobriu que o “seu negócio não era falar e, sim, escrever”?
R: Eu tinha uns 8 anos mais ou menos e ganhei um concurso de redação na escola. Fiquei muito feliz e comecei a dar mais valor à mania que tinha de escrever em caderninhos pela casa.
 
2. Qual é a parte mais doce e amarga de fazer parte desse mundo literário?
R: A parte doce é ver seu texto virar livro e a troca com os leitores, a partir de cada texto. É mágico. A parte amarga é a falta de incentivo do país aos novos artistas.
 
3. Conte um pouco sobre o novo livro “Amar é Punk”.
R: Amar é Punk surgiu a partir de uma crônica digital (a primeira que gravei), que fez muito sucesso no Youtube na época. O tema desmistificava o amor e questionava a paixão enquanto sentimento efêmero e explosivo. O feedback que tive, a partir da publicação dessa crônica, me fez perceber o quanto nós temos ilusões e expectativas referentes ao amor que não condizem com a realidade. Isso gera muito sofrimento, tristeza e desesperança. A partir disso, resolvi escrever sobre o amor, mostrando todos os seus lados: as dores e eventuais sabores, sem o romantismo que ainda ronda a palavra.
 
4. Quais são as maiores coisas (ou pessoas) que te inspiram na hora de escrever?
R: Emoções fortes. Músicas. Experiências (minha ou de outros) que me fazem questionar sobre determinado assunto. Sentir e fazer pensar me inspiram MUITO.
 
5. Se pudesse salvar três livros de um incêndio, quais seriam?
R: Antologia Poética (Vinícius de Moraes), Só garotos (Patti Smith) e Poesia Reunida (Adélia Prado).
Amar é PunkCapa do novo livro.
Crédito da imagem: aqui♥ 
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Gostaram? Espero que sim! ^^
Muito obrigada pela atenção, Fê. Todo sucesso do mundo para você e obrigada por me inspirar! :)
Assim que eu ler “Amar é Punk”, conto um pouco para vocês! Quem quiser comprar é só clicar aqui.
Beijocas, Carol. 
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08.01.2016
* PJ Leu: Doce Perdão! ♥

A primeira dica literária do ano é: Doce Perdão, da autora Lori Nelson Spielman, publicado pela Verus Editora. Além da capa ser linda, o conteúdo é incrível. Se você não dispensa um bom romance, sugiro continuar lendo esse post. ;-)

Sinopse: Hannah Farr apresenta um programa diário na TV e tem um público fiel. Considerada uma personalidade de New Orleans, ela namora há dois anos com o charmoso prefeito da cidade. Tudo parece um mar de rosas, mas duas pedras mudam o rumo da história. As Pedras do Perdão viraram mania no país inteiro e a proposta é a seguinte: enviar duas pedras para alguém que você maltratou no passado. Se a pessoa lhe devolver uma delas, significa que você foi perdoado. Simples assim! Mas a partir do momento que a personagem recebe as pedras de uma amiga conhecida, Fiona (autora do livro que explica a mania), sua vida vira de cabeça para baixo. Lembranças do passado surgem e as certezas se transformam em dúvidas. Agora Hannah tem duas opções: tentar consertar os erros ou viver diariamente com os pontos de interrogação.

6362325d-9101-40dc-9f3d-e8355dc37e30“Perdoar é libertar um prisioneiro e descobrir que o prisioneira era você.”
(Lewis B. Smedes)
♥ 

Minha opinião: Uma leitura repleta de sabedorias! Doce Perdão mostra que rever conceitos é fundamental. Perdoar também! Esse verbo liberta um prisioneiro, que por sinal, muitas vezes pode ser você e, não, o vilão. A história tem um gancho bem interessante e flui de um jeito bacana. Alguns capítulos são monótonos, mas outros exigem não te deixam dormir. Personagem que ganhou o coração da blogueira: Dorothy, a ex-sogra mais fofa do universo e a mais sábia também. Ela me ensinou uma das melhores lições que o livro proporcionou: não ter pressa. Cada um tem o seu tempo! O perdão nem sempre vem na hora que queremos, mas quando vem… É indescritível. Alguns personagens são irritantes e só vivem de aparência. Concordo que tem coisa que é melhor deixar pra lá, mas se incomoda não vejo problema tentar consertar. O final me deixou confusa, mas a parte boa é que deu para usar a imaginação em dobro. Ah! E a viagem que a Hannah Farr faz é a parte mais doce do livro. Tão bom encontrar pessoas que não nos intimidam. 

Confesso que preferi o primeiro romance da autora, A Lista de Brett (resenha aqui), me prendeu mais. Porém, recomendo o livro protagonista do post de hoje. Rende valiosas lições. Pode apostar: sua bagagem literária vai agradecer! ;-)

Já leu? O que achou? Ainda não? Coloca na listinha!
Beijos, Carol. 

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