23.03.2016
* PJ Leu: 1 Milhão de Motivos para Casar! ♥

E a dica literária da semana é 1 Milhão de Motivos para Casar, da autora Gemma Townley, publicado pela editora Record. Uma literatura chic leve e bem divertida. Justamente como manda o figurino. Vamos lá?

Sinopse: Jessica Wild foi criada pela avó materna, uma senhora muito rígida e que acredita piamente que a autossuficiência é o que realmente importa. E não para por aí. Para a sua avó, a felicidade não é tudo na vida. Consequência: a protagonista nunca acreditou muito na ideia do “felizes para sempre”. Sua prioridade é se tornar uma mulher independente e bem-sucedida.

Porém, sua amiga Grace, uma doce velhinha que ela conheceu na casa de repouso onde sua avó ficava, pensa totalmente ao contrário. Sendo assim, vive perguntando sobre a vida amorosa de Jess. Até que um dia, ela responde que tem um namorado lindo: Anthony Milton, seu chefe mega charmoso. E a mentirinha vai além. Ele a pediu em casamento em uma viagem romântica e de tão romântica, os dois resolveram se casar escondidos, durante a viagem mesmo. Jessica, desde então, sustenta a história que ela inventou… Até que um dia, Grace morre e deixa sua fortuna para ela. Mas com um porém: o testamento deixa bem claro que a herança para “Jessica Milton” e não para “Jessica Wild”.

Como ela vive endividada, a grana iria ajudá-la bastante. Solução? Ir à caça, ou melhor, atrás de seu chefe e fazer com que ele case com ela o mais rápido possível…. Tarefa nada fácil, já que ele é um mulherengo. Hora de separar a maquiagem, salto alto, decotes e conseguir realizar com sucesso a sua nova meta: o Projeto Casamento. Será que ela consegue?  ;-)

2cdd31a4-5c1a-4d92-9a6e-3dfafd2fdff1Agradecimento especial: Emily, do grupo lindão Meg’s Army Books Club. Ela que me deu o livro no nosso amigo oculto! 

Minha opinião: O livro garante doces risadas e prende do início ao fim, mesmo que a gente imagine o final. Apesar da Jess ser uma mulher indiferente ao clichê “felizes para sempre”, acabei me identificando bastante com ela. Tudo bem que às vezes eu ficava “criatura, por que você falou isso?” hahaha. Fiquei com muita raiva da avó dela, mas depois acabei percebendo que tem gente que dá esses conselhos não por mal ou por recalque, mas sim porque fica com medo do resultado final. Achei compreensível a atitude dela. Já Grace, é a amiga (mais velha) que todo mundo sonha (pelo menos eu sonho haha). O oposto da avó, mas ela já sonha bastante. Acho que na vida amorosa, a melhor coisa é o equilíbrio. Tem que ter os pés no chão, mas voar um pouco não faz mal. E meu Deus, que encrenca que ela meteu a Jess hahaha. A parte boa é que rendeu boas gargalhadas e ótimas lições. Anthony não me conquistou muito não. Beleza não é tudo, né? Já Max…. Ai meu Deus! 

Mega indico a leitura, principalmente, para quem não dispensa uma comédia romântica. É o tipo de livro que torço para ter a continuação (ou filme ou os dois), mas não sei se vai rolar. Quem sabe, né? A escrita da Gemma é bem leve. Dá para perceber que o talento está no DNA (contei que ela é irmã da Sophie Kinsella? ela é! ) Quanto à capa: uma das minhas favoritas. A princípio, o título meio que faz com que a gente pense numa história completamente diferente. Mas ela pode ser surpreendente. ;-)

Alguém já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica, viu? 

Beijos, Carol. 

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17.03.2016
* Conhecendo a Meg Cabot – Participação Especial Dramática – Projeto Drama Queen #70! ♥

Vocês se lembram de quando a Carol contou no Projeto Drama Queen (aqui) o dia que conheceu a Sophie Kinsella, uma escritora que ela ama? Hoje a Ana Paula Lima, do blog Entre Chocolates e Músicas, veio contar a sua experiência de conhecer sua autora preferida: a Meg Cabot.

Foi um dos melhores dias da sua vida, mas recheado de muito drama! Afinal, para nós bookaholics, os escritores são tipo nossos rock stars. Veja abaixo o relato da Ana:

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Quando eu era mais nova, minha avó sempre me levava para cima e para baixo e eu confesso que adorava, porque sempre ganhava um gibi da Turma da Mônica. Por causa disso adquiri certo gosto pela leitura. Com o passar do tempo e a chegada da internet e o bate-papo UOL (quem nunca né?), acabei deixando esse gosto de lado e passei a dedicar horas e horas da minha vida tirando fotos para meu finado fotolog.

Até que em uma conversa com uma amiga, ela disse assim: “olha, eu tenho um livro aqui que você pode gostar” e me trouxe a primeira versão de A Garota Americana de Meg Cabot.

Eu sempre fui apaixonada por filmes de comédia romântica e sempre quis ser a mocinha. Quando eu li a obra me senti parte daquilo. MEU DEUS como eu queria ser a Samanta e virar heroína por um dia – ou mais. O tempo foi passando e eu voltei a ler mais e mais e vocês precisam saber: eu vicio muito rápido. Todo final de semana minha família e eu íamos ao shopping e era OBRIGATÓRIO passar na Saraiva e comprar pelo menos um livro. Afinal, meu pai odiava a cara de menina mimada que eu fazia por não ganhar nada.

b5cf64cf-9dff-4ccc-a382-cc23491ffb02Coleção da Meg Cabot da Ana. 

Os anos foram se passando e minha admiração pela Meg foi crescendo mais e mais. Pelo menos a cada dois meses eu comprava um livro dela para completar minha coleção. Até que no começo de 2015 surgiu um boato de que ela viria para o Brasil, mais especificamente para a Bahia e eu comecei a me coçar. Era minha OBRIGAÇÃO ir de encontro com a minha DIVA.

O lado bom da vida é que eu sou de São Paulo e um evento não existe se ele não acontece aqui. Desculpem, mas é a verdade. TUDO sempre acontece aqui.

No primeiro Mochilão da Galera que ocorreu aqui eu fui, claro, e tive a oportunidade de fazer uma pergunta. Parecia uma louca pedindo o microfone para poder perguntar: A MEG VEM PRA SÃO PAULO?

E o Guilherme – responsável do evento e do Marketing da Galera Record – tirou a minha dúvida e me deu a data: 20/10/2015. Essa data já era muito especial, pois cinco anos antes eu fui ao meu primeiro show internacional e conheci de perto o Green Day.

O grande dia chegou e eu fiquei muito ansiosa, trabalhei em um final de semana para pegar folga no dia e fui! Cheguei 5:30 da manhã e já tinha cerca de 15 pessoas na minha frente. O primeiro estresse foi com a galera que fura fila. É sempre assim, em todos os eventos do mundo. O problema é que eu era o número 19 e acabei virando a 33.

Depois disso, fiquei das 10:30 as 15:00 na Saraiva e naquele dia estava morrendo de cólica. Quando conseguimos entrar, a todo o momento eu ficava olhando pelo vidro do auditório para ver se ela chegava, o pessoal começou com uma teoria de que ela ia passar por uma passagem secreta (????????????????????) para evitar confusão, mas daí eu vi o Guilherme, e ela estava lá. Linda e sorridente, subindo a escada rolante… E eu? Chorei. Mas eu chorei muito, a ponto de soluçar. Na hora que o Gui (íntima) me viu, ele ficou me perguntando o porquê das lágrimas, pediu pra ficar calma, mas eu não conseguia… NUNCA chorei por encontrar um ídolo, mas não conseguia parar (vídeo do choro aqui).

E quando consegui, era minha vez de falar com ela. Daí voltei com meu drama, o Gui tentou me acalmar, perguntou o que eu queria falar com ela e qual livro teria autógrafo nominal e para eu parar de chorar. Meu amigo Dan, tinha feito uma ilustração para eu dar de presente a ela e, bem, essa foi a reação dela:

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Enquanto eu morria de chorar, ela repetia “não chore! Você é uma princesa”. E eu? Chorava mais ainda.

Depois de pegar os autógrafos, eu reencontrei as amizades que fiz na fila e fomos todas chorando para casa. Meus pais até hoje não entendem o porquê de eu ter ficado tão emocionada ao ver uma pessoa, que para eles, é normal.

Mas só eu sei o quanto a Meg me influenciou e ajudou com seus livros, a forma como as personagens são sempre desafiadas e se mostram fortes e determinadas me mostra o quão capaz eu posso ser.

Enfim, esse é considerado um dos melhores dias da minha vida. E foi muito bom compartilhar com vocês.

Vídeo da Meg falando “eu te amo” aqui.

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***

Ana, fica tranquila que aposto que muita gente choraria ao ver seu ídolo supremo. Acho que eu choraria, haha. Obrigada por ser parte do Projeto Drama Queen!

Gostaram da história dela? Mande o seu relato dramático de algum dia da sua vida e participe! Todas as quintas-feiras tem uma história bem divertida e dramática, às vezes cheia de exagero. O PDQ é uma parceria entre os blogs Casos, Acasos e Livros e Pequena Jornalista

Beijos, Teca Machado.

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15.03.2016
* PJ Entrevista: Sheila Mendonça! ♥

O Instagram é uma ótima fonte para conhecer pessoas queridas do mundo literário. Através dessa rede, conheci a escritora Sheila Mendonça. Jornalista, aos 18 anos escreveu seu 1º livro (detalhe: numa máquina de escrever) “Cabra Cega“, que aborda um assunto bem importante: aquele amor nada saudável, aliás, pode ser tudo menos amor. Participou da obra “Romance em Contos“, com vários autores brasileiros. Ela é super a favor das críticas construtivas, mas as destrutivas não permite olhar mais. Certíssima, né? Para conhecer um pouco mais a nossa autora da semana, confira a entrevista completa. Está imperdível e cheia de dicas! ;-)

12767293_1056574947740913_1796123133_nPJ Entrevista: escritora Sheila Mendonça! 

1. Qual a mensagem que você deseja passar para seus leitores com o seu livro “Cabra Cega”?
R: A mensagem que desejo passar é que não devemos NUNCA nos anularmos por relação alguma, amor saudável é aquele que soma, que agrega, e não que limita, que censura, que destrói. Que possamos sempre ouvir a nossa intuição de que quando algo parece errado em nossa relação, existe grande chance de estar mesmo. Não devemos permitir que ninguém faça mal pra gente, amor gostoso é aquele que é leve, mas se não tiver jeito e tudo der errado, que “Cabra Cega” possa agregar coragem na vida dessas mulheres, para que possam fazer diferente onde estão, ou onde vão entrar futuramente.

2. Tem alguma curiosidade desse livro que poucas pessoas saibam? Conte um pouco!
R: Huuuuuuummmmmmm! Acho que seria o fato de ele ter sido escrito quando eu tinha 18 anos, estava começando a faculdade de jornalismo e foi todo escrito direto na máquina de escrever, não existia internet na época. Quando consegui publicar, aos meus 35 anos, é que passei para o computador e dei uma arrumada na história, no português, na construção dos parágrafos, no conhecimento que já tinha das coisas como jornalista e revisora de texto, mas não mexi uma vírgula da história em si.

3. Até hoje, como foi a sua trajetória literária? Falando nisso, qual é a parte mais doce e amarga desse universo dos escritores?
R: Até o dia de hoje a minha trajetória literária é inesperada, quando escrevi “Cabra Cega” nunca imaginei viver nada do que vivi até aqui, só pensava que queria ver meu filho no formato de livro, mas não imaginava tudo que aconteceu. Nunca imaginei dando entrevistas para blogs literários, nem aos meus 35 anos quando a internet já existia e os blogs também, muito menos dar entrevista em rádio, muito menos ser convidada para participar de antologia e menos ainda de conseguir participar de concursos literários e chegar ao terceiro lugar em um deles. Mamma mia! O “problema” é que quanto mais conquistamos, mais queremos conquistar, e agora eu sonho alto e batalho muito para conseguir chegar lá. A parte mais doce é ser reconhecida nos eventos literários, ver aquele olhar de amor e cheio de lágrimas porque a nossa história mexeu com o leitor. Ser reconhecida na rua, é algo surreal, mas acontece. A minha primeira vez foi em um táxi, e juro que pensei ser pegadinha ou papo de um possível sequestrador. (kkkkkk) E mais doce ainda é receber mensagens das leitoras dizendo que “Cabra Cega” mudou a vida delas, ou proporcionou um olhar diferente na relação que elas estavam. Nossa, isso não tem preço. A parte amarga é conviver com os haters, já fui agredida algumas vezes, mas depois de “Cabra Cega” e três antologias, já aprendi a não dar eco pra doido, deixar falando sozinho é sempre a melhor resposta, porque miram em outro alvo, e que o próximo alvo faça o mesmo que eu. Gosto de gente que é capaz de criticar com a competência de agregar na vida profissional e pessoal do autor, críticas construtivas são todas bem-vindas, as destrutivas eu me permito não olhar mais. Não preciso passar por isso.

12788298_1056573161074425_1047978275_n*crédito das imagens: divulgação!

4. Se pudesse dar um conselho para quem deseja seguir esse caminho literário, qual seria?
R: O conselho é: se você tem certeza amar isso, então não desista. Os louros só chegam para quem não desiste. Corra atrás, porque nada nessa vida cai do céu, só chuva, e entenda que estudar é sempre para agregar conhecimento, então nunca é demais. Vá atrás do seu sonho, não escute amigos-familiares-vampiros que vão tentar puxar seu tapete, foque e
mire no seu sonho, todo mundo é capaz de vencer nessa vida. Ainda estou percorrendo uma estrada para conseguir tudo que desejo na literatura, mas só depende de mim, de meu esforço, e eu vou conseguir. Você também, se for seu sonho. Arregace as mangas e comece!

5. Se tivesse que salvar três livros de um incêndio, quais seriam?
R: Só três? Tem certeza? Ui! São tantos!
1- O Escaravelho do Diabo (Lúcia Machado de Almeida)
2- Esmeralda (Zibia Gasparetto)
3- Palavras de Chico Xavier
Ia precisar, né?! rsrsrsrsrs
Ai gente, que cruel essa escolha, e todos os livros que tenho autografados? Ai Senhor, não quero incêndio não! kkkkk ;p

***

Gostaram? Espero que sim! ;-) Eu adorei, Sheila. Muito obrigada! Foi o tipo de entrevista que deu aquele gás para correr atrás desse sonho (escritora) de uma vez por todas.  Todo sucesso do mundo! Quando eu ler “Cabra Cega”, conto para vocês. Imagino que a leitura seja meio pesadinha, mas ensina muito. Então, vale a pena sair da zona de conforto literária. Ah! Quer ler também? O livro está disponível na Amazon e com a autora. Quer entrar em contato com ela? Clique aqui, aquiaqui e aqui.

Tem algum autor que você queira ver por aqui? Sugestões sempre são bem-vindas! :)

Beijo, Carol.

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09.03.2016
* Mania Peculiar de Leitora! ♥

Todo mundo sabe que escritor tem manias bem peculiares na hora de escrever (se não sabe, clique aqui e aqui ;p), mas será que nesse mundinho literário só tem autor maluquinho? Ahá! Nós, leitores, não escapamos. Temos cada mania que nem o Santinho do “Não usem a orelha do Livro” ajuda hahaha. Dessa vez, tive a missão de descobrir loucurinhas de algumas amigas em relação ao universo literário. Obrigada, gente, por compartilhar aqui no PJ as esquisitices desse mundinho sagrado. Vamos lá? ;-)

tumblr_mdeh2r6eAq1qcmptjo4_250_largeMania de Leitora! :p 

“Não compro livro amassado de jeito nenhum. Também curto livro com cheirinho de guardado”, Camila Sá

“Não chega a ser de leitura, mas vivo comprando livro de coisas que nem me interessam porque simplesmente acho a capa linda”, Amanda Hillerman.

“Gosto de ter um marcador para cada livro e deixar ele no livro mesmo depois de ter terminado a leitura”, Kaka Farias

“Quando eu termino um livro que gosto muito, eu fico abraçada nele alguns minutos como forma de ‘retribuição’ por ele ter me dado uma história tão boa”, Teca Machado

“Me sinto insultada quando vejo alguém usando a orelha do livro e não um marcador. Ah! Quando eu saio com o livro que estou lendo, gosto de guardar dentro de uma sacola para não amassar e depois coloco dentro da bolsa”, Mariana Daixum (prima)

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“Não sei parar leitura do nada. Preciso terminar os capítulos para parar em paz e, por isso, que amo livros com capítulos curtos”, Ju Regis

“Eu sempre carrego um livro na bolsa porque se eu tiver um tempinho livre quero ler. E sempre com marca página porque eu tenho aflição de quem usa orelha para marcar página”, Dudi (amiga)

“Antes de ler a história, leio tudo que tem no livro, desde o resumo da história até o perfil do autor”, Camila Safi (prima) e Mari Garbes (amiga)

“Eu sempre olho o número de páginas do livro, sempre. Não sei o motivo, mas fico comparando os livros pelo número de páginas”, Juju Bittar

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Para finalizar, as manias da pequena blogueira que vos bloga! ;-)

“Tenho muitas manias, mas aqui vão três: vejo quantos capítulos o livro tem, leio sempre a última frase de cada livro e não gosto de capítulos grandes pelo simples fato de não conseguir dormir antes de ler o capítulo inteiro (bate aqui, Ju Regis \o). Me dá aflição! Um defeito da Sophie Kinsella hahaha”. 

Prontinho, gente. Cada um com a sua mania, né? hahaha ;p! Algumas são até fofinhas, como essa da Kaka e da Teca. E, pessoal, não deixem de visitar o blog de todas que deram depoimento. Sempre tem livro por lá. ;-) Ah! Pretendo fazer um 2º post com outras manias. Tem alguma? Conta aqui nos comentários ou manda um e-mail para mim: pequenajornalista@pequenajornalista.com.

E como sempre, podem opinar à vontade!!!

Beijos, Carol. 

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Crédito Gifs: 1ª – aqui / 2ª – aqui / 3ª – aqui

 


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04.03.2016
* PJ Entrevista: Marcella Brafman! ♥

Oi, Gente! :) Hoje quem respondeu as perguntinhas para o PJ foi a querida Marcella Brafman, autora do livro “Mikaela – O Desencontro”. A mineira contou um pouco sobre a sua trajetória literária, curiosidades e, claro, sobre a história de amor do casal “Mikaela e Felipe“, que começou sem pretensão alguma e tomou um rumo incrível. Sabem aqueles personagens mega reais? Então! :) Agora, vamos lá? Conta aí, Marcellitcha! 

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1. Da onde surgiram a Mikaela e o Felipe? É inspirado na sua vida amorosa?
R: A Mikaela surgiu antes do Felipe, mas os dois surgiram na minha imaginação. Não são inspirações diretas, mas confesso que tem algumas coisas que passei sim, hehe! São detalhes, tipo a música que estava tocando, a blusa que o Felipe usa, as amigas da Mikaela são um pouco as minhas amigas também… Há quem diga que eu sou tudo aquilo ali (já ouvi demais), mas prefiro dizer que é um mix de detalhes, sabe?

2. Conta um pouquinho como surgiu a ideia de escrever o livro “Mikaela – O desencontro”? Vai ter continuação?
R: O livro começou no blog, sendo postado em capítulos quinzenais. Os leitores pediam mais sempre e rápido ele se transformou em tipo um livro digital. Uma leitora querida do Sem Clichê me indicou para a editora, que topou transformar a história em livro e cá estamos! Ainda não sei sobre a continuação de Mikaela. Acho que se os leitores pedirem, vai ter sim. Quem sabe em formato digital? Estou com algumas ideias para 2016.

3. Tem alguma curiosidade do livro/da história que poucas pessoas sabem? Pode contar?
R: Sim! A parte que Mikaela está em Buenos Aires eu escrevi quando realmente estava em Buenos Aires. Viajei com a minha família pela América do Sul de carro por um mês e produzi muito do livro durante essa viagem, escrevendo no Ipad e gravando no celular. Outra coisa legal é que uma vez eu anotei todas as respostas da pessoa durante uma discussão de relacionamento e coloquei nas “falas do Felipe”. Agora a pessoa vai saber, né? haha. Admito que usei muita gente de inspiração. Quando as minhas amigas falavam alguma coisa legal, eu corria para o celular e anotava.

4. Nessa sua estreia literária, qual foi o seu maior desafio?
R: Me expor e expor uma história que leva um pouquinho de mim, sabe? Foi como se eu abrisse a minha mente e meu coração para quem quiser comprar o meu livro, para pessoas desconhecidas. Meio louco isso, mas apesar de ser jornalista e sempre estar ativa nas redes sociais, fico um pouco tímida de expor os meus sentimentos mais profundos.

5. Você sempre quis escrever livros? Conta um pouco sobre a sua trajetória até aqui.
R: Sempre. Mas, Mikaela foi uma surpresa, porque comecei sem pretensão nenhuma, escrevendo a história no blog. Já escrevi em alguns portais, sites, tive dois blogs e agora me dedico ao Sem Clichê. Atualmente, também trabalho em rádio como produtora e apresentadora. Meu dia começa cedo, às cinco da manhã já estou de pé. Se eu contar os lugares que trabalhei, a gente fica aqui horas, haha. Comecei a trabalhar muito cedo, com 16, mas já no primeiro período da faculdade de jornalismo entrei em um estágio e não parei até formar. Fiz estágio em tudo que pude, TV, revista, jornal, mídias sociais, assessoria de imprensa… Não consigo ficar parada, como diz o meu pai “sempre invento alguma moda”. Mikaela foi uma invenção de moda, que graças a Deus deu certo e me fez muito feliz!

6. Para quem tem o sonho de publicar livros, quais são as suas dicas de ouro?
R: Não pare de escrever. Escreva sempre. Mesmo que você não tenha a editora e certeza de nada.

7. Se tivesse que salvar três livros de um incêndio, quais seriam os escolhidos?
R: Difícil fazer essa lista, viu?
“On the Road (Na estrada)” – Jack Kerouac
“A hora da estrela” – Clarice Lispector
“Só Garotos” – Patti Smith

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***

Marcellitcha, muito obrigada! Sou sua fã e quero mais Mikaela & Felipe sim! :) Aliás, quem ainda não leu, tem post sobre o livro aqui. Quer comprar? Só clicar aqui. Vale lembrar, que ela é que está por trás do blog Sem Clichê e que volta e meia, a pequena blogueira que vos bloga, indica filmes por lá. ;-)

Beijos e bom finde, Carol. 

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