20.03.2020
* PJ Leu: Tudo que a gente sempre quis! ♥

Ei, Gente! :) Hoje é Dia do Blogueiro (Yay!) e niver da autora Emily Giffin (Parabéns!). Então, para unir os dois, o PJ Leu da semana vai ser: Tudo que a gente sempre quis, última história literária que embarquei. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: Tudo que a gente sempre quis | Editora: Editora Arqueiro | Autora: Emily Giffin
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Casada com um membro da elite de Nashville, Nina Browning leva a vida com que sempre sonhou. Recentemente, o marido ganhou uma fortuna vendendo seu negócio de tecnologia e o filho foi aceito em Princeton. No entanto, às vezes Nina se pergunta se ela se afastou dos valores e princípios com que foi criada em sua pequena cidade natal.

Enquanto isso, Tom Volpe é um pai separado que se divide entre vários empregos para a criar a filha, Lyla. Ele finalmente começa a relaxar quando ela consegue uma bolsa de estudos na escola de maior prestígio de Nashville.

A propósito, a menina, que é filha de uma brasileira, nem sempre se encaixa em meio a tanta riqueza e privilégios, mas, tenta, ao máximo, não deixar isso abalar e segue a vida de uma adolescente típica e feliz. Porém, tudo muda quando uma foto é tirada em uma festa em uma momento de bebedeira. A imagem (com uma legenda preconceituosa) logo se espalha!

Então, em um centro de mentiras e escândalos, Tom, Nina e Lyla são forçados a questionar muitas coisas, inclusive, tudo o que eles sempre quiseram!

Opinião da Pequena: Eu nunca tinha lido nada da Emily e o meu primeiro contato foi de total admiração. É uma história muito bem escrita, de coração, gente! Não é exatamente o livro mais leve do mundo, talvez por isso eu tenha demorado um pouco mais para terminar. São assuntos pesados e que fazem a gente rever os nossos conceitos, por mais que a a gente viva uma outra realidade diante das premissas que a história traz (pelo menos a minha).

Aliás, tudo é bem encaixado e cada capítulo e a visão dos três personagens centrais vão moldando uma história cheia de lições, emoções e apertos no coração. Falando nisso, acho que a gente tem de desejar, lutar pelas coisas e querer. Mas, às vezes, é melhor deixar acontecer. E a grande sacada também é tentar não se perder no meio do caminho. Mas não existe uma vida perfeita e erros acontecem! O jeito é tentar fazer a nossa parte, aprendendo sempre. E a justiça nem sempre é justa, mas o carma é certeiro! Isso eu acredito. :)

No mais, é um livro que aborda sobre princípios, valores, família e as diferenças sociais mostram um lado do mundo bem cruel. E eu morro de vontade de ser mãe, mas deu um medo. Porque muitas vezes a gente faz a coisa certa, porém, por querer proteger demais, as coisas não saem do jeito que imaginamos. Educar não é uma tarefa fácil não, enfim…

Quanto aos personagens, não vou dar muito detalhe para não dar spoiler. Mas posso dizer que a Nina e a Bonnie são as minhas personagens favoritas. A Nina se perdeu um pouco, mas pelo passado, a gente tem a real prova de que ele influencia no nosso presente. Mas cabe a gente transformar o limão em uma limonada. E ela fez isso muito bem! Quanto a Bonnie… Ela é a melhor terapeuta e por mais clientes antigas assim.

Sobre os outros: Tom não me conquistou de primeira, mas entendi o seu lado e acho que faria igual. Finch não é o pior vilão da história, mas bem influenciável e sei lá. Kirk é péssimo e não gostei dele não. E Lyla é incrível. Uma adolescente típica, que teve de aprender de uma forma bem triste, mas no fim, soube fazer uma trajetória brilhante. Destaque também para o diretor e os pais da Nina.

O final deixa algumas perguntas no ar. Mas é sempre bom fazer com que o leitor reflita e imagine o que aconteceu, de fato. Porém, queria que alguns personagens tivessem aparecido nas páginas finais! Não imaginava um final assim, porém, ok. Me ensinou do mesmo jeito. E sobre a capa: deu leveza à história, mas se a gente analisar bem depois de terminar, é bem poética.

É isso, gente! Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo! :)
Ah! Feliz dia do blogueiro para todos os bloggers! E feliz niver, Emily (a íntima hahaha).

Beijos, Carol.

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