26.05.2020
* Top 5: livros que nunca imaginei ler e li! ♥

Ei, Gente! :) Se tem uma coisa que tenho feito durante a quarentena é sair da zona de conforto. Apesar de dar preferência a leituras mais leves, li alguns livros que nunca imaginei embarcar. Pensando nisso, trouxe cinco histórias literárias (a maioria não é recente) que se encaixam nesse perfil. Vamos lá? ♥

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

1. A menina que roubava livros (Markus Zusak – Editora Intrínseca)
Sinopse:
Horas depois de ver seu irmão morrer nos braços de sua mãe, que era comunista, Liesel Meminger é adotada por Hans e Rosa Hubermann. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala “O Manual do Coveiro”, livro que o rapaz que enterrou o seu irmão deixou cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria. O começo de uma carreira brilhante! Através dos livros, Liesel descobre um mundo diferente do cenário triste de uma guerra, que transformava a Alemanha diariamente. Ela descobre o real significado do amor, da amizade e da lealdade. E as palavras que Liesel encontrou nessas páginas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, pai adotivo mais amável do mundo, e Max Vandenburg (o judeu do porão), Rudy Steiner e a Morte, que a propósito é a narradora do livro, que testemunhou a dor e a poesia da época em que Liesel teve sua vida salva diariamente pelas palavras.
Observação da Pequena: Quem acompanha o blog há séculos sabe que esse livre foge totalmente do gênero literário que eu amo. Mas por conta de uma desilusão amorosa, decidi na época que embarcaria em outros livros e esse foi o escolhido! Nunca foi tão bom sair da minha zona de conforto, gente! Quem quiser saber mais, tem um post completinho aqui.

2. Divergente (Veronica Roth – Editora Rocco)
Sinopse:
Uma versão futurista da cidade de Chicago, a sociedade se divide em cinco facções dedicadas ao cultivo de uma virtude – a Abnegação, a Amizade, a Audácia, a Franqueza e a Erudição. Aos dezesseis anos, numa grande cerimônia de iniciação, os jovens são submetidos a um teste de aptidão e devem escolher a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas. Para Beatrice, a difícil decisão é entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é – não pode ter os dois. Então, faz uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma.
Observação da Pequena: Como eu soube que os atores do filme eram os protagonistas da história “A culpa é das estrelas”, decidi assistir no cinema. E me apaixonei tanto, que assim que sai do cine, fui correndo na livraria. Jamais imaginei gostar dessa distopia, mas amei e devorei em poucos dias o livro. Só não animei em ler os outros!

3. Todo mundo tem um anjo da guarda (Pedro Siqueira – Editora Sextante)
Sinopse:
Neste livro, o autor conta sobre esse universo dos anjos! Ele mostra uma visão geral das criaturas celestes, explica que é possível ver nossos anjos da guarda e,  até mesmo, saber seus nomes. E não para por aí: Pedro explica como podemos nos comunicar com eles para estreitar os laços com Deus.
Observação da Pequena: Eu não tenho intimidade com livros religiosos. No comecinho, não sabia se tinha feito a melhor escolha para sair da minha zona de conforto. Mas depois a leitura fluiu e, independente, da sua religião as mensagens são incríveis e dão paz! Falei mais sobre aqui.

Crédito das Imagens: Amazon e Arqueiro
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

4. Coragem (Rose McGowan – Editora Harper Collins)
Sinopse:
Rose McGowan se tornou uma das atrizes mais desejadas de Hollywood da noite para o dia. Mas o que seria um sonho, virou logo um inferno pessoal e, com o tempo, ela se reemergiu como um ícone feminista ao expor verdades sobre a indústria hollywoodiana. Mas sua história começou muito antes: aos 13 fugiu de casa e viveu de forma instável, morando e saindo das ruas. Até que foi descoberta por Hollywood, viu seu estrelato se tornar um verdadeiro pesadelo de exposição e sexualização constantes. Um mercado machista a tornou, sem consentimento, em apenas um produto, excluindo sua identidade e imagem, tudo em nome do lucro. Mas o que essa seita não esperava, aconteceu: ela não ficou calada e voltou expondo as verdades, incluindo os crimes cometidos por Harvey Weinstein, um produtor cinematográfico, que tem coleções de denúncias de assédios sexuais. Um livro de memórias, em forma de manifesto honesto e sem censura alguma!
Observação da Pequena: É uma leitura extremamente necessária e que ensina muito. Mas é um livro pesado e que marca. Não é que não valha a pena sair da zona de conforto com ele, porém, é sempre uma história que vou lembrar de um jeito bem triste. Quem quiser saber um pouco mais, é só clicar aqui.

5. A Gaiola de Ouro (Camilla Läckberg – Editora Arqueiro)
Sinopse:
Jack e Faye começaram a namorar na faculdade. Ele é um garoto criado em berço de ouro. Ela é uma jovem que se esforçou para enterrar um passado sombrio. Quando ele decide criar uma empresa, ela deixa os estudos e passa a trabalhar de dia, dedicando as noites a traçar a estratégia do novo negócio. A companhia se torna um sucesso bilionário, mas Faye fica apenas cuidando da filha em casa e sendo exibida pelo marido, que toma todas as decisões da empresa. Um dia, Faye descobre que ele tem um caso e a bela fachada de sua vida desmorona. De uma hora para outra, ela está sozinha, emocionalmente abalada e sem nenhum centavo. Mas Jack está prestes a receber o que merece, e muito mais.
Observação da Pequena: Esse foi o que me tirou da zona de conforto nessa quarentena. Logo eu que sempre indico leituras leves! Mas mesmo sendo uma história mega pesada, a escrita te prende do início ao fim. Não quero ler um thriller psicológico tão cedo, mas gostei de ter riscado esse desafio de leituras. Para mais informações, corre nesse post. ♥

***

Moral da história: acho importante lermos o que amamos. Mas se arriscar e sair da zona de conforto pode render aprendizados, experiências diferentes e, até mesmo, livros que entram para a sua lista de favoritos da vida (no meu caso: A menina que roubava livros).

Então, leia o que te agrada. Em contrapartida, não há problema algum aceitar desafios literários. ;-) Agora me conta: qual livro te fez sair do mesmo? No mais, podem opinar à vontade! ^^

Beijos, Carol.

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9
07.05.2020
* PJ Leu: O Diabo ataca em Wimbledon! ♥

Ei, Gente! :) Semana passada eu fiz uma enquete lá no Instagram pedindo para vocês escolherem a minha próxima leitura. E a maioria escolheu “O Diabo ataca em Wimbledon“, da autora Lauren Weisberger. É um chick-lit perfeito para essa quarentena! Então, vamos lá? Boa resenha! ♥

Conto: O Diabo ataca em Wimbledon | Editora: Record | Autor: Lauren Weisberger
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Charlie Silver é uma tenista queridinha dos americanos. Disposta a vencer, ela contrata Todd, um treinador para lá de carrasco.

Então, sob nova direção, a menina boa já era e dá lugar a “Princesa Guerreira”. Logo, ela se vê em um mundo de estilistas famosos, festas exclusivas e, até mesmo, encontros com a realeza hollywoodiana.

Revistas e blogs de fofoca seguem a nossa protagonista freneticamente em suas viagens pelo mundo. Mas afinal, será que vale tudo para vencer os jogos a qualquer custo?

Opinião da Pequena: Eu amo chick-lit e a Lauren Weisberger. Adoro que a gente já sabe quando um livro é dela! Os sapatinhos “O Diabo veste Prada” na capa não enganam hahaha.

Agora vamos ao que interessa: achei que pudesse cair na mesmice e por mais que seja uma história mega clichê, a forma como foi construída fez toda a diferença. Eu não chorei de rir, mas foi um livro que deixou a vida bem mais leve, pelo menos, durante o fim de semana.

Eu adorei cada capítulo e não queria parar uma hora sequer. Achei hilário que a gente encontrou alguns famosos no livro, inclusive da realeza britânica. E eu mega me identifiquei com o amor dela por Irmãos à obra! Amo quando histórias têm um toque da nossa realidade hahaha.

Quanto aos personagens: a gente sente uma leve raivinha em alguns momentos pela Charlie. Mas ela é bem determinada e quando é para dar um basta, vai com tudo. É uma protagonista que inspira. O Dan me conquistou a primeira partida e o irmão dela é simplesmente maravilhoso e tem o melhor desfecho.

Sobre o pai, fiquei meio assim com o final, mas a conversa entre ele e a filha é a que mais me emocionou real. Em relação ao treinador, ele não chega aos pés da Miranda Prestley, mas desperta um ranço igualmente. Porém, muitas coisas serviram para o crescimento da Charlie. E mesmo com algumas ressalvas, acho que a antiga treinadora é uma querida. E a propósito, ela também ensinou muito a nossa protagonista! Piper é a melhor amiga e pessoa da vida.

No mais, é um chick-lit que rende muitos aprendizados. Principalmente, sobre cobranças. Todo mundo erra e atire a primeira bola de tênis quem nunca errou. E talvez a gente não ganhe todos os jogos da vida, mas na maioria, outros fatores valem mais do que um match point.

Aliás, pessoal estou quase uma tenista depois dessa leitura hahaha. E não é que bateu saudade da infância, quando eu ia assistir a minha mãe jogar tênis? E queria enaltecer essa profissão, não tinha a menor ideia do trabalho que era.

A pequena que vos bloga em um dos momentos
“aguardando mamy’s terminar a aula de tênis”

Enfim, foi um dos melhores livros desse ano. Obrigada de verdade, Lauren!

***

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! ;-)

Beijos, Carol.

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5
20.03.2020
* PJ Leu: Tudo que a gente sempre quis! ♥

Ei, Gente! :) Hoje é Dia do Blogueiro (Yay!) e niver da autora Emily Giffin (Parabéns!). Então, para unir os dois, o PJ Leu da semana vai ser: Tudo que a gente sempre quis, última história literária que embarquei. Vamos lá? Boa resenha! ♥

Livro: Tudo que a gente sempre quis | Editora: Editora Arqueiro | Autora: Emily Giffin
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Casada com um membro da elite de Nashville, Nina Browning leva a vida com que sempre sonhou. Recentemente, o marido ganhou uma fortuna vendendo seu negócio de tecnologia e o filho foi aceito em Princeton. No entanto, às vezes Nina se pergunta se ela se afastou dos valores e princípios com que foi criada em sua pequena cidade natal.

Enquanto isso, Tom Volpe é um pai separado que se divide entre vários empregos para a criar a filha, Lyla. Ele finalmente começa a relaxar quando ela consegue uma bolsa de estudos na escola de maior prestígio de Nashville.

A propósito, a menina, que é filha de uma brasileira, nem sempre se encaixa em meio a tanta riqueza e privilégios, mas, tenta, ao máximo, não deixar isso abalar e segue a vida de uma adolescente típica e feliz. Porém, tudo muda quando uma foto é tirada em uma festa em uma momento de bebedeira. A imagem (com uma legenda preconceituosa) logo se espalha!

Então, em um centro de mentiras e escândalos, Tom, Nina e Lyla são forçados a questionar muitas coisas, inclusive, tudo o que eles sempre quiseram!

Opinião da Pequena: Eu nunca tinha lido nada da Emily e o meu primeiro contato foi de total admiração. É uma história muito bem escrita, de coração, gente! Não é exatamente o livro mais leve do mundo, talvez por isso eu tenha demorado um pouco mais para terminar. São assuntos pesados e que fazem a gente rever os nossos conceitos, por mais que a a gente viva uma outra realidade diante das premissas que a história traz (pelo menos a minha).

Aliás, tudo é bem encaixado e cada capítulo e a visão dos três personagens centrais vão moldando uma história cheia de lições, emoções e apertos no coração. Falando nisso, acho que a gente tem de desejar, lutar pelas coisas e querer. Mas, às vezes, é melhor deixar acontecer. E a grande sacada também é tentar não se perder no meio do caminho. Mas não existe uma vida perfeita e erros acontecem! O jeito é tentar fazer a nossa parte, aprendendo sempre. E a justiça nem sempre é justa, mas o carma é certeiro! Isso eu acredito. :)

No mais, é um livro que aborda sobre princípios, valores, família e as diferenças sociais mostram um lado do mundo bem cruel. E eu morro de vontade de ser mãe, mas deu um medo. Porque muitas vezes a gente faz a coisa certa, porém, por querer proteger demais, as coisas não saem do jeito que imaginamos. Educar não é uma tarefa fácil não, enfim…

Quanto aos personagens, não vou dar muito detalhe para não dar spoiler. Mas posso dizer que a Nina e a Bonnie são as minhas personagens favoritas. A Nina se perdeu um pouco, mas pelo passado, a gente tem a real prova de que ele influencia no nosso presente. Mas cabe a gente transformar o limão em uma limonada. E ela fez isso muito bem! Quanto a Bonnie… Ela é a melhor terapeuta e por mais clientes antigas assim.

Sobre os outros: Tom não me conquistou de primeira, mas entendi o seu lado e acho que faria igual. Finch não é o pior vilão da história, mas bem influenciável e sei lá. Kirk é péssimo e não gostei dele não. E Lyla é incrível. Uma adolescente típica, que teve de aprender de uma forma bem triste, mas no fim, soube fazer uma trajetória brilhante. Destaque também para o diretor e os pais da Nina.

O final deixa algumas perguntas no ar. Mas é sempre bom fazer com que o leitor reflita e imagine o que aconteceu, de fato. Porém, queria que alguns personagens tivessem aparecido nas páginas finais! Não imaginava um final assim, porém, ok. Me ensinou do mesmo jeito. E sobre a capa: deu leveza à história, mas se a gente analisar bem depois de terminar, é bem poética.

É isso, gente! Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo! :)
Ah! Feliz dia do blogueiro para todos os bloggers! E feliz niver, Emily (a íntima hahaha).

Beijos, Carol.

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