02.03.2020
* PJ Leu: Off-Line! ♥

Ei, Gente! :) E a dica literária da semana é Off-Line, da autora Gleice Couto, brasileira e parceira do blog. Um livro que aborda sobre assuntos como ansiedade e mostra que um tempo fora das redes sociais pode ser mais saudável do que a gente imagina! Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: Off-Line | Autora: Gleice Couto
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Téo tinha tudo que muitos não tinham aos 16 anos… Namorava a menina mais popular do colégio, tirava boas notas e a relação com a sua mãe não poderia ser melhor. Porém, tudo mudou ao encontrar a namorada com outro. Então, desabafou na frente da câmera e divulgou no seu pequeno canal de Youtube. Porém, o vídeo viralizou e ele virou top trend. Mas a fama fez o efeito oposto, ele não curtiu e virou motivo de chacota!

Ainda bem que as férias chegaram e ele e sua melhor amiga, a Valentina, embarcaram em um plano: ficar off-line durante esse tempo! A ideia era curtir riscando metas de uma lista bem incomum. De quebra, ajudar na ansiedade da amiga, lidar com as suas questões e conhecer novos membros familiares na sua vida! ;-)

Opinião da Pequena: Quando entrei na leitura coletiva desse livro, não tinha ideia do quanto me identificaria com a história. Aprendi muito e vários assuntos, como a ansiedade, acabaram virando pauta na minha terapia! Então, só por isso, o livro já ganhou o meu coração. ♥

A premissa é bem boa e o que poderia ser só mais uma história teen, a autora conseguiu prender a minha atenção do início ao fim, de uma forma que eu carregasse aprendizados para sempre. Fez isso através de personagens cativantes e bem gente como a gente! Capítulos que falam sobre família, amigos, ansiedade, dramas e outros temas relevantes para todas as idades.

Amei a ideia da lista e mega quero fazer uma para mim. Me deu vontade de comprar um livro para colorir e, claro, ficar um pouco off-line! Aliás, às vezes, é preciso se desconectar para reconectar com o que realmente importa. Aliás, essa lição vai ficar para sempre e pretendo praticá-la. ;-) No mais, tudo se encaixa direitinho, alguns capítulos dão um aperto no coração, outros leves e a gente fica desejando um livro 2! #ficaadicaautora =D

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Quanto aos personagens: Téo foi o que eu mais me identifiquei e passei a ver os meus dramas com outros olhares. Por aqui, sempre falo que sou drama queen com uma pegada engraçada e tal. É divertido olhar por esse ângulo, mas alguns dramas podem levar a gente ao fundo do poço. Ah! Em alguns momentos o nosso protagonista irrita, mas a gente se solidariza com ele e fica feliz de ver o seu crescimento, mesmo que seja no tempo dele. Também adorei a parte que ele diz que, às vezes, a gente se recusa a enxergar uma outra realidade que a gente não tenha na nossa cabeça. Me fez refletir tanto, que nem sei!

Quanto a Valentina: é aquela personagem Girl Power que entra na nossa listinha de favoritas! Dá um banho em muita gente grande por aí. Se eu pudesse conversar com alguém de um livro atualmente, seria ela. E olha que problemas, situações não faltam, mas ela tá sempre lá, tentando superar um por um. E faz um papel de melhor amiga como ninguém. Sobre a avó do Téo, ela conquista aos poucos e faz a gente chorar e rir! Mas não vou falar muito, porque se não pode rolar um spoiler. E eu amei a mãe do Téo e o legado dos anos 80, mas queria que ela tivesse aparecido mais!

Enfim, gente. Eu recomendo MUITO a leitura. Vale cada palavrinha! A gente sai com a sensação de que se desconectar e ler um livro assim faz enxergar a vida de forma mais clara e leve! ;-)

***

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! Aliás, você podem embarcar na história através desse link. Ah! A leitura foi uma parceria com a autora, porém, isso não mudou nada na minha opinião, ok? :)

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Gleice Couto
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13.02.2020
* PJ Entrevista: Autora Gleice Couto! ♥

Ei, Gente! :) E a primeira entrevista do ano não poderia ser diferente: Gleice Couto, autora nacional e a primeira escritora parceira oficial do blog desse ano! \o/

Eu a conheci por acaso na Amazon, por conta de um post para o PJ. Ela é uma fofa, deu uma das respostas mais originais para a pergunta clássica (que sempre faço no PJ Entrevista), tem livro de Natal, criou um grupo de leitura coletiva e a sua mais nova história Off-Line, trata de um dos assuntos mais atuais (e necessários): ansiedade. Aliás, comecei a embarcar e não consigo largar! Então, vamos lá? Com vocês… Gleice Couto! ♥

Crédito da Imagem: Gleice Couto

1. Hora de vender o seu peixe: por que as pessoas devem embarcar na história “Off-Line”?
R: É uma história sobre amizade e autoconhecimento. Dois melhores amigos, Téo e Val, estão lidando com suas próprias questões (Téo, com a rejeição e drama familiar, e Val, com ansiedade e agorafobia) em meio a uma aventura de férias com Elizabeth, a avó de Teodoro, que adora cerveja, charuto e apostar nas cartas. Acredito que Off-line tenha bastante diversão, mas também assuntos importantes comuns a todos jovens (e adultos também!).

2. Suas histórias são baseadas em histórias que vivenciou ou apenas fruto da sua imaginação? Conta um pouco para a gente! ;-)
R: Minhas histórias e meus personagens são expressões que vêm de mim, então, há muito de mim em ambos. Em Off-line, por exemplo, eu me vejo na dramaticidade de Téo, na ansiedade de Valentina, na entrega de Natália e na distância protetora de Elizabeth. Em relação às cenas em si, em Off-line, também inseri algumas experiências próprias, como quando o Téo se vê diante de um labirinto de espelhos; e também quando os dois amigos entram em uma gruta. Além disso, as questões levantadas referentes ao período de ditadura militar no Brasil têm relação com histórias reais de pessoas próximas a mim.

Crédito da Imagem: Amazon

3. Tem alguma mania peculiar na hora de escrever um livro? Se sim, qual seria?
R:
Algumas. Uma delas é que apenas começo a escrever a história quando sei seu início, meio e fim, todas as cenas que terão nela. Preciso disso para fugir do “branco”. Então, essa fase de pesquisa e organização do material costuma demorar bem mais tempo que a de escrita do primeiro rascunho em si. Além disso, gosto de escrever o primeiro rascunho escutando música, mas nas edições do texto, não faço tanta questão assim disso. E há pouco tempo, descobri que funciono melhor escrevendo o primeiro rascunho à mão mesmo, com caneta e papel. Depois de terminado, eu digito tudo e edito. Dá mais trabalho, mas é o que tem funcionado melhor.

4. Como acha que a gente pode apoiar a leitura nacional, já que o Brasil não é um país de tantos leitores assíduos?
R: Em uma perspectiva micro, divulgando. Não nos calando sobre os livros que lemos, levanto debates sobre os assuntos que encontramos neles, não nos permitindo que nos digam o que devemos ou não ler, indicando leituras a conhecidos. Em uma perspectiva macro, investindo em educação, formação de professores, bibliotecas públicas e incentivos a escritores.

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

5. Se tivesse um incêndio na sua biblioteca particular, quais são os três livros que iriam na certa com você na hora do corre corre?
R: Provavelmente nenhum. Não me arriscaria. As histórias marcantes estão na minha cabeça e coração. As que ainda não li, no tempo certo vão parar na minha mão de novo.

***

Prontinho, gente! :) Gostaram? Podem opinar à vontade! E muito obrigada, Gleice. Amei as suas respostas, principalmente sobre o apoio à leitura nacional e pelos livros que você salvaria! Achei bem original. E obrigada também pela confiança no PJ!

Quem quiser embarcar no livro atual dela, é só clicar aqui. Para ficar pertinho da autora, o Insta dela é esse! ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Gabi Freitas
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