23.04.2019
* PJ Leu: Corra, Abby, Corra! ♥

Ei, Gente! :) No Dia Mundial do Livro, não tinha como o post não ser sobre uma história literária, né? Então, a dica de hoje é “Corra, Abby, Corra!“, da autora Jane Costello. Publicado pela Record, o livro é um daqueles chick lit que faz a gente entender o motivo de tanto amar esse mundinho literário. Então, vamos lá? Boa leitura!

PJ Leu - Corra Abby CorraLivro: Corra, Abby, Corra! | Editora: Record | Autora: Jane Costello
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros!

Sinopse: Abby Rogers nunca foi de se preocupar com hábitos saudáveis e, desde que fundou a River Web Design, as coisas só pioraram. Fazer as refeições nos horários certinhos é missão impossível. Mas quando a sua melhor amiga, a Jess, maratonista incurável, a convence de participar de um clube de corrida, nossa protagonista topa se arriscar. Claro, que a sua motivação tem nome, apelido e um sorriso encantador: Oliver, ou melhor, Dr. Sexy, que a propósito é o capitão do clube.

Seu primeiro dia de corrida? Um desastre total! Com certeza, essa atividade não combina nada com ela. Então, depois de ter a sensação de que seus pulmões foram incendiados, prometeu nunca mais correr…. Até que a sua assistente Heidi lhe dá a notícia que é portadora de esclerose múltipla, uma doença que não tem cura. Sendo assim, ela ganha um outro incentivo na corrida e decide investir nessa “carreira” para arrecadar fundos para uma pesquisa da cura dessa enfermidade.

Claro que ela vai precisar de muito fôlego para enfrentar essa e outras corridas diárias da vida: gerenciar a sua empresa (que não está muito bem), lidar com os pais, conquistar o Dr. Sexy e ainda por cima enfrentar um motoqueiro que cruzou o seu caminho por acidente (literalmente) e muito mais. Haja disposição! Mas será que ela vai ter para essas maratonas atípicas? Só lendo para descobrir. ;-)

Minha opinião: Que livro, gente! Primeiro que a escrita da autora te envolve a cada capítulo, fazendo com que você não queira parar de ler um segundo. Amei a premissa e como ela foi desenvolvida! A princípio, não era um livro que chamaria a minha atenção, a não ser pela capa (que é linda). Os assuntos, como corrida e esclerose múltipla, me deixariam sei lá… Porém, os temas foram tratados com diversão na medida certa e seriedade com leveza quando pedia. Essa dosagem me conquistou do início ao fim e me fez aprender mais do que imaginei.

Quanto aos personagens: a Abby é aquela protagonista que dá vontade de ser amiga na vida real. Fiquei bem orgulhosa da atitude dela! Enfrentar um desafio pelo outro, fez ela ganhar em dobro. Afinal, quando a gente ajuda o próximo, também nos ajudamos. Viram? Em poucas páginas, a gente já aprende tanto.  Tom é o meu crush literário atual e Dr. Sexy dá raivinha, mas está na listinha de suspiros literários hahaha! A equipe da empresa dela é o meu grande objetivo de vida profissional! Heidi é outra personagem queridinha. O jeito como ela lida com tudo é inspirador. Jess… Confesso que não foi a minha personagem favorita! Os pais? O final deles é surpreendentemente bom. Aliás, o livro fala sobre a outra face do perdão em relação à traição. Faz com que a gente reflita muito! Não sei se faria o mesmo, mas com certeza o meu julgamento está menos 8 ou 80.

E vocês acreditam que me deu vontade de correr? Não só a atividade física em si, mas correr ainda mais atrás dos meus sonhos! Clichê, eu sei, mas é a pura verdade. Caiu como uma luva nessa nova fase da minha vidinha! Obrigada, Abby. Obrigada, Jane Costello (você está no meu topo de escritoras favoritas e que me inspiram)! Enfim, é um chick lit que faz a gente chorar de tanto rir e de chorar mesmo. O desfecho foi emocionante! Os primeiros capítulos até dão a entender o que vai acontecer no fim, mas o caminho até lá é leve e perfeito com imperfeições. E a vida real é assim mesmo, né? E tudo bem! No mais, essa história entrou para a minha lista de favoritos e me fez abraçar o livro quando terminei. Então, RECOMENDO MUITO♥ 

***

É isso, pessoal. Fica a dica! E quem já leu, conta o que achou. =)

Ah!! E feliz dia para todos que fazem parte desse Dia Mundial do Livro!!! ♥ 

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Minha vida não tão perfeita

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19.09.2018
* PJ Leu: Mas tem que ser mesmo para sempre? ♥

Ei, Gente! :) Vamos de dica literária hoje? Dessa vez, a resenha do mais recente livro da minha escritora gringa favorita: Mas tem que ser mesmo para sempre?, de Sophie Kinsella, publicado pela Record. Se você ama chick-lit e a Sophie, não pode deixar de ler essa história repleta de surpresas. Vamos lá? 

PJ Leu - Mas tem que ser mesmo para sempreLivro: Mas tem que ser mesmo para sempre? | Editora: Record | Autora: Sophie Kinsella
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: cinco livros!

Sinopse: Juntos há dez anos, Sylvie e Dan compartilham todas as características de uma vida feliz: uma bela casa, bons empregos, duas filhas lindas, além de um relacionamento tão simbiótico que eles nem chegam a completar suas frases – um sempre termina a fala do outro.

Porém, quando os dois vão ao médico um dia, ouvem que a saúde de ambos é tão boa que provavelmente vão viver mais uns 68 anos juntos… Então, por incrível que pareça, o pânico se instala. Eles nunca imaginaram que o “até que a morte nos separe” pudesse significar sete décadas de convivência.

Em nome do casal e da sobrevivência do casamento, eles rapidamente bolam um plano para manter acesa a tal da chama da paixão. De um jeito criativo e dinâmico, para nunca ficarem no tédio. Porém, quando eles praticam o Projeto Surpresa, contratempos acontecem e alguns segredos vem à tona, o que acaba ameaçando a relação. Se tudo termina bem? Só lendo para saber. ;-)

Minha opinião: Todo casal deveria ler essa história.  Acho que os romances durariam mais, tipo, uns 68 anos hahaha. O amor seria menos descartável. Mas vamos lá… Sylvie e Dan tem tudo que um casal protagonista tem de ter no livro da Sophie: carisma, cenas e diálogos divertidos. São gente como a gente e eu adoro isso nas histórias dela. A Sylvie me lembrou um pouco a Becky (Delírios de Consumo), mas com algumas diferenças. Ela é doidinha e faz cada plano mega hilário, mas digamos que é um pouco mais pé no chão. Dan, confesso que fiquei com um pouco de raivinha, mas a gente entende no final. As gêmeas são uns amores…. E os vizinhos? Os melhores! Já a mãe dela, vive um pouco numa bolha, mas não é cruel. O pessoal do trabalho? Sra. Kendrick virou a minha ídola.

No meio da leitura, achei que as coisas teriam um outro rumo. Principalmente, com o sobrinho da chefe dela. Mas digamos que curti. Sem spoiler, juro! E Mary? Quase julguei, mas deu tudo certo! E o pai? Esse sim é cheio de surpresas. Nessa hora, a história fica meio tensa, mas é bom para ver que nem nos livros a vida é um mar de rosas. Nem mesmo com as pessoas que mais amamos no mundo. Vamos para o desfecho? Sensacional e a presença do médico, foi a melhor! E para variar, aprendi muito com o livro. Principalmente, aproveitar um dia de cada vez. Não importa se é para sempre, se é temporário, o importante é ir aos poucos, sem colocar muita pressão. Ah! E se a gente não mudar, nada muda! Às vezes, é preciso encerrar ciclos, para iniciar outros tão melhores quanto. A vida é repleta de desafios e no final, esse Projeto Surpresa do casal valeu cada susto! ;-)

Por fim, sobre a capa: achei bem fofa! O título? Até tem a ver, mas não sei, achei meio grande, mas é só um mero detalhe. Mega recomendo a leitura!

Já leu? Conta o que achou! Ainda não? Fica a dica!

Beijo, Carol. 

Para ler: PJ Leu – A luz que perdemos

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