25.07.2020
* 5 escritoras nacionais que você precisa conhecer! ♥

Ei, Gente! :) Sabia que hoje é o Dia Nacional do Escritor? Então, óbvio que tinha de ter um post especial. Para o dia de hoje, selecionei cinco autoras que todo mundo precisa conhecer. Seja apaixonado ou não por histórias leves e que acrescentam muito no nosso dia a dia. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Para começar: Renata Lustosa, uma ilustradora que tem uma escrita leve e para lá de divertida. Amei “Confissões de uma terapeuta” e “Maldito Beijo”. Aliás, espero embarcar em muitos livros e contos dela. Vale cada capítulo!

A segunda escritora é a Fernanda França. Conheci “Malas, memórias e Marshmallows” por acaso no aeroporto e foi amor à primeira vista. Desde então, até a lista de compras dela, se for possível, eu leio.

Crédito das Imagens: Instagram Renata Lustosa, Planeta Brasil e Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

Já contei por aqui que eu comprei o meu Kindle por conta de Romance Concreto. Me apaixonei pela capa e quando eu soube que só estava disponível na versão e-book, não pensei duas vezes. Ainda bem! Amei o chick-lit da Aimee Oliveira e preciso ler outros livros dela.

Me apaixonei por New York e fiquei encantada ainda mais com a França por culpa da Teca Machado. Amo a escrita dessa eterna Drama Queen e preciso me atualizar com as novas histórias dela!

Por fim, mas não menos importante: Laura Conrado! A série “Freud me tira dessa” me ajudou muito a entender melhor a minha vida amorosa e já passei a noite em branco para devorar histórias incríveis. Tô meio desatualizada dos novos livros, mas espero mudar isso em breve!

Crédito das Imagens: Instagram Aimee, Teca e Laura e Amazon
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

É isso, pessoal. Espero que gostem! E me contem: quem é o escritor nacional favorito de vocês? Aliás, sempre que for possível, apoiem a leitura nacional. A gente tem tanto autor incrível. E obrigada por tantas histórias que acrescentam o nosso dia a dia! ♥

Ah! Eu ainda não escrevo livros, mas sou uma escritora hahaha. Volta e meia trabalho como redatora freela e escrevo diariamente aqui para o blog. Então, parabéns para esses escritores também.

Beijos, Carol.

Post Antigo: Escritores que eu quero conhecer!
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10
22.06.2020
* PJ Leu: Vozes negras! ♥

Ei, Gente! :) Há um tempinho, vi a resenha desse livro lá no blog Leia Pop. Fiquei bem curiosa e terminei recentemente a leitura. São 4 contos que mostram a importância da representatividade. Então, vamos lá? Com vocês: o que eu achei de Vozes Negras. Boa leitura! ♥

Conto: Vozes Negras | Editora: Se liga Editorial | Autoras: Pétala Souza, Isa Souza, Flor Priscila, Maria Ferreira e Amanda Condasi
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Um livro e quatro contos de mulheres duplamente silenciadas, tanto pelo gênero quanto pela cor. Histórias que reivindicam o protagonismo e autoras que narram a trajetórias de personagens que estão em busca de seus ideais e, claro, da representatividade. Temos coincidências, carimbos e memórias, sinônimos insuficientes para o futuro e bailarinas na ponta dos sonhos.

Opinião da Pequena: Desde o dia que embarquei no livro “O ódio que você semeia”, me deparei com uma realidade oposta da minha. Aquela leitura plantou uma sementinha de que eu tinha de sair da minha bolha. E quero muito saber o que posso fazer para melhorar a vida de quem é silenciado diariamente! E acho que uma das formas é lendo! :)

Sei que o tema antirracismo está em alta e espero que ele não se perca no meio de tantas notícias. E quero cada vez mais ler sobre, entender um pouco e mudar pequenas atitudes, que possam afetar o próximo, mesmo que não seja de propósito. Daí, eu já tinha escutado falar desse livro, mas depois da resenha que li, vi que “Vozes Negras” tinha de ser a minha próxima leitura.

Cada conto é uma representatividade e a forma como as autoras narram traz leveza e seriedade. Tudo na medida certa! O racismo é visto nos mínimos detalhes. Seja em um amor não correspondido, entre carimbos e memórias, numa fantasia ou na ponta do pé. Aliás, todas as histórias mexem com o leitor. Vai ter identificação e/ou aprendizado! Todo mundo sai ganhando, principalmente, quem não se vê representado a maioria das vezes. Aliás, que esse livro também seja um estopim para que as coisas mudem!

Como sou jornalista, a Glorinha é uma das personagens que mais tive apego e o que falar da sua professora? Não tenho certeza, mas acho que a história tem a ver com a Glória Maria. Vibrei com a Amara quando ela foi para são Paulo e ela tem os melhores amigos e família! E que ela encontre alguém na vida amorosa que faça jus a sua leveza e palavras. Aliás, amei a escrita da Maria e quando a gente se toca já chegou ao fim e quer saber mais! Fiquei um pouco tensa com o conto do vírus. Não fluiu muito e não sei se captei exatamente a mensagem. Mas levei para a vida quando as autoras falaram que a maturidade acontece dentro de um desconforto. Por fim, Dandara é a minha bailarina preferida. Foi um conto que me inspirou muito a correr atrás dos meus sonhos e chorei de rir com as suas amigas, família… Ah! E tenho um novo crush: Rafael hahaha. ♥

No mais, é uma leitura que flui, na maioria das vezes, e que vale cada página. Acho que cumpriu bem o papel dele e espero que mude a vida de muitas leitoras e que nenhum voz seja calada. Ah! Destaque para as ilustrações, que dão um toque todo especial em cada capítulo e, claro, na capa. E esse livro contém um dos prefácios mais incríveis do mundo literário!

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo! ;-)

Beijos, Carol.

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12.06.2020
* PJ Leu: Conto – Um filme de nós dois! ♥

Ei, Gente! :) Para o dia de hoje, separei uma resenha para lá de romântica e bem a cara da quarentena. O conto da vez é “Um filme de nós dois“, das autoras brasileiras Fernanda França e Leila Rego. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Conto: Um filme de nós dois | Disponível na Amazon | Autoras: Fernanda França e Leila Rego
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Sozinhos e em plena quarentena, Kátia e Jonas se conhecem no Tinder, migram para um aplicativo de xadrez e logo se conhecem pessoalmente, protegidos pelo distanciamento social e por máscaras e roupas especiais – e surpreendentes. A rotina é mudada com a inscrição em um concurso de curtas-metragens. É nesse cenário de comédia e romance que os dois amigos começam a se conhecer melhor, partilham segredos e descobrem que os sentimentos não medem distância. E quando a quarentena acabar será que haverá lugar para cada um deles na vida do outro?

Opinião da Pequena: Em primeiro lugar, gostaria de dizer que essa leitura teve um gostinho para lá de especial para a Pequena que vos bloga. Fui convidada pelas autoras para ser meio que uma leitora beta e ler algumas partes do conto! Me senti tão honrada, que nem sei. Mas juro que apesar da parceria, a minha opinião é de todo o coração!

Tenho lido bastante nessa quarentena e todos os livros acrescentam de alguma forma. Em contrapartida, nenhuma traduz o que a gente está passando no momento. Daí, vem esse conto e acolhe o leitor com tanto carinho, repleto de álcool em gel, máscaras de proteção e uma história incrível de amor com muitas risadas e lições valiosas.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

A premissa prende do início ao fim e é quase impossível não se identificar em algum momento com a Kátia. Seus dilemas durante o isolamento social (depilar ou não a perna, dar adeus aos sutiãs) e as conversas inusitadas com os motoboys arrancam choros de tanto rir e trazem um humor necessário para essa pandemia. Aliás, essa palavra – humor – tem um novo significado e faz a gente olhar para ela com outros olhos.

O Jonas é muito fofo e apaixonante. Adorei a originalidade do jogo de xadrez e apesar de ter amado as roupas diferentonas em breves encontros, não sei se isso aconteceria, de fato, na vida real. Mas entrando na onda do conto… Já sei as próximas fantasias do Carnaval e decidi que quero um pijama de unicórnio. Me julguem hahaha!

Há outras partes incríveis e a gente nota que ficar em casa pode trazer tédio, mas ideias que dão certo, como o curta-metragem. Preciso destacar a Dani e a avó dela. São pessoas como elas que trazem leveza no dia a dia, principalmente, em tempos de distanciamento social. Adorei os conselhos e tirei algumas lições, como a importância de tirar as sujeiras que escondemos embaixo do tapete. Ah! Desfechos não, necessariamente, precisam ser tristes. Aliás, sinceridade com carinho é tudo!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

No mais, as coisas acontecem aos poucos e tudo vai se encaixando no seu tempo. Nada corriqueiro, mas nada que deixe a leitura arrastada. Alguns assuntos sérios, como antirracismo, são abordados e mesmo por alto, fizeram a diferença. É um conto que traz esperanças de um futuro melhor, mostra como o presente que pode ser especial e a importância de visitar novamente algumas partes do passado.

Por fim, preciso falar que fiquei muito feliz quando um simples pitaco (meu) fez parte da rotina de ambos. Talvez tenha rolado algumas lágrimas e uma inspiração a mais para finalmente sentar o meu bumbum na cadeira e escrever livros e tal. Muito obrigada, Fer e Leila! Inclusive, pela dedicatória na parte de agradecimentos!! ^^

Se eu recomendo? Sim! Pode ler nesse Dia dos Namorados e em outras ocasiões. Falando nisso…. Aos casais apaixonados: um feliz dia! Ao meu namô: te amo! Aos que estão na fase do “só tô lendo”: esse status vale tanto a pena quanto qualquer outro! ♥

Quem quiser ler, é só clicar na imagem abaixo. Aliás, ler por aqui, ajuda muito o Pequena Jornalista, viu? ;-)

Beijos, Carol.

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11.06.2020
* PJ Entrevista: Sandro Muniz! ♥

Ei, Gente! :) Para o feriado, trouxe uma entrevista com o escritor (brasileiro) Sandro Muniz, autor do livro “Solo Raso“, que participou do Prêmio Kindle. \o/ Enfim, conversamos sobre as suas inspirações para escrever essa história, por qual motivo você deve embarcar nela, entre outros temas do mundinho literário. Vamos lá? ♥

PJ Entrevista: Sandro Muniz
Crédito da Imagem: Sandro Muniz
:)

1. Hora de vender o seu peixe: por que as pessoas devem ler “Solo Raso”?
R: As pessoas devem ler “Solo Raso” porque ele mostra uma realidade de
opressão e superação que homens e mulheres passaram e passam. E, infelizmente, é tão atual. Quando escrevo quero que as pessoas se esqueçam que estão lendo um texto e vivenciem aquilo na imaginação e nas emoções. Acredito que é um livro fluído e que deixa o leitor preso para saber onde tudo aquilo vai dar.

2. Curiosidades sobre o livro que quase ninguém saiba.
R: A primeira batalha naval da 2ª Guerra Mundial houve de fato ao lado do Brasil, na rota do Rio da Prata para Europa. Já o personagem Ceolfrido é uma alusão ao Ceolfrid, que foi um abade inglês. Inclusive, ele encomendou três bíblias lá pelos idos do século VII e VIII. Aliás, hoje a Bíblia de Ceolfrid é uma das mais antigas do mundo! Outra curiosidade: existiram locais na Europa, durante a Segunda Guerra Mundial, em que a mulher era forçada a participar do projeto “Lebensborn”, com o objetivo de fazê-la gerar crianças arianas puras, mas muitas das vezes era usada apenas para diversão dos oficiais alemães. Por fim, a ideia que eu tive foi tão forte a ponto de anos depois decidir morar em uma ilha no meio do Atlântico… O que acabou enriquecendo o texto.

3. O que te levou a escrever sobre o tema? E como foi o processo de escrita?
R: Tive essa ideia há mais de uma década e ela não me abandonou durante anos e só me “livrei” quando publiquei o livro. Aliás, temas como florestas, ilhas, histórias e casos do povo brasileiro sempre me atraíram. Adorava ficar ouvindo a minha avó Encarnacion contando tantas histórias antigas.

Quanto ao processo, funciona assim: após a ideia central, a minha mente foca naquilo. No caso de “Solo Raso”, acumulei dados durantes anos. Então, chega uma hora que esse material todo se transforma em minha mente em algo que faz sentido. Costumo acreditar que a escrita é 99% trabalho e 1% inspiração, ou menos. Então chega-se a hora de escrever. E geralmente é quando todos já foram dormir, lá pelas 21hs (agora na quarentena tem sido mais tarde). Não tem jeito, para escrever tem que escrever. Como disse Stephen King “uma palavra de cada vez”.

Me condiciono a escrever pelo menos uma hora e meia por dia no projeto
livro, se eu não escrever em um dia eu acumulo e no próximo dia tenho
que fazer o dobro do programado. Apenas isso, não há escapatória.
Disciplina é liberdade para mim. E geralmente não paro nem nos fins de semana. Após o término, deixo-o adormecendo (MENTIRAAAA) por um
tempo antes da revisão. Preciso de prazos, mesmo que autoimpostos. O “Solo Raso” era a data do prêmio Kindle…

4. Se pudesse dar três dicas de ouro para futuros escritores, quais seriam?
R: Não tenham pressa, se tiver tente escrever contos. Geralmente o jovem
não tem muito estofo para criar um romance, mas a literatura está
cheia de exceções. Contrate um bom revisor de texto. Anote todas as ideias possíveis e não deixe passar. Depois brinque com elas, inverta, acrescente o passado, o futuro, junte outros personagens que você já tenha anotado, deixe eles numa sala sozinhos. E após, esqueça tudo. Deixe o seu cérebro usar o subconsciente com tudo isso. Muitas das vezes, como diz Ray Bradbury, “é um escritor sábio que conhece o seu próprio subconsciente”. Escrever é viver, e ambos devem ser feitos com entusiasmo. Leia muito e de tudo. Escreva muito. Corte o cabo da televisão e desligue o wifi.

5. Ocorreu um incêndio na sua biblioteca: três livros que salvaria (não pode ser o seu rsrs)?
R: É difícil, pois acho que até alguns livros que não atraem muita gente,
têm seus valores… Eu acho que levaria um monte de água para apagar
parte do fogo e pegar o máximo de livros rsrsrs… Mas aqui estão três de supetão: “Contos de amor rasgados” (Marina Colassanti), “Quincas Borba” (Machado de Assis) e “Famílias Terrivelmente Felizes” (Marçal Aquino).

***

É isso, pessoal. Muito obrigada, Sandro! Adorei a entrevista, que a propósito sempre me inspiram no sonho de tirar as ideias da mente e colocá-las no papel e, finalmente, escrever livros. Fora isso, achei os detalhes históricos bem ricos! Quem quiser embarcar na leitura, é só clicar na imagem abaixo. Quer falar com o autor protagonista do post de hoje? Entra aqui e aqui. No mais, podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Fernando Abreu
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09.06.2020
* PJ Leu: Como quase namorei Robert Pattinson! ♥

Ei, Gente! :) Depois de uma eternidade, finalmente terminei de ler “Como quase namorei Robert Pattinson“, da autora brasileira Carol Sabar. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: Como quase namorei Robert Pattinson | Disponível na Amazon| Autora: Carol Sabar
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 3 livros

Sinopse: Aos 19 anos, Duda é literalmente viciada na saga Crepúsculo. Através de um perfil secreto na internet, ela se comunica com outras fãs de Crepúsculo que, assim como ela, estão totalmente convencidas de que não há garoto no mundo que valha um dente canino do vampiro Edward Cullen. Em Nova York, onde ela faz planos mirabolantes para conhecer pessoalmente Robert Pattinson, o ator que interpreta o vampiro nos cinemas. Mas, após um incidente com seus únicos (e insubstituíveis!) livros da saga, Duda entra em verdadeiro surto de desespero. Só que ela não espera conhecer Miguel Defilippo, seu vizinho na ilha de Manhattan, que é a cara do ator Robert Pattinson!!

Opinião da Pequena: Sabe aquela leitura que te deixa nostálgica? Então… ;-) Para quem não sabe, há um tempinho o Robert Pattinson era pauta certa aqui no blog! Eu era fã da saga e 100% #teamedward. ♥ Talvez por isso, o título desse livro tenha despertado o meu interesse, mesmo que tardio. Tudo bem que eu acho que a Pequena de 10 anos atrás iria amar mais essa história, mas a Carol de agora entendeu completamente a Duda!

O livro é bem divertido e a protagonista tem um quê de Becky Bloom, que eu adorei. Achei o enredo criativo e os outros personagens carismáticos. Só não curti o Agarradinho e o Pablo era o meu preferido. Meio que virei a casaca nessa leitura. Acho que ele tinha um lado meio Jacob, mas não vou dar spoiler hahaha. Miguel é meio estranho, mas entendo a sua admiradora secreta.

Confesso que achava que ia devorar o livro em poucos dias, mas me enganei. Não é que a história seja ruim e a escrita da Carol deixe a desejar. Pelo contrário! Gêneros assim pedem que os capítulos ganhem uma floreada, digamos assim. Mas é que foi além da conta, sabem? Pelo menos para mim! Daí, a leitura acabou ficando arrastada. Por pouco não desisti!

Ah! Como não sou mais a doida pelo dito cujo, acho que esse fato pode ter ajudado nesse detalhe não tão positivo. Contudo, foi um livro que me trouxe boas lembranças e fiquei muito feliz em algumas partes, que não posso mencionar… Se não vai rolar spoiler! Mas qualquer fã de carteirinha adoraria estar na pele da Eduarda Maria (eu amei esse nome hahaha).

No mais, não é uma história de reviravoltas, mas que surpreende em alguns pontos. Outros ficam confusos! A protagonista aprende muito, até mesmo com o seu fanatismo e, claro, no inglês. Mas a sua essência continua intacta. Adorei o cenário (NY) e queria que os pais tivessem aparecido mais. Destaque para a vizinha surda e a capa. ;-)

Enfim, deu saudade da época de Crepúsculo, mas provavelmente não voltaria a ler os livros. Porém, talvez role uma sessão nostalgia e eu coloque o meu namorado para assistir todas as adaptações cinematográficas hahaha! #brincadeirinha ;p E vale lembrar que é sempre importante ler (caso tenha rolado interesse) e tirar a sua conclusão.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! :)

Beijos, Carol.

Post Antigo: Rob Call me!
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