05.03.2018
* Oscar 2018: livros que inspiraram alguns filmes + Resuminho! ♥

Ei, Gente! :) Ontem rolou a 90ª edição do Oscar e, claro, que isso merece um post especial. Então, resolvi contar sobre cinco livros que inspiraram filmes, que levaram para casa alguma estatueta na noite  ou apenas foram indicados em alguma categoria. Afinal, independente do resultado, acho que só a indicação já é uma grande honra! Vamos lá? Boa leitura para vocês! 

Post Oscar 2018 - Livros - PJCrédito das Imagens: Saraiva
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

1. A Forma da Água (Guillermo Del Toro e Daniel Kraus – Editora Intrínseca) 
Sinopse: Richard Strickland é um oficial do governo dos Estados Unidos enviado à Amazônia para capturar um ser mítico e misterioso cujos poderes inimagináveis seriam utilizados para aumentar a potência militar do país, em plena Guerra Fria. Dezessete meses depois, o homem enfim retorna à pátria, levando consigo o deus Brânquia, o deus de guelras, um homem-peixe que representa para Strickland a selvageria, a insipidez, o calor — o homem que ele próprio se tornou, e quem detesta ser.  Para Elisa Esposito, uma das faxineiras do centro de pesquisas para o qual a criatura é levada, representa a esperança, a salvação para sua vida sem graça cercada de silêncio e invisibilidade. Richard e Elisa travam uma batalha tácita e perigosa!
Observação da Pequena: Foi o grande vencedor da noite de ontem! Não era uma dos meus favoritos, mas também não fiquei triste! Nas telonas, a história é repleta de magia e nas páginas, promete ser um suspense misturado com contos de fada e terror. Quem gosta desses três elementos, acho que é uma grande pedida. ;-)

2. Mudbound – Lágrimas sobre o Mississippi (Hillary Jordan – Editora Arqueiro) 
Sinopse: Ao descobrir que o marido, Henry, acaba de comprar uma fazenda de algodão no Sul dos Estados Unidos, Laura McAllan, uma típica mulher da cidade, compreende que nunca mais será feliz. Apesar disso, ela se esforça para criar as filhas num lugar inóspito, sob os olhos vigilantes e cruéis de seu sogro.Enquanto os McAllans lutam para fazer prosperar uma terra infértil, dois bravos e condecorados soldados retornam do front e alteram para sempre a dinâmica não só da fazenda, mas da própria cidade. Jamie, o jovem e sedutor irmão de Henry, faz Laura de repente renascer para a vida, enquanto Ronsel, filho dos arrendatários negros que trabalham para Henry, demonstra uma altivez que não será aceita facilmente pelos brancos da região. De fato, quando os jovens ex-combatentes se tornam amigos, sua improvável relação desperta sentimentos violentos nos habitantes e uma nova e impiedosa batalha tem início na vida de todos.
Observação da Pequena: Não levou para casa nenhum estatueta, mas sem dúvida, foi uma das apresentações mais lindas do Oscar. Apesar de ser uma história bem pesada, era um dos meus favoritos e fiquei triste que não foi indicado ao melhor filme, mas acontece. A leitura não é uma das minhas prioridades do momento, mas se algum dia rolar de ler, conto para vocês. Enquanto isso, confira o que achei (aqui) da adaptação cinematográfica. 

3. Dunkirk – A história real por trás do filme (Joshua Levine – Editora Harper Collin’s) 
Sinopse: 
Em 1940, no porto francês da cidade de Dunkirk, mais de 300 mil tropas Aliadas foram salvas da destruição pelas mãos da Alemanha Nazista, em uma extraordinária evacuação pelo mar. Esta é a verdadeira história de soldados, marinheiros, pilotos e civis envolvidos no resgate de 90 dias que se tornou uma lenda. Agora, a história que o primeiro-ministro britânico Winston Churchill descreveu como um “milagre” é narrada pelo autor best-seller Joshua Levine, incluindo entrevistas com veteranos e sobreviventes. Contada do ponto de vista de quem estava na terra, no ar e no mar, o livro “Dunkirk” é um relato dramático da derrota que levou à vitória da guerra e preservou a liberdade de gerações por vir.
Observação da Pequena: 
Não acho que faça o meu tipo de leitura, mas quero assistir ao filme, que levou alguns prêmios para casa. ;-)

4. O Touro Ferdinando (Munro Leaf – Editora Intrínseca) 
Sinopse:
Um clássico infantil, que foi publicado, originalmente, em 1938. Conta sobre o touro Ferdinando, que tem mais de 80 anos de idade, mas continua em boa forma.  Apesar de seu tamanho e sua força, não tem interesse em lutar nas touradas. Tudo que ele quer é cheirar as flores e ficar quietinho no seu canto, mas às vezes o mundo à nossa volta não compreende aqueles que são diferentes da maioria.
Observação da Pequena: Eu sei que um dos grandes vencedores foi “Viva: a vida é uma festa”, mas eu ainda quero assistir muito a esse filme, que tem cara de ser repleto de mensagens incríveis. Fora que é uma forma de prestigiar grandes pessoas dessa indústria, como o diretor Carlos Saldanha. Assim que eu assistir, conto aqui também. E, claro, alguém duvida que o livro também fará parte da minha estante? 

5. A Bela e a Fera (Elisabeth Rudnick – Editora Universo dos Livros) 
Sinopse: 
A história todo mundo conhece, né? Mas para resumir: esse livro é sobre a Bela, que é apaixonada por livros e tem um ponto de vista único, comparado com a sua vizinhança. Ai o destino a coloca no caminho da Fera e seu misterioso castelo… O resto, a gente já sabe!
Observação da Pequena: Essa edição é do filme live action, que concorreu a categoria de melhor figurino. Não levou. Fiquei triste, mas não achei injusto! Louca, desde sempre, para ter essa edição linda na minha estante. ;-)

***

Em relação ao resuminho, vamos lá! Eu amei a abertura do Oscar, com um estilo meio de cinema antiguinho, sabem? O apresentador Jimmy Kimmel foi bem, na minha humilde opinião. A brincadeira dele sobre a gafe do ano passado, que entregaram a estatueta para o filme errado, foi bem engraçadinha. Mas a melhor reação foi da Jennifer Lawrence zoando a Emma Stone! 

hbz-jlaw-emmastone-index-1520214487Crédito da imagem: Cosmopolitan 

Quanto aos looks, gostei de vários. Mas a Lupita divou com esse Versace! Ela nunca decepciona, né? 

lupita-nyongo-danai-gurira-shine-on-red-carpet-at-oscars-2018-01Crédito da imagem: Just Jared

Sobre as apresentações… Amei as das músicas: This is me (Filme: O Rei do Show) e Mighty River (Filme: Mudbound). Não levaram a estatueta, mas ficaram marcadas como as melhores, pelo menos para mim! Por fim, o que foi o pessoal invadindo uma sala de cinema? Eu ia morrer com o Ansel jogando cachorro quente hahaha!

DXfntFyU8AEw7dSCrédito da imagem: Twitter do Jimmy Kimmel 

É isso, gente! Post ficou meio grandinho, mas é Oscar, né? Merece! E podem opinar à vontade: já leram algum livro da listinha? Falando nisso, tem outros que inspiraram mais filmes! E os melhores momentos do Oscar? Quais foram? Comentem!! ;-)

Beijos, Carol.

Para ler: Quatro  filmes do Oscar que assisti

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15.02.2018
* PJ Leu: Sonhos em flor! ♥

Ei, Gente! E a dica literária da semana é Sonhos em flor, da autora Estelle Laure Esse romance, publicado pela editora Arqueiro (parceira do blog), é a continuação do livro Essa luz tão brilhante e aborda sobre a vida e a morte, mas de um jeito leve. Enfim, vamos lá? Boa resenha para vocês! ;-)

PJ Leu - Sonhos em FlorLivro: Sonhos em flor | Editora: Arqueiro | Autora: Estelle Laure
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Sinopse: Eden Jones tem 17 anos e o futuro todo planejado. Com o apoio dos pais amorosos, do irmão gêmeo e da melhor amiga Lucille, sonha em estudar em Nova York e se tornar uma grande bailarina. Mas  o destino tem outros planos e seu mundinho “perfeito” começa a desmoronar. Primeiro, o teste que fez para um balé importante não é nada daquilo que imaginou. Pelo contrário! Depois, perde o seu chão, quando descobre que Lucille e seu irmão estão namorando e ninguém conta para ela. Por fim, sofre um acidente, que a deixa em coma. Depois dessa experiência de quase morte, nossa protagonista, volta ao “normal” e depois de um tempinho recebe alta. Porém, voltar à rotina não é tão fácil quanto parece. Além de ter algumas restrições físicas e alimentares, Eden tem alucinações com flores negras e uma garota em coma na mesma ala do hospital, onde esteve internada. E como se não fosse o bastante, se apaixona por Joe, que tem uma ligação com a personagem que ela anda tendo “visões”. Então, inúmeras dúvidas surgem e nessa árdua caminhada, ela começa a entender que não ter o controle das coisas pode ser libertador. ;-)

Minha opinião: Eu jurava que a continuação do livro Essa luz tão brilhante, seria sobre a história da Lucille e da irmã de novo. Então, vem a escritora e me surpreende. E posso dizer? Adorei e, apesar de ter curtido o primeiro e esperar por respostas, a leitura desse fluiu muito mais. Eden me inspirou! Em nenhum momento se mostrou imatura, pelo menos não tanto quanto imaginei. Gosto de me colocar no lugar das personagens e acho que ela se saiu muito bem, mesmo depois de ter enfrentado essa experiência de quase morte. Falando nisso, já li alguns livros onde um dos temas era esse, mas o jeito que a autora colocou, foi diferente, natural e não assustou. Tem o poder de mexer positivamente com o leitor e traz uma mensagem incrível de que a gente tem que viver, independente dos maus momentos. A vida é assustadora, mas tem a sua beleza, que a gente não pode tapar com os problemas, sabem? Essa foi a lição mais valiosa que tirei dessa leitura leve e mágica. Além dessa, aprendi que algumas coisas não tão boas, realmente acontecem para o nosso bem.

E gostei que a Estelle (autora) foi bem pé no chão na construção da história. Conseguiu dar aquela floreada importante, mas sem viajar muito. Mesmo com as flores negras, alucinações e tal. Pelo contrário, fizeram total sentindo, pelo menos para mim. Faz a gente rever as nossas crenças de um jeito bom e necessário! Quanto aos personagens, não tem nenhum que eu excluiria. Todos são fundamentais para as perguntas de Eden. Mas os meus favoritos são o médico, a enfermeira e a psicóloga (vou levar esse conselho para a vida: cortar lenha e carregar água). Destaque também para os pais da nossa protagonista, que fazem jus à sinopse: mais amorosos, impossível. Em relação ao Joe e a Jaz, os dois merecem crédito por mostrar que não ter o controle dessa coisa chamada vida, pode realmente ser libertador. Aliás, tudo planejadinho, sem mexer em nada, tende a causar sofrimento em dobro.

Outros detalhes importantes: a capa é linda, gostei de saber um pouco do andar da carruagem da história da Lucille. Mesmo que por alto! E mais uma vez vi que amor de irmão é para sempre, mesmo com algumas brigas. E, por fim, meu momento #pirigueteliterária dessa resenha: Joe tem lugarzinho cativo na minha listinha de crushes literários. Amei a parte de agradecimentos do livro e a história acabou fazendo ainda mais sentido para mim. Dá para imaginar, que a escritora teve uma inspiração extra. E destaque para os títulos de cada capítulo e dos trechos de quase morte. Principalmente, no final. 

Enfim, leitura que meega recomendo, pessoal. E quem já leu, conta o que achou! ;-)

Beijos, Carol.

Para ler: Cinco histórias para acreditar no amor

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05.02.2018
* Para assistir: Mudbound – Lágrimas sobre o Mississippi! ♥

Ei, Gente! :) Semana passada, participei da minha primeira Cabine de Imprensa (iei \o/), onde assisti, em primeira mão, o filme “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississippi“. Para quem não sabe, ele está concorrendo a algumas categorias do Oscar, como melhor fotografia, atriz coadjuvante, entre outras. A história estreia no próximo dia 15, mas já vou adiantar um pouco do que vocês podem esperar. Vamos lá? ;-)

Mudbound - PJ - 1

Para começar, um resumo da história: Laura acredita ter tirado a sorte grande quando conhece Henry McAllan. Depois de um tempo, já casados e com duas filhas, eles se mudam para uma fazenda perto do Rio Mississippi. A adaptação não é nada fácil e eles contam com a ajuda de uma família negra: os Jackson, que são responsáveis pelo trabalho pesado com o plantio e a colheita. De cara, dá para perceber que as posições de ambas as famílias são diferentes e que apesar de não serem escravos, o respeito é bem maior da parte dos Jackson. Principalmente, em relação ao pai de Henry, o Poppy, que foi morar com eles e por ser branco, acredita ainda ter privilégios maiores no terreno e na sociedade. Nesse meio tempo, Jamie, irmão mais novo de Henry, volta da Guerra e fica amigo de Ronsell, um dos filhos da família negra, que também lutou na Guerra para defender o seu país. Afinal, os dois compartilham traumas dessa difícil fase que passaram. Porém, a amizade logo é questionada e vira alvo de conflitos, tanto de gêneros e classes sociais, que envolvem as duas famílias.

Mudbound - PJ - 2

É um filme bem pesado, gente. Totalmente fora do que, geralmente, eu gosto. Mas é rico em fatos históricos e faz com que a gente reflita sobre essa diferença de etnias, que ainda persiste, mesmo em pleno século XXI. Não foi indicado na categoria de melhor filme, porém, na minha humilde opinião, merecia. Estou torcendo para ganhar pelo menos em alguma outra! Os atores são incríveis, principalmente, os que interpretam Ronsell, Jamie e a mãe de Ronsell. Sério, ela é aquela clássica mulher forte, guerreira e inspiradora. E Laura não fica atrás, pensei que ela poderia ser cheia de mimimi, mas também carrega uma força além!

Quando vi o trailer, achei que poderia ser parado, mas é impossível não acompanhar cena por cena. Elas prendem a gente! Como disse, é uma história bem pesada, principalmente em algumas partes. Essas, dão um nó no estômago. Porque por mais que seja ficção, a gente sabe que isso aconteceu e acontece até hoje. É impressionante como o jeito que ambos são tratados no país, sendo que os dois lutaram pelo mesmo objetivo, é diferente. E como esse Jackson foi bem-vindo em um lugar que nem é a “casa” dele.

Não é um filme que me fez chorar, mas é impossível não sair da sala sem pensar nos assuntos abordados. Ainda bem que o final é surpreendente de uma forma boa, mesmo com tanta tragédia. Cada personagem ensina um pouco, até o que a gente não deve seguir de maneira alguma. Sem julgamento, porque é uma outra criação e época, mas mesmo assim, vale não retroceder e repensar nas atitudes. Falando nisso, o Poppy é um cara detestável e Henry também, mas acho que ele é mais “banana” do que uma pessoa totalmente cruel, sabem? Destaque para os diálogos entre Jamie e Ronsell e Laura e Florence. São ótimos e cheios de lições valiosas!

Crédito das Imagens: Adoro Cinema 

Ah! Preciso destacar também a fotografia do filme. É uma das histórias que mais me chamou atenção nesse quesito. Como sabia da indicação nessa categoria, fiquei de olho hahaha. E Mary J. Blige também deveria levar a estatueta de atriz coadjuvante. Como deu para perceber nessa “crítica”, eu adorei a personagem dela. Ok, que ainda não assisti a todos os indicados, mas, a princípio, essa é a minha opinião. Outro detalhe, não sei se perdi algum detalhe, mas algumas coisinhas ficaram meio no ar. Acredito que o livro deva ser mais completo. E fica a dica: quem tiver interesse, a Editora Arqueiro (parceira do blog e que me chamou para essa cabine de imprensa ♥) publicou essa história literária recentemente.

E aqui vai uma curiosidade: o filme foi produzido pela Netflix, mas aqui no Brasil a Diamond Films. Pelo que eu entendi, depois que sair de cartaz, vai passar na Netflix. Mas já adianto que vale assistir no cine, se tiver essa possibilidade. ;-)

É isso, pessoal. Anotem na agenda: dia 15 estreia Mudbound, um filme forte, mas que vale cada embrulho no estômago. Depois me contem o que acharam!

Beijos, Carol.

Para assistir: Extraordinário 

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01.02.2018
* Metas literárias do mês – Fevereiro 2018! ♥

Ei, Gente! Janeiro não consegui fazer post com as metas literárias, mas esse mês vai rolar e espero cumprir direitinho. A maioria é da Arqueiro (parceira do blog) porque tenho que colocar em dia os meus pedidos, mas em março volto a fazer aquilo de um livro de parceria e outro não, ok? Enfim, vamos lá? Que fevereiro seja repleto de leituras marcantes! 

Metas literárias - fevereiro 2018 - PJMetas Literárias: Fevereiro 2018! 
Crédito da Imagem: Pequena Jornalista 

– Sonhos em Flor (Estelle Laure – Arqueiro) 
Sinopse: Eden Jones tem 17 anos e o futuro todo planejado. Com o apoio dos pais amorosos, do irmão gêmeo e da melhor amiga Lucille, sonha em estudar em Nova York e se tornar uma grande bailarina. Então seu mundinho perfeito começa a desmoronar… Além de não se sair bem no primeiro teste para um balé importante, fica sem chão quando Lucille e seu irmão escondem dela que estão namorando. Mas o destino achou que isso não era o bastante. Eden passa por uma incrível experiência de quase morte, porém volta com muitas perguntas e não consegue retomar a vida. As alucinações com flores negras e com a garota em coma na mesma ala do hospital onde esteve internada a levam a Joe, e só aí ela entende que não ter o controle das coisas pode ser libertador.

Observação da Pequena: Já comecei a ler e esse livro é a continuação de “Essa luz tão brilhante”. Tem post sobre ele aqui. ;-)

– Um beijo à meia-noite (Eloisa James – Arqueiro) 
Sinopse: 
Kate Daltry é uma jovem de 23 anos que não costuma frequentar os salões da alta sociedade. Desde a morte do pai, sete anos antes, ela se vê praticamente presa à propriedade da família, atendendo aos caprichos da madrasta, Mariana. Por isso, quando a detestável mulher a obriga a comparecer a um baile, Kate fica revoltada, mas acaba obedecendo. Lá, conhece o sedutor Gabriel, um príncipe irresistível. E irritante. A atração entre eles é imediata, mas ambos sabem que um relacionamento é impossível. Afinal, Gabriel já está prometido a outra mulher – uma princesa! – e precisa com urgência do dote milionário para sustentar o castelo. Ele deveria se empenhar em cortejar sua futura esposa, não Kate, a inteligente e intempestiva mocinha que se recusa a bajulá-lo o tempo todo. No entanto, Gabriel não consegue disfarçar o enorme desejo que sente por ela. Determinado a tê-la para si, o príncipe precisará decidir, de uma vez por todas, quem reinará em seu castelo.

Observação da Pequena: Cinderela é um conto de fadas que eu amo, então, não poderia deixar essa história de fora da minha vidinha, né? E, sim, como deu para perceber esse livro é inspirado na personagem  da Disney. Ansiosa pela leitura! ;-)

– Tipos Incomuns (Tom Hanks – Arqueiro)
Sinopse: Um affaire agitado e divertido entre dois grandes amigos. Um ator medíocre que se torna uma estrela e se vê em meio à frenética viagem de divulgação de um filme. O colunista de uma cidadezinha com um ponto de vista antiquado sobre o mundo. Uma mulher se adaptando à vida na nova vizinhança após o divórcio. Quatro amigos e sua viagem de ida e volta à Lua num foguete construído num fundo de quintal. Essas são apenas algumas das pessoas e situações que Tom Hanks explora em sua primeira obra de ficção!

Observação da Pequena: Esse livro era meta de dezembro, mas por conta da vida corrida, não consegui. Espero que me surpreenda, porque minha expectativa está alta! ;-)

– O clube de escrita de Jane Austen (Rebecca Smith – Bertrand Brasil)
Sinopse: Um guia charmoso e informativo sobre como escrever como Jane Austen, escrito pela sobrinha-neta de quinto grau da famosa escritora. Rebecca Smith analisa vários aspectos da escrita de ficção como enredo, caracterização de personagens, diálogos, cenários e técnicas de escrita, dividindo também com os leitores os conselhos que Jane Austen escreveu em cartas a seu sobrinho e sobrinhas aspirantes a romancistas. Repleto de exercícios úteis e citações esclarecedoras, este livro ensinará métodos, dicas e truques, usando como exemplos a obra de Austen.

Observação da Pequena: Me dei de presente no mês passado. Acho que vai ser bem útil na minha vidinha! ;-)

***

É isso, pessoal. Depois faço resenha de cada leitura. Ah! Quem já leu algum desses, conta o que achou, mas sem spoiler hahaha. E me contem também as metas de fevereiro de vocês!

Beijos, Carol.

Para ler: Top 5 – Marian Keyes

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15.01.2018
* PJ Leu: A casa do lago! ♥

Ei, pessoal. :) E a primeira dica literária do ano é A casa do lago, da autora Kate Morton. O livro, publicado pela editora Arqueiro (parceira do blog), é um suspense de leve cheio de reviravoltas e que cada hora faz você achar uma coisa. Boa resenha! 

CasaDoLago_CapaWEBLivro: A casa do lago | Editora: Arqueiro | Autora: Kate Morton
Crédito da Imagem: Arqueiro

Sinopse: A casa da família Edevane está pronta para aguardada festa do solstício de 1933. Alice, uma jovem e promissora escritora, tem ainda motivos para comemorar: ela não só criou um desfecho surpreendente para seu primeiro livro como está secretamente apaixonada. Porém, à meia-noite, enquanto os fogos de artifício iluminam o céu, os Edevanes sofrem uma perda devastadora que os leva a deixar a casa do lago para sempre.

Setenta anos depois, após um caso problemático, a detetive Sadie Sparrow é obrigada a tirar uma licença e se retira para o chalé do avô na Cornualha. Certo dia, ela se depara com uma casa abandonada rodeada por um bosque e descobre a história de um bebê que desapareceu sem deixar rastros.

A investigação fará com que seu caminho se encontre com o de uma famosa escritora policial. Já uma senhora, Alice Edevane trama a vida de uma forma tão perfeita quanto seus livros, até que a detetive surge para fazer perguntas sobre seu passado, procurando desencavar uma complexa rede de segredos de que a escritora sempre tentou fugir.

Minha opinião: O livro demorou a me prender, por conta do tempo corrido e por ser um gênero literário que não estou muito acostumada. Mas valeu a pena sair da zona de conforto e embarcar nesse suspense. Quando ele me prendeu, não quis mais soltar até descobrir tudo tim tim por tim tim. Uma história cheia de reviravoltas e que muda até o último capítulo. Quando a gente acha que matou a charada, vem a autora com mais uma peça, que a gente nem sabia que existia. Os personagens são intrigantes, envolventes e que eu aprendi a não julgar.

Fala sobre julgamentos, mentes férteis, guerra, amores proibidos e incondicionais, como o de uma mãe por um filho. Até onde você iria por um? A gente aprende muito em relação a esse assunto. O amor por uma criança que você gerou, vai além. E não dá para julgar algumas atitudes, como certas ou erradas. É o que deu para fazer naquele momento, sabem? Enfim, lendo dá para entender melhor o que estou falando. O pai de Alice é uma peça fundamental e mostra como a Guerra pode destruir uma vida muito além. Marca para sempre e até fiquei com raiva dele, mas não dá para julgá-lo. Também curti as histórias adicionais e como elas ficam ligadas e ajudam no mistério central.

Têm coisas que não ficaram esclarecidas para mim, mas acho que a intenção da Kate Morton e deixar no ar mesmo. Talvez se eu lesse uma segunda vez, prestaria mais atenção nos mínimos detalhes. Aliás, detalhe é o que não pode faltar quando se trata de um suspense bem elaborado. E põe bem elaborado nisso. Sadie me conquistou e o avô dela também. Alice me intrigou e queria que a irmã dela tivesse mais presença no livro. O braço direito da quase protagonista, Peter, é um dos meus personagens preferidos.

Se eu recomendo esse livro? Com certeza! Principalmente, se você não resiste a um bom suspense. Não é muito fã do gênero? Vai por mim: dar uma chance, vai fazer você aprender lições ou só mesmo despertar o seu lado detetive. Acho que todo mundo tem um! ;-)

Beijos, Carol.

Para ler: Uma história de verão 

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