07.09.2020
* Pequena Escritora #5: o que ela não mostra, vira texto! ♥

Ei, Gente! :) Para o dia de hoje, decidi compartilhar um texto que diz muito sobre o momento atual da pequena que vos bloga, Vamos lá?

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Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Eu tenho me perguntado: será que o pessoal do outro lado do Insta, blog e afins, acha que eu levo uma vida fofa 24 horas por dia? Bom, se isso passou pela sua cabeça por acaso, saiba que isso não é verdade. ;)

Eu sei que, às vezes, parece modinha falar que a vida não é perfeita e tal. Mas por aqui é a mais pura verdade. Apesar de amar compartilhar o lado doce da minha vida, a outra parte mais amarga, eu prefiro guardar a sete chaves.

Porém, dessa vez, resolvi mostrar que nem tudo é mágico na vida da Pequena. Eu gosto desse meu jeito fofo de ser, mas tenho uma TPM que nem eu me aguento. Sou uma bookaholic, em contrapartida, a concentração não tem me deixado ler com tanta frequência. Tudo tem me distraído. Por isso a falta de resenhas literárias, no momento.

Vivo com vontade de sair de grupos de WhatsApp e já até pensei em deletar o app e correr para o Telegram, mas sem contar para ninguém hahaha. Fora outros conflitos internos e inseguranças que cismam em me dizer que elas estão certas. Seja com o namô, com a minha família… Quanto aos amigos, tenho poucos e bons, porém, confesso que, frequentemente, acredito que alguns, talvez, não se encaixem mais no meu dia a dia e vice-versa.

Crédito da Imagem: Monica Crema

Nem sempre consigo olhar o lado bom das coisas e vivo achando que fulaninho de tal não gosta de mim. E apesar de levar o posto drama queen de forma cômica, às vezes, quero gritar que alguns dramas machucam muito. Leveza é o que mais busco, porém, a ansiedade tem falado mais alto. Falando nisso, sou ansiosa de carteirinha e, apesar de estar lidando melhor com ela, estou no meio de uma crise e o remédio vai ter de voltar a ser o meu companheiro das manhãs.

Aliás, eu nunca fui muito de falar sobre isso por aqui (se eu não me engano), mas além da terapia, volta e meia tenho consultas com um psiquiatra incrível, que tirou o preconceito que eu tinha sobre esse mundo. Confesso que ainda fico com receio de falar sobre isso, por medo do que os outros vão pensar (me preocupo muito ainda com as opiniões alheias), mas se eu posso ajudar alguém com esse meu relato: por que ligar apenas para o pensamento de alguns?

Um vez, escutei uma autora (a Daiana Garbin) falar que se a gente toma remédio para uma dor de cabeça, por que não tomar para ajudar a melhorar aquele aperto no coração triste que parece não ter fim? (não exatamente com essas palavras, mas deu para entender ^^). A nossa saúde mental é um bem precioso, que deve ser cuidada com carinho e amor igualmente. Remédio não é a solução de tudo, mas colabora muito no processo quando é indicado por quem entende do assunto. E isso me fez rever tudo!

Crédito da Imagem: Naniape

Enfim, esse é um pequeno desabafo, para mostrar um outro lado. Talvez, isso ajude a ver que nem a pessoa com certo grau de fofurice elevado (é o que dizem hahaha), vive só uma vida em um campo de livros e coisinhas de papelaria e ilustrações lindas. Não é que eu seja infeliz, não mesmo. Mas nem sempre a felicidade suprema bate na minha porta. E eu sei exatamente as dores e delícias de ser quem eu sou e estou aprendendo a lidar com cada uma. E tá tudo bem, pelo menos, ainda na teoria. E vai passar, tenho certeza. :)

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É isso, pessoal. Podem opinar à vontade! :)
E obrigada a quem leu até aqui! Foi de coração e espero que tenha ajudado de alguma forma. E lembre-se: a vida sempre vale a pena e buscar ajuda também!

Beijos e boa semana,
Carol.

Post Antigo: Por um amor, todos os dias!
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