29.06.2020
* PJ Leu: O que acontece em Londres! ♥

Ei, Gente! :) E a última dica literária do mês é: O que acontece em Londres, da Julia Quinn. O livro, publicado pela Arqueiro (parceira do blog), é o segundo da trilogia “Bevelstoke“. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: O que acontece em Londres | Editora: Arqueiro | Autora: Julia Quinn
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Há um boato de que Harry Valentine matou a própria noiva. Olivia Bevelstoke não acredita nisso, porém, por via das dúvidas, acha melhor espioná-lo, já que o rapaz é o seu mais novo vizinho! Tudo a postos: encontra um lugar perto da janela do quarto e se esconde atrás da cortina. Logo descobre um homem intrigante e que, sem sobra de dúvida, está tramando algo com o seu chapéu e inúmeros papeis.

Mas nem tudo é o que parece: Sir Harry, na verdade, trabalha para o Departamento de Guerra inglês, traduzindo documentos vitais para a segurança nacional. Não é um espião, mas já passou por treinamentos para ser um e logo de cara percebe que a sua vizinha está o observando!

Mas chega à conclusão de que ela é só uma bisbilhoteira e descobre também que a jovem está sendo cortejada por um príncipe russo suspeito de conspirar contra a Inglaterra. Ou seja? Querendo ou não, agora ele vai ter de espioná-la e talvez essa missão represente uma paixão, que nenhum dos dois imagina. ;-)

Opinião da Pequena: A Olivia é uma das minhas personagens favoritas do primeiro livro da trilogia. Então quando li que a história seria dela, tive de embarcar, né?

Para começar: a premissa! Achei bem divertida. É clichê, mas ao mesmo tempo não é, sabem? Claro que a gente imagina, de cara, o que vai acontecer. Mas a forma como tudo é contado que faz a diferença, mesmo com algumas ressalvas. A escrita da Julia Quinn tá bem intacta e faz a gente suspirar por mais um romance de época.

Harry e Olivia são protagonistas dos melhores diálogos. Desde o comecinho do relacionamento até o clímax, mas não vou dar spoiler! Amei ele por conta do nome (sou dessas hahaha) e o jeito meio intrigante conquista de cara. Olivia não é a personagem que mais me identifiquei, porém, é aquela amiga que eu queria ter na vida. Aliás, ela não é leitora voraz de livro, mas ama um jornal e acho que tem futuro para entrar no mundo dos leitores hahaha.

Achei o Sebastian bem maluquinho e o príncipe russo me lembrou um pouco o Gaston. Por falar nele, seu guarda-costas me surpreendeu! As cenas de um tal livro (que amei a criatividade do nome) são hilárias e eu soltei a minha imaginação. A rixa entre o Harry e o vulgo Gaston rende boas risadas e alguns trechos dão raiva. Queria que alguns personagens aparecessem mais, tipo a Mary, os irmãos e tal… Porém, fiquei feliz que a gente teve atualizações do livro 1.

Enfim, eu adorei a história e suspirei muito! Algumas partes esperava mais e achei alguns capítulos do meio para o final meio confusos e resolvidos de uma forma muito rápida. Minha cabeça fez um bolôlô, sabem? Mas aí vieram as últimas páginas e achei tão incrível, que quase tudo fez sentido! Enquanto o primeiro teve um dos casamentos mais sem graça, esse teve um pedido maravilhoso!!

Ah! A capa é linda e é uma das minhas favoritas! Falando nisso, eu fiquei imaginando os figurinos e os penteados da Olivia. Acho que é isso! Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo! ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – História de um grande amor
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26.06.2020
* Livros com as letras do nome do blog! ♥

Ei, Gente! :) Hoje fiquei olhando as minhas prateleiras e a estante de livros e pensei: vou fazer um post com leituras que começam com as letras do nome do blog (Pequena Jornalista). Tive que burlar em uma letrinha, mas juro que catei livro por livro e não achava de maneira alguma hahaha. Enfim, vamos lá? ♥

Pó de Lua – É um livro de ilustrações da Clarice Freire bem fofo.
Extraordinário – Não tenho palavras para descrever esse livro!
Quando não há palavras – Não é o favorito, mas é especial porque foi presente do namô.
Um presente da Tiffany – Um dos melhores chick-lits da vida!
É assim que acaba (tive de acrescentar um acento na letra “e” hahaha) – Eu separei para doar, porque acabei comprando por impulso. Mas todo mundo fala tanto da autora, que eu acho que vou ler.
Não se esqueça de Paris – É um romance que não escuto muita gente falar, mas juro que vale cada capítulo.
A pequena livraria dos sonhos – Foi o meu primeiro contato com a Jenny Colgan e faz a gente amar ainda mais os livros!

Je T’aime, Paris – Um livro que tem Paris no meio é sempre incrível, né? Ou quase sempre. Amei esse chick-lit da Teca Machado.
Os diários de Carrie – Para quem gosta de Sex and The City, é um livro onde tudo começou (com a Carrie novinha). Tem o segundo, mas o primeiro é bem melhor.
Rota 66 – É do jornalista Caco Barcellos, mas eu comecei e não dei continuidade. Porém, acho que em breve vou embarcar para fugir um pouco da zona de conforto literária.
Na hora da virada – Um livro com pegada teen, mas que nos ensina tanto. É da mesma autora do “O ódio que você semeia”.
A vingança veste Prada – Mais um chick-lit para a coleção desse post. É a continuação do “O diabo veste Prada” e é uma leitura divertida e que dá para matar a saudade dos personagens, até da Miranda Prestley hahaha.
Lendo de cabeça para baixo – Uma das capas mais fofas da minha estante e o conteúdo é bem romântico e com outras pegadas.
Invisível – Esse eu tive de burlar porque eu não achei um livro sequer com essa letra aqui em casa. Obrigada, grupo da Arqueiro do WhatsApp hahaha!
Solidão Acompanhada – Li esse ano e me decepcionou um pouco a leitura. Mas acho que pode fazer a diferença na vida de alguém e separei também para doar.
Teto para dois – Nem preciso repetir o meu amor por essa história, né? hahaha ;p Ele é um dos livros que mais tenho citado aqui no PJ hahaha!
Amor(es) Verdadeiro(s) – Esse livro me dei de niver (o físico mesmo) e estou louca para embarcar!!!

Crédito das Imagens: Amazon
Crédito das Montagens: Pequena Jornalista

É isso, pessoal. :) Eu tive essa ideia depois que li um desafio literário que incluía ler um livro com a inicial do seu nome! Quem quiser, fica à vontade para fazer também e se já fez algum dia, me fala para eu ler o post.

Todos os livros citados e que já embarquei, você encontra a resenha aqui no blog. Acredito que só “Os diários de Carrie” não tenha. Na época, eu ainda não fazia resenha! No mais, podem opinar à vontade! ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – Lendo de cabeça para baixo!
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12.06.2020
* PJ Leu: Conto – Um filme de nós dois! ♥

Ei, Gente! :) Para o dia de hoje, separei uma resenha para lá de romântica e bem a cara da quarentena. O conto da vez é “Um filme de nós dois“, das autoras brasileiras Fernanda França e Leila Rego. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Conto: Um filme de nós dois | Disponível na Amazon | Autoras: Fernanda França e Leila Rego
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Sozinhos e em plena quarentena, Kátia e Jonas se conhecem no Tinder, migram para um aplicativo de xadrez e logo se conhecem pessoalmente, protegidos pelo distanciamento social e por máscaras e roupas especiais – e surpreendentes. A rotina é mudada com a inscrição em um concurso de curtas-metragens. É nesse cenário de comédia e romance que os dois amigos começam a se conhecer melhor, partilham segredos e descobrem que os sentimentos não medem distância. E quando a quarentena acabar será que haverá lugar para cada um deles na vida do outro?

Opinião da Pequena: Em primeiro lugar, gostaria de dizer que essa leitura teve um gostinho para lá de especial para a Pequena que vos bloga. Fui convidada pelas autoras para ser meio que uma leitora beta e ler algumas partes do conto! Me senti tão honrada, que nem sei. Mas juro que apesar da parceria, a minha opinião é de todo o coração!

Tenho lido bastante nessa quarentena e todos os livros acrescentam de alguma forma. Em contrapartida, nenhuma traduz o que a gente está passando no momento. Daí, vem esse conto e acolhe o leitor com tanto carinho, repleto de álcool em gel, máscaras de proteção e uma história incrível de amor com muitas risadas e lições valiosas.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

A premissa prende do início ao fim e é quase impossível não se identificar em algum momento com a Kátia. Seus dilemas durante o isolamento social (depilar ou não a perna, dar adeus aos sutiãs) e as conversas inusitadas com os motoboys arrancam choros de tanto rir e trazem um humor necessário para essa pandemia. Aliás, essa palavra – humor – tem um novo significado e faz a gente olhar para ela com outros olhos.

O Jonas é muito fofo e apaixonante. Adorei a originalidade do jogo de xadrez e apesar de ter amado as roupas diferentonas em breves encontros, não sei se isso aconteceria, de fato, na vida real. Mas entrando na onda do conto… Já sei as próximas fantasias do Carnaval e decidi que quero um pijama de unicórnio. Me julguem hahaha!

Há outras partes incríveis e a gente nota que ficar em casa pode trazer tédio, mas ideias que dão certo, como o curta-metragem. Preciso destacar a Dani e a avó dela. São pessoas como elas que trazem leveza no dia a dia, principalmente, em tempos de distanciamento social. Adorei os conselhos e tirei algumas lições, como a importância de tirar as sujeiras que escondemos embaixo do tapete. Ah! Desfechos não, necessariamente, precisam ser tristes. Aliás, sinceridade com carinho é tudo!

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

No mais, as coisas acontecem aos poucos e tudo vai se encaixando no seu tempo. Nada corriqueiro, mas nada que deixe a leitura arrastada. Alguns assuntos sérios, como antirracismo, são abordados e mesmo por alto, fizeram a diferença. É um conto que traz esperanças de um futuro melhor, mostra como o presente que pode ser especial e a importância de visitar novamente algumas partes do passado.

Por fim, preciso falar que fiquei muito feliz quando um simples pitaco (meu) fez parte da rotina de ambos. Talvez tenha rolado algumas lágrimas e uma inspiração a mais para finalmente sentar o meu bumbum na cadeira e escrever livros e tal. Muito obrigada, Fer e Leila! Inclusive, pela dedicatória na parte de agradecimentos!! ^^

Se eu recomendo? Sim! Pode ler nesse Dia dos Namorados e em outras ocasiões. Falando nisso…. Aos casais apaixonados: um feliz dia! Ao meu namô: te amo! Aos que estão na fase do “só tô lendo”: esse status vale tanto a pena quanto qualquer outro! ♥

Quem quiser ler, é só clicar na imagem abaixo. Aliás, ler por aqui, ajuda muito o Pequena Jornalista, viu? ;-)

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – 9 minutos com Blanda!
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11.06.2020
* PJ Entrevista: Sandro Muniz! ♥

Ei, Gente! :) Para o feriado, trouxe uma entrevista com o escritor (brasileiro) Sandro Muniz, autor do livro “Solo Raso“, que participou do Prêmio Kindle. \o/ Enfim, conversamos sobre as suas inspirações para escrever essa história, por qual motivo você deve embarcar nela, entre outros temas do mundinho literário. Vamos lá? ♥

PJ Entrevista: Sandro Muniz
Crédito da Imagem: Sandro Muniz
:)

1. Hora de vender o seu peixe: por que as pessoas devem ler “Solo Raso”?
R: As pessoas devem ler “Solo Raso” porque ele mostra uma realidade de
opressão e superação que homens e mulheres passaram e passam. E, infelizmente, é tão atual. Quando escrevo quero que as pessoas se esqueçam que estão lendo um texto e vivenciem aquilo na imaginação e nas emoções. Acredito que é um livro fluído e que deixa o leitor preso para saber onde tudo aquilo vai dar.

2. Curiosidades sobre o livro que quase ninguém saiba.
R: A primeira batalha naval da 2ª Guerra Mundial houve de fato ao lado do Brasil, na rota do Rio da Prata para Europa. Já o personagem Ceolfrido é uma alusão ao Ceolfrid, que foi um abade inglês. Inclusive, ele encomendou três bíblias lá pelos idos do século VII e VIII. Aliás, hoje a Bíblia de Ceolfrid é uma das mais antigas do mundo! Outra curiosidade: existiram locais na Europa, durante a Segunda Guerra Mundial, em que a mulher era forçada a participar do projeto “Lebensborn”, com o objetivo de fazê-la gerar crianças arianas puras, mas muitas das vezes era usada apenas para diversão dos oficiais alemães. Por fim, a ideia que eu tive foi tão forte a ponto de anos depois decidir morar em uma ilha no meio do Atlântico… O que acabou enriquecendo o texto.

3. O que te levou a escrever sobre o tema? E como foi o processo de escrita?
R: Tive essa ideia há mais de uma década e ela não me abandonou durante anos e só me “livrei” quando publiquei o livro. Aliás, temas como florestas, ilhas, histórias e casos do povo brasileiro sempre me atraíram. Adorava ficar ouvindo a minha avó Encarnacion contando tantas histórias antigas.

Quanto ao processo, funciona assim: após a ideia central, a minha mente foca naquilo. No caso de “Solo Raso”, acumulei dados durantes anos. Então, chega uma hora que esse material todo se transforma em minha mente em algo que faz sentido. Costumo acreditar que a escrita é 99% trabalho e 1% inspiração, ou menos. Então chega-se a hora de escrever. E geralmente é quando todos já foram dormir, lá pelas 21hs (agora na quarentena tem sido mais tarde). Não tem jeito, para escrever tem que escrever. Como disse Stephen King “uma palavra de cada vez”.

Me condiciono a escrever pelo menos uma hora e meia por dia no projeto
livro, se eu não escrever em um dia eu acumulo e no próximo dia tenho
que fazer o dobro do programado. Apenas isso, não há escapatória.
Disciplina é liberdade para mim. E geralmente não paro nem nos fins de semana. Após o término, deixo-o adormecendo (MENTIRAAAA) por um
tempo antes da revisão. Preciso de prazos, mesmo que autoimpostos. O “Solo Raso” era a data do prêmio Kindle…

4. Se pudesse dar três dicas de ouro para futuros escritores, quais seriam?
R: Não tenham pressa, se tiver tente escrever contos. Geralmente o jovem
não tem muito estofo para criar um romance, mas a literatura está
cheia de exceções. Contrate um bom revisor de texto. Anote todas as ideias possíveis e não deixe passar. Depois brinque com elas, inverta, acrescente o passado, o futuro, junte outros personagens que você já tenha anotado, deixe eles numa sala sozinhos. E após, esqueça tudo. Deixe o seu cérebro usar o subconsciente com tudo isso. Muitas das vezes, como diz Ray Bradbury, “é um escritor sábio que conhece o seu próprio subconsciente”. Escrever é viver, e ambos devem ser feitos com entusiasmo. Leia muito e de tudo. Escreva muito. Corte o cabo da televisão e desligue o wifi.

5. Ocorreu um incêndio na sua biblioteca: três livros que salvaria (não pode ser o seu rsrs)?
R: É difícil, pois acho que até alguns livros que não atraem muita gente,
têm seus valores… Eu acho que levaria um monte de água para apagar
parte do fogo e pegar o máximo de livros rsrsrs… Mas aqui estão três de supetão: “Contos de amor rasgados” (Marina Colassanti), “Quincas Borba” (Machado de Assis) e “Famílias Terrivelmente Felizes” (Marçal Aquino).

***

É isso, pessoal. Muito obrigada, Sandro! Adorei a entrevista, que a propósito sempre me inspiram no sonho de tirar as ideias da mente e colocá-las no papel e, finalmente, escrever livros. Fora isso, achei os detalhes históricos bem ricos! Quem quiser embarcar na leitura, é só clicar na imagem abaixo. Quer falar com o autor protagonista do post de hoje? Entra aqui e aqui. No mais, podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Entrevista – Fernando Abreu
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09.06.2020
* PJ Leu: Como quase namorei Robert Pattinson! ♥

Ei, Gente! :) Depois de uma eternidade, finalmente terminei de ler “Como quase namorei Robert Pattinson“, da autora brasileira Carol Sabar. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: Como quase namorei Robert Pattinson | Disponível na Amazon| Autora: Carol Sabar
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 3 livros

Sinopse: Aos 19 anos, Duda é literalmente viciada na saga Crepúsculo. Através de um perfil secreto na internet, ela se comunica com outras fãs de Crepúsculo que, assim como ela, estão totalmente convencidas de que não há garoto no mundo que valha um dente canino do vampiro Edward Cullen. Em Nova York, onde ela faz planos mirabolantes para conhecer pessoalmente Robert Pattinson, o ator que interpreta o vampiro nos cinemas. Mas, após um incidente com seus únicos (e insubstituíveis!) livros da saga, Duda entra em verdadeiro surto de desespero. Só que ela não espera conhecer Miguel Defilippo, seu vizinho na ilha de Manhattan, que é a cara do ator Robert Pattinson!!

Opinião da Pequena: Sabe aquela leitura que te deixa nostálgica? Então… ;-) Para quem não sabe, há um tempinho o Robert Pattinson era pauta certa aqui no blog! Eu era fã da saga e 100% #teamedward. ♥ Talvez por isso, o título desse livro tenha despertado o meu interesse, mesmo que tardio. Tudo bem que eu acho que a Pequena de 10 anos atrás iria amar mais essa história, mas a Carol de agora entendeu completamente a Duda!

O livro é bem divertido e a protagonista tem um quê de Becky Bloom, que eu adorei. Achei o enredo criativo e os outros personagens carismáticos. Só não curti o Agarradinho e o Pablo era o meu preferido. Meio que virei a casaca nessa leitura. Acho que ele tinha um lado meio Jacob, mas não vou dar spoiler hahaha. Miguel é meio estranho, mas entendo a sua admiradora secreta.

Confesso que achava que ia devorar o livro em poucos dias, mas me enganei. Não é que a história seja ruim e a escrita da Carol deixe a desejar. Pelo contrário! Gêneros assim pedem que os capítulos ganhem uma floreada, digamos assim. Mas é que foi além da conta, sabem? Pelo menos para mim! Daí, a leitura acabou ficando arrastada. Por pouco não desisti!

Ah! Como não sou mais a doida pelo dito cujo, acho que esse fato pode ter ajudado nesse detalhe não tão positivo. Contudo, foi um livro que me trouxe boas lembranças e fiquei muito feliz em algumas partes, que não posso mencionar… Se não vai rolar spoiler! Mas qualquer fã de carteirinha adoraria estar na pele da Eduarda Maria (eu amei esse nome hahaha).

No mais, não é uma história de reviravoltas, mas que surpreende em alguns pontos. Outros ficam confusos! A protagonista aprende muito, até mesmo com o seu fanatismo e, claro, no inglês. Mas a sua essência continua intacta. Adorei o cenário (NY) e queria que os pais tivessem aparecido mais. Destaque para a vizinha surda e a capa. ;-)

Enfim, deu saudade da época de Crepúsculo, mas provavelmente não voltaria a ler os livros. Porém, talvez role uma sessão nostalgia e eu coloque o meu namorado para assistir todas as adaptações cinematográficas hahaha! #brincadeirinha ;p E vale lembrar que é sempre importante ler (caso tenha rolado interesse) e tirar a sua conclusão.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Fica a dica! :)

Beijos, Carol.

Post Antigo: Rob Call me!
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