23.09.2020
* PJ Entrevista: Fernanda Rodrigues! ♥

Ei, Gente! :) E no meio dessa pandemia, eu acabei conhecendo blogs incríveis e um deles é da Fernanda, do Algumas Observações. Logo descobri que ela também é escritora e que, recentemente, lançou o livro “Sobre o que estava tentando dizer”, junto com a Elizza Barreto.

Ela têm outros títulos literários e que deixam a nossa vida mais poética. Enfim, não vou falar muito. Mas a protagonista do post do dia sim! Chamei a autora para conversar um pouco com a gente. Vamos lá? Espero que gostem da entrevista! ♥

Crédito da Imagem (Foto): Fernanda Rodrigues
Crédito Montagem: Pequena Jornalista

1. Se pudesse salvar três livros de poesias (sem ser os seus), quais salvaria?
R: Oi, Carol! Obrigada pelo convite e pela oportunidade de conversar com você e com os seus leitores. Eu acho muito difícil escolher apenas três! Um que vive na minha cabeceira e que sempre está comigo é o Toda Poesia, do Leminski (Companhia das Letras), que apresenta um compilado de toda a produção poética do autor curitibano. Esse livro é muito inspirador, já que nele há textos produzidos em diversos anos da vida do Paulo Leminksi. É legal demais ver como ele trabalhou a criatividade nos textos. O seguindo livro foi escrito por uma amiga e me comove profundamente. Chama-se Seu Retrato sem Você, da Tatiana Eskenazi (Editora Quelônio). Esse livro é um dos poucos que me deixa com um nó na garganta e com uma vontade profunda de investigar esse processo de presença na ausência e ausência na presença a que a Tati nos provoca em seus poemas. O terceiro, sem dúvida, seria qualquer um do meu muso, do meu divo, Carlos Drummond de Andrade.

2. Aliás, como foi o seu primeiro contato com esse mundo? Conta um pouco da sua trajetória de poetisa?
R: Eu poderia escolher vários marcos para estabelecer o início da minha vida como poeta, desde assistir ao Gato Pintado no Castelo Rá-Tim-Bum durante a infância, passando pelo meu ensino médio (em que tive professoras maravilhosas!), chegando à abertura do meu blog, o Algumas Observações, em 2006 — espaço em que eu passe a produzir meus próprios versos. Penso que todo mundo vive cercado de poesia o tempo todo, a questão é que nem sempre as pessoas se dão conta disso. Se a gente parar para pensar, viver é uma profunda e intensa poesia. Sobre a minha trajetória, acho que ela vem muito atrelada a ler muita poesia — de todos os tipos — e a escrever até encontrar uma satisfação no meu texto (não importando muito a finalidade: se será publicado no blog, em livro, em cartão ou se ficará guardado).

3. Para quem ainda não embarcou nesse universo, o que você diria e qual conselho daria?
R: Quebre o ciclo do senso comum de que “ler poesia é difícil”. Penso que uma das melhores coisas hoje é que há poesia de todos os tipos, para todos os gostos. Então, experimente! Vá dos autores clássicos, de formas mais rígidas, até os poetas de internet. Aliás, também é muito interessante pensar em formas de consumir poesia hoje, porque há muitas: livro, e-book, Story do Instagram, vídeo de Youtube, Podcast, batalha de slam… Enfim, tenho certeza de que há um(a) poeta para todo mundo poder se encantar. Tudo começa aceitando que ler poesia NÃO é difícil!

Crédito da Imagem (Foto): Fernanda Rodrigues
Crédito Montagem: Pequena Jornalista

4. Tem alguma mania peculiar na hora de escrever e ler?
R: Mania, não. No momento da escrita, preciso ser rápida, porque as ideias sempre surgem acompanhadas. Se não anoto na hora em que as tenho, ou me esqueço ou o texto não sai com o mesmo frescor, com a mesma espontaneidade. O trabalho fica muito mais árduo. No momento de leitura, não tenho nenhum ritual. Entretanto, gosto de manter um diário de leitura para anotar percepções e insights que tenham surgido em decorrência da leitura — tem eles relações com o texto lido ou não.

5. Para quem deseja viver de escrita: qual é a parte mais doce e amarga desse mundo?
R: A parte mais doce divide-se em duas: a primeira é a “garantia” (muitas aspas nessa “garantia”) de sobrevivência mental e afetiva. No meu caso, escrevo por profissão, mas também por muitas necessidades internas (de me organizar, de me entender, de tentar compreender o mundo ao meu redor). A segunda diz respeito às conexões (essas, bem reais). A escrita — tanto do blog, quanto do livro — me trouxe amigos de várias partes do mundo e me possibilitou ir além da minha própria realidade por meio do compartilhamento das experiências.
A parte amarga é que ninguém vive só de vender livros. Mesmos grandes autores hoje se dividem entre escrever e alguma outra profissão (lecionando escrita criativa ou traduzindo e editando outros livros, por exemplo). É muito duro viver em um país que tem tantos problemas relacionados à Educação, porque isso — além de todos os outros problemas — acarreta uma profunda desvalorização da Cultura e de tudo o que a envolve, incluindo os livros. É muito triste saber que o objeto livro não circula em todos os lugares, que ainda há pessoas que vejam como certo que ler seja uma atividade apenas da elite.

***

Crédito da Imagem: Blog Algumas Observações

Amei a entrevista e fiquei com vontade de me jogar nesse universo. Muito obrigada, Fê! Todo sucesso do mundo para você, viu? Para quem quiser conhecer mais sobre os livros dela e tal, só clicar aqui. Em breve, espero conseguir ler e podem deixar que publico uma resenha no PJ.

E vocês? Gostam de poesias? Me indiquem! Já conheciam a autora? No mais, podem opinar à vontade. ♥

Beijos, Carol. ♥

Post Antigo: PJ Entrevista – Bia Pof!
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1
21.09.2020
* PJ Leu: Quase rivais! ♥

Ei, Gente! :) Sei que ando meio sumidinha, mas depois explico melhor o que aconteceu. O importante é que hoje tem mais uma dica literária \o/! Dessa vez: Quase rivais, de J. Sterling. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: Quase Rivais | Autora: J. Sterling | Editora: Faro Editorial
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4,5 livros

Sinopse: James é louco pela Julia. Julia é louca pelo James! Mas eles são uma espécie de Romeu e Julieta, dos tempos atuais. Por quê? A família de cada se odeia há gerações! E agora? Será que o destino é o mesmo do casal de William Shakespeare ou uma nova história será contada?

Opinião da Pequena: Eu vi uma resenha desse livro lá no blog Estante da Alê e, se eu não me engano, no Prefácio também. Daí, me apaixonei pela história e quando tive a oportunidade, comprei para ler.

Começando pela capa: como não se apaixonar por ela? Tem cara de romance no ar e, normalmente, não curto pessoas reais nas capas. Mas adorei os dois protagonistas e já me apaixonei por eles antes mesmo de “conhecê-los” hahaha. E acho que o título tem tudo a ver com os capítulos no geral. E achei bem interessante que cada parte tem um trecho de Romeu e Julieta e mostra tanto a visão do James quanto a da Julia.

A premissa é bem clássica e a escrita da autora é leve e divertida. Algumas partes são para lá de picantes (aí eu fico meio tímida hahaha), porém, há muitos momentos mais inocentes que nos arrancam suspiros! O casal principal é bem carismático e, sem dúvidas, essa história é mais fofa do que a do Shakespeare.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

Também tiramos lições, como: tudo tem os dois lados da moeda e, muitas vezes, só sabemos uma parte. Estar disposto a escutar o outro, pode render bons momentos. Falando nisso, o pai da Julia me irritou um pouco e amei os dois amigos dos principais. E têm apostas que rendem ótimas histórias e risos nos personagens e, claro, no leitor.

No mais, foi uma leitura que fluiu muito, com alguns errinhos de digitação, mas nada muito gritante e que tenha deixado o livro ruim. Se você ama vinho, vale ler com uma taça na mão. Enfim, amei embarcar em Quase Rivais. Deixou a vida mais colorida e só o finalzinho, que bateu uma dúvida, mas a minha imaginação foi longe hahaha.

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Só clicar aqui para comprar. Isso ajuda muito o PJ! ;-) Ah! E sabe a capa que está embaixo do livro na foto? É uma edição linda de Romeu e Julieta, que a minha vizinha fofa me deu! ♥

Beijos, Carol.

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7
17.09.2020
* Decor PJ: Hall de sapatos! ♥

Ei, Gente! :) Primeiro, desculpa pelo sumiço ontem. Acordei meio mole (de resfriado) e não consegui fazer quase nada. Mas para compensar, vai rolar post no finde, ok? E, aos poucos, estou conseguindo responder os comentários e retribuir as visitas. Não desistam de mim, por favor! ♥

Mas vamos ao tema de hoje? Bom, com a pandemia, muitos costumes mudaram, né? E olhando o lado bom, a gente percebe que alguns valem a pena adotar para sempre. Por exemplo? Sapato da rua dentro de casa significa germes e afins, que podem fazer mal e sujar. Antes eu achava meio neurose (mas nunca reclamei, a casa da pessoa é a regra dela, né? ^^), porém, pensado bem faz todo sentido.

Crédito da Imagem: Pinterest

É uma prática mais oriental, mas totalmente adaptável nas casas brasileiras. Pode ser que a visita não goste muito, em contrapartida, com tudo que estamos passando, acho que não vai ter mais revirada de olhos. Fora que é mais um jeitinho de se divertir com a decoração da entrada do seu lar doce lar. ;-)

Sei que muita gente deixa colocar no corredor do andar do prédio. Mas no meu, é meio que proibido. Então, dei uma olhadinha no Pinterest e achei várias ideias legais, sejam para casas grandes ou menores! Vejam só. :)

Crédito das Imagens: Pinterest
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

Acho que essa ideia de cestos com recadinhos fofos, quebra a pessoa. Meio que é uma forma simpática de falar para tirar o sapato. Também gostei desse “porta” tênis, sapatilha e etc. Os dois são perfeitos para espaços menores. E a última opção é para aquela futura reunião com vários amigos e família. Gostei bastante da criatividade! Inclusive para colocar os nossos do dia a dia.

Crédito das Imagens: Pinterest
Crédito da Montagem: Pequena Jornalista

Também gosto muito de móveis, como bancos acolchoados ou não. Ai é meio que mais confortável para a pessoa tirar a sandália. E, de quebra, ganchos para colocar bolsas, casacos e tal. Aliás, uma coisa que você pode deixar separado para o pessoal é pares de meias. Porque aí não suja o pé, essas coisas! E se tiver tempo, paciência e dinheiro, alguns chinelos. Vai de cada um!

Caixotes (como o da primeira foto desse post) ficam bem criativos e bancadas mais cleans idem. Enfim, é só usar a imaginação. E pode colocar um tapete nesses locais para ficar tudo arrumadinho e nada espalhado e nem bagunçado. E o melhor: tudo higienizado. Enfim, vou soltar a ideia aqui em casa hahaha. Por enquanto, estamos tirando na porta de casa, colocando álcool na sola e deixando na área de serviço.

Crédito da Imagem: Pinterest

É isso, pessoal. Quem tem esse hábito e já tem um espaço com essa função? No mais, podem opinar à vontade. :)

Beijos, Carol.

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10
15.09.2020
* PJ Leu: A adorável loja de chocolates de Paris! ♥

Ei, Gente! :) Estou conseguindo aos poucos colocar a minha vidinha literária em ordem e hoje vai rolar mais uma dica de livro \o/. Dessa vez: A adorável loja de chocolates de Paris, da Jenny Colgan, que faz parte dos Romances de hoje, da Editora Arqueiro. Vamos lá? Boa leitura! ♥

Livro: A adorável loja de chocolates de Paris | Autora: Jenny Colgan | Editora: Arqueiro
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 4 livros

Sinopse: Anna Trent é supervisora de uma fábrica de chocolates no Reino Unido, mas após um acidente, tudo muda na sua vida! Inclusive, por conta de uma antiga professora de francês, que reencontra no hospital, ela tem a chance de recomeçar em uma renomada loja de Paris. Mas com uma diferença: terá de colocar a mão na massa e fazer o doce em questão.

Além disso, vai aprender a lidar com as atuais limitações, no seu tempo. Conhecer pessoas novas, como seu colega de apartamento, pessoal do trabalho e cumprir uma missão amorosa bem complicadinha. Uma história de superação, amor e, claro, chocolate!

Opinião da Pequena: Não tem como um livro com “Paris” e “chocolate” dar errado, né? O título me ganhou, a capa também e a história não deixa a desejar.

Confesso que a sinopse que eu li criou uma expectativa diferente. Achei que teria um toque mais cômico e tal. Porém, assim como os outros da Jenny, foi uma leitura leve, doce e cheia de lições valiosas. O livro alterna com a visão da Anna e acontecimentos do passado da Claire, que a propósito me lembrou a Claire do filme “Cartas para Julieta“.

Anna é bem fofa e mais corajosa do que imagina. Eu fiquei meio confusa em algumas partes, mas o que posso dizer é que é um livro de superação, mas sem forçar a barra. Tudo bem aos poucos! Amei conhecer Paris através dos olhos dela (e matar um pouquinho a saudade de viajar) e ver a vida com a sua leveza, mesmo com as dificuldades.

Thierry é incrível, mas com algumas ressalvas. Laurent? Me conquistou, mas não 100%, digamos assim! Sami e Cath? Amigos que eu gostaria para a minha vida. Aliás, o colega de apartamento não parece lá grandes coisas, porém, em uma cena específica me ganhou por completo! O pai da protagonista? Amoroso, do jeito dele, e eu queria que tivesse aparecido mais hahaha.

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

A grande missão me deixou um pouco perdida também. Nos últimos capítulos, quase tudo aconteceu muito rápido. Mas tudo se encaixou no final e tentei me focar no que era importante, de fato. E tivemos algumas surpresas, que jamais passariam na minha cabeça no começo do livro.

Por fim, quero dizer que é um livro bem amorzinho e que me ajudou, sem querer, a descobrir que a minha ansiedade estava acima do normal. Eu estava interessada na história, mas a falta de concentração não me deixava passar para a próxima página. Então, por isso a demora da resenha. ;-)

Quanto aos aprendizados: todos temos limitações, que assustam, mas a gente se adapta. Uma viagem muda o rumo de muita coisa! E há males que vem para o bem. E para ajudar na ansiedade: têm coisas que é melhor deixar para pensar quando (e se) acontecer. A partir do momento que li esse tipo de pensamento recorrente da Anna, virou mais um mantra da minha vida.

Ah! Dá vontade de comer chocolate e não sei se é psicológico, mas juro que a capa tem cheiro dessa 8ª maravilha do mundo hahaha. Têm receitas que parecem bem deliciosas nas últimas páginas e o agradecimento da Jenny é muito fofo e as observações, antes de dar início à história, também! ♥

Já leu? Conta o que achou. Ainda não? Recomendo e você pode comprar o livro aqui (ajuda muito o PJ)! Ah! Parabéns atrasado para a autora, que completou mais uma primavera ontem (dia 14). Muitas histórias incríveis!! ^^

Beijos, Carol.

Post Antigo: PJ Leu – A padaria dos finais felizes!
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14.09.2020
* PJ Leu: Conto – Cale-se para sempre! ♥

Ei, Gente! :) A minha concentração literária está voltando aos poucos e no finde consegui até ler um conto novo: Cale-se para sempre, da Renata Lustosa (autora nacional), uma parceira querida do PJ. Então, trouxe a resenha para vocês. Vamos lá? Boa leitura!

Conto: Cale-se para sempre | Autora: Renata Lustosa
Crédito da imagem: Pequena Jornalista
Nota de 1 a 5: 5 livros

Sinopse: Olívia Florence é dona de uma pequena empresa de organização de eventos chamada “Dois pombinhos”. Parece que as coisas vão melhorar com o novo casal cliente, porém, tudo muda quando o noivo dá em cima dela na maior.

Agora o que fazer? Contar para a Bianca, a noiva, e perder seus potenciais clientes ou deixar isso para lá e não falar nadinha? Sua honestidade pode prejudicar a sua empresa, que já está meio mal das pernas ou pelo contrário?

Entre essas questões, Olivia aprende boas lições. Inclusive, faz as pazes com o senhor cupido!

Opinião da Pequena: Sempre quando eu leio algo da Rê, eu lembro o motivo de eu amar tanto chick-lit. Esse conto é mais uma prova de que esse gênero traz valores que inspiram a gente no nosso dia a dia e não tem nada de “raso”.

A premissa chama a atenção. Imagina: o único cliente, que pode manter a sua empresa, dá em cima de você na maior cara de pau? É impossível não se colocar no lugar da Olívia e ter vontade de dar um murro nele (sou contra violência, mas esse vilão merece hahaha).

Adorei como a história foi conduzida e o único defeito é que acaba muito rápido! Quando a gente se toca, chega o epílogo, mas fica feliz que tudo se encaixa direitinho.

De quebra, a gente aprende lições, como a importância de ter aulas de krav magá. Que a propósito, essa parte rende boas risadas. Outra: a honestidade e a empatia valem ouro. E que o Cupido sabe das coisas e um bom partido aparece e ele tem de ter várias coisinhas, que vão além de bens materiais. Clichê, mas sempre bom lembrar.

Crédito da Imagem: Amazon / Renata Lustosa

Tomás é meu novo crush literário, mesmo com algumas ressalvas. A Olívia? Amei esse nome! Ah! E eu quero contratar a “Dois Pombinhos” quando eu me casar hahaha. ;-) Aliás, noiva Bianca, você me surpreendeu. Quer ser minha amiga? Eu,você e a Olie podemos criar um grupo no Whats hahaha.

Enfim, recomendo muito para quem anda travado nas leituras. Quer algo divertido, leve e para devorar em questões de horinhas? Cale-se para sempre é perfeito para isso.

E não sei vocês: mas contos eu acho que sempre devem virar livros, porque quero mais detalhes e tal hahaha. Tipo uma personagem, que acho que acrescentaria muito, ficou meio apagada. Mas entendo que esse tipo de leitura é desse jeito, mais direto ao ponto, digamos assim.

Quanto à capa… Tem tudo a ver com a história, inclusive, com uma cena incrível. Pelo menos, eu acho! E o título também! E adorei a diagramação e as ilustrações em algumas páginas, que fazem a diferença. ^^

Crédito da Imagem: Pequena Jornalista

É isso, pessoal. Quem quiser embarcar, está disponível nesse link da Amazon. No mais, podem opinar à vontade! ;-)

Beijos e boa semana,
Carol.

Post Antigo: Conto – Maldito Beijo!
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